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quarta-feira, 20 de maio de 2026

ROCK,FILOSOFIA & OCULTISMO( Abertura do meu Livro)

Rock, Filosofia & Ocultismo.
O objetivo deste livro é demonstrar o cérebro, o intelecto, a filosofia e a metafísica por trás do maior fenômeno mundial da história da música, denominado Rock. É inegável que a partir principalmente de 1966, começando praticamente com os Beatles, a filosofia oriental hindu passou a ser inserida em doses maciças na música do quarteto, e depois passou a influenciar toda a psicodelia. Os álbuns Revolver e Rubber Soul são já permeados de citar e tablas pelas mãos de Harrison, com apoio de Lennon, quando os dois estiveram um tempo na Índia. Mas quem acabou se envolvendo profundamente com a música,cultura e filosofia hindu, foi George Harrison, que conhece Swami Prabhupada (Bhakti Yogue) e se inicia na sitar com Ravi Shankar, se tornando um profundo adepto destes 2 Gurus. Isto entraria profundamente nas músicas dos Beatles e sacramentaria todo o rock, e porque não, a própria música erudita de vanguarda , a partir de 1968, como o minimalismo de Phillip Glass. Dai por diante, grande facção de músicos passou a explorar o Oriente como inspiração, citando aqui Mahavishnu Orchestra (com seu excelente guitar man John McLaughlin), o guitarrista Carlos Santana (que se tornaria Devadip Carlos Santana e faria sua ode à Buddha no LP Onennes), aos lideres do movimento de música erudita serial e minimalistas, que adotariam posições Zen Budistas em suas performances, como Phillip Glass, John Cage e Stockhausen!! Posteriormente cresce a amizade de Lennon e McCartney com os membros do Pink Floyd, onde em seções cedidas para jams do Floyd na Abbey Road, eles trocavam mútuamente idéias e sons, e também de certo, inspirações musicais que influenciaram uns aos outros. Sobre a música gerada após este notável encontro, é de se notar a transformação que ocorre na música dos Beatles, a partir de Sgt.Peppers. Este geraria e influenciaria todo o movimento psicodélico posterior, até desembocar em Woodstock e no Kraut Rock progressivo alemão. Sobre o Álbum Branco, é de se notar o envolvimento mais profundo dos Beatles com a filosofia oriental indiana. Cito em especial notas sobre este maravilhoso álbum, que na realidade teria suas bases nos discos Revolver e Rubber Soul: (*) Álbum Branco (Duplo) Note-se que antes de tudo, este é o primeiro LP a inaugurar o recém fundado selo “APPLE”. A maioria das canções do disco foi feita durante a meditação transcendental em Rishikesh, na Índia com Maharishi Mahesh Yogi. Embora fosse uma meditação profunda concebida inicialmente para livrar os membros de todas as obrigações e aflições de seu mundo, ambos Lennon e McCartney davam suas escapadas para, clandestinamente, "irem ao quarto um do outro esboçar algumas idéias." Lennon disse tempos depois: "Eu escrevi minhas melhores músicas lá." Beirando quase quarenta músicas que foram inicialmente arranjadas e gravadas em Kinfauns, na casa de Harrison em Esher. Os Beatles deixaram Rishikesh antes do tempo, com Starr indo primeiro (que tentou ficar mais tempo pressionado pelos companheiros, mas acabou partindo, se sentindo muito mal pelo tédio) seguido por McCartney Osho - Felicidade e Meditação "Felicidade não é algo fácil de se acreditar. Parece que o homem não pode ser feliz. Se você falar sobre sua tristeza, depressão e miséria, todo mundo irá acreditar. Isso parece ser natural. Mas se você falar sobre a sua felicidade, ninguém acreditará em você - isso parece ser não-natural. Sigmund Freud, depois de quarenta anos de pesquisas a respeito da mente humana, trabalhando com milhares de pessoas, observando milhares de distúrbios mentais, chegou à conclusão de que a felicidade é uma ficção: o homem não pode ser feliz. No máximo, nós podemos fazer coisas um pouco mais confortáveis, e isso é tudo. No máximo, nós podemos tornar a infelicidade um pouco menor, e isso é tudo. Mas, feliz, o homem não pode ser. Isso parece ser muito pessimista, mas se olharmos para o homem moderno, veremos que é exatamente assim; parece que isso é um fato. Buda diz que o homem pode ser feliz, tremendamente feliz. Krishna canta canções sobre a felicidade suprema. Jesus fala a respeito do Reino de Deus. Mas como você pode acreditar em tão poucas pessoas, as quais podemos contar nos dedos, contra toda a massa, milhões e milhões de pessoas ao longo dos séculos, que permanecem infelizes, caminhando mais e mais em direção à infelicidade. Toda a vida dessas pessoas é uma história de miséria e nada mais. E depois vem a morte! Como acreditar naquelas poucas pessoas? Ou elas estão mentindo, ou elas estão enganadas. Ou elas estão mentindo por algum motivo, ou elas são meio malucas, enganadas pelas próprias ilusões. Elas devem estar vivendo para satisfazer um desejo. Elas queriam ser felizes e começaram a acreditar que elas eram felizes. Mais do que um fato, isso parece uma crença, uma crença desesperada, Mas como aconteceu dessas poucas pessoas se tornarem felizes? Se você deixar o homem de lado, se você não prestar muita atenção ao homem, então Buda, Krishna, Cristo irão parecer que são mais verdadeiros. Se você olhar para as árvores, se você olhar para os pássaros, se você olhar para as estrelas, então verá que tudo está vibrando em tremenda felicidade. Parece que a felicidade é a matéria-prima com a qual a existência é feita. E somente o homem é infeliz. 36 - Musicoterapia (Dança-Rítmos-Estilos-Compositores) Amyr Cantusio Jr. - 25 No fundo, alguma coisa está errada.  Buda não está enganado, nem está mentindo. E eu digo isso a você, não com base na autoridade da tradição; eu digo isso a você com base na minha própria autoridade. O homem pode ser feliz, mais feliz que os pássaros, mais feliz que as árvores, mais feliz que as estrelas, porque o homem tem algo que nenhuma árvore, nenhum pássaro, nenhuma estrela tem. O homem tem consciência.  Mas quando você tem consciência, então duas alternativas são possíveis: ou você pode tornar-se infeliz, ou você pode tornar-se feliz. A escolha é sua. As árvores simplesmente estão felizes porque elas não podem ser infelizes. A felicidade delas não é liberdade; elas têm que ser felizes.  Elas não sabem como ser infelizes, não existe outra alternativa. Esses pássaros gorjeando nas árvores, eles são felizes. Não porque eles tenham escolhido ser felizes; eles simplesmente são felizes porque eles não conhecem outra maneira de ser. A felicidade deles é inconsciente. Ela é simplesmente natural.  O homem pode ser tremendamente feliz, e tremendamente infeliz. Ele é livre para escolher. Essa liberdade é um risco. Essa liberdade é muito perigosa, porque você se torna responsável. E algo aconteceu com essa liberdade. Alguma coisa está errada. O homem está, de uma certa maneira, de cabeça para baixo.  Você veio até a mim, procurando por meditação. A meditação é necessária somente porque você não escolheu ser feliz. Se você tivesse escolhido ser feliz, não haveria nenhuma necessidade de meditação. A meditação é medicinal: se você está doente, então o medicamento é necessário. Os Budas não precisam de meditação. Uma vez que você começou a escolher a felicidade, uma vez que você decidiu que você tem que ser feliz, então nenhuma meditação é necessária. A meditação começará a acontecer naturalmente, por ela mesma. A meditação é uma função do estar feliz. A meditação segue o homem feliz como uma sombra: em qualquer lugar que ele for, qualquer coisa que ele estiver fazendo, ele estará meditativo. Ele estará intensamente centrado. Pink Floyd, Lennon e os Beatniks O DVD altamente indicado aqui, comentário histórico definitivo do movimento de Allen Ginsberg (Beatnik), A Technicolor Dream ,é a história do movimento underground durante os anos 60 cujo ápice é no "The 14 Hour Technicolor Dream", um "acontecimento musical" no Alexandra Palace em 29 de abril de 1967 (*). A história inicia nas marchas do CND (Campanha para o Desarmamento Nuclear) no ínicio dos anos 60, a fundação da London Free School e á partir daí, o International Times, o UFO Club e o Nothing Hill Carnival. Entrevistas inéditas com Roger Waters e Nick Mason, do Pink Floyd. O fascinante programa acontece em um contexto musical com a música do Pink Floyd com Syd Barret, numa Londres que fervilhava com o flower power. Os shows do Floyd com Barrett exploravam o poder das projeções em telões,e a acidez das iluminações estroboscópicas, aliadas ao alucinógeo LSD, forjando desde cedo uma ligação da banda com o cinema (vide Zabrinsky Point , Obscured by Clouds e More,trilhas sonoras magníficas do grupo). Os trechos de show neste período pertencem a duas performances lendárias: a do UFO Nightclub, famoso no circuito underground londrino, e a participação no festival 14 Hour Technicolor Dream. (*) 14 Hour Technicolor Dream at Alexandra Palace, último show de Barrett com o Pink Floyd e ocasião em que John Lennon e Yoko Ono se encontraram pela primeira vez. DVD lançado atualmente no mercado nacional com bônus e preço muito módico!! Lennon prestigiava o evento com sua presença, e Yoko dirigia o happening que rolava no meio da platéia. Lennon é avisado por amigos na calada da noite,que estava rolando um showzaço maluco do outro lado da cidade! Como era fascinado por experiências novas, voou rápido com seu carro até lá. No documentário citado ele aparece com um casaco de peles brancas, muito chapado. Posteriormente escritores como Edgar Alan Poe, Aleister Crowley, H.P.Lovecraft, Castañeda, Dante Alighieri, Gurdjieff, etc... Tornaram-se pilares do rock juntamente com a Filosofia Védica (Índia). Os Gurus passaram a ser presentes nos concertos de rock (Prabhupada, Osho, Maharishi, etc.) e nas filosofias pessoais de artistas como Cat Stevens, Jim Morrison, George Harrison, Santana, John McLaughlin, Robert Fripp, Peter Hammill, Jon Anderson, etc. e entre milhares de bandas, em especial nas psicodélicas e progressivas dos anos 70. Para finalizar, durante as matérias deste livro, vocês poderão encontrar várias citações destes elementos e referências de uma maneira geral do que realmente aconteceu no rock durante o período clássico de 1966-1979. Definições Básicas Para Diferenciar Fronteiras do Rock dos Anos 60 – 70 (História) (*)R.I.O. (Rock in Opposition) Surge na metade final dos anos 70 na Bélgica e França. Elementos tradicionais do rock e instrumentos como guitarras, baixo e bateria são associados aos elementos sinfônicos da orquestra de câmara (geralmente arco e cordas, além de sopros). Também há inserção de sintetizadores e fusão com a música atonal de Schoemberg com a Eletrônica de Stockhausen como no caso, as bandas Univers Zero, Art Zoyd, Present, Miriodor, etc.. Ainda temos um idealismo inserido nestes grupos com teor revolucionário, metafísico e underground. Música de câmara é uma forma de música erudita composta para um pequeno grupo de instrumentos que tradicionalmente podiam acomodar-se nas câmaras de um palácio. Atualmente, é considerada qualquer música executada por um pequeno número de músicos, sendo que um deles com maior destaque. A palavra câmara significa que a música pode ser executada em salas pequenas, geralmente com uma atmosfera mais íntima. Não inclui, no entanto, solos. Sua composição é destinada a um pequeno número de instrumentos - geralmente, até o máximo de dez. Entre os seus gêneros mais importantes estão o "quarteto de cordas", "quinteto de sopros" e de "metais", dentre outras diversas combinações de instrumentos. Também é chamado de orquestra de câmara. Ainda temos a escola de Varèse (Música Concreta - S.A.) que se utiliza de ruídos ,e da Eletronica de Stockhausen, que somam-se ao vasto universo da música atual de qualidade (vide que não são músicas pop ou folclóricas, mas sim variações do estudo da música cientificamente erudita, com conotações místicas e metafísicas muitas vezes). Cito aqui compositores como Fred Frith e John Cage. (*)KRAUT ROCK Gênero extremamente experimental, sem tema principal ou repetição como no minimalismo. Há a experimentação geral num clima totalmente livre,onde se encadeiam experimentos eletroacústicos,misturando atmosferas e ritmos aleatoriamente.O som é pesado, mas não marcado ou cadenciado como no Hard Rock.Aqui há ausências de riffs.E há uma exploração do serialismo. Elementos de música hindu estão presentes nas percussões e citaras principalmente. Guitarras distorcidas e experimentais são usadas em massa.Maioria das bandas de origem alemã. Embryo, Guru Guru, Ammon Duul II e Can seriam alguns dos expoentes raiz. (*)SPACE ROCK: Calcado basicamente na atmosfera e dinâmica de instrumentos (guitarras, sintetizadores e vocais) tratados com muito ECO (Delay) e REVERBERS, com atmosferas e efeitos espaciais. A bateria geralmente é marcada e hipnótica, pesada, mantendo com o baixo um riff constante.Cito Hawkwind, Ozric Tentacles, Hydra, Porcupine Tree,etc. (*)JAZZ ROCK Canterbury (chamado Fusion) (Os elementos tradicionais do rock se misturam largamente com longas experimentações jazzísticas de raiz (JAM-Jazz after Midnight)) onde solos são longos e abertos, improvisados sobre um leitmotiv (tema principal). Há inserções também da música eletrônica e da concreta, além de atmosferas calcadas na música indiana. Neste estilo sintetizadores estão presentes em bandas praticamente de origem inglesa como Gong ,Steve Hillage, Caravan, Soft Machine, etc.. Nos U.S.A. temos um similar com Zappa, Miles Davis, Mahavishnu Orchestra, etc... (*)PSICODÉLICO Baseado principalmente no movimento beatnik dos anos 60. Allen Ginsberg, Pink Floyd e Beatles dariam o pontapé inicial. Formas bizarras, coloridas e berrantes permeiam tanto a forma musical quanto o formato das roupas e rótulos dos discos. A poesia surreal e abstrata é largamente usada nas temáticas. Órgãos e flautas estão bastantes presentes em atmosferas, onde os vocais em grupo são melódicos e harmoniosos, o que diferencia do rock básico (rock ‘n’roll). Discos básicos são Yellow Submarine, Magical Mystery Tour e Sgt. Peppers dos Beatles, além dos dois primeiros álbuns do Pink Floyd com Syd Barrett (1966), entre outros, que influenciaram uma ampla gama de bandas deste período. (*)PROGRESSIVO: O mais largamente difundido permeia o rock com inserções maciças de música erudita (a saber, desde o período medieval até o clássico, chegando ao contemporâneo). E também o jazz em sua forma de divisão rítmica.Em sua maioria possuem alto nível musical e dinâmica nas composições.Bandas que posso citar de base(pois há uma enorme quantidade no mundo todo): Brasil: Terreno Baldio, Terço, Tellah, Som Nosso de Cada Dia, Moto Perpétuo, Módulo 1000, Spectro, e ainda no inicio dos anos 80, Bacamarte, Sagrado Coração da Terra, Alpha III, Quantum, etc... U.S.A. Kansas, Fireballet, Babylon, etc... Inglaterra: Camel, Genesis, Yes, Gentle Giant, King Crimson, Van Der Graaf Generator, EL&P, U.K., Renaissance, etc… (*)HARD ROCK: Vertente pesada do rock com batidas mais acentuadas e marcadas, riffs pesados e repetitivos, órgão hammond predominando, vocais mais agressivos. Introduções e frases clássicas são geralmente inseridas nas músicas, bem como sintetizadores e passagens as vezes sofisticadas.O que diferencia do progressivo é o peso, a batida mais marcada e o tamanho das músicas. Exemplo: Uriah Heep, Cactus, Budgie, Dust, Bang, Blue Oyster Cult, Lucifer’s Friend, Rush, The Guess Who, Gamma Project, etc....

KARL STOCKHAUSEN (Alemanha) PIoneirismo na Música Eletronica Erudita

Karl Stockhausen (Música Eletrônica Erudita) Karlheinz Stockhausen (Alemanha, 1928 — 2007) foi um grandioso compositor de música contemporânea. Foi colega de Pierre Boulez (pianista francês de música atonal) e ambos estudaram com o compositor e organista Olivier Messiaen. Considerado um dos maiores expoentes do final do século XX, foi o responsável por trabalhos artísticos de grandiosidade indiscutível. As suas obras revolucionaram a percepção de ritmo, melodia e harmonia. Trabalhos como Stimmung e Mikrophonie marcaram época quando da sua estréia, pois exigiam do público percepção musical aguçada. De suas obras mais ambiciosas destacam-se o quarteto de cordas com helicópteros (Helikopter-Streichquartett, que é tocado com estes instrumentos mesmo: um quarteto de cordas e quatro helicópteros), parte integrante de um trabalho em desenvolvimento de mais de dez anos, e a ópera Licht (*) baseada em textos sânscritos e budistas que tem suas partes distribuídas nos dias da semana. Após ter criado a primeira peça que fazia uso da técnica da síntese aditiva com base na unidade da onda senoidal, Stockhausen compôs dois estudos de música eletrônica (Studie I e Studie II) com o objetivo de analisar as potencialidades dos sons eletrônicos e criar novos timbres sem o auxílio de instrumentos, apenas com a mistura de ondas senoidais (através de um método por ele desenvolvido) e a vibração induzida de uma película com a onda resultante das misturas (princípio da caixa de som). Suas obras seguintes, assim como toda a música eletrônica, tiveram forte embasamento nos resultados que alcançou nessas duas peças musicais. Antes disso o compositor já havia criado um estudo de música concreta, e havia dado à peça o nome de Estude. Misturou efeitos de ondas de rádio, ruídos eletrônicos, etc., criando uma nova percepção da música psíquica, que hoje se utilizam amplamente em trilhas sonoras do cinema. (*)Licht (luz em alemão) é a sua mais ambiciosa e demorada criação. É ciclo de sete meta-óperas (teatro musical), cada uma tendo por título um dia da semana, na qual entendeu unificar história do Universo e história do Homem, o biológico e o religioso, criação e evolução. No total, cerca de 29 horas de música e ação cênica que lhe custaram 27 anos de trabalho, concluído em 2004. Klang: Quando terminou a composição de Licht iniciou Klang (vocábulo que significa som, mas ao qual se liga um timbre). Esta composição teria 24 partes, correspondendo às 24 horas do dia. Como um Livro de Horas inscrito de sensações acústicas. Compôs as horas I-V e XIII e terá terminado a VII e a X, com estréia prevista para 2008. Uma delas Stockhausen terminou na véspera da sua morte. Influências Stockhausen e sua música foram controversos e influentes. As obras Studier I e II (especialmente a segunda) tiveram uma grande influência no desenvolvimento da música eletrônica nas décadas de 1950 e 1960, particularmente nos trabalhos de FrancoEvangelist orquestra (1958-1959). Músicos de jazz como Miles Davis (Bergstein 1992), Cecil Taylor, Charles Mingus, Herbie Hancock, Yusef Lateef (Feather 1964) e Anthony Braxton (Radano 1993, 110) citaram Stockhausen como uma influência, assim como artistas do rock como Frank Zappa, que reconhecem o compositor em seu álbum de estréia com o Mothers of Invention, Freak Out! (1966). Os Beatles incluíram uma imagem do compositor na capa de seu álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, de 1967. O maestro brasileiro Rogério Duprat foi seu aluno e pioneiro da música eletrônica no Brasil. Richard Wright e Roger Waters do Pink Floyd também consideram Stockhausen como uma influência (Macon 1997, 141). Os fundadores da banda Kraftwerk estudaram com Stockhausen (Flur 2003, 228). Mesmo artistas mais atuais como a cantora Björk também citam o compositor. Eu mesmo com meu projeto ALPHA III fui estudar profundamente suas obras como referencial para minhas composições. Ainda Stockhausen para criar uma música metafísica e atmosférica fez um concerto em PETRA (nas cavernas da Jordânia, Israel, com uma orquestra!) Sua música influenciou também vários segmentos do rock progressivo eletrônico, a saber, Brian Eno, Tangerine Dream, Klaus Schulze, Vangelis, etc...

O ZEN & O KRAUT ROCK ( Uma Analogia de Sincretismos Musicais)

 

O ZEN & O KRAUT ROCK ( Uma Analogia de Sincretismos Musicais)



C O M P O S T A  P O R AUDACIOSOS ATIVISTAS MUSICAIS, A BANDA ALEMà (  o Can, o Faust, o Amon Duul II, Embryo, Guru Guru, etc...) TRAZEM EM SUAS COMPOSIÇÕES ESPONTÂNEAS DO FINAL DOS ANOS 60 E INÍCIO DOS ANOS 70 O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE UMA BANDA 

MODERNA, PERMANECENDO TÃO FRESCAS E VIVAS COMO ERAM HÁ 40 ANOS.!!

O  Zen na música experimental erudita foi inserido por John Cage e Stockhausen. Isto se

alastrou no rock progressivo alemão e no Kraut. A ideia para refletir em palavras o que não pode ser dito é a seguinte:

Quase todos os discos de bandas como FAUST, Can e Popol Vuh foram gravados sem overdubs, ao vivo em estúdio, improvisados. São raras músicas que passam por uma prévia, tratamentos e overdubs.

O espírito do Zen na música é: Faça acontecer aqui e agora, neste momento. Pois não há futuro nem passado. A intuição e a sutilidade das vibrações do momento é que ditam os rumos.

Tanto Stockhausen quanto John Cage fizeram o mesmo.

Ontem com a calma que é requerida, altas horas da noite peguei o TAGO MAGO (Can) para re-ouvir. Sem aspecto intelectual. Somente ouvir, mesmo que para mim, como músico, haja uma análise subjetiva, tento “não analisar”.

Neste disco você nota um MINIMALISMO absoluto nas faixas 2 e 3, onde a BATERIA mantém um discurso constante com o baixo, ao longo de 20 minutos ou mais. As músicas tem 1 acorde somente!! Uma hipnose metafísica constante.

Tem que se considerar o espírito da época: fizeram 'chapados' por drogas e um momento onde não havia regra alguma ou imposição, seja cultural ou social. Estavam ali fazendo fluir por gosto. E, quando você OUVE tem que estar no espírito ou se CHOCA. Se começar a analisar a música vai romper com a proposta deles. Damo Suzuki(R.I.P.) (vocalista) balbucia frases e palavras sem nexo algum... Ao espírito do Zen.

Isto é o ZEN. O acaso, o instante, o momento, a fluidez. Pink Floyd, em seu momento mais significativo nos álbuns LIVE AT POMPEIL e UMMAGUMMA fez isto... Outras bandas como Tangerine Dream ou músicos como Klaus Schulzeidem.

Explicando ainda que jamais se poderá repetir a mesma música da mesma maneira com os mesmos efeitos, o que além de idiota, seria impossível, pois cada momento tem sua própria vibração. Este é o espírito em que realizo muitas das obras musicais do ALPHA III, em especial as ELETRÔNICAS e EXPERIMENTAIS. Então, COVER não existe.

Querer imitar ou copiar é impossível. Na mente obtusa pode-se achar que fazem igual, mas não o fazem.

Para terminar, o Koan  do Pensamento Zen: “A água do rio nunca é a mesma”.  

O Estado & A Cultura ( Uma Sinopse)


 O Estado  &  A Cultura

Estudando a História, a humanidade sempre sucumbiu aos mais poderosos, como no reino animal, apesar de possuir intelecto.Desde o início, um Clã mais forte  subjugava  o mais fraco.O Estado nasceu desta ambiguidade.Primeiro os Impérios, depois juntamente os Burgos Feudais, depois o Estado Republicano, Fascista, Comunista, etc...Todos os governos utilizam o Estado para controlar e dirigir as massas.Nunca funcionou.Pois o Estado passa a ser um grupo de interesses específicos, contra uma massa de interesses variados. O choque é inevitável.Todos estados querem o poder central.Mas a humanidade está longe disto filosoficamente, por ter indivíduos todos diferentes uns dos outros.Talvez um máximo que se atinja é um denominador comum.A  Educação e Cultura individual sempre prevalece.E isso gera uma ruptura entre Estado e Povo.Democracia é um Mito (*) Nunca existiu pois ela é imposta pelo grupo dominante segundo os interesses próprios, e nunca o dos indivíduos como coletividade.Sempre vai haver uma grande brecha cultural (*) Platão, o patrono da Democracia,  diz: 
" Antes de abrir a jaula dos Leões, domestique-os".
Mas isto implica em "controlar e educar as massas" antes de liberar o Estado Democrático, o que implica novamente em "não democrático".De forma que a Cultura e Educação já são instrumentos de imposição,para livrar a massa da animalidade e barbárie
(A Urb Romana- Pesquisar a criação dos Fóruns).
Resumindo, se não educar , não há Estado plausível.Se educar (e isto é anti-democrático literalmente) fica  na barbárie.Ademais esperar que a humanidade atinja um ponto elevado cultural, ético e espiritual holístico  para ter sua verdadeira democracia acontecendo livre de imposições ,é ainda uma utopia.
Pela própria diferença individual de cada ser em evolução.

Algumas sugestões de Leitura:
(Foucault/Platão/Zeitgeist/John Locke/Rousseau/Voltaire/
Adam Smith/Kant/ Hume/Bacon/Marx/Engels)

terça-feira, 19 de maio de 2026

REMASTERS,REMIX, EDIT,TRILHAS SONORAS -Qualidade e Ética de Alto Nível !!!

Se voce tem bandas, projetos musicais, fitas K7 com gravações ruins, CDS que quer Remasterizar em MP3 ou WAVE, restaurar músicas, acrescentar arranjos, criar, fazer trilhas sonoras para seus Videos Comerciais ou Artísticos, etc...me contate! Todos me conhecem!! Ética, Qualidade e Alto Nível Musical !! vonbathel@gmail.com

FRED MERCURY( Queen) Uma Sinopse

 FARROKH BULSARA , O VERDADEIRO NOME DO CANTOR, PIANISTA E COMPOSITOR 

FREDDIE MERCURY( Queen)




 CONSIDERADO UM DOS MAIORES ARTISTAS DE TODOS OS TEMPOS E UMA DAS VOZES MAIS CONHECIDAS DO MUNDO. COM UMA MISTURA DE TIMIDEZ E CARISMA, O MÚSICO SE ENTREGOU À PAIXÃO PELA MÚSICA E LIDEROU A BANDA QUEEN AO LADO DE ROGER TAYLOR, BRIAN MAY E JOHN DEACON, ALCANÇANDO UM SUCESSO NOTÁVEL, VENDENDO MAIS DE 300 MILHÕES DE DISCOS AO REDOR DO MUNDO. ALÉM DE SEU TRABALHO COM O QUEEN, TAMBÉM LANÇOU ALGUNS TRABALHOS EM CARREIRA SOLO E, OCASIONALMENTE, ATUOU COMO PRODUTOR E MÚSICO CONVIDADO (PIANO OU VOZ) PARA OUTROS ARTISTAS. SUA TRAJETÓRIA MUSICAL CHEGOU AO FIM EM 24 DE NOVEMBRO DE 1991, QUANDO MORREU AOS 45 ANOS DE IDADE. SUAS PERFORMANCES INCOMUNS, INTERPRETAÇÕES EMOCIONANTES E SEU ESTILO INCONFUNDÍVEL, CONTINUAM VIVAS NA MEMÓRIA DE MILHARES DE ADMIRADORES, POR ISSO NO MÊS DE SEU ANIVERSÁRIO A REVISTA KEYBOARD BRASIL PRESTA UMA GRANDE HOMENAGEM A FREDDIE MERCURY.


   






Freddie Mercury nasceu em Stone Town, na ilha Zanzibar, hoje território da Tanzânia, na

ilha Zanzibar, hoje território da Tanzânia, na África, em 5 de setembro de 1946, sendo batizado de Farokh Bulsara.

Seus pais, Jer e Bomi Bulsara, naturais da região de Gujarati, na Índia, descendentes dos persas que para lá imigraram há mais de mil anos fugindo de perseguições religiosas, fizeram parte de um grupo étnico conhecido como Parsees, seguidores do Zoroastrismo.

Bomi Bulsara era um funcionário do Estado, trabalhando como caixa da suprema corte do governo britânico em Zanzibar, na época uma colônia da Grã-Bretanha. Aos oito anos, Farrokh foi mandado para a St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Bombain, na Índia.

O principal diretor da escola notou o talento musical de Freddie e escreveu a seus pais sugerindo que pagassem um pouco mais para que o filho estudasse música. E Freddie começou a ter aulas de piano. Também se tornou membro do coral além de participar regularmente em produções teatrais escolares. Na escola começou a ser chamado Freddie pelos colegas.

Em 1958, Freddie Bulsara e seus amigos Derrick Branche, Bruce Murray, Farang Irani e Victory Rana formaram uma banda de rock na escola, o Hectics,

Imagens raras de Freddie Mercury: Foto maior, na adolescência, é o primeiro à direita. No detalhe, ainda bebê.fazendo versões de Cliff e Little Richard, onde Freddie era o pianista. Eles tocavam em festas anuais e danças da escola.

Em 1963, no entanto, Zanzibar se tornou independente e, em 1964, estava àbeira de uma revolução liderada pelo partido africano. Muitos ingleses e indianos tiveram que abandonar a ilha por razões de segurança, entre eles a família Bulsara, que acabou se instalando em Feltham, Middlesex, um subúrbio de Londres. Freddie tinha, então, 17 anos.

Afeito aos esportes, foi campeão de tênis de mesa aos dez anos de idade, mas principalmente apaixonado pelas artes, Freddie decidiu entrar para o Ealing College of Art em setembro de 1966, e cursar design gráfico e artístico. Esse conhecimento fez com que o músico projetasse o famoso símbolo do Queen.Os integrantes: John Deacon, Freddie Mercury, Brian May e Roger Taylor. Abaixo o simbolo criado por Freddie

(*) Em meados de 1968, Brian May (que tocava uma guitarra feita pelo seu pai) e Tim Staffel (vocalista e baixista) resolveram montar uma banda. Através de um anúncio no mural da faculdade, conheceram um estudante de biologia, Roger Taylor, que entrou na banda como baterista. O nome da banda era Smile. Chegaram a gravar uma demo com seis faixas pela Mercury Records. Mas a banda não chamou a atenção de ninguém, a não ser de um tal Farrokh Bulsara, que viria a ser conhecido mais tarde como Freddie Mercury.

Antes de entrar para a banda Smile, Freddie passou por algumas bandas que tentavam encontrar espaço no cenário musical londrino: Ibex, Sour Milk Sea e Wreckage.

Tim Staffell resolveu sair do Smile para formar um novo grupo, Freddie não pensou duas vezes para se unir a Brian e Roger, dando uma nova cara à banda. Em 1970, já com o nome de Queen, encontraram o baixista John Deacon, para completar o som.

Em 1973, um pouco antes do lançamento do primeiro álbum intitulado Queen, Freddie decidiu mudar seu sobrenome para Mercury. No ano seguinte, saiu Queen II, seguindo da obra prima SHEER HEART ATTACK – a primeira obra musical fabulosa que daria as diretrizes do Queen, de maneira geral, nos anos 70. Seu filhote seria A Night at the Opera, lançado em 1975 que, finalmente consagraria a banda na história entre as melhores do mundo.

Meus prediletos (LPS) são todos da fase anos 70, exceto o primeiro que precede Sheer Heart Attack, o qual o Queen ainda não se mostra definido no estilo que viria a dominar.

A fase anos 80 é excelente, mas é mais POP e saiu do contexto underground do rock anos 70.

O Queen tentou se reerguer com Paul Rodgers nos vocais, e outros cantores.Impossível se igualar ou superar Fred.Timbre único, pianista ímpar e compositor, além de ser o grade front man da banda!!