Apesar da falta total de informação e fakes sobre a História da vida de Jesus há 2000 anos, há mais relatos e detalhes sobre ele, do que sobre tratados filosóficos de Platão ou Aristóteles.Milhares e milhares de fatos atestam a veracidade de sua existência, agrade ou não aos "niilistas" sem alfabetização nescessária ou argumentos.Independe da Religião, pois são fatos e narrativas históricas que seguem abaixo para Pequisas:
-Cornélio Tácito (c. 56–120 d.C.): Um dos maiores historiadores romanos, em sua obra Anais, relata o incêndio de Roma em 64 d.C. e menciona que o imperador Nero culpou os cristãos. Tácito registra que o fundador do grupo, "Cristo", foi executado pelo governador Pôncio Pilatos durante o reinado de Tibério. Avalia o historiador Lawrence Mykytiuk, professor na Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, em artigo publicado em 2015, que Tácito "estava entre os melhores historiadores de Roma" e "nunca era dado a escrever descuidadamente".
-Flávio Josefo (c. 37–100 d.C.): Historiador judeu que trabalhou para Roma. Em suas Antiguidades Judaicas, ele relata a condenação de Jesus por Pilatos e faz menções aos apóstolos e a Tiago, irmão de Jesus
Ele era um historiador judaico-romano que menciona Jesus duas vezes em sua obra Antiguidades Judaicas. O livro A Guerra dos Judeus também cita o personagem em algumas versões, mas não há consenso se tais trechos são autênticos ou interpolações posteriores de autores cristãos.
-Plínio, o Jovem (61–113 d.C.): Governador romano que escreveu ao imperador Trajano pedindo conselhos sobre como lidar com os cristãos. Ele relata que eles se reuniam regularmente para "cantar hinos a Cristo como se fosse um deus".
-O Talmude Judaico: Textos rabínicos antigos que discutem Jesus, confirmando sua execução e a acusação de que ele realizava curas e ensinamentos considerados hereges na época.Em seu livro, ele lembra que "se alguém no mundo no mundo antigo tinha uma razão para não gostar da fé cristã, eram os rabinos". Portanto, "argumentar que Jesus nunca existiu, mas foi uma criação dos primeiros cristãos, teria sido a polêmica mais eficaz contra o cristianismo". "Todas as fontes judaicas trataram Jesus como uma pessoa totalmente histórica. Os rabinos usaram os eventos reais da vida de Jesus contra ele", aponta Van Voorst.
-Os Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João): Considerados biografias antigas, foram escritos décadas após os eventos, por pessoas que testemunharam ou conversaram diretamente com as testemunhas oculares. A precisão histórica do Novo Testamento é atestada por milhares de manuscritos antigos, muito superiores em número e antiguidade a textos clássicos como os de Platão ou Aristóteles
-As Epístolas de Paulo: As cartas do apóstolo Paulo, datadas entre os anos 40 e 50 d.C. (apenas 15 a 20 anos após a morte de Jesus), contêm credos primitivos que já atestavam a crença na morte e ressurreição de Jesus
-A Mudança dos Discípulos: Documenta-se historicamente que, logo após a crucificação, os discípulos estavam amedrontados e escondidos. Após a data estipulada da ressurreição, eles mudaram radicalmente de postura, pregando abertamente. A maioria foi executada (martirizada) por defender a ressurreição, um feito improvável se eles soubessem que tudo não passava de uma farsa.
-Os "mais de 900 apócrifos" citados geralmente referem-se aos Manuscritos do Mar Morto (achados em Qumran). Eles são textos do judaísmo antigo fundamentais para entender o contexto da época, mas não relatam a vida de Jesus.Os apócrifos e pergaminhos de Qumran foram encontrados nas cavernas do Mar Morto entre 1947 e 1956. Eles não mencionam Jesus de Nazaré, pois foram escritos entre o século II a.C. e o ano 70 d.C., sendo produzidos pelos essênios
-Os Apócrifos que falam sobre Jesus foram os encontrados em Nag Hammadi(Egito) Os textos que falam de Jesus e Maria Madalena são os apócrifos do Novo Testamento, como os encontrados em Nag Hammadi, no Egito em 1945.
.jpg)

.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)





.jpg)



.jpg)




.jpg)


.jpg)
.jpg)

