Paradise Lost (Banda/Inglaterra anos 80)
(Baseada no clássico da literatura de John Milton, O Paraíso Perdido)
Tal qual To Die For, Liv Kristine, Moonspell, Tiamat, Samael, Crematory e outras grandes bandas mais atuais,a sonoridade me agrada muito.
Peso, densidade, rudimentos de teclados e sintetizadores eletronicos, atmosferas, letras e performance.A obra é grande, são 18 álbuns de Estudio.
É uma banda inglesa formada em 1988, amplamente considerada uma das criadoras do gênero gothic metal, cuja sonoridade única a transformou em um dos maiores ícones da cena metal mundial. Embora os críticos de música encontrem dificuldades para categorizar seu estilo exato, alternando as definições entre o doom e o gothic metal, a banda construiu uma trajetória sólida e passou por várias nuances musicais ao longo das décadas, alternando entre álbuns aclamados e outros experimentais, sem nunca perder sua posição de destaque.
A discografia começou com a densidade e os vocais guturais com forte influência death metal de Lost Paradise (1990), mas foi com o divisor de águas Gothic (1991) que o grupo estabeleceu o verdadeiro prenúncio do gothic metal, mesclando ambientações únicas, passagens orquestrais, vocais femininos e riffs obscuros.
A evolução criativa seguiu firme com os lançamentos de Shades of God (1992), o EP As I Die (1992) e Icon (1993), até culminar no estrondoso sucesso de Draconian Times (1995), tido por muitos fãs e pela crítica como a obra definitiva e o melhor álbum do grupo por conta de suas melodias marcantes, vocais impecáveis e refrões inesquecíveis.
Após esse ápice, a banda decidiu explorar novos horizontes sonoros e abraçar elementos eletrônicos e vocais mais suaves na sequência formada por One Second (1997) — cuja faixa-título se tornou um verdadeiro hino absoluto —, a coletânea Reflection (1998), o controverso Host (1999) — frequentemente rejeitado pelos fãs mais tradicionais, embora tenha seus méritos — e Believe in Nothing (2001).
Essa fase mais comercial e computadorizada refletiu uma busca declarada dos próprios músicos por novas inspirações em águas profundas e diferentes, pavimentando o caminho para o lançamento de Symbol of Life (2002), que iniciou o retorno gradual do grupo às suas raízes mais pesadas.
FORMAÇÂO ATUAL
- Nick Holmes - Vocal (1988–presente)
- Gregor Mackintosh - Guitarra (1988–presente)
- Aaron Aedy - Guitarra (1988–presente)
- Steve Edmondson - Baixo (1988–presente)
- Jeff Singer - Bateria (2004–2008,2025–presente) -
- tocou em turnês em 2009, 2011, 2012, 2014
- Membros antigos
- Matthew Archer - Bateria (1988–1994)
- Lee Morris - Bateria (1994–2004)
- Adrian Erlandsson - Bateria (2009–2016)
- Waltteri Väyrynen – Bateria (2016–2022)
- Guido Montanarini – Bateria (2022–2025)
Álbuns de estúdio
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