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domingo, 9 de agosto de 2026

O DILEMA DAS BATERISTAS FEMININAS NO ROCK( E uma analogia ao RUSH 2026)

 Atualmente são fenomenais.O dilema já era.O problema é encaixar músicos certos, na banda e som certos!!

Pegar um baterista de Jazz para tocar ROCK não funciona.Pegar um baterista de Extreme Metal para tocar Blues não funciona.Pegar um batera de Black e Thrash Metal para tocar  Hard Rock, não funciona.

A não ser que o músico seja muito bom e versátil.No caso do RUSH achei horrível.A baterista é excelente na área Fusion Jazz Pop   mas nunca tocou rock na vida.Não tem peso nem pegada. Aliás RUSH é uma volta inoportuna onde dezenas de artistas totalmente sem noção e senis( exceção à alguns raros) voltam a cena em cadeiras de roda (tudo por $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$  e  muito EGO)  sem dar chance aos nóvos musicos e bandas  do Underground, que são milhares sem ter onde mostrar seus trampo!!! Pior é um bando de otário que nunca ouviu o RUSH anos 70 no auge com NEIL PEART!!

E ainda, mesmo com Peart álbuns pós SIGNALS acho ruins para meus ouvidos!!O legado da banda entra no máximo em Moving Picture e Signals nos anos 80.E todo os anos 70! são obras primas.Hemispheres é o máximo!!Mas todos álbuns da Discografia RUSH anos 70 são absolutamente imperdíveis!!

No caso  se fôsse MULHER na batera , eu indicaria ao Sr.Geddy Lee estas duas bateristas a qual disponho VIDEO abaixo.

Ou ficaria entre os quatro mais complexos bateristas que realmente poderiam substituir Neil Peart no Rush. ( Mike Mangini, Gavin Harrison, Mickey Dee e Mike Portnoy)

Também contrataria um vocalista jovem, pois o Sr. Lee paraece uma bruxa véia esgoelando.E por fim, colocaria um tecladista bom e que toque synths!.













sexta-feira, 7 de agosto de 2026

ALPHA III NEWS AGOSTO 2026

 Entraremos num estudio ainda este mes , a convite de um Produtor local em Campinas S.P., para gravar uma longa JAM SESSION ,para registrar músicas inéditas após anos sem gravarmos juntos.

O som será Rock Progressivo Sinfonico/Kraut Rock.

Músicos:

-MAURICIO LAMBIASI( primeiro baterista do ALPHA III- LP "Mar De Cristal")

-MICHAEL CANTUSIO- baixo

-AMYR VON BATHEL CANTUSIO- músicas, letra, vocal, sintetizador, baixo e guitarra.

 A idéia é registrar as npovas faixas para futuro LP (vynil).

                                                           
                                                                ARIA PRO II (Japan) baixo

            LAMBIASI & CANTUSIO TOTEM FESTIVAL (S.P. Teatro UMC)
MICHAEL L.CANTUSIO, MARCOS TROIAN E  AMYR VON BATHEL CANTUSIO (Totem Festival )




quarta-feira, 5 de agosto de 2026

OZRIC TENTACLES (Somerset, Inglaterra,1983)

Uma fogueira no festival livre de Stonehenge, em 1983, testemunhou o nascimento do Ozric Tentacles.Uma das primeiras a retornar aà cena com estilo Hippie anos 60, mas com um som totalmente pesado, vanguardista, lotado de synths e guitarras viajantes.Uma das consagrações raras do "Space Rock" que  daria a vida aos futuros "Porcupine Tree"  e "OSI".

Foi lá que o compositor e líder da banda Ed Wynne (guitarra e teclados) e seu irmão Roly Wynne (baixo), que se apresentavam em um grupo conhecido na época como “Bolshem People”, juntamente com o baterista Nick "Tig" Van Gelder (Jamiroquai), conheceram por acaso o tecladista Joie Hinton. Após uma sessão para se aquecerem ao redor da fogueira e discutirem cereais matinais imaginários, o grupo foi fazer uma jam session improvisada tarde da noite. Ao longo do que se tornou uma apresentação épica de seis horas, um membro da plateia perguntou qual era o nome da banda. Pensando aleatoriamente na conversa anterior do grupo, visões de cogumelos  míticos e ridículos surgiram na mente de Ed e, consequentemente, ele respondeu: “Ozric Tentacles”. (...Ainda bem, já que algumas das alternativas anteriores tinham sido “Desmond Whisps”, “Gilbert Chunks” e “Malcolm Segments”).





Desde essa primeira jam session, surgiu uma compatibilidade musical que desde então se tornou uma marca registrada do Ozric Tentacles. É uma mistura característica da estética hippie com eletrônica rave, guitarras em espiral, camadas texturizadas de teclados, MIDI, samplers e linhas de baixo e bateria extremamente envolventes. Em pouco tempo, a banda ria em meio ao espanto, enquanto pedidos por mais músicas do “Ozric Tentacles”, ou “The Ozrics”, como passaram a ser mais conhecidos, se acumulavam. Rapidamente, a banda conquistou seu lugar como presença constante na crescente cena de festivais do Reino Unido e hoje é considerada um dos pilares musicais influentes no renascimento dessa cena.

Em 1984, a banda lançou sua primeira fita cassete, “Erpsongs”. Gravada em casa com um equipamento pouco melhor que um aparelho de som doméstico e com capas desenhadas à mão, ela incendiou a cena psicodélica underground. O álbum apresentava uma variedade de estilos que se tornaria uma característica marcante da banda ao longo de sua carreira. Algumas faixas pareciam uma mistura de sons alienígenas e espaciais em uma atmosfera flutuante, enquanto outras revelavam a tendência mais voltada ao rock do Ozrics, com uma seção rítmica sólida sustentando passagens de guitarra e sintetizador.

1986 foi um ano muito produtivo para a banda, com três lançamentos em fita cassete: “Live Ethereal Cereal”, “Tantric Obstacles” e “There Is Nothing”. “Live Ethereal Cereal”, gravado durante aquelas primeiras jams em festivais, mostrava que a banda era realmente uma força psicodélica em ascensão. Também começava a surgir em suas gravações uma forma totalmente nova e única de reggae e dub, que se tornaria parte intrínseca do som do Ozrics. “There Is Nothing” apresentava cada vez mais elementos étnicos. Escalas, estilos e samples coletados por Joie em viagens à Índia e por Ed em viagens à Tailândia passaram a fazer parte profundamente do som da banda. No festival de Stonehenge do ano seguinte à formação da banda, o Ozrics ganhou um segundo tecladista, Tom Brooks, que ajudava a preencher o espectro sonoro com efeitos etéreos borbulhantes. Em 1987, “Horse Drawn Tom” abandonou seus sintetizadores em busca de novos caminhos (...depois de renunciar à eletricidade usada para alimentá-los).

 

 

OBRIGATÓRIO!! DOS PRIMEIROS ALBUNS DA BANDA



Após a saída de Tom, Ed se viu obrigado a preencher o vazio sonoro concentrando-se mais em suas próprias habilidades com sintetizadores e teclados. (Uma ideia que passou a atraí-lo após o lançamento de “The Grove of Selves”, do Nodens Ictus, no início daquele ano. Nodens Ictus era o projeto de música ambiente de Ed e Joie, ainda muito “ozrickiano”, porém mais suave e sem a seção rítmica ao vivo; por isso decidiram lançar o projeto com outro nome.) Essa mudança não apenas se mostrou um sucesso para Ed, alternando naturalmente entre guitarra e teclados, como também os sons etéreos de seu sintetizador Sequential Circuits Pro-One e do teclado Roland D-50 se tornariam essencialmente uma base molecular do DNA sonoro do Ozrics.

Em 1988, a banda lançou aquele que muitos consideram o mais coeso e cativante de seus primeiros cassetes, “Sliding Gliding Worlds”, favorito entre amigos e fãs. Na mesma época, o baterista Tig deixou a banda, e o Ozrics recrutou Merv Pepler, um baterista de psychobilly de 21 anos de Somerset. A energia crua e autodidata de Merv, capaz de atravessar múltiplos compassos sem sequer pensar nisso, não apenas combinou com a banda, mas também forneceu naturalmente uma base sólida para seu som. Seis meses depois, a banda lançaria sua última fita exclusiva em cassete, “Bits Between The Bits”, encerrando o período das fitas com uma coleção de raridades gravadas entre 1985 e 1989.

As apresentações ao vivo dessa época se tornaram quase lendárias entre os fãs mais dedicados: jam sessions que duravam horas e contavam com uma variedade de músicos. A troca de fitas entre esses fãs alcançou um nível de dedicação comparável ao dos Deadheads nos Estados Unidos, seguindo regras semelhantes de livre troca e ausência de lucro. Percebendo que assinar com qualquer gravadora estabelecida limitaria sua liberdade criativa, em 1989 a banda criou seu próprio selo, “Dovetail Records”. Seu primeiro grande lançamento (disponível em CD, vinil e fita cassete), “Pungent Effulgent”, recebeu uma enxurrada de críticas extremamente positivas de jornalistas musicais um tanto surpresos e continua sendo um exemplo brilhante da experiência ao vivo e da energia bruta que o Ozrics colocava em cada apresentação.

Ao longo do início da década de 1990, as constantes turnês pelo Reino Unido ajudaram o Ozric Tentacles a construir uma enorme base de fãs em nível nacional de forma orgânica. Em 1991, foi lançado o primeiro e único single da banda. “Sploosh!” alcançou o primeiro lugar nas paradas independentes e levou o grupo ao grande público. O single foi lançado justamente quando a música eletrônica explodia no Reino Unido, e os ravers abraçaram seu pulso hipnótico. O álbum seguinte, “Strangitude”, levou a música a um novo nível, inclinando-se mais para a eletrônica, mas mantendo a autenticidade de uma gravação do Ozrics. Em 1992, o Ozrics era a trilha sonora do verão. Viajantes alternativos tornaram-se moda e os festivais livres passaram a atrair dezenas de milhares de pessoas.

Com o lançamento de "Jurassic Shift", em 1993, que estreou na 11ª posição da parada independente britânica e alcançou o Top 10 da parada nacional de álbuns, o Ozrics finalmente conquistou a admiração da imprensa tradicional e passou a ser celebrado em publicações como NME e Melody Maker. Foi — e continua sendo — uma conquista extraordinária para uma banda sem status de celebridade e sem o apoio de uma grande gravadora. Ao longo dos anos, o Ozrics excursionou extensivamente tanto em seu país quanto no exterior, apresentando-se regularmente por toda a Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul. As influências de Ed estão enraizadas em escalas étnicas e nas músicas nativas de muitos continentes, em vez de qualquer artista específico, e isso continua sendo demonstrado nas reviravoltas de cada composição e na variedade de sons utilizados em sua construção.

À medida que o Ozrics continua criando uma música sem gêneros e sem fronteiras à vista, seus objetivos e ambições se elevam constantemente, enquanto procuram levar cada faixa a um novo patamar, e cada álbum precisa representar um crescimento significativo para que a banda se dê por satisfeita. Após 1994, com o lançamento de “Arborescence”, a imprensa musical percebeu que o Ozrics nunca esteve ali em busca de sucesso nas paradas nem para ser a moda do momento, mas simplesmente para ter a oportunidade de explorar sua música com um entusiasmo quase obsessivo, extraindo os sons mais estranhos e improváveis de qualquer instrumento que estivessem tocando... Atualmente o OZRIC possui vasta discografia .




domingo, 2 de agosto de 2026

FAUST ( Kraut Rock) NEWS !!!

 FAUST

Os lendários pioneiros do Krautrock de Faust voltam a surpreender com uma iniciativa musical inesperada e atraente.Mais de cinco décadas após sua formação e após múltiplas encarnações da banda, os quatro membros originais ainda vivos anunciaram que lançarão um álbum solo cada um, todos no mesmo dia, sob o nome mítico.O selo "Bureau B" será responsável por publicar os quatro trabalhos em formato LP durante setembro de 2026, oferecendo uma panorâmica única das diferentes personalidades criativas que moldaram um dos agrupamentos mais influentes da música experimental europeia.


1) Hans Joachim Irmler – "Inacabado"

Em "Unbegunden", Hans Joachim Irmler retorna ao poder elementar do som. O álbum explora paisagens de eletrônica imersiva, som estilo drones de órgão e criação espontânea, recuperando o espírito mais transformador e imprevisível que caracterizou Faust desde seus primeiros anos.


2) Jean-Hervé Péron – "MOI"

Jean-Hervé Péron apresenta "MOI", um trabalho profundamente pessoal, embora construído colectivamente graças a uma vasta rede de colaboradores. O disco combina música concreta, spoken word, avant pop, jazz e experimentação inspirada no movimento Fluxus.


3) Gunther Wüsthoff – "Aprendendo a Voar"

Em "Fliegen Lernen", Gunther Wüsthoff trabalha com Onnen Bock e Gunther Buskies (Bureau B) para recuperar a abertura criativa e o pensamento coletivo que definiram os primeiros anos de Faust. O álbum reúne composições rítmicamente imaginativas que desafiam rótulos estilísticos.


4) Werner "Zappi" Diermaier - "Gugaruz"

Finalmente, Werner "Zappi" Diermaier publica "Gugaruz", um projeto desenvolvido ao lado de Schneider TM que coloca o ritmo como eixo central de um universo em constante transformação. O disco funde ruído, eletrônica e exploração eletroacústica, combinando sua linguagem percusiva inconfundível.


























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quinta-feira, 30 de julho de 2026

FRIEDA HARRIS & CROWLEY (THOTH TAROT )

 O tarot mais arquetipado e místico que gosto, é o de Frieda Harris feito por encomenda especial do Mago Aleister Crowley. (TOTH TAROT) 

Vejam pelas fotos o trabalho monstruoso artístico de Frieda desenhando  carta por carta(são 78 cartas!!) 


Marguerite Frieda, Lady Harris ( nascida Bloxam , 13 de agosto de 1877 – 5 de novembro de 1962 -

Lady Frieda Harris , foi uma artista inglesa e, mais tarde na vida, uma associada do ocultista Aleister Crowley . Ela é mais conhecida por seu design do Tarô de Thoth de Crowley .

Aleister Crowley pediu ao dramaturgo e escritor Clifford Bax que o ajudasse a encontrar um artista para um projeto de Tarô. Em 9 de junho de 1937, 

Bax convidou Frieda Harris depois que dois artistas não compareceram a um encontro. Ela tinha então 60 anos.

Além de ler livros de Crowley, o estudo da Antroposofia de Rudolf  Steiner por Harris seria um aspecto crucial na criação do baralho de Thoth. Greta Valentine, amiga de Crowley e socialite londrina, 

também conhecia Harris. Harris e Crowley realizaram grande parte do trabalho no baralho de Tarô de Thoth na casa de Valentine, em Hyde Park Crescent, Londres.

Em 1937, Harris começou a ter aulas de geometria sintética projetiva, baseadas nas ideias de Goethe refletidas nos ensinamentos de Steiner, com Olive Whicher e George Adams.

Crowley ajudou-a a atravessar os portais da Ordem mística da A∴A∴ (Argenteum Astrum). Ela adotou o nome de Tzaba "Hosts", que soma 93, o número da corrente Thelêmica 

que ela estava tentando acessar. 

De acordo com a Sociedade dos Mestres Ocultos de Crowley, não publicada ,  em 11 de maio de 1938, Lady Harris tornou-se sua "discípula" e também membro da Ordo Templi Orientis , 

entrando diretamente no IV° (Quarto Grau) dessa Ordem devido à sua iniciação anterior na Co-Maçonaria . 

Crowley também começou a ensiná-la adivinhação — ela tinha duas opções de disciplina e optou pelo I Ching 





FOTO RARA DE FRIEDA & ALEISTER CROWLEY EM LONDRES









quarta-feira, 29 de julho de 2026

VENDA: LIVROS DE ARTE+MÚSICA+ ESOTÉRICOS RAROS EDIÇÕES ANTIGAS

      CLIQUE NA PRIMEIRA FOTO PARA IR AO LOCAL EXATO DA VENDA POR FAVOR!!!

                                                          A PARTIR DE R$ 30,00  !!!!










-SOMENTE RETIRADA/ PIX -ENVIO( a combinar Correio)Sem Parcelamento. A maioria são livros raros e catálogo antigos. -OCULTISMO & EUBIOSE R$40 -O CAMINHO DE CADA UM (Buda)R$30 -O UNIVERSO DOS ESPIRITOS R$40 -ARCANOS CELESTES(Swedenborg)R$40 -DJAVAN(Song Book Vo.I por Almir Chediack excelente estado) R$50 -TUPÃ TENONDÉ R$50 -O ESPIRITO DO XAMÃ-R$50 -FRIDA-R$40 -MÚSICA DAS ESFERAS(Peter Michael Hamel) R$30 -SALVADOR DALI (Ilustrações a cores/luxo) R$40

O ROCK PÓS 2000 (Rob Zoombie & Paramore)

 Sim , o Rock continua ativo a com nível, apesar de mudanças na forma, dinâmica, ação e instrumentação.Existem centenas de bandas UNDERGROUND que não fazem aquele grande sucesso como fizeram os monstros anos 70 (Yes, Genesis, Black Sabbath,Deep Purple, EL&P, etc...)

Mas são bandas que tem público fiel, fazem trilhas de filmes famosos( caso do video ao vivo abaixo do PARAMORE/ Filme Crepúsculo).

Eu adoro pesquisar e ouvir coisas que me surpreendem e me atingem na alma e no intelecto.Coisas que podem não ter sentido para muitas pessoas, justo pelo estado em que se encontram de massificação, preconceito, alienação intelectual e cultural, boçalidade, etc...Músicas com teor mais alto metafísico  atingem uma camada bem menor da humanidade.

Seja o video ou som macabro, dark, estranho, bizarro, mais me atraem.Saem da categoria "bonzinho evangélico tonto iluminado e alegrinho".

Não gosto de qualquer tipo de música.Tem que ter um expoente de toque na alma , informação, criatividade, estrutura composicional etc...Quanto mais voce treina como músico ou ouvinte, seu gosto vai se apurando.

 

Este VIdeo Clip do Rob Zombie é calamitoso.Música forte, pegada, peso, criatividade, uma obra prima.



Esta música é muito forte...atmosfera e construção pegajosa.A cantora tem um vocal jovem, poderoso, além de ter um visual muito interessante e bonito, que leva o ouvinte a ficar grudado na performance.Foi trilha sonora do filme "Crepúsculo".

segunda-feira, 27 de julho de 2026

ALPHA III( Inedit Experiment) TRIUMCHAOS

 

TRIUMCHAOS FULL

A Música toda 9 Minutos no meu Youtube-
Synth Solo usando Slap Synth Bass na mão esquerda.
Estilo de Triumvirat, EL&P, Greenslade.Coisa quase não mais usada no Brasil pela falta de tecladistas técnicos e informação.Infelizmente uma realidade.
CATHIA(Filme no Celular/Home Studio)

 
 
 
 AMYR VON BATHEL CANTUSIO
Yamaha Synthesizer( Slap Bass left hands/full solo right hands)
All music & compositions
Film by
Cathia(smartphone Live Home Studio)
Campinas S.P. Brazil
2026/ july
 
 

domingo, 26 de julho de 2026

ALPHA III( Tributos ao KLAUS SCHULZE & TANGERINE DREAM / EDGAR FROESE)

 Óbviamente que adoro ambos trabalhos desde o inicio dos anos 70.

Tangerine Dream nasceu e morreu com Edgar Froese.

Eu fiz vários trampos inspirados nos LPS deles, mas com meu toque e composição releiturado.

Nada de "cover".Detesto "Covers" !!!

Seguem abaixo alguns LINKS para vcs! ouvirem!!

abs!!

 


 


 














sábado, 25 de julho de 2026

ROBERT FRIPP Exposure -Álbum de estúdio, lançado em 1979.

                                                                   ROBERT FRIPP

                                                                        Exposure


"Exposure" é o álbum solo de maior sucesso comercial de Fripp, tendo inclusive entrado nas paradas musicais dos EUA e do Reino Unido, mas ele claramente repensou a ideia de ceder aos gostos comerciais antes de criá-lo. Extraído de sessões de gravação bastante diversas entre 1977 e 1979, esta coleção varia dos sons ambientais suaves de Fripp & Eno a um rock violento gravado com Peter Hammill, do Van der Graaf Generator.Exceto pelo rock'n'roll ruim da faixa com Darryl Hall, que nada tem a ver com Fripp, o album é King Crimson puro, esquizofrenico, pesado e dark.Na realidade é um amontoado de experimentos com vários convidados diferentes, lançado como LP.Caracterítica muito "sui generis" de Fripp.

Entre essas duas faixas, encontramos regravações de músicas gravadas por FRIPP para as sessões de GABRIEL e Hall, incluindo as belíssimas "North Star" e "Here Comes the Flood". Aparentemente, a intenção de "Exposure" é mostrar a versatilidade artística de FRIPP, mas o formato fragmentado do álbum faz com que seus extremos pareçam exagerados. Individualmente, muitas das músicas são ótimas: a influência do CRIMSON da era "Discipline" surge logo no início de "Breathless", Darryl Hall explora a estranheza de "You Burn Me Up I'm a Cigarette" e há uma versão inteligentemente reconstruída de "Exposure". Mas apreciar tudo em "Exposure" é uma tarefa impossível — simplesmente não há um fio condutor que una as músicas, e os vocalistas, muito diferentes entre si, tendem a fazer toda a diferença.Juntamente com The League of Gentlemen, "Exposure" é um bom ponto de partida para fãs curiosos do King Crimson explorarem a discografia de Fripp, já que é o álbum que mais se aproxima de recriar os arranjos frenéticos e a energia sombria daquela banda. Continua sendo uma ótima amostra dos interesses musicais de Fripp durante o hiato da banda, mas não chega a ser um argumento convincente para sua aceitação no cenário MOR(  -MOR significa Middle of the Road (no meio do caminho) e descreve um estilo de som comercial, suave e seguro, feito para agradar a maior quantidade de pessoas possível nas rádios.


                                                          Breathles

 Tony Levin no baixo e Narada Michael Walden na bateria

Fenomenal.Tem somente os tres tocando.É a minha predileta.King Crimson puro!!



                                 Lista de músicas/faixas.

1. Prefácio (1:15)

2. You Burn Me Up I'm a Cigarette (2:23)

3. Breathless (4:39)

4. Disengage (2:52)

5. North Star (3:12)

6. Chicago (2:11)

7. NY3 (2:17)

8. Mary (2:10)

9. Exposure (4:26)

10. Haaden Two (1:56)

11. Urban Landscape (2:35)

12. I May Not Have Had Enough of Me But I've Had Enough of You (3:38)

13. Primeiro Discurso Inaugural na IACE Sherborne House (0:04)

14. Water Music I (1:19)

15. Here Comes the Flood (3:52)

16. Water Music II (3:52)

17. Posfácio (0:38)


Tempo Total: 49:43


CD bônus da edição especial de 2006:1.

 - 17. Remix completo de 1985 ("Terceira edição")

- Versões alternativas

18. Exposure (4:28)

19. Mary (2:06)

20. Disengage (2:49)

21. Chicago (2:02)

22. NY3 (2:15)


Músicos :

- Robert Fripp / guitarras, efeitos (Frippertronics), produtor

- Daryl Hall / vocal principal (2, 5, 18, 19) e vocais de apoio (1), piano (2, 6, 21)

- Peter Hammill / vocais (4, 6, 12,

20, 21) - Terre Roche / vocais (8, 9, 12, 21)

- Peter Gabriel / vocais e piano (15)

- Edith Fripp / voz (4)

- John G. Bennett / voz gravada (14)

- Evelyn Harris / voz

- Shivapuri Baba / voz

- Sid McGuinniss / pedal steel guitar (5), guitarra rítmica (9, 18)

- Barry Andrews / órgão (4, 7, 12, 20)

- Brian Eno / sintetizador (5, 15), voz

- Tony Levin / baixo (2-7, 9, 10, 12, 18, 20-22)

- Jerry Marotta / bateria (2,6,9,10,18,21)

- Narada Michael Walden / bateria (3,7,12,22)

- Phil Collins / bateria (4,5,20)

-Arte da capa: Chris Stein

-LP  ‎-  (1979, Reino Unido)

quinta-feira, 23 de julho de 2026

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quarta-feira, 22 de julho de 2026

ALPHA III SPECTRAL (CD DIGITAL 2021) + SPECTRO 1974

 ALPHA III
Spectral  
CD Digital 2021

Com a formação do primeiro LP de 1983"Mar De Cristal" eu e Mauricio Lambiasi(bateria) decidimos fazer na raça este disco.Mantive as diretrizes analógicas em gravação digital de alta qualidade, mas com sonoridade anos 70 pura.
Procurei manter uma linha próxima ao primeiro LP, com muito mais experimentalismos e 3 faixas com vocal em portugues.Ao todo 14 faixas.
Fiquei muito feliz em gravar com o Lambiasi, que produziu várias faixas na bateria gravando e criando partes rítmicas, que depois usei como base para criar músicas.
Em especial gravei minha primeira composição da vida (SPECTRAL 1971-1974) a qual ganhei o Festival Estadual Projeto Guarani em 1974 .
Também gravei DOGMAS de 1978 que compus ao violão, mas aqui numa versão mais Kraut Rock com teclados e vocal bem fóra do contexto normal.
E mais duas  com vocal dos anos 70, "Sombras da Meia-Noite"  e "Rosas Negras".Todas inéditas, onde coloquei a voz como instrumento de pesquisas e experimentalismos dobrados.Lógico que tenho uma influência muito focada em Meredith Monk e Peter Hammill(vocais).Não me preocupei com a métrica ,mas sim no espirito "dissertativo da letra...ou narrativo como Alban Berg colocou em seu tratado serial"
De resto a sonoridade vai do Kraut ao Space Rock mais solto na linha da ECM (Free Jazz) anos 80, mas com muita intensidade e sintetizadores.
É um nôvo disco do ALPHA III como começamos nos anos 80,e com a formação de Duo.
 -AMYR CANTUSIO JR: vocais, orgão, sintetizadores,piano elétrico, bass synth,orquestrações,acoustic guitar,drum machine, letras e músicas.
-MAURICIO LAMBIASI: bateria, composição rítmica e produção das linhas de batera.
-RAMON: Técnico de bateria (S.P.)
CAPA: Amyr Jr.

Gravação e Remaster final: Alpha III Digital Studio(Amyr Jr)
Campinas S.P.  Brasil
2021
1-Espiritos Sombrios
2-Spectral(vocal)
3-Netuno(G.Holst adaptation)
4-Sombras da Meia-Noite(vocal)
5-Aniarah
6-Zeitgeist
7-Duende
8-Zona Neutra

 
 
SPECTRO 1974 REMASTER 
 
 SPECTRO
Minha primeira banda dos anos 70 que rodou circuitos junto com Rock da Mortalha e Tio Mellius em Campinas S.P.Eu comecei a compor todas as músicas por volta de 1970.Posteriormente ganhei um Festival Estadual (Teatro Castro Mendes) Projeto Guarani com a faixa "Spectral" que levou primeiro lugar em inovação musical.Também desenhei a capa original neste ano de 1974.
Estas 6 faixas foram remasterizadas finalmente após 11 pré -remasters atingindo agora um som melhorado graças a Inteligencia Artificial  ,programas que desenvolvi para Remaster e pesquisas de CDS e LPS/fitas K7 há 7 anos atrás.

AMYR CANTUSIO JR: Farfisa Leslie Organ/Arp Strings and Vocal/lyrics/Art Cover
Participações:  bateria e baixo (A.Samuel & M.Jorge)
Campinas Estudio Sexto Sentido 1974
Técnico: Fernando Canabarra

-Gravado originalmente numa fita Rolo Teac 1/4 de pista em, 15 RPM.Foram feitas poucas cópias resgatadas em CDS e 3 LPS(vinil) .Nunca foi lançado oficialmente ou comercializado.Toda a arte está arquivada numa Biblioteca particular de um produtor no R.J. ,incluindo a Fita Original de Rolo Teac e documentação original.

FAIXAS
1 -CASA BRANCA
2 -LINCE NEGRO
3-REVERBERS AO SPECTRO(vocal)
4 -MOMENTOS NO UNIVERSO
5 -QUATRO & QUINZE
6 -MÉSON K
 
 



terça-feira, 21 de julho de 2026

ISAO TOMITA( Japan VIntage Electronic Music)

 


Incrivel que a cultura de massa não conhece um mínimo sequer de arte elevada ou intelectual.Mesmo nos ditos"nichos" de vanguarda e rock progressivo, poucos ouviram algo de Tomita , e ele vem dos anos 70!

Seus álbuns são geralmente releituras de peças eruditas de Debussy, Mussorgsky, Stravinsky,etc...Muitas tem teor de Sci-Fi(ficção cientifica).

Tomita é um dos pioneiros a usar Big Modular Synthesizer(como Keith Emerson e Walter Carlos)com uma vasta discografia de cair o queixo.Capas dos LPS , a parte, são lindas obras primas!

Abaixo trecho de uma entrevista que retirei de um artigo na Internet com mais detalhes:

Isao Tomita, que faleceu em 5 de maio , não foi apenas um compositor, mas também um intérprete e um pioneiro da música eletrônica. Nascido no que hoje é o bairro de Suginami, em Tóquio, ele passou grande parte de sua infância na China, onde seu pai, Kiyoshi, era médico na fábrica têxtil Kanebo, em Qingdao. Foi nessa época que ele visitou o Templo do Céu, em Pequim, um local renomado pelas qualidades sonoras únicas de suas Pedras de Triplo Eco e da Parede de Eco Circular. A experiência inspirou uma obsessão que duraria a vida toda pela acústica e pela produção sonora.

TOMITA:

“Quando eu era criança, o Japão era fechado para a música ocidental”, disse ele ao Tokyo Weekender . “Isso foi durante a Segunda Guerra Mundial. No final da guerra, muita música ocidental começou a ser transmitida no rádio. Jazz, músicas pop e música clássica preenchiam as ondas de rádio do Japão. Para mim, aquela música soava como se viesse de alienígenas do espaço sideral.”

Tomita estudou história da arte na prestigiada Universidade Keio de Tóquio, tendo aulas particulares de composição e orquestração após o expediente. Logo após se formar, aproveitou a oportunidade para trabalhar no crescente mundo das novas mídias, compondo jingles para rádio, temas de televisão e trilhas sonoras. Compôs a trilha sonora para o primeiro dos dramas históricos japoneses de taiga exibidos aos domingos à noite, A Vida de uma Flor , mas alcançou seu maior sucesso em 1965 com a música para O Imperador da Selva de Osamu Tezuka (conhecido nos EUA como Kimba, o Leão Branco ).

O trabalho de Tomita continuou sendo uma presença constante nos desenhos animados da Mushi Productions, incluindo "A Princesa e o Cavaleiro" e " Cleópatra ". Quando a empresa de Tezuka entrou em declínio no final da década de 1960,

TOMITA:

Tomita fundou a sua própria, tornando-se um dos fundadores do Grupo TAC. Lá, ele poderia ter se relegado à obscuridade, compondo jingles e música de fundo, não fosse seu envolvimento nos primórdios da música eletrônica. "Cheguei à conclusão de que tudo o que era possível alcançar em orquestração já havia sido feito na época de Wagner", disse ele em uma entrevista , "e, eventualmente, percebi que queria fazer minha própria música usando meus próprios sons."

samurai elétricoIntrigado com o trabalho de Wendy Carlos com Switched-On Bach , Tomita voou para Buffalo, Nova York, em 1970, para comprar um sintetizador Moog III-P diretamente do fabricante. Parado na alfândega japonesa com uma máquina não identificável, ele implorou aos funcionários que se tratava de um instrumento musical, mas não conseguiu provar tocando-o para eles. Um mês depois, quando seu caro brinquedo finalmente passou pela alfândega, ele se viu com um monte de peças e um manual de 15 páginas que não explicava quase nada. “Senti que tinha pago uma fortuna por um pedaço de metal. Se eu não consigo produzir sons decentes, é só lixo! Além disso, como o Moog era um instrumento novo, eu não tinha ideia de como ele deveria soar, porque não havia nada com que compará-lo. Então, comecei a emular sons existentes, como um sino ou um apito, e fui desenvolvendo a partir daí.” Seu primeiro trabalho, Switched-On Rock , lançado sob o pseudônimo de "The Electric Samurai", incluía versões sintetizadas de músicas dos Beatles e de Simon & Garfunkel.

tomita_planetsfTomita começou a experimentar com música clássica no sintetizador, enfrentando forte resistência em seu país natal, o Japão, onde as lojas de discos não sabiam bem como classificá-lo. Inicialmente, obteve maior sucesso nos Estados Unidos, com sua releitura de Debussy em Snowflakes Are Dancing e de Quadros de uma Exposição , de Mussorgsky . Nem todos gostaram de suas experiências – a filha de Gustav Holst protestou contra sua interpretação de Os Planetas , e o álbum foi retirado de circulação por um tempo. Holst agora está livre de direitos autorais, permitindo que o álbum, que o próprio Tomita considera a peça central de sua obra, retorne às lojas de discos. Seus temas espaciais encorajaram Tomita a se voltar para o que ele chamava de "música espacial", surfando na onda dos anos 1970 e lançando uma série de álbuns com sensibilidade de ficção científica e capas correspondentes, principalmente Kosmos (1978), que incluía uma versão alegre e assobiada do tema de Star Wars que é... um gosto adquirido. Ele alcançou um reconhecimento mais duradouro e uma base de fãs completamente nova quando a obra " Um Mar Chamado Solaris", derivada de Bach e presente no mesmo álbum , apareceu na trilha sonora do filme " Cosmos" , de Carl Sagan .

Os críticos do trabalho de Tomita frequentemente se concentram apenas na produção de seus sons eletrônicos, e não em sua atenção igualmente inovadora à sua disposição. Os álbuns de Tomita foram ingredientes essenciais do hi-fi hipster, fazendo uso inteligente de estéreo, quadrafônicos e subwoofers. Suas vendas experimentaram novos picos sempre que um novo formato prometia maior fidelidade, até chegar ao áudio Blu-ray, que ele abraçou com shows cada vez mais extravagantes. Pouco antes de sua morte, ele chegou a criar um show para a idol virtual Vocaloid Hatsune Miku. "Eu não tinha ideia de que ela era tão popular", brincou ele . "Então, fiquei muito feliz que ela tenha concordado em trabalhar comigo."

Quanto mais caro for o seu sistema de som, mais proveito você poderá tirar de suas performances. Ouça-as hoje nos melhores fones de ouvido, e suas naves sonoras ainda reverberarão de ouvido a ouvido e sobre sua cabeça. Mais tarde, Tomita não se limitou apenas à acústica de salas de estar ou fones de ouvido, conduzindo experimentos cada vez mais grandiosos com o "Sound Cloud" em salas de concerto e outros locais, como uma versão ao ar livre do Danúbio Azul em Linz, Áustria, em 1984, que fez a valsa de Johann Strauss reverberar no próprio rio. Essas performances atingiram seu ápice em 2006 com sua Sinfonia para Buda ao ar livre , usando uma montanha sagrada como pano de fundo e caixa de ressonância.


                                                   TOMITA:

"Frequentemente fui criticado por usar um instrumento eletrônico", disse ele certa vez, "mas o som do trovão existe desde o início dos tempos, e isso é eletricidade."