BLOG de Rock Progressivo do Projeto ALPHA III (Amyr Von Bathel Cantusio) ,música eletronica, experimental e erudita de vanguarda. -Electronic & Avantgarde Vintage Music, Progressive & Kraut Rock,Teosophy, Mystycal and Esoterism Reviews, Full Reviews and Dark Music (Black Metal, Thrash,Death,Dark Wave,Industrial,....etc...) on DUSK ZONE
Total de visualizações de página
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
TECLADISTAS CLASSIC ROCK-parte III
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
TECLADISTAS DO CLASSIC ROCK(Artigos)
domingo, 24 de janeiro de 2016
ÓPERA: A FLAUTA MÁGICA & MAÇONARIA
A Flauta Mágica & maçonaria Uma música baseada na Iniciação Ritual da Ordem mMçonica onde Mozart frequentou. O Texto Ritual Maçônico de São João, como sendo o praticado pela loja vienense onde Mozart havia sido iniciado. Embora não reproduza todo o ritual, o texto é muito interessante:
A Flauta Mágica e o Mistério Hermético: A Iniciação Maçônica de Mozart Transformada em Ópera
A obra-prima A Flauta Mágica (K. 620), representada pela primeira vez no Theater auf der Wieden em Viena, no dia 30 de setembro de 1791, transcende o mero entretenimento teatral para se consolidar como uma das maiores partituras esotéricas e ritualísticas da história ocidental. Quando Wolfgang Amadeus Mozart deu vida a essa composição, a Áustria atravessava um período de profunda desorientação sob o reinado de Leopoldo II, com a sombra da Revolução Francesa alimentando um clima de extrema suspeita política que jogou a Maçonaria — ordem baseada na fraternidade universal e na busca pela iluminação espiritual, à qual Mozart pertencia orgulhosamente na Loja Zur gekrönten Hoffnung (À Esperança Coroada) — em desgraça e ostracismo. Vivendo uma crise financeira avassaladora, com a saúde debilitada e isolado da corte tradicional, o compositor aceitou o convite do extravagante empresário e também maçom Emanuel Schikaneder para compor um Singspiel, uma opereta popular alemã. Contudo, o que começou como uma simples adaptação da fábula fantástica Lulú, de Liebeskind, e do romance iniciático Sethus, de Jean Terrasson — repleto de alusões aos antigos mistérios egípcios —, transmutou-se nos bastidores em um autêntico tratado de filosofia hermética. O libreto sofreu uma metamorfose radical para espelhar, passo a passo, a estrutura e a simbologia mística do Ritual Maçônico de São João, praticado nas lojas vienenses da época. Musicalmente, a genialidade de Mozart operou uma alquimia perfeita: ele utilizou a tonalidade esotérica de Mi Bemol Maior (com seus três bemóis que remetem à trindade e às três batidas rituais da iniciação) e costurou o contraste sagrado entre a escuridão mística da Rainha da Noite e a luz racional e solar do sumo sacerdote Sarastro. O impacto dessa ópera ritual foi colossal e imediato, gerando mais de cem apresentações apenas no primeiro ano e arrancando elogios do próprio Johann Wolfgang von Goethe, também iniciado nos mistérios ocultos, que declarou que a música de Mozart era a única digna de ilustrar o seu Fausto. Toda essa carga oculta já se manifestava visualmente na folha de rosto do libreto original de 1791, ilustrada pelo gravador e irmão de ordem Ignaz Alberti. Enquanto o público profano enxergava ali apenas uma paisagem arqueológica do Antigo Egito com pirâmides, vasos e cultos a Ísis e Osíris, os olhos iniciados identificavam imediatamente as alegorias e ferramentas de trabalho da Antiga e Venerável Ordem da Maçonaria: a colher de pedreiro, o compasso, a ampulheta indicando a finitude do tempo, o portal inundado pela Luz Maior e a estrela flamejante de cinco pontas (o Pentagrama, símbolo do homem autoconsciente e regenerado). Aqueles homens que assistiam à estreia em uma Viena decadente viam no palco a representação velada de seus próprios juramentos secretos, observando o protagonista Tamino passar pelas provas purificadoras da terra, do fogo, da água e do ar para alcançar a sabedoria. Trágica e poeticamente, Mozart pôde saborear muito pouco desse triunfo da arte iniciática sobre a ignorância do mundo material, vindo a falecer cerca de um mês após a histórica estreia, deixando A Flauta Mágica eternizada como um templo sonoro indestrutível onde a música atua como a chave maior para a transmutação e o despertar espiritual da humanidade.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
RICHARD WAHNFRIED 1975 (Classics-Alemanha)
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
GRANDES PERDAS DA ARTE MUSICAL R.I.P.
R.I.P.(SÒ PARA LEMBRAR AS GRANDES PERDAS DA ARTE DE 2015)
CHISTOPHER LEE(Dracula-Senhor dos Anéis-Saruman) EDGAR FROESE(Tangerine Dream Líder) DIETER MOEBIUS(Cluster-Alemanha Tecladista Kraut) DAVID BOWIE(ator-músico-compositor) LEMMY(Motorhead-Hawkwind) CHRIS SQUIRE( Yes-baixista-Vocal-Compositor)
domingo, 10 de janeiro de 2016
BLACK SABBATH ( Um Artigo Sombrio)
BLACK SABBATH Um Artigo Sombrio
Amyr Cantusio Jr
Como músico e fan desta banda desde que ela surgiu no horizonte de 1970,faço este artigo como uma homenagem ao som único de uma banda que tem muitos imitadores, mas nada equivalente na história do rock vintage. Quando o primeiro disco do Sabbath saiu em 1970,foi algo diferente, forte e inusitado.Apesar do Led Zeppelin ser práticamente o pioneiro e influenciador do som deles, o Sabbath soa individualmente sombrio,megalítico, com uma aura e atmosfera jamais equiparada por nenhuma banda até hoje.E eu ouço muita coisa de black metal e trash metal, doom, e bandas atuais,além de bandas vintage que são sempre mencionadas como similares ao Black Sabbath como Blue Cheer,Budgie, Buffalo,Bang, e dezenas de outras na linha Stoner Rock( gênero musical que mescla elementos de Hard Rock, Heavy metal, Rock Psicodélico e Acid Rock. É caracterizado por possuir riffs marcantes.) Para ir direto ao ponto não acho em nada parecido ou similar ao som do Black Sabbath tais bandas. Se eu for analisar e ver onde está a diferença, eu diria o seguinte a respeito do Black Sabbath: 1-As guitarras de Tony Iommi são extremamente densas, atmosféricas, pesadas e macabras.Tem uma sonoridade única, onde o uso da quinta diminuta nos intervalos de maneira geral, é característico.Mas eu vejo outras bandas usarem este mesmo intervalo, e jamais chegam perto.Mesmo a banda do Rob Halford(Judas Priest) cito o FIGHT que considero as guitarras mais pesadas que já ouvi ,não tem esta densidade.Porque?creio que é a maneira como Tony toca,e o arranjo que faz juntamente com a cozinha( baixo e batera) que intensificam o som.Além de seu virtuosismo incrível tanto na velocidade quanto no peso e nos riffs. 2-O baixo de Geezer Buttler dedilhado é complexo, não fica parado nunca numa nota tônica, o timbre é pesado e ele toca grudado ao Tony e ao Bill Ward ao mesmo tempo. 3-A bateria do Bill Ward é básicamente jazzística,mas ao mesmo tempo pesada e rockeira.Ele marca os tempos não com precisão absoluta(como é o caso do John Boham do Zeppelin) mas com um slow-bit sempre oscilante, e uma dinâmica alterada nos compassos ,altura e expressão. 4-Os vocais de Ozzy, que são ao mesmo tempo guturais, anasalados, sombrios, desafinados,meio roucos,caóticos, por vêzes estridentes ao absoluto nos agudos, dão a cereja do bolo.Tornam o som dos anos 70 deles inegualável. Eis a fórmula.Junte a tudo isto a mística do nome tenebroso,visual sinistro, temas diabólicos e surreais,inserções de teclados as vêzes simples, mas que dão uma atmosfera intensa única, ou as vêzes complexa como com orquestra e coral de Supertzar(CD Sabotage)ou nos CDS Techical Ecstasy e Sabbath Bloody Sabbath. Para finalizar tenho certeza absoluta que eles ainda atraíram um tipo de demônio,ou “qlipha” para a sua música, gravando em locais como castelos abandonados, Igrejas velhas, locais com intensidade real de magia e ocultismo.Isto adicionou algo único ao seu som, que continua,mesmo com várias mudanças de formação,denso e pesado ao extremo. Calcado na figura e guitarra única do líder Tony Iommi, que acredito ser o responsável totalitário pelo som do Black Sabbath













Com certeza é impressionante e magnífica a obra musical deste grupo Italiano de Gênova.E mais, são muito jovens para exibir tamanho talento!
Aliás ,na minha opinião musical, é com certeza uma das 5 mais portentosas e exuberantes bandas da Itália na atualidade.Seu som é rico, dramático, denso.Teclados lindos com moogs algumas vêzes lembrando o Rick Wakeman.mas o que chama a atenção é a voz, o vocal dramático e poderoso (em italiano) de Alessandro Corvaglia.O projeto é de Fabio Zuffanti,mentor de outras obras primas como Finisterre e Hostsonaten.
Letras e poesia abissais, lindíssimas,Clima sombrio, onírico e densidade absoluta.
Neste CD fiz REEDITS e REMASTERS, onde SELECIONEI de vários RAROS álbuns, músicas impressionantes e inesquecíveis!!
Para quem ama Museo Rosenbach,Loccanda Delle Fate, PFM, vai amar este grupo!!
















