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sábado, 30 de maio de 2026

IKU TURSO( Live 2022 Finlandia) BLACK METAL

Absurda performance.O interessante são os focos "underground" em que estas bandas estão se apresentando.Locais mais pequenos, banda na cara do público,jogo de luzes estrobocópicas com multi=canhões constantes iluminando e ritmando com o som(em especial da batera) Vocalista performático, aberturas sinfonicas de teclados e sintetizadores que costuram a trama macabra da apresentação dando a atmosfera e suporte musical abissal...Estas bandas são fóra da mídia convencional, mas tem seu nicho e público focado!Muitas bandas estão nesta praia, bem como no Brasil,onde a cena Black Metal e Death é forte, mas ilhada e cercada pela sociedade preconceituosa.
Ouçam a cacetada!!!

Vampire Music & Cradle of Filth

A banda americana Cradle of Filth( talvez a mais famosa e tenebrosa de Black Metal da região americana) acumulou uma quantidade de gravações em CDS enorme e de qualidade dentro deste nicho específico.Um metal sinfonico e muitas vêzes misturado ao Death ,com visual performático. Eu adorei esta "releitura" de um dos hinos de grupo!!Curtam a loira vamp...Fatntástica performance!!

LISA GERRARD & VOZ ANGELICAL DO DEAD CAN DANCE (Trilhas Sonoras)

Com um visual inicial no Dead Can Dance na linha da Siouxie(gótica)e uma visão e estilo vocal tão únicos quanto precisos e abrangentes, Lisa Gerrard se estabeleceu como uma das compositoras cinematográficas mais aclamadas do mundo, ganhando um Globo de Ouro por seu trabalho na trilha sonora de “Gladiador”, com Hans Zimmer.O Dead Can Dance tem vasta discografia, e uma das iniciais foi trilha do filme Cult "Baraka". Lisa também recebeu uma indicação ao Oscar por 'Gladiador' junto com mais duas indicações ao Globo de Ouro por suas trilhas sonoras para 'Ali' e 'The Insider'. O trabalho cinematográfico de Lisa também inclui 'Whale Rider', um longa-metragem que recebeu uma indicação ao Oscar e rendeu a Lisa um prêmio internacional pela trilha sonora. Sua jornada musical começou no início dos anos 1980, quando ela e seu colega australiano Brendan Perry formaram a dupla 'Dead Can Dance'. Em 2012, a banda se reuniu para uma turnê mundial esgotada. Com nove álbuns lançados entre 1984 e 1995, a tela musical da dupla se expandiu a cada lançamento para incluir uma mistura atemporal de influências da música mundial, cantos medievais, baladas folclóricas, estilos barrocos, sabores celtas, eletrônicos, amostras e qualquer outra coisa que lhe agradasse. Vários álbuns solo e colaborativos foram bem recebidos e Lisa fez uma progressão natural para compor para filmes. Em 2009, Lisa compôs a trilha sonora do aclamado longa-metragem 'Balibo', pelo qual ganhou o Screen Music Award de 2009 de Melhor Trilha Sonora, um Prêmio Aria e mais 3 indicações. Em 2010, Lisa terminou sua trilha sonora para 'Oranges and Sunshine' e o polêmico filme 'Tears of Gaza'. Em 2011, ela completou a trilha sonora de 'Burning Man', que ganhou sua Melhor Trilha Sonora no Film Critics Circle of Australia Awards de 2011. Em 2013, Lisa interpretou o papel vocal principal na comovente peça de concerto “Diaries of Hope”, do principal compositor de cinema europeu Zbigniew Preisner, inspirada em diários e poemas de crianças polonesas vítimas do Holocausto. Estreou em Wroclaw, Polônia, e no Barbican em Londres. As apresentações vocais de Lisa continuam sendo ouvidas em todo o mundo, com um número planejado para 2018, incluindo uma apresentação de 'Gladiator Live' no The Royal Albert Hall em Londres. Em 2016, Lisa colaborou com James Orr na trilha sonora do thriller '2:22' de Paul Currie. Ela também colaborou com Marcello De Francisci na trilha sonora do longa-metragem “Jane Got a Gun”, dirigido por Gavin O'Connor e estrelado por Natalie Portman e Ewan McGregor. Mais recentemente, ela completou a trilha sonora com James Orr de 'West of Sunshine', que estreou no Festival Internacional de Cinema de Veneza. Mais recentemente, Lisa colaborou com The Mystery of the Bulgaria Voices em seu próximo álbum, que será lançado pela Prophecy Records em 25 de maio de 2018. O primeiro single do álbum 'Pora Sotunda'

sexta-feira, 29 de maio de 2026

CATHIA CANTUSIO- Um Histórico na Dança do Ventre (Bellydance) & Saraus

Este vídeo apresenta o Memorial da Cultura de Campinas dedicado à produtora cultural Cáthia Cantusio, que possui uma trajetória de mais de 35 anos na cena artística local.
Principais tópicos abordados: Trajetória e Formação: Cáthia relata seu início nas artes em Campinas, passando pelo teatro escolar na juventude, sua experiência com produção de shows, iluminação e som, até seu envolvimento profundo com a dança (0:12 - 5:50). Espaço Cultural Lince Negro: A fundação do espaço em 1995, que se tornou um polo para a Dança do Ventre e outras modalidades, promovendo o intercâmbio cultural e a revelação de novos talentos (5:00 - 8:00). Projetos Culturais de Destaque: O vídeo destaca sua atuação na criação de festivais, como a Semana da Cultura Árabe (19 anos de edição), o Mercado e Festival Mundo Brasil Árabe e os variados Saraus (presenciais e virtuais), que dão palco a artistas diversos (8:00 - 12:45). Contribuição à Cidade: Cáthia menciona sua dedicação em formar novos professores, publicar apostilas didáticas, realizar projetos de fotografia cultural e editar a série de Calendários Culturais distribuídos gratuitamente (11:00 - 13:00). Conteúdo Adicional: O vídeo também inclui depoimentos e registros de workshops realizados na Estação Cultura, mostrando a parceria da produtora com bailarinas internacionais (como Warda Maravilha) e seu impacto contínuo na vida cultural de Campinas.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

WALTER FRANCO ...Um Zen Apoteótico no LP Revólver 1975

WALTER FRANCO: REVOLVER 1975 "FEITO GENTE" Impossível não fazer uma analogia ao vocal e construção da música com John LEnnon (incluindo o nome do álbum) !!! Eu te amei como pude...e quem não amou algumas vêzes e não teve o retôrno almejado?? E ainda levou uma surra no braço de ferro do "amor" Um livro ZEn do desapego e desabafo num rock de uma época fantástica no Brasil ! Walter Franco trabalha a aceitação, o desapego e a finitude com a precisão de um filósofo oriental. Sob a ótica da Teosofia e das filosofias orientais (como o Zen), isso reflete a superação do ego e do amor possessivo.É uma abordagem muito próxima da música ambiente e do pós-rock experimental, onde a calmaria transmite uma densidade emocional gigantesca. A música respira junto com o ouvinte.O eu-lírico reconhece que deu o máximo de sua capacidade espiritual naquele momento, sem a culpa de não ter atingido as expectativas ilusórias do outro. É o amor livre de amarras cármicas.
"Feito gente, feito fase Eu te amei, como pude. Fui inteiro, fui metade Eu te amei, como pude Fui a faca e a ferida Eu te amei como pude Feito bicho que se espanta Eu te amei como pude Quando chega: a morte e a vida... Feito lixo que se queima, Eu te amei como pude. Feito chama quando arde, Eu te amei... Como pude. Fui capacho, já fui lama Eu te amei como pude Fui herói, fui covarde Eu te amei como pude Feito a dor que cedo ou tarde Eu te amei como pude. Dói o corpo e dói a alma... Feito água, feito vinho Eu te amei como pude Feito mágoa, feito espinho Eu te amei... Como pude Fui um poço, pensamento Eu te amei como pude Fui a calma e a revolta Eu te amei como pude Fui a vela, fui o vento Eu te amei como pude A partida foi a volta..."

ITAMAR ASSUNÇÂO

A Matemática do Desespero (O Minimalismo Poético) ITAMAR: MILÁGRIMAS Oficial de Itamar Assumpção foi lançada no LP Intercontinental! Quem Diria! Era Só O Que Faltava!!!, no ano de 1988. A letra trabalha com uma contagem progressiva e obsessiva de sofrimento ("Uma lágrima / Duas lágrimas / Três lágrimas / ... / Mil lágrimas"). Musicalmente, isso funciona como as estruturas repetitivas do minimalismo erudito (como Philip Glass ou Steve Reich) e do próprio Krautrock. É a repetição que gera o transe. O sofrimento não é dito em metáforas complexas, mas na insistência do ritmo. A repetição mecânica de chorar e contar as lágrimas reflete o "Mito de Sísifo" (de Albert Camus): a repetição eterna de uma dor absurda. O eu-lírico está preso em uma engrenagem geométrica da tristeza, onde o sofrimento é quantificado, mas a alma continua vazia. O genial do Itamar é que, enquanto a letra é de um lirismo cortante e quase clássico, a moldura musical dele (com a Banda Isca de Polícia) quebra o sentimentalismo barato. O baixo marcado, os cortes secos e a interpretação quase falada impedem que a música vire um melodrama comum. É dor pura expressa através de arte de vanguarda. AQui um video do Original e depois uma "releitura"

quarta-feira, 27 de maio de 2026

YAMAHA SYNTHS (Vintage Experiments Live Home STudio)

São vários SAMPLERS AO VIVO de sintetizadores da Yamaha muito raros e analógicos/vintage. Inclui aqui um CS-10, um CS-60, um YS200, DSR 1000 e um DJX-PSR1D.Sampler
MELLOTRON M-400 ( Criado no Teclado Synth Yamaha DJX-PSR1D.Sampler)por Amyr Von Bathel Cantusio.Timbre muito usado pelo King Crimson & Genesis anos 70. Espero usar para os fans numa próxima apresentação do ALPHA III FILME: Cathia Cantusio (celular -Home Studio) Detalhes: 1- Primeiro consegui um Sampler ótimo de um Mellotron M-400 (naipe de Cordas puro)com 8 segundos.Depois converti para a tonalidade de C (Dó) e tratei o som.A amostra é totalmente analógica e identica ao original. 2-Na entrada do Yamaha DJX há o "Sampler In "onde gravei o Loop do Mellotron.Não é VST. É original, e depois de inserida a nota, todo o Teclado Yamaha Synth processa e toca como o Mellotron original. 3-No painel do Yamaha Synth há ainda botões de osciladores, o qual na segunda parte do Video, dobrei a camada de Mellotron com ainda um synth na segunda voz.Há inúmeras possibilidades de misturar este Sampler de Mellotron com órgão, vozes, ou criar outros sons raros como o Mellotron de Voz, Hammond B3, Arp 2600, etc...