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sábado, 25 de julho de 2026

ROBERT FRIPP Exposure -Álbum de estúdio, lançado em 1979.

                                                                   ROBERT FRIPP

                                                                        Exposure


"Exposure" é o álbum solo de maior sucesso comercial de Fripp, tendo inclusive entrado nas paradas musicais dos EUA e do Reino Unido, mas ele claramente repensou a ideia de ceder aos gostos comerciais antes de criá-lo. Extraído de sessões de gravação bastante diversas entre 1977 e 1979, esta coleção varia dos sons ambientais suaves de Fripp & Eno a um rock violento gravado com Peter Hammill, do Van der Graaf Generator.Exceto pelo rock'n'roll ruim da faixa com Darryl Hall, que nada tem a ver com Fripp, o album é King Crimson puro, esquizofrenico, pesado e dark.Na realidade é um amontoado de experimentos com vários convidados diferentes, lançado como LP.Caracterítica muito "sui generis" de Fripp.

Entre essas duas faixas, encontramos regravações de músicas gravadas por FRIPP para as sessões de GABRIEL e Hall, incluindo as belíssimas "North Star" e "Here Comes the Flood". Aparentemente, a intenção de "Exposure" é mostrar a versatilidade artística de FRIPP, mas o formato fragmentado do álbum faz com que seus extremos pareçam exagerados. Individualmente, muitas das músicas são ótimas: a influência do CRIMSON da era "Discipline" surge logo no início de "Breathless", Darryl Hall explora a estranheza de "You Burn Me Up I'm a Cigarette" e há uma versão inteligentemente reconstruída de "Exposure". Mas apreciar tudo em "Exposure" é uma tarefa impossível — simplesmente não há um fio condutor que una as músicas, e os vocalistas, muito diferentes entre si, tendem a fazer toda a diferença.Juntamente com The League of Gentlemen, "Exposure" é um bom ponto de partida para fãs curiosos do King Crimson explorarem a discografia de Fripp, já que é o álbum que mais se aproxima de recriar os arranjos frenéticos e a energia sombria daquela banda. Continua sendo uma ótima amostra dos interesses musicais de Fripp durante o hiato da banda, mas não chega a ser um argumento convincente para sua aceitação no cenário MOR(  -MOR significa Middle of the Road (no meio do caminho) e descreve um estilo de som comercial, suave e seguro, feito para agradar a maior quantidade de pessoas possível nas rádios.


                                                          Breathles

 Tony Levin no baixo e Narada Michael Walden na bateria

Fenomenal.Tem somente os tres tocando.É a minha predileta.King Crimson puro!!



                                 Lista de músicas/faixas.

1. Prefácio (1:15)

2. You Burn Me Up I'm a Cigarette (2:23)

3. Breathless (4:39)

4. Disengage (2:52)

5. North Star (3:12)

6. Chicago (2:11)

7. NY3 (2:17)

8. Mary (2:10)

9. Exposure (4:26)

10. Haaden Two (1:56)

11. Urban Landscape (2:35)

12. I May Not Have Had Enough of Me But I've Had Enough of You (3:38)

13. Primeiro Discurso Inaugural na IACE Sherborne House (0:04)

14. Water Music I (1:19)

15. Here Comes the Flood (3:52)

16. Water Music II (3:52)

17. Posfácio (0:38)


Tempo Total: 49:43


CD bônus da edição especial de 2006:1.

 - 17. Remix completo de 1985 ("Terceira edição")

- Versões alternativas

18. Exposure (4:28)

19. Mary (2:06)

20. Disengage (2:49)

21. Chicago (2:02)

22. NY3 (2:15)


Músicos :

- Robert Fripp / guitarras, efeitos (Frippertronics), produtor

- Daryl Hall / vocal principal (2, 5, 18, 19) e vocais de apoio (1), piano (2, 6, 21)

- Peter Hammill / vocais (4, 6, 12,

20, 21) - Terre Roche / vocais (8, 9, 12, 21)

- Peter Gabriel / vocais e piano (15)

- Edith Fripp / voz (4)

- John G. Bennett / voz gravada (14)

- Evelyn Harris / voz

- Shivapuri Baba / voz

- Sid McGuinniss / pedal steel guitar (5), guitarra rítmica (9, 18)

- Barry Andrews / órgão (4, 7, 12, 20)

- Brian Eno / sintetizador (5, 15), voz

- Tony Levin / baixo (2-7, 9, 10, 12, 18, 20-22)

- Jerry Marotta / bateria (2,6,9,10,18,21)

- Narada Michael Walden / bateria (3,7,12,22)

- Phil Collins / bateria (4,5,20)

-Arte da capa: Chris Stein

-LP  ‎-  (1979, Reino Unido)

quinta-feira, 23 de julho de 2026

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quarta-feira, 22 de julho de 2026

ALPHA III SPECTRAL (CD DIGITAL 2021) + SPECTRO 1974

 ALPHA III
Spectral  
CD Digital 2021

Com a formação do primeiro LP de 1983"Mar De Cristal" eu e Mauricio Lambiasi(bateria) decidimos fazer na raça este disco.Mantive as diretrizes analógicas em gravação digital de alta qualidade, mas com sonoridade anos 70 pura.
Procurei manter uma linha próxima ao primeiro LP, com muito mais experimentalismos e 3 faixas com vocal em portugues.Ao todo 14 faixas.
Fiquei muito feliz em gravar com o Lambiasi, que produziu várias faixas na bateria gravando e criando partes rítmicas, que depois usei como base para criar músicas.
Em especial gravei minha primeira composição da vida (SPECTRAL 1971-1974) a qual ganhei o Festival Estadual Projeto Guarani em 1974 .
Também gravei DOGMAS de 1978 que compus ao violão, mas aqui numa versão mais Kraut Rock com teclados e vocal bem fóra do contexto normal.
E mais duas  com vocal dos anos 70, "Sombras da Meia-Noite"  e "Rosas Negras".Todas inéditas, onde coloquei a voz como instrumento de pesquisas e experimentalismos dobrados.Lógico que tenho uma influência muito focada em Meredith Monk e Peter Hammill(vocais).Não me preocupei com a métrica ,mas sim no espirito "dissertativo da letra...ou narrativo como Alban Berg colocou em seu tratado serial"
De resto a sonoridade vai do Kraut ao Space Rock mais solto na linha da ECM (Free Jazz) anos 80, mas com muita intensidade e sintetizadores.
É um nôvo disco do ALPHA III como começamos nos anos 80,e com a formação de Duo.
 -AMYR CANTUSIO JR: vocais, orgão, sintetizadores,piano elétrico, bass synth,orquestrações,acoustic guitar,drum machine, letras e músicas.
-MAURICIO LAMBIASI: bateria, composição rítmica e produção das linhas de batera.
-RAMON: Técnico de bateria (S.P.)
CAPA: Amyr Jr.

Gravação e Remaster final: Alpha III Digital Studio(Amyr Jr)
Campinas S.P.  Brasil
2021
1-Espiritos Sombrios
2-Spectral(vocal)
3-Netuno(G.Holst adaptation)
4-Sombras da Meia-Noite(vocal)
5-Aniarah
6-Zeitgeist
7-Duende
8-Zona Neutra

 
 
SPECTRO 1974 REMASTER 
 
 SPECTRO
Minha primeira banda dos anos 70 que rodou circuitos junto com Rock da Mortalha e Tio Mellius em Campinas S.P.Eu comecei a compor todas as músicas por volta de 1970.Posteriormente ganhei um Festival Estadual (Teatro Castro Mendes) Projeto Guarani com a faixa "Spectral" que levou primeiro lugar em inovação musical.Também desenhei a capa original neste ano de 1974.
Estas 6 faixas foram remasterizadas finalmente após 11 pré -remasters atingindo agora um som melhorado graças a Inteligencia Artificial  ,programas que desenvolvi para Remaster e pesquisas de CDS e LPS/fitas K7 há 7 anos atrás.

AMYR CANTUSIO JR: Farfisa Leslie Organ/Arp Strings and Vocal/lyrics/Art Cover
Participações:  bateria e baixo (A.Samuel & M.Jorge)
Campinas Estudio Sexto Sentido 1974
Técnico: Fernando Canabarra

-Gravado originalmente numa fita Rolo Teac 1/4 de pista em, 15 RPM.Foram feitas poucas cópias resgatadas em CDS e 3 LPS(vinil) .Nunca foi lançado oficialmente ou comercializado.Toda a arte está arquivada numa Biblioteca particular de um produtor no R.J. ,incluindo a Fita Original de Rolo Teac e documentação original.

FAIXAS
1 -CASA BRANCA
2 -LINCE NEGRO
3-REVERBERS AO SPECTRO(vocal)
4 -MOMENTOS NO UNIVERSO
5 -QUATRO & QUINZE
6 -MÉSON K
 
 



terça-feira, 21 de julho de 2026

EMERSON, LAKE and PALMER -Love Beach ( LP 1978 )

 Definir Love Beach (1978) como "fraco, mas genial" captura perfeitamente a essência controversa do álbum. 

Ele é frequentemente taxado de irregular devido à pressão da gravadora por algo mais comercial, mas a genialidade instrumental e a sofisticação do ELP ainda brilham fortemente em vários momentos.Canário: Uma adaptação vigorosa do compositor espanhol Rodrigo salva o álbum.Para atender às exigências da época, a banda simplificou os arranjos e incorporou letras mais diretas. Faixas como "All I Want Is You", "Taste of My Love" e a faixa-título "Love Beach" trazem uma pegada mais pop/rock que destoa do clássico som sinfônico do trio, o que gerou estranheza nos fãs.

Memoirs of an Officer and a Gentleman: A suíte épica de 20 minutos que encerra o álbum e carrega todo o peso e a grandiosidade técnica pelos quais o ELP ficou mundialmente famoso,enfatizando pelo menos quase 30 minutos junto com Canário da grande banda que foi E,L&P. 

De certo uma das minhas preferidas! 


                                                                   Detalhes:

 Este álbum encerra os anos 70 forte do trio (1978),que conta com uma discografia de 8 grandes álbuns neste período.O que vem após, eu realmente não aprecio.

Infelizmente Keith Emerson & Greg Lake -(da esquerda para a direita)  estão mortos.Uma fatalidade. (R.I.P.)




                              CANARIO ( em 2 Momentos)  ACIMA versão oficial do LP

                        Aqui abaixo o único membro sobrevivente do Grupo, 

                                      Carl Palmer, fazendo solo




ISAO TOMITA( Japan VIntage Electronic Music)

 


Incrivel que a cultura de massa não conhece um mínimo sequer de arte elevada ou intelectual.Mesmo nos ditos"nichos" de vanguarda e rock progressivo, poucos ouviram algo de Tomita , e ele vem dos anos 70!

Seus álbuns são geralmente releituras de peças eruditas de Debussy, Mussorgsky, Stravinsky,etc...Muitas tem teor de Sci-Fi(ficção cientifica).

Tomita é um dos pioneiros a usar Big Modular Synthesizer(como Keith Emerson e Walter Carlos)com uma vasta discografia de cair o queixo.Capas dos LPS , a parte, são lindas obras primas!

Abaixo trecho de uma entrevista que retirei de um artigo na Internet com mais detalhes:

Isao Tomita, que faleceu em 5 de maio , não foi apenas um compositor, mas também um intérprete e um pioneiro da música eletrônica. Nascido no que hoje é o bairro de Suginami, em Tóquio, ele passou grande parte de sua infância na China, onde seu pai, Kiyoshi, era médico na fábrica têxtil Kanebo, em Qingdao. Foi nessa época que ele visitou o Templo do Céu, em Pequim, um local renomado pelas qualidades sonoras únicas de suas Pedras de Triplo Eco e da Parede de Eco Circular. A experiência inspirou uma obsessão que duraria a vida toda pela acústica e pela produção sonora.

TOMITA:

“Quando eu era criança, o Japão era fechado para a música ocidental”, disse ele ao Tokyo Weekender . “Isso foi durante a Segunda Guerra Mundial. No final da guerra, muita música ocidental começou a ser transmitida no rádio. Jazz, músicas pop e música clássica preenchiam as ondas de rádio do Japão. Para mim, aquela música soava como se viesse de alienígenas do espaço sideral.”

Tomita estudou história da arte na prestigiada Universidade Keio de Tóquio, tendo aulas particulares de composição e orquestração após o expediente. Logo após se formar, aproveitou a oportunidade para trabalhar no crescente mundo das novas mídias, compondo jingles para rádio, temas de televisão e trilhas sonoras. Compôs a trilha sonora para o primeiro dos dramas históricos japoneses de taiga exibidos aos domingos à noite, A Vida de uma Flor , mas alcançou seu maior sucesso em 1965 com a música para O Imperador da Selva de Osamu Tezuka (conhecido nos EUA como Kimba, o Leão Branco ).

O trabalho de Tomita continuou sendo uma presença constante nos desenhos animados da Mushi Productions, incluindo "A Princesa e o Cavaleiro" e " Cleópatra ". Quando a empresa de Tezuka entrou em declínio no final da década de 1960,

TOMITA:

Tomita fundou a sua própria, tornando-se um dos fundadores do Grupo TAC. Lá, ele poderia ter se relegado à obscuridade, compondo jingles e música de fundo, não fosse seu envolvimento nos primórdios da música eletrônica. "Cheguei à conclusão de que tudo o que era possível alcançar em orquestração já havia sido feito na época de Wagner", disse ele em uma entrevista , "e, eventualmente, percebi que queria fazer minha própria música usando meus próprios sons."

samurai elétricoIntrigado com o trabalho de Wendy Carlos com Switched-On Bach , Tomita voou para Buffalo, Nova York, em 1970, para comprar um sintetizador Moog III-P diretamente do fabricante. Parado na alfândega japonesa com uma máquina não identificável, ele implorou aos funcionários que se tratava de um instrumento musical, mas não conseguiu provar tocando-o para eles. Um mês depois, quando seu caro brinquedo finalmente passou pela alfândega, ele se viu com um monte de peças e um manual de 15 páginas que não explicava quase nada. “Senti que tinha pago uma fortuna por um pedaço de metal. Se eu não consigo produzir sons decentes, é só lixo! Além disso, como o Moog era um instrumento novo, eu não tinha ideia de como ele deveria soar, porque não havia nada com que compará-lo. Então, comecei a emular sons existentes, como um sino ou um apito, e fui desenvolvendo a partir daí.” Seu primeiro trabalho, Switched-On Rock , lançado sob o pseudônimo de "The Electric Samurai", incluía versões sintetizadas de músicas dos Beatles e de Simon & Garfunkel.

tomita_planetsfTomita começou a experimentar com música clássica no sintetizador, enfrentando forte resistência em seu país natal, o Japão, onde as lojas de discos não sabiam bem como classificá-lo. Inicialmente, obteve maior sucesso nos Estados Unidos, com sua releitura de Debussy em Snowflakes Are Dancing e de Quadros de uma Exposição , de Mussorgsky . Nem todos gostaram de suas experiências – a filha de Gustav Holst protestou contra sua interpretação de Os Planetas , e o álbum foi retirado de circulação por um tempo. Holst agora está livre de direitos autorais, permitindo que o álbum, que o próprio Tomita considera a peça central de sua obra, retorne às lojas de discos. Seus temas espaciais encorajaram Tomita a se voltar para o que ele chamava de "música espacial", surfando na onda dos anos 1970 e lançando uma série de álbuns com sensibilidade de ficção científica e capas correspondentes, principalmente Kosmos (1978), que incluía uma versão alegre e assobiada do tema de Star Wars que é... um gosto adquirido. Ele alcançou um reconhecimento mais duradouro e uma base de fãs completamente nova quando a obra " Um Mar Chamado Solaris", derivada de Bach e presente no mesmo álbum , apareceu na trilha sonora do filme " Cosmos" , de Carl Sagan .

Os críticos do trabalho de Tomita frequentemente se concentram apenas na produção de seus sons eletrônicos, e não em sua atenção igualmente inovadora à sua disposição. Os álbuns de Tomita foram ingredientes essenciais do hi-fi hipster, fazendo uso inteligente de estéreo, quadrafônicos e subwoofers. Suas vendas experimentaram novos picos sempre que um novo formato prometia maior fidelidade, até chegar ao áudio Blu-ray, que ele abraçou com shows cada vez mais extravagantes. Pouco antes de sua morte, ele chegou a criar um show para a idol virtual Vocaloid Hatsune Miku. "Eu não tinha ideia de que ela era tão popular", brincou ele . "Então, fiquei muito feliz que ela tenha concordado em trabalhar comigo."

Quanto mais caro for o seu sistema de som, mais proveito você poderá tirar de suas performances. Ouça-as hoje nos melhores fones de ouvido, e suas naves sonoras ainda reverberarão de ouvido a ouvido e sobre sua cabeça. Mais tarde, Tomita não se limitou apenas à acústica de salas de estar ou fones de ouvido, conduzindo experimentos cada vez mais grandiosos com o "Sound Cloud" em salas de concerto e outros locais, como uma versão ao ar livre do Danúbio Azul em Linz, Áustria, em 1984, que fez a valsa de Johann Strauss reverberar no próprio rio. Essas performances atingiram seu ápice em 2006 com sua Sinfonia para Buda ao ar livre , usando uma montanha sagrada como pano de fundo e caixa de ressonância.


                                                   TOMITA:

"Frequentemente fui criticado por usar um instrumento eletrônico", disse ele certa vez, "mas o som do trovão existe desde o início dos tempos, e isso é eletricidade."




domingo, 19 de julho de 2026

"HISTÓRIA & INFORMAÇÕES SOBRE OS DOCUMENTOS E VIDA DE JESUS"

 Apesar da falta total de informação e fakes sobre a História da vida de Jesus há 2000 anos, há mais relatos e detalhes sobre ele, do que sobre tratados filosóficos de Platão ou Aristóteles.Milhares e milhares de fatos atestam a veracidade de sua existência, agrade ou não aos "niilistas" sem alfabetização nescessária ou argumentos.Independe da Religião, pois são fatos e narrativas históricas que seguem abaixo para Pequisas:



-Cornélio Tácito (c. 56–120 d.C.): Um dos maiores historiadores romanos, em sua obra Anais, relata o incêndio de Roma em 64 d.C. e menciona que o imperador Nero culpou os cristãos. Tácito registra que o fundador do grupo, "Cristo", foi executado pelo governador Pôncio Pilatos durante o reinado de Tibério. Avalia o historiador Lawrence Mykytiuk, professor na Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, em artigo publicado em 2015, que  Tácito "estava entre os melhores historiadores de Roma" e "nunca era dado a escrever descuidadamente".


-Flávio Josefo (c. 37–100 d.C.): Historiador judeu que trabalhou para Roma. Em suas Antiguidades Judaicas, ele relata a condenação de Jesus por Pilatos e faz menções aos apóstolos e a Tiago, irmão de Jesus

Ele era um historiador judaico-romano que  menciona Jesus duas vezes em sua obra Antiguidades Judaicas.  O livro A Guerra dos Judeus também cita o personagem em algumas versões, mas não há consenso se tais trechos são autênticos ou interpolações posteriores de autores cristãos.


-Plínio, o Jovem (61–113 d.C.): Governador romano que escreveu ao imperador Trajano pedindo conselhos sobre como lidar com os cristãos. Ele relata que eles se reuniam regularmente para "cantar hinos a Cristo como se fosse um deus".

-O Talmude Judaico: Textos rabínicos antigos que discutem Jesus, confirmando sua execução e a acusação de que ele realizava curas e ensinamentos considerados hereges na época.Em seu livro, ele lembra que "se alguém no mundo no mundo antigo tinha uma razão para não gostar da fé cristã, eram os rabinos". Portanto, "argumentar que Jesus nunca existiu, mas foi uma criação dos primeiros cristãos, teria sido a polêmica mais eficaz contra o cristianismo". "Todas as fontes judaicas trataram Jesus como uma pessoa totalmente histórica. Os rabinos usaram os eventos reais da vida de Jesus contra ele", aponta Van Voorst.

-Os Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João): Considerados biografias antigas, foram escritos décadas após os eventos, por pessoas que testemunharam ou conversaram diretamente com as testemunhas oculares. A precisão histórica do Novo Testamento é atestada por milhares de manuscritos antigos, muito superiores em número e antiguidade a textos clássicos como os de Platão ou Aristóteles

-As Epístolas de Paulo: As cartas do apóstolo Paulo, datadas entre os anos 40 e 50 d.C. (apenas 15 a 20 anos após a morte de Jesus), contêm credos primitivos que já atestavam a crença na morte e ressurreição de Jesus


-A Mudança dos Discípulos: Documenta-se historicamente que, logo após a crucificação, os discípulos estavam amedrontados e escondidos. Após a data estipulada da ressurreição, eles mudaram radicalmente de postura, pregando abertamente. A maioria foi executada (martirizada) por defender a ressurreição, um feito improvável se eles soubessem que tudo não passava de uma farsa.

-Os "mais de 900 apócrifos" citados geralmente referem-se aos Manuscritos do Mar Morto (achados em Qumran). Eles são textos do judaísmo antigo fundamentais para entender o contexto da época, mas não relatam a vida de Jesus.Os apócrifos e pergaminhos de Qumran foram encontrados nas cavernas do Mar Morto entre 1947 e 1956. Eles não mencionam Jesus de Nazaré, pois foram escritos entre o século II a.C. e o ano 70 d.C., sendo produzidos pelos essênios

-Os Apócrifos que falam sobre Jesus foram os encontrados em Nag Hammadi(Egito) Os textos que falam de Jesus e Maria Madalena são os apócrifos do Novo Testamento, como os encontrados em Nag Hammadi, no Egito em 1945.