
B.R.I.O.(Brasilian Rock in Opposition)
BLOG de Rock Progressivo do Projeto ALPHA III (Amyr Von Bathel Cantusio) ,música eletronica, experimental e erudita de vanguarda.
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segunda-feira, 1 de junho de 2026
ALPHA III - The Cathedral of MIssa Iluminattis (Church Organ)
ALPHA III- MISSA ILUMINATTIS
Música eletronica lounge gothic e mystical ambient!Trabalho inédito que fiz utilizando ampla gama de sintetizadores
Lisérgico!!!
Amyr Cantusio Jr
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domingo, 31 de maio de 2026
ART ZOYD (Rock In Opposition)
O grupo francês de vanguarda progressiva Art Zoyd formou-se em 1969 em torno do núcleo composto pelo baixista Thierry Zaboitzeff , o percussionista Jean-Pierre Soarez e o violinista Gérard Hourbette , com o guitarrista Rocco Fernandez , a pianista Patricia Dallio , o percussionista Daniel Denis (que mais tarde formou o Univers Zero ) e uma formação variável de cerca de meia dúzia de instrumentistas adicionais. Em 1975, Zaboitzeff assumiu a liderança do grupo e mudou sua direção musical. A formação foi reduzida a dois violinos, baixo elétrico e trompete, como evidenciado pelo seu álbum de estreia, Symphonie Pour le Jour Ou Bruleront les Cités , lançado de forma independente em 1976. A boa recepção do álbum garantiu-lhes uma vaga como banda de abertura em uma turnê com o Magma . Lançado em 1979, Musique Pour l'Odyssée marcou a estreia da banda pela gravadora francesa Atem Records e expandiu a formação do estúdio para incluir saxofone, violoncelo, viola, percussão, oboé e fagote. No mesmo ano, o Art Zoyd juntou-se ao movimento Rock in Opposition (fundado por Chris Cutler ), que também incluía Univers Zero , Henry Cow , Art Bears , Samla Mammas Manna , Stormy Six e outros três grupos.
Fase IV
A partir de 1980, o Art Zoyd começou a fazer turnês por toda a Europa, um período que durou quatro anos. Em 1982, o aclamado álbum duplo Phase IV foi lançado pela Recommended Records, consolidando seu lugar entre outras bandas europeias na cena da musique nouvelles, enquanto os observadores de língua inglesa os categorizavam como avant-prog ou art rock. Les Espaces Inquiets veio em seguida, em 1983, e no ano seguinte Zaboitzeff lançou seu álbum solo de estreia, Prométhée. A trilha sonora para o balé Le Mariage du Cial et de l'Enfer , de Roland Petit , lançada em 1985, marcou um ponto de virada para o Art Zoyd, que começou a se aprofundar em pesquisa, criando música para artes visuais (tanto dança quanto teatro) e apresentando trilhas sonoras ao vivo para filmes mudos. Em 1988, eles foram convidados a criar uma trilha sonora ao vivo para o clássico do cinema mudo Nosferatu, de F.W. Murnau . Uma versão de estúdio foi lançada em 1990 pela Ear-Rational Records.
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STEVE REICH & PHILIP GLASS( Música Minimalista)
Música minimalista
Ao contrário da complexa música serialista, a minimalista propõe um
discurso musical mínimo, mas de interessante efeito expressivo. Em 1971, o
compositor norte-americano Steve Reich (1936) compôs a obra Drumming18,
considerada “minimalista” por usar uma técnica muito simples, empregada em um
tema inicial também “mínimo”. Trata-se da justaposição de elementos musicais, já
que há uma sequência rítmica inicial à qual são adicionados, gradualmente, outros
elementos, chegando então, a uma massa sonora de grande densidade .
Outra técnica minimalista empregada por Reich é o phase ou “defasagem”,
usada nas obras Piano phase (1967)19 e Clapping music (1972)20. Nesse caso, o compositor escreveu uma frase musical bastante simples, a qual é repetida por dois executantes (ou grupos de executantes), com um ligeiro atraso entre eles: os dois; interessante é tocada não ao piano, mas em duas marimbas. piano phase marimba.Começam juntos, mas aos poucos, a segunda melodia se distancia da original, até o ponto em que as melodias voltam a se juntar em uníssono (um só som executado).
Esses dois exemplos constituem, portanto, o que denominamos música
“processual”, na medida em que apenas uma frase musical simples é repetida
até que a obra ganhe novas dimensões de complexidade e expressão. O que o
ouvinte escuta, então, é o próprio processo de construção da obra, que pode ser
considerada minimalista por se tratar de um tema musical simples, executado com
poucos timbres musicais A partir dessas três obras, fica evidente que a música minimalista, de Reich, transcende o conceito tradicional de ritmo e forma musical, na medida em que a pulsação não tem o papel de sustentar o ritmo da música e a forma musical é construída ao longo da obra, com a justaposição de elementos ou frases em defasagem. Da mesma forma, os antigos pilares da música de antes do século XX são questionados em obras que pertencem a um terceiro movimento, o da música aleatória.
ROBERT MOOG (The Synthesizer)
Robert Moog: O Pai do Sintetizador
Robert Moog, 71 anos, conhecido como o pai do sintetizador, morreu num domingo em sua casa em Asheville, Carolina do Norte, no dia 21 de agosto deste ano. Moog estava com câncer no cérebro e passou por várias radioterapias e quimioterapias, mas não resistiu.
Nascido em 23 de maio de 1934, em Nova Iorque, Robert Moog começou a desenvolver o sintetizador a partir de peças de equipamentos eletrônicos ainda quando adolescente. Após escrever um artigo sobre o instrumento, em 1954, abriu uma empresa de montagem e venda de theremins, o primeiro instrumento "eletrônico" criado pelo russo Lev Theremin, em 1919, cujos tons são controlados por movimentos aéreos das mãos. Vide Jimmy Page no vídeo-show The Songs Remains The Same ( Led Zeppelin anos 70) , nas partes em que ele usa esta variante do moog passando as mãos por cima do aparelho, duelando com a voz de Plant.
Em 1964, Robert Moog concluiu o primeiro instrumento eletrônico a ser utilizado em larga escala na música: o sintetizador. Atualmente, modelos digitais substituíram quase por completamente o modelo analógico criado por ele.
O rock jamais foi o mesmo após a criação do revolucionário instrumento de teclados. Citemos as primeiras aparições com George Harrison no álbum Electronic Sounds, lançado no final dos anos 60. Obviamente, o lado “B” do Abbey Road (Beatles) foi todo alimentado pelo instrumento. Frank Zappa e as alemãs Popol Vuh ,Faust, Amon Duul II, além de Tangerine Dream ,Klaus Schulze e Kraftwerk, posteriormente também fariam seus derradeiros vôos no instrumento.Um detalhe é que apesar da nacionalidade do Moog ( U.S.A.), foram as bandas e músicos alemães os que mais se utilizaram deste instrumento ( Kraut Rock) em larga escala nos anos 70.
Keith Emerson (ELP) testaria um dos Moogs mais complexos feito sob encomenda por Robert Moog. Usou vastamente a complexidade analógica do teclado, principalmente em LPs como Brain Salad Surgery, Trilogy, Tarkus, e no palco ao vivo pela primeira vez em Pictures At An Exibhition Live, entre outros.
Diversos teclados já foram criados a partir do Moog e usados pela maioria dos artistas do cenário da música mundial como Pink Floyd, Genesis, Yes, Kitaro, Jean Michel Jarre, Triumvirat, Vangelis, Isao Tomita ( que faria uma vasta obra neste instrumento, altamente indicada no Japão),etc...
Enfim, quase todos os grupos progressivos, vanguardistas e psicodélicos dos finais dos 60 e 70.
No Brasil, os Mutantes, o grupo Módulo 1000 e o Tellah (todos setentistas) utilizaram espetacularmente os efeitos dos sintetizadores para criar músicas maravilhosas. A banda Pato Fu – que recicla claramente os Mutantes – utiliza muito o moog no álbum Ruído Rosa.
Walter Carlos (brasileiro que mudou o nome para Wendy Carlos) foi aos EUA e se tornou um dos pioneiros dos LPs calcados no moog. Em finais de 60.
Hoje em dia, há o renascimento da inserção do sintetizador no rock em geral como vemos, por exemplo, no gothic metal, black metal e no metal melódico em bandas como Paradise Lost, Depeche Mode, HIM, Muse,Crematory, entre outras.
O moog mudou o rock para sempre e entrou de sola nos finais dos 60, arrebentando de vez nos 70. Sua flexibilidade para longos e viajantes solos duelando com guitarras, texturas e efeitos sonoros são simplesmente incríveis! Eu mesmo utilizei amplamente os recursos deste sintetizador no meu projeto Alpha III, em especial no primeiro LP Mar DE Cristal 1983,Sombras 1986 e Agartha 1987 e mais de 20 CDS atuais.
Deixo abaixo músicos (grupos) que valem ser revisitados em suas obras, que usam largamente o Moog:
RICK WAKEMAN(Inglaterra)
PATRICK MORAZ( Inglaterra)
TELLAH (Brazil)
MUTANTES (Brazil)
JON LORD(Inglaterra)
MANFRED MANN (Inglaterra)
ISAO TOMITA (Japão)
TANGERINE DREAM (Alemanha)
E L & P (Inglaterra)
KLAUS SCHULZE (Alemanha)
KITARO (Japão)
JEAN MICHEL JARRE ( França)
ALPHA III-Amyr Von bathel cantusio (Brasil)
ADELBERT VON DEYEN (Alemanha)
VANGELIS (Grécia)
ROBERT SCHROEDER & SOFTWARE (Alemanha)
TRIUMVIRAT(Alemanha)
THE TRIP (Italy)
GEORGE HARRISON (Electronic Meditation)
WALTER CARLOS
TRITONUS( Alemanha)
ATOMIC ROOSTER "A morte caminha atrás de você"
A morte caminha atrás de você
Caro amigo leitor. Como sabe, meu objetivo nessa coluna é tentar mapear o rock dos anos 60 e 70 fazendo analogias, comparações e esclarecimentos sociológicos que ocorreram largamente no período citado. A meu ver, jamais haverá nada igual. As mudanças que ocorreram na postura de valores do sistema em somente 30 ou 40 anos de rock equivalem á uns 200 anos de mudanças.
Em 1970, a banda inglesa de hard rock Atomic Rooster, liderado pelo mago e satanista Vincent Crane (k), foi um dos alicerces do lado “negro” do rock, juntamente com o Black Sabbath, Led Zeppelin e Uriah Heep. Com o disco – o segundo – Death Walks Behind You, lançado em 1970, a banda marcaria uma virada do lado psicodélico para o lado sombrio da existência, sem contar com os incríveis arranjos que viriam a influenciar tanto o Uriah Heep quanto o EL&P. Até porque foi do Atomic Rooster que saiu o baterista Carl Palmer, que fundou o EL&P.
Crane usa e abusa largamente dos órgãos hammond, com solos e performances de arrepiar, indicado para fãs de Ken Hensley, Jon Lord e Keith Emerson. Sem contar também com os vocais datados e rasgados, a cozinha complexa e composições letárgicas com letras abissais, que nos remete a uma viagem para o além. Aliás, o título da coluna dessa edição indica o que acontece exatamente em toda história da música, das nossas existências, de nosso “dia a dia”, ou seja, de que a morte está sempre colada aos nossos calcanhares para dar seu derradeiro bote. Tudo que começa, tem um fim. E o rock dos anos gloriosos se foi para não mais retornar.
Mas o que quero enfatizar aqui é o lado místico e oculto que permeou o rock no período de 1967-1975. Obviamente que os músicos desta época eram intelectuais e a literatura de Willian Blake, Houxley, Poe e Castañeda eram pavios acessos que explodiam a pólvora das letras.
Além de Crane, outro ícone estranho e intelectual foi Jim Morrison. A música do The Doors (nome retirado de um livro de Blake) era imprevisível, mas o que mandava mesmo eram as letras de Morrison, e sua figura endiabrada e erótica, numa época de total repressão social.
Morrison estava completamente ligado aos xamãs tribais, aos devaneios no abismo sombrio da existência, na busca pelo oculto, por sua alma atormentada. Foi uma figura adorada, odiada e temida. Como Crane, era um místico errante dos cemitérios, das orgias bacantes e da busca por respostas do porque da nossa existência neste universo. Morrison morreu em 1971, por overdose de heroína. Como tantos outros, perseguiu a morte, que hoje é tão cultuada no black metal, mas sem profundidade na maior parte do tempo.
Basta vocês lerem pelo menos dois livros de Castañeda para terem idéia do caráter de Morrison, cito “A erva do Diabo” e “Viagem a Ixtlan”. Aliás, os dois se conheceram pessoalmente e Morrison sugeriu a filmagem da vida de D. Juan (bruxo nagual mestre, personagem central das obras de Castañeda, seu próprio guru). Morrison estudou cinema com Francis Ford Copolla, e gravou um pirata raríssimo na casa de Robert Plant (Led Zeppelin), ao lado das guitarras de Hendrix e Johnny Winter, chamado “Sky Hight”.
John Densmore, o baterista que estudava meditação indiana no centro do mestre indiano Maharishi (o mesmo dos Beatles) escreveu uma obra-prima biográfica do The Doors, chamada “Riders on The Storm”, recomendado para quem quer saber mais sobre o aspecto sobrenatural desta banda.
Muitas bandas, desde os anos 60 até hoje, tem a morte como inspiração de seus temas, capas e músicas. Como na frase de Dante em “A Divina Comédia”: - No fim, todos Imperadores e Reis da Terra, até o maior, se curvam ao trono da morte.
Talvez esta seja uma matéria um pouco mórbida, mas estudar a existência ou ouvir a música e letra de bandas como The Doors ou Atomic Rooster não fica por menos. Uma atmosfera sombria, que aguarda a todos nós, independente da razão social ou do poder aquisitivo. Talvez na próxima curva, talvez na próxima esquina, talvez em algum lugar no tempo, no espaço, “a morte estará caminhando atrás de você”. Até a próxima, ou não...
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ELOY(Alemanha 70's) Live & Sinopse (Progressive Rock)
Este video eu selecionei de vários shows e raros video-clips da banda desde os anos 70.
Alemanha na década de 1970, o Eloy passou por diversas fases em sua longa carreira, tendo como único membro constante o guitarrista e vocalista Frank Bornemann . Surgindo em 1971, a banda se transformou de um grupo de hard rock com temática política em uma banda de rock progressivo com sonoridade espacial, com os lançamentos dos seminais Dawn (1976) e Ocean (1977), que soavam como uma mistura de Jethro Tull , Camel e Pink Floyd . Em formações posteriores, o Eloy migrou para um som de hard rock mais acessível, com fortes elementos progressivos, um estilo que continuariam a aprimorar no século seguinte com trabalhos abrangentes como Visionary (2009) e Echoes from the Past (2023).
A banda Eloy foi formada em 1969 por Frank Bornemann (guitarra, gaita, percussão), Erich Schriever (vocal principal, teclados), Manfred Wieczorke (guitarra, baixo, vocal), Helmut Draht (bateria) e Wolfgang Stöcker (baixo). Com o nome inspirado na raça humana do livro "A Máquina do Tempo", de H.G. Wells , eles lançaram seu primeiro single, "Daybreak", em 1970 e seu álbum de estreia homônimo no ano seguinte. Repleto de hard rock convencional e mensagens políticas, o álbum é uma anomalia no catálogo da banda. Schriever , responsável pelas letras políticas da banda, deixou o grupo após o álbum de estreia do Eloy, assim como Draht , que foi substituído por Fritz Randow .
Dentro
O álbum Inside , lançado em 1973, consolidou o grupo como uma banda de rock progressivo. Após o álbum, que teve um desempenho razoável, Stöcker deixou a banda, sendo substituído por Luitjen Janssen . Floating (1974) e Power and the Passion (1975) aumentaram a reputação e o sucesso do Eloy; este último foi gravado com o segundo guitarrista Detlef Schwaar . Foi também o primeiro álbum conceitual do grupo. A banda se separou em 1975, com alguns membros querendo continuar a compor álbuns conceituais de rock progressivo e experimental, enquanto outros preferiam uma abordagem mais contida.
Ao vivo
Eloy ressurgiu em 1976 com Bornemann como produtor e mentor da banda, que contava com os novos membros Klaus-Peter Matziol (baixo, vocal), Detlev Schmidtchen (teclados, vocal) e Jürgen Rosenthal (bateria, vocal). Com essa formação, Eloy se tornou o grupo alemão mais vendido de sua época, com álbuns conceituais cada vez mais elaborados, como Dawn (1976) e o espacial Ocean . Eloy Live foi lançado em 1978, e Silent Cries and Mighty Echoes, do ano seguinte, foi o disco mais vendido da banda.
Schmidtchen e Rosenthal deixaram o grupo para seguir carreira solo e foram substituídos por Hannes Folberth e Jim McGillveray , respectivamente. Eloy também adicionou o guitarrista Hannes Arkona . A nova formação lançou Colours em 1980, álbum que marcou o início do abandono dos elementos espaciais da banda em busca de um som de rock mais pesado. Planets (1981) e Time to Turn (1982) foram duas partes de um álbum conceitual de ficção científica que apresentou o som do grupo cada vez mais dominado por teclados. A banda lançou Performance e Metromania em 1984 e se separou devido a divergências musicais após uma série de shows de despedida na Inglaterra.
Ra
O Eloy retornou em 1988, desta vez como um duo com Bornemann e o multi-instrumentista Michael Gerlach . O primeiro álbum do Eloy com essa formação foi Ra , que marcou um retorno ao som de Colours . Foi seguido por Destination (1992) , com sonoridade semelhante . Ambos os álbuns tiveram um bom desempenho nas paradas alemãs. Vários membros do Eloy se reuniram em 1993 para regravar faixas antigas para Chronicles I , seguido por Chronicles II no ano seguinte. Em 1994, a banda gravou The Tides Return Forever , que contou com o retorno de Klaus-Peter Matziol . O álbum conceitual Ocean 2: The Answer , com o novo baterista Bodo Schopf , foi lançado em 1998, mas levariam muitos anos até que a banda retornasse ao estúdio novamente.
A Visão, a Espada e a Pira, Parte 1
Em 2009, após inúmeras coletâneas, relançamentos e box sets, o Eloy se reuniu para um novo álbum de estúdio. O resultado, Visionary , contou com a formação de Frank Bornemann nos vocais e guitarra, Klaus-Peter Matziol no baixo, Michael Gerlach nos teclados e Bodo Schopf na bateria e percussão. Em 2017, após outro longo hiato, a banda lançou The Vision, the Sword and the Pyre, Pt. 1 , o primeiro de uma planejada ópera rock em três volumes sobre a vida de Joana d'Arc. The Vision, the Sword and the Pyre, Pt. 2 foi lançado no final de 2019, e o volume final, Echoes from the Past, chegou às lojas em 2023.
sábado, 30 de maio de 2026
IKU TURSO( Live 2022 Finlandia) BLACK METAL
Absurda performance.O interessante são os focos "underground" em que estas bandas estão se apresentando.Locais mais pequenos, banda na cara do público,jogo de luzes estrobocópicas com multi=canhões constantes iluminando e ritmando com o som(em especial da batera)
Vocalista performático, aberturas sinfonicas de teclados e sintetizadores que costuram a trama macabra da apresentação dando a atmosfera e suporte musical abissal...Estas bandas são fóra da mídia convencional, mas tem seu nicho e público focado!Muitas bandas estão nesta praia, bem como no Brasil,onde a cena Black Metal e Death é forte, mas ilhada e cercada pela sociedade preconceituosa.
Ouçam a cacetada!!!
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