BLOG de Rock Progressivo do Projeto ALPHA III
(Amyr Von Bathel Cantusio) ,música eletronica, experimental e erudita de vanguarda.
-Electronic & Avantgarde Vintage Music, Progressive & Kraut Rock,Teosophy, Mystycal and Esoterism Reviews, Full Reviews and Dark Music (Black Metal, Thrash,Death,Dark Wave,Industrial,....etc...) on DUSK ZONE
O grupo francês de vanguarda progressiva Art Zoyd formou-se em 1969 em torno do núcleo composto pelo baixista Thierry Zaboitzeff , o percussionista Jean-Pierre Soarez e o violinista Gérard Hourbette , com o guitarrista Rocco Fernandez , a pianista Patricia Dallio , o percussionista Daniel Denis (que mais tarde formou o Univers Zero ) e uma formação variável de cerca de meia dúzia de instrumentistas adicionais. Em 1975, Zaboitzeff assumiu a liderança do grupo e mudou sua direção musical. A formação foi reduzida a dois violinos, baixo elétrico e trompete, como evidenciado pelo seu álbum de estreia, Symphonie Pour le Jour Ou Bruleront les Cités , lançado de forma independente em 1976. A boa recepção do álbum garantiu-lhes uma vaga como banda de abertura em uma turnê com o Magma . Lançado em 1979, Musique Pour l'Odyssée marcou a estreia da banda pela gravadora francesa Atem Records e expandiu a formação do estúdio para incluir saxofone, violoncelo, viola, percussão, oboé e fagote. No mesmo ano, o Art Zoyd juntou-se ao movimento Rock in Opposition (fundado por Chris Cutler ), que também incluía Univers Zero , Henry Cow , Art Bears , Samla Mammas Manna , Stormy Six e outros três grupos.
Fase IV
A partir de 1980, o Art Zoyd começou a fazer turnês por toda a Europa, um período que durou quatro anos. Em 1982, o aclamado álbum duplo Phase IV foi lançado pela Recommended Records, consolidando seu lugar entre outras bandas europeias na cena da musique nouvelles, enquanto os observadores de língua inglesa os categorizavam como avant-prog ou art rock. Les Espaces Inquiets veio em seguida, em 1983, e no ano seguinte Zaboitzeff lançou seu álbum solo de estreia, Prométhée. A trilha sonora para o balé Le Mariage du Cial et de l'Enfer , de Roland Petit , lançada em 1985, marcou um ponto de virada para o Art Zoyd, que começou a se aprofundar em pesquisa, criando música para artes visuais (tanto dança quanto teatro) e apresentando trilhas sonoras ao vivo para filmes mudos. Em 1988, eles foram convidados a criar uma trilha sonora ao vivo para o clássico do cinema mudo Nosferatu, de F.W. Murnau . Uma versão de estúdio foi lançada em 1990 pela Ear-Rational Records.
Música minimalista
Ao contrário da complexa música serialista, a minimalista propõe um
discurso musical mínimo, mas de interessante efeito expressivo. Em 1971, o
compositor norte-americano Steve Reich (1936) compôs a obra Drumming18,
considerada “minimalista” por usar uma técnica muito simples, empregada em um
tema inicial também “mínimo”. Trata-se da justaposição de elementos musicais, já
que há uma sequência rítmica inicial à qual são adicionados, gradualmente, outros
elementos, chegando então, a uma massa sonora de grande densidade .
Outra técnica minimalista empregada por Reich é o phase ou “defasagem”,
usada nas obras Piano phase (1967)19 e Clapping music (1972)20. Nesse caso, o compositor escreveu uma frase musical bastante simples, a qual é repetida por dois executantes (ou grupos de executantes), com um ligeiro atraso entre eles: os dois; interessante é tocada não ao piano, mas em duas marimbas. piano phase marimba.Começam juntos, mas aos poucos, a segunda melodia se distancia da original, até o ponto em que as melodias voltam a se juntar em uníssono (um só som executado).
Esses dois exemplos constituem, portanto, o que denominamos música
“processual”, na medida em que apenas uma frase musical simples é repetida
até que a obra ganhe novas dimensões de complexidade e expressão. O que o
ouvinte escuta, então, é o próprio processo de construção da obra, que pode ser
considerada minimalista por se tratar de um tema musical simples, executado com
poucos timbres musicais A partir dessas três obras, fica evidente que a música minimalista, de Reich, transcende o conceito tradicional de ritmo e forma musical, na medida em que a pulsação não tem o papel de sustentar o ritmo da música e a forma musical é construída ao longo da obra, com a justaposição de elementos ou frases em defasagem. Da mesma forma, os antigos pilares da música de antes do século XX são questionados em obras que pertencem a um terceiro movimento, o da música aleatória.
Robert Moog: O Pai do Sintetizador
Robert Moog, 71 anos, conhecido como o pai do sintetizador, morreu num domingo em sua casa em Asheville, Carolina do Norte, no dia 21 de agosto deste ano. Moog estava com câncer no cérebro e passou por várias radioterapias e quimioterapias, mas não resistiu.
Nascido em 23 de maio de 1934, em Nova Iorque, Robert Moog começou a desenvolver o sintetizador a partir de peças de equipamentos eletrônicos ainda quando adolescente. Após escrever um artigo sobre o instrumento, em 1954, abriu uma empresa de montagem e venda de theremins, o primeiro instrumento "eletrônico" criado pelo russo Lev Theremin, em 1919, cujos tons são controlados por movimentos aéreos das mãos. Vide Jimmy Page no vídeo-show The Songs Remains The Same ( Led Zeppelin anos 70) , nas partes em que ele usa esta variante do moog passando as mãos por cima do aparelho, duelando com a voz de Plant.
Em 1964, Robert Moog concluiu o primeiro instrumento eletrônico a ser utilizado em larga escala na música: o sintetizador. Atualmente, modelos digitais substituíram quase por completamente o modelo analógico criado por ele.
O rock jamais foi o mesmo após a criação do revolucionário instrumento de teclados. Citemos as primeiras aparições com George Harrison no álbum Electronic Sounds, lançado no final dos anos 60. Obviamente, o lado “B” do Abbey Road (Beatles) foi todo alimentado pelo instrumento. Frank Zappa e as alemãs Popol Vuh ,Faust, Amon Duul II, além de Tangerine Dream ,Klaus Schulze e Kraftwerk, posteriormente também fariam seus derradeiros vôos no instrumento.Um detalhe é que apesar da nacionalidade do Moog ( U.S.A.), foram as bandas e músicos alemães os que mais se utilizaram deste instrumento ( Kraut Rock) em larga escala nos anos 70.
Keith Emerson (ELP) testaria um dos Moogs mais complexos feito sob encomenda por Robert Moog. Usou vastamente a complexidade analógica do teclado, principalmente em LPs como Brain Salad Surgery, Trilogy, Tarkus, e no palco ao vivo pela primeira vez em Pictures At An Exibhition Live, entre outros.
Diversos teclados já foram criados a partir do Moog e usados pela maioria dos artistas do cenário da música mundial como Pink Floyd, Genesis, Yes, Kitaro, Jean Michel Jarre, Triumvirat, Vangelis, Isao Tomita ( que faria uma vasta obra neste instrumento, altamente indicada no Japão),etc...
Enfim, quase todos os grupos progressivos, vanguardistas e psicodélicos dos finais dos 60 e 70.
No Brasil, os Mutantes, o grupo Módulo 1000 e o Tellah (todos setentistas) utilizaram espetacularmente os efeitos dos sintetizadores para criar músicas maravilhosas. A banda Pato Fu – que recicla claramente os Mutantes – utiliza muito o moog no álbum Ruído Rosa.
Walter Carlos (brasileiro que mudou o nome para Wendy Carlos) foi aos EUA e se tornou um dos pioneiros dos LPs calcados no moog. Em finais de 60.
Hoje em dia, há o renascimento da inserção do sintetizador no rock em geral como vemos, por exemplo, no gothic metal, black metal e no metal melódico em bandas como Paradise Lost, Depeche Mode, HIM, Muse,Crematory, entre outras.
O moog mudou o rock para sempre e entrou de sola nos finais dos 60, arrebentando de vez nos 70. Sua flexibilidade para longos e viajantes solos duelando com guitarras, texturas e efeitos sonoros são simplesmente incríveis! Eu mesmo utilizei amplamente os recursos deste sintetizador no meu projeto Alpha III, em especial no primeiro LP Mar DE Cristal 1983,Sombras 1986 e Agartha 1987 e mais de 20 CDS atuais.
Deixo abaixo músicos (grupos) que valem ser revisitados em suas obras, que usam largamente o Moog:
RICK WAKEMAN(Inglaterra)
PATRICK MORAZ( Inglaterra)
TELLAH (Brazil)
MUTANTES (Brazil)
JON LORD(Inglaterra)
MANFRED MANN (Inglaterra)
ISAO TOMITA (Japão)
TANGERINE DREAM (Alemanha)
E L & P (Inglaterra)
KLAUS SCHULZE (Alemanha)
KITARO (Japão)
JEAN MICHEL JARRE ( França)
ALPHA III-Amyr Von bathel cantusio (Brasil)
ADELBERT VON DEYEN (Alemanha)
VANGELIS (Grécia)
ROBERT SCHROEDER & SOFTWARE (Alemanha)
TRIUMVIRAT(Alemanha)
THE TRIP (Italy)
GEORGE HARRISON (Electronic Meditation)
WALTER CARLOS
TRITONUS( Alemanha)
A morte caminha atrás de você
Caro amigo leitor. Como sabe, meu objetivo nessa coluna é tentar mapear o rock dos anos 60 e 70 fazendo analogias, comparações e esclarecimentos sociológicos que ocorreram largamente no período citado. A meu ver, jamais haverá nada igual. As mudanças que ocorreram na postura de valores do sistema em somente 30 ou 40 anos de rock equivalem á uns 200 anos de mudanças.
Em 1970, a banda inglesa de hard rock Atomic Rooster, liderado pelo mago e satanista Vincent Crane (k), foi um dos alicerces do lado “negro” do rock, juntamente com o Black Sabbath, Led Zeppelin e Uriah Heep. Com o disco – o segundo – Death Walks Behind You, lançado em 1970, a banda marcaria uma virada do lado psicodélico para o lado sombrio da existência, sem contar com os incríveis arranjos que viriam a influenciar tanto o Uriah Heep quanto o EL&P. Até porque foi do Atomic Rooster que saiu o baterista Carl Palmer, que fundou o EL&P.
Crane usa e abusa largamente dos órgãos hammond, com solos e performances de arrepiar, indicado para fãs de Ken Hensley, Jon Lord e Keith Emerson. Sem contar também com os vocais datados e rasgados, a cozinha complexa e composições letárgicas com letras abissais, que nos remete a uma viagem para o além. Aliás, o título da coluna dessa edição indica o que acontece exatamente em toda história da música, das nossas existências, de nosso “dia a dia”, ou seja, de que a morte está sempre colada aos nossos calcanhares para dar seu derradeiro bote. Tudo que começa, tem um fim. E o rock dos anos gloriosos se foi para não mais retornar.
Mas o que quero enfatizar aqui é o lado místico e oculto que permeou o rock no período de 1967-1975. Obviamente que os músicos desta época eram intelectuais e a literatura de Willian Blake, Houxley, Poe e Castañeda eram pavios acessos que explodiam a pólvora das letras.
Além de Crane, outro ícone estranho e intelectual foi Jim Morrison. A música do The Doors (nome retirado de um livro de Blake) era imprevisível, mas o que mandava mesmo eram as letras de Morrison, e sua figura endiabrada e erótica, numa época de total repressão social.
Morrison estava completamente ligado aos xamãs tribais, aos devaneios no abismo sombrio da existência, na busca pelo oculto, por sua alma atormentada. Foi uma figura adorada, odiada e temida. Como Crane, era um místico errante dos cemitérios, das orgias bacantes e da busca por respostas do porque da nossa existência neste universo. Morrison morreu em 1971, por overdose de heroína. Como tantos outros, perseguiu a morte, que hoje é tão cultuada no black metal, mas sem profundidade na maior parte do tempo.
Basta vocês lerem pelo menos dois livros de Castañeda para terem idéia do caráter de Morrison, cito “A erva do Diabo” e “Viagem a Ixtlan”. Aliás, os dois se conheceram pessoalmente e Morrison sugeriu a filmagem da vida de D. Juan (bruxo nagual mestre, personagem central das obras de Castañeda, seu próprio guru). Morrison estudou cinema com Francis Ford Copolla, e gravou um pirata raríssimo na casa de Robert Plant (Led Zeppelin), ao lado das guitarras de Hendrix e Johnny Winter, chamado “Sky Hight”.
John Densmore, o baterista que estudava meditação indiana no centro do mestre indiano Maharishi (o mesmo dos Beatles) escreveu uma obra-prima biográfica do The Doors, chamada “Riders on The Storm”, recomendado para quem quer saber mais sobre o aspecto sobrenatural desta banda.
Muitas bandas, desde os anos 60 até hoje, tem a morte como inspiração de seus temas, capas e músicas. Como na frase de Dante em “A Divina Comédia”: - No fim, todos Imperadores e Reis da Terra, até o maior, se curvam ao trono da morte.
Talvez esta seja uma matéria um pouco mórbida, mas estudar a existência ou ouvir a música e letra de bandas como The Doors ou Atomic Rooster não fica por menos. Uma atmosfera sombria, que aguarda a todos nós, independente da razão social ou do poder aquisitivo. Talvez na próxima curva, talvez na próxima esquina, talvez em algum lugar no tempo, no espaço, “a morte estará caminhando atrás de você”. Até a próxima, ou não...
Este video eu selecionei de vários shows e raros video-clips da banda desde os anos 70.
Alemanha na década de 1970, o Eloy passou por diversas fases em sua longa carreira, tendo como único membro constante o guitarrista e vocalista Frank Bornemann . Surgindo em 1971, a banda se transformou de um grupo de hard rock com temática política em uma banda de rock progressivo com sonoridade espacial, com os lançamentos dos seminais Dawn (1976) e Ocean (1977), que soavam como uma mistura de Jethro Tull , Camel e Pink Floyd . Em formações posteriores, o Eloy migrou para um som de hard rock mais acessível, com fortes elementos progressivos, um estilo que continuariam a aprimorar no século seguinte com trabalhos abrangentes como Visionary (2009) e Echoes from the Past (2023).
A banda Eloy foi formada em 1969 por Frank Bornemann (guitarra, gaita, percussão), Erich Schriever (vocal principal, teclados), Manfred Wieczorke (guitarra, baixo, vocal), Helmut Draht (bateria) e Wolfgang Stöcker (baixo). Com o nome inspirado na raça humana do livro "A Máquina do Tempo", de H.G. Wells , eles lançaram seu primeiro single, "Daybreak", em 1970 e seu álbum de estreia homônimo no ano seguinte. Repleto de hard rock convencional e mensagens políticas, o álbum é uma anomalia no catálogo da banda. Schriever , responsável pelas letras políticas da banda, deixou o grupo após o álbum de estreia do Eloy, assim como Draht , que foi substituído por Fritz Randow .
Dentro
O álbum Inside , lançado em 1973, consolidou o grupo como uma banda de rock progressivo. Após o álbum, que teve um desempenho razoável, Stöcker deixou a banda, sendo substituído por Luitjen Janssen . Floating (1974) e Power and the Passion (1975) aumentaram a reputação e o sucesso do Eloy; este último foi gravado com o segundo guitarrista Detlef Schwaar . Foi também o primeiro álbum conceitual do grupo. A banda se separou em 1975, com alguns membros querendo continuar a compor álbuns conceituais de rock progressivo e experimental, enquanto outros preferiam uma abordagem mais contida.
Ao vivo
Eloy ressurgiu em 1976 com Bornemann como produtor e mentor da banda, que contava com os novos membros Klaus-Peter Matziol (baixo, vocal), Detlev Schmidtchen (teclados, vocal) e Jürgen Rosenthal (bateria, vocal). Com essa formação, Eloy se tornou o grupo alemão mais vendido de sua época, com álbuns conceituais cada vez mais elaborados, como Dawn (1976) e o espacial Ocean . Eloy Live foi lançado em 1978, e Silent Cries and Mighty Echoes, do ano seguinte, foi o disco mais vendido da banda.
Schmidtchen e Rosenthal deixaram o grupo para seguir carreira solo e foram substituídos por Hannes Folberth e Jim McGillveray , respectivamente. Eloy também adicionou o guitarrista Hannes Arkona . A nova formação lançou Colours em 1980, álbum que marcou o início do abandono dos elementos espaciais da banda em busca de um som de rock mais pesado. Planets (1981) e Time to Turn (1982) foram duas partes de um álbum conceitual de ficção científica que apresentou o som do grupo cada vez mais dominado por teclados. A banda lançou Performance e Metromania em 1984 e se separou devido a divergências musicais após uma série de shows de despedida na Inglaterra.
Ra
O Eloy retornou em 1988, desta vez como um duo com Bornemann e o multi-instrumentista Michael Gerlach . O primeiro álbum do Eloy com essa formação foi Ra , que marcou um retorno ao som de Colours . Foi seguido por Destination (1992) , com sonoridade semelhante . Ambos os álbuns tiveram um bom desempenho nas paradas alemãs. Vários membros do Eloy se reuniram em 1993 para regravar faixas antigas para Chronicles I , seguido por Chronicles II no ano seguinte. Em 1994, a banda gravou The Tides Return Forever , que contou com o retorno de Klaus-Peter Matziol . O álbum conceitual Ocean 2: The Answer , com o novo baterista Bodo Schopf , foi lançado em 1998, mas levariam muitos anos até que a banda retornasse ao estúdio novamente.
A Visão, a Espada e a Pira, Parte 1
Em 2009, após inúmeras coletâneas, relançamentos e box sets, o Eloy se reuniu para um novo álbum de estúdio. O resultado, Visionary , contou com a formação de Frank Bornemann nos vocais e guitarra, Klaus-Peter Matziol no baixo, Michael Gerlach nos teclados e Bodo Schopf na bateria e percussão. Em 2017, após outro longo hiato, a banda lançou The Vision, the Sword and the Pyre, Pt. 1 , o primeiro de uma planejada ópera rock em três volumes sobre a vida de Joana d'Arc. The Vision, the Sword and the Pyre, Pt. 2 foi lançado no final de 2019, e o volume final, Echoes from the Past, chegou às lojas em 2023.
Absurda performance.O interessante são os focos "underground" em que estas bandas estão se apresentando.Locais mais pequenos, banda na cara do público,jogo de luzes estrobocópicas com multi=canhões constantes iluminando e ritmando com o som(em especial da batera)
Vocalista performático, aberturas sinfonicas de teclados e sintetizadores que costuram a trama macabra da apresentação dando a atmosfera e suporte musical abissal...Estas bandas são fóra da mídia convencional, mas tem seu nicho e público focado!Muitas bandas estão nesta praia, bem como no Brasil,onde a cena Black Metal e Death é forte, mas ilhada e cercada pela sociedade preconceituosa.
Ouçam a cacetada!!!
A banda americana Cradle of Filth( talvez a mais famosa e tenebrosa de Black Metal da região americana) acumulou uma quantidade de gravações em CDS enorme e de qualidade dentro deste nicho específico.Um metal sinfonico e muitas vêzes misturado ao Death ,com visual performático.
Eu adorei esta "releitura" de um dos hinos de grupo!!Curtam a loira vamp...Fatntástica performance!!
Com um visual inicial no Dead Can Dance na linha da Siouxie(gótica)e uma visão e estilo vocal tão únicos quanto precisos e abrangentes, Lisa Gerrard se estabeleceu como uma das compositoras cinematográficas mais aclamadas do mundo, ganhando um Globo de Ouro por seu trabalho na trilha sonora de “Gladiador”, com Hans Zimmer.O Dead Can Dance tem vasta discografia, e uma das iniciais foi trilha do filme Cult "Baraka". Lisa também recebeu uma indicação ao Oscar por 'Gladiador' junto com mais duas indicações ao Globo de Ouro por suas trilhas sonoras para 'Ali' e 'The Insider'. O trabalho cinematográfico de Lisa também inclui 'Whale Rider', um longa-metragem que recebeu uma indicação ao Oscar e rendeu a Lisa um prêmio internacional pela trilha sonora. Sua jornada musical começou no início dos anos 1980, quando ela e seu colega australiano Brendan Perry formaram a dupla 'Dead Can Dance'. Em 2012, a banda se reuniu para uma turnê mundial esgotada. Com nove álbuns lançados entre 1984 e 1995, a tela musical da dupla se expandiu a cada lançamento para incluir uma mistura atemporal de influências da música mundial, cantos medievais, baladas folclóricas, estilos barrocos, sabores celtas, eletrônicos, amostras e qualquer outra coisa que lhe agradasse. Vários álbuns solo e colaborativos foram bem recebidos e Lisa fez uma progressão natural para compor para filmes. Em 2009, Lisa compôs a trilha sonora do aclamado longa-metragem 'Balibo', pelo qual ganhou o Screen Music Award de 2009 de Melhor Trilha Sonora, um Prêmio Aria e mais 3 indicações. Em 2010, Lisa terminou sua trilha sonora para 'Oranges and Sunshine' e o polêmico filme 'Tears of Gaza'. Em 2011, ela completou a trilha sonora de 'Burning Man', que ganhou sua Melhor Trilha Sonora no Film Critics Circle of Australia Awards de 2011. Em 2013, Lisa interpretou o papel vocal principal na comovente peça de concerto “Diaries of Hope”, do principal compositor de cinema europeu Zbigniew Preisner, inspirada em diários e poemas de crianças polonesas vítimas do Holocausto. Estreou em Wroclaw, Polônia, e no Barbican em Londres. As apresentações vocais de Lisa continuam sendo ouvidas em todo o mundo, com um número planejado para 2018, incluindo uma apresentação de 'Gladiator Live' no The Royal Albert Hall em Londres. Em 2016, Lisa colaborou com James Orr na trilha sonora do thriller '2:22' de Paul Currie. Ela também colaborou com Marcello De Francisci na trilha sonora do longa-metragem “Jane Got a Gun”, dirigido por Gavin O'Connor e estrelado por Natalie Portman e Ewan McGregor. Mais recentemente, ela completou a trilha sonora com James Orr de 'West of Sunshine', que estreou no Festival Internacional de Cinema de Veneza. Mais recentemente, Lisa colaborou com The Mystery of the Bulgaria Voices em seu próximo álbum, que será lançado pela Prophecy Records em 25 de maio de 2018. O primeiro single do álbum 'Pora Sotunda'
Este vídeo apresenta o Memorial da Cultura de Campinas dedicado à produtora cultural Cáthia Cantusio, que possui uma trajetória de mais de 35 anos na cena artística local.Principais tópicos abordados:
Trajetória e Formação: Cáthia relata seu início nas artes em Campinas, passando pelo teatro escolar na juventude, sua experiência com produção de shows, iluminação e som, até seu envolvimento profundo com a dança (0:12 - 5:50).
Espaço Cultural Lince Negro: A fundação do espaço em 1995, que se tornou um polo para a Dança do Ventre e outras modalidades, promovendo o intercâmbio cultural e a revelação de novos talentos (5:00 - 8:00).
Projetos Culturais de Destaque: O vídeo destaca sua atuação na criação de festivais, como a Semana da Cultura Árabe (19 anos de edição), o Mercado e Festival Mundo Brasil Árabe e os variados Saraus (presenciais e virtuais), que dão palco a artistas diversos (8:00 - 12:45).
Contribuição à Cidade: Cáthia menciona sua dedicação em formar novos professores, publicar apostilas didáticas, realizar projetos de fotografia cultural e editar a série de Calendários Culturais distribuídos gratuitamente (11:00 - 13:00).
Conteúdo Adicional:
O vídeo também inclui depoimentos e registros de workshops realizados na Estação Cultura, mostrando a parceria da produtora com bailarinas internacionais (como Warda Maravilha) e seu impacto contínuo na vida cultural de Campinas.
WALTER FRANCO:
REVOLVER 1975
"FEITO GENTE"
Impossível não fazer uma analogia ao vocal e construção da música com John LEnnon (incluindo o nome do álbum) !!! Eu te amei como pude...e quem não amou algumas vêzes e não teve o retôrno almejado?? E ainda levou uma surra no braço de ferro do "amor"
Um livro ZEn do desapego e desabafo num rock de uma época fantástica no Brasil !
Walter Franco trabalha a aceitação, o desapego e a finitude com a precisão de um filósofo oriental.
Sob a ótica da Teosofia e das filosofias orientais (como o Zen), isso reflete a superação do ego e do amor possessivo.É uma abordagem muito próxima da música ambiente e do pós-rock experimental, onde a calmaria transmite uma densidade emocional gigantesca. A música respira junto com o ouvinte.O eu-lírico reconhece que deu o máximo de sua capacidade espiritual naquele momento, sem a culpa de não ter atingido as expectativas ilusórias do outro. É o amor livre de amarras cármicas.
"Feito gente, feito fase Eu te amei, como pude.
Fui inteiro, fui metade Eu te amei, como pude Fui a faca e a ferida Eu te amei
como pude Feito bicho que se espanta Eu te amei como pude Quando chega: a morte
e a vida... Feito lixo que se queima, Eu te amei como pude. Feito chama quando
arde, Eu te amei... Como pude. Fui capacho, já fui lama Eu te amei como pude Fui
herói, fui covarde Eu te amei como pude Feito a dor que cedo ou tarde Eu te amei
como pude. Dói o corpo e dói a alma... Feito água, feito vinho Eu te amei como
pude Feito mágoa, feito espinho Eu te amei... Como pude Fui um poço, pensamento
Eu te amei como pude Fui a calma e a revolta Eu te amei como pude Fui a vela,
fui o vento Eu te amei como pude A partida foi a volta..."
A Matemática do Desespero (O Minimalismo Poético)ITAMAR: MILÁGRIMAS
Oficial de Itamar Assumpção foi lançada no LP Intercontinental! Quem Diria! Era Só O Que Faltava!!!, no ano de 1988.
A letra trabalha com uma contagem progressiva e obsessiva de sofrimento ("Uma lágrima / Duas lágrimas / Três lágrimas / ... / Mil lágrimas"). Musicalmente, isso funciona como as estruturas repetitivas do minimalismo erudito (como Philip Glass ou Steve Reich) e do próprio Krautrock. É a repetição que gera o transe. O sofrimento não é dito em metáforas complexas, mas na insistência do ritmo.
A repetição mecânica de chorar e contar as lágrimas reflete o "Mito de Sísifo" (de Albert Camus): a repetição eterna de uma dor absurda. O eu-lírico está preso em uma engrenagem geométrica da tristeza, onde o sofrimento é quantificado, mas a alma continua vazia.
O genial do Itamar é que, enquanto a letra é de um lirismo cortante e quase clássico, a moldura musical dele (com a Banda Isca de Polícia) quebra o sentimentalismo barato. O baixo marcado, os cortes secos e a interpretação quase falada impedem que a música vire um melodrama comum. É dor pura expressa através de arte de vanguarda.
AQui um video do Original e depois uma "releitura"
São vários SAMPLERS AO VIVO de sintetizadores da Yamaha muito raros e analógicos/vintage.
Inclui aqui um CS-10, um CS-60, um YS200, DSR 1000 e um DJX-PSR1D.Sampler
MELLOTRON M-400
( Criado no Teclado Synth Yamaha DJX-PSR1D.Sampler)por Amyr Von Bathel Cantusio.Timbre muito usado pelo King Crimson & Genesis anos 70.
Espero usar para os fans numa próxima apresentação do ALPHA III
FILME: Cathia Cantusio (celular -Home Studio)
Detalhes:
1- Primeiro consegui um Sampler ótimo de um Mellotron M-400 (naipe de Cordas puro)com 8 segundos.Depois converti para a tonalidade de C (Dó) e tratei o som.A amostra é totalmente analógica e identica ao original.
2-Na entrada do Yamaha DJX há o "Sampler In "onde gravei o Loop do Mellotron.Não é VST.
É original, e depois de inserida a nota, todo o Teclado Yamaha Synth processa e toca como o Mellotron original.
3-No painel do Yamaha Synth há ainda botões de osciladores, o qual na segunda parte do Video, dobrei a camada de Mellotron com ainda um synth na segunda voz.Há inúmeras possibilidades de misturar este Sampler de Mellotron com órgão, vozes, ou criar outros sons raros como o Mellotron de Voz, Hammond B3, Arp 2600, etc...
Hoje Enquanto o mainstream teima em dizer que o Rock morreu, o underground brasileiro continua cavando sepulturas e parindo verdadeiras obras-primas da brutalidade. Se você está cansado do mais do mesmo e busca o som mais denso, ríspido e atmosférico feito em território nacional, veio ao lugar certo. No post de hoje do The Dusk Zone, separamos os nomes que estão moldando o Black Metal e o Industrial Dark Rock atual. Prepare os fones de ouvido e mergulhe na escuridão.
Alguns Videos nesta página para voce pular no abismo!!
VIDA APÓS A MORTE
Vamos direto.Agora sem especulações de qualquer religião ou filosofia.
As Escolas de Iniciação e Ocultismo/Yoga Milenares estão no terreno da observação PRÁTICA.Não se trata somente de mais estudos acadêmicos/religiões ou filosofia de qualquer tipo.
Aqui vão algumas respostas dadas aos ADEPTOS & ALUNOS durante milênios de prática.Se servirem para vocês se prepararem para o inevitável, ótimo.
-Não há Deus algum.Deus uma invenção do homem para amortecer o medo da morte inevitável.Ninguém está no controle ou observando.(Nietzsche) Basta olhar a humanidade em sua terrível jornada de genocidios e catástrofes.
-Deus é a própria Estrutura e Consciência Universal de tudo e todas as coisas, e se manifesta nos seres, cada qual segundo sua possibilidade na matéria.
Há 3 possibilidades imediatas após a morte física:
a-)85% da matéria e dos seres (humanos/plantas/animais/planetas/galáxias) são destruídos totalmente para formar novas massas moleculares.A morte é total e absoluta.Nada resta a não ser o lixo que é reciclado.
b-)A CONSCIÊNCIA desenvolvida pela Yoga e Adeptos sobrevive no grau INCORPÓREO numa densa/infinita e etérea névoa,onde não há ansiedade/medo/lembranças/dor/fome/etc...Algumas vêzes estas consciências SONHAM e se lembram de fatos quando encarnadas em planos materiais.Podem criar ilusões e densidade nestes sonhos, viverem neles.Mas não são constantes nem eternos.São cíclicos;Reencarnação e Lembranças de outras vidas.
b-)Consciencia negativa é desenvolvida por seres MALÉFICOS/DESTRUIDORES/MEDÍOCRES que trabalharam CONTRA a natureza,matando, violentando,destruindo.invejando, etc....Estas consciências também persistem após a morte, mas numa zona denominada AVICHE
( escura/densa/pegajosa/baixo astral)
Eu tive experiências com esta região sombria, em estado de MENTE ALTERADA com o corpo astral várias vêzes.Voce não vê coisa alguma( as vêzes a escvuridão é tão densa, que voce consegue ver paisagens muito estranhas...) mas escuta lamentos/gritos/e sente as formas.
c-) ambas estas 2 formas de CONSCIÊNCIA INCORPÓREAS podem voltar aos planos materiais e REENCARNAR.Seja na matéria de VIKARMA
( animal/planta/mineral/) ou Kármica (humanóide) Mas elas representam no máximo 3% das espécies CONSCIENTES( seja positiva ou negativa)
Não há inferno,mas há zonas de consciência como bolhas de água flutuando no óleo metafísico cósmico
( cada bolha teria sua densidade).A impossibilidade de encontrar seres vivos ou conhecidos após a morte é alternativa, dependerá do nível de cada indivíduo absoluta.Cada um vai sair com sua própria mônada/consciência.Voce nasce e morre sózinho.
Não há casas/apartamentos/bancos/sexo/comida nos planos incorpóreos.Isto é uma fantasia.Mas há praias "astrais" em casos em que o indivíduo sonha após a morte estar em "ilhas" de lembranças da vida na Terra.Mas a realidade está extremamente além em mundos incorpóreos, de outra densidade de matéria, ou anti-matéria, ou digamos, espiritual.
LIvros de Allan Kardec se estudados sem preconceito abrem uma vasta janela para isto.A Filosofia Védica, e livros atuais "científicos" aqui mostrados para pesquisa idem!.Helena Blavatsky (A Doutrina Secreta) é algo descomunal em sabedoria ancestral, totalmente desconhecida das "massas" apesar de seus livros estarem em todas prateleiras de livrarias atuais, com relançamentos.Yogananda(Auto Biografia de Um Yogue) é altamente indicado.O Livro de Urantya, uma obra monstruosa e estranha.Vale a pena a pesquisa.E os livros abaixo.
Fantastica arte de capa ( LP e CD) Em italiano quer dizer: "Local das fadas"
Rock Progressivo de cabeceira italiano, uma das melhores bandas que gravaram um único LP tal qual Museo Rosenbach. Pianista (tecladista) se destaca.MUito bom!!!
Mais uma ótima banda italiana. Intrincada e complexa, melódica e agradável. O estilo é um rock sinfônico com arranjos e desenvolvimentos que aproveitam ao máximo uma instrumentação rica e variada. O delicado trabalho melódico, compartilhado por vocais, teclados, guitarras e flauta, é sustentado por ritmos dinâmicos para criar um som que alterna entre acústico e elétrico. Tão bom quanto o melhor do BANCO DEL MUTUO SOCCORSO.
Fãs de rock sinfônico progressivo exuberante e complexo vão adorar "Forse Le Lucciole Non Si Amano Piu". Este CD é uma espécie de realização final do potencial do estilo rock progressivo sinfônico, e está no mesmo nível de "Io Sono Nato Libero" do BANCO e "Inferno" do METAMORFOSI como um dos álbuns de rock progressivo favoritos de todos os tempos. Uma obra-prima!!!
Maravilhosa e rarissima ópera rock ANIARA da Noruega pelo fabuloso pianista Ketil Bjornstad (1983) Ela contém corais, misticos, profundos e synths, bateria , sopros,percussão!!!Imperdivel!!
THE BEST OF MUSSORGSKY (CD)
A Orquestra Gürzenich de Colônia, cujo maestro honorário é Dmitrij Kitajenko desde 2009, mantém uma parceria de mais de 30 anos com o regente, resultando em excelentes gravações de álbuns. Com essa orquestra, agora, o álbum apresenta Quadros de uma Exposição, de Modest Mussorgsky. A Orquestra Gürzenich de Colônia é uma das principais orquestras da Alemanha e possui uma longa tradição. Desde 1986, a orquestra tem sua sede na Filarmônica de Colônia, onde realiza cerca de 50 concertos anualmente, além de mais de 160 apresentações por ano na Ópera de Colônia. Desde a temporada 2015/2016, François-Xavier Roth é o novo Maestro Chefe e Diretor Musical Geral da Cidade de Colônia.
1-Quadros de Uma Exposição
(baseada na orquestração de Ravel)
2-Noite no Monte Calvo
3-Dança dos Escravos Persas
Modest Mussorgsky - Quadros de Uma Exposição
Modest Mussorgsky nasceu em 21 de março de 1839 e morreu em 1881 na Rússia. Sua formação básica, apesar de estudos com grandes compositores desde os 8 anos de idade (a mãe, Anton Herke, Padre Krupsky, entre outros) foi autodidata.
Sua peça exclusiva para piano “Quadros de Uma Exposição” foi inspirada após a morte dramática de um de seus amigos pintores, Victor Hartmann, em seus quadros.
Esta peça mostra a dramaticidade realista e impressionista de Mussorgsky, bem como uma técnica precisa e envolvente.
Em minha opinião, Mussorgsky é um dos maiores gênios da música erudita ao lado de Beethoven, Mozart, Vivaldi, Paganini, Liszt, Debussy, Wagner entre outros.
Sua música abrange na época uma estrutura harmônica que chega à dissonância (atonalismo) que seria desenvolvido posteriormente na música dodecafônica de Arnold Schoemberg.O Cromatismo associado à Richard Wagner já tinha grande presença na música de Mussorgsky, e Beethoven na Sinfonia Pastoral (no movimento denominado "Tempestade")já a usava largamente.
Suas Danças e Ciclos da Morte, bem como as peças Noite no Monte Calvo e a ópera Boris Godounov são permeadas de contos sobrenaturais, bruxas e rituais característicos das regiões asiáticas das estepes russas.
Densa, romântica e sobrenatural, Mussorgsky tinha como referencias do piano, Liszt e Schullmann.
Fez parte do famoso grupo nacionalista (Grupo dos 5 ) russo que tinha como membros Rimsky-Korsákov, Cui, Balakirév e Borodin.
Mas Glinka e Dargomichki eram figuras importantes nas influências deste referido grupo.
A característica de Mussorgsky é romper com os tratados convencionais do séc. XIX musical, onde arranjou muitos opositores por seu vanguardismo.
Mas também foi admirado e apoiado posteriormente por Ravel e Debussy. Este primeiro foi responsável pela única orquestração da suíte “Quadros de Uma Exposição” que originalmente como citado acima, era uma peça exclusiva para piano. Rimsky-Korsákov orquestrou a ópera Boris Goudunov.
Mussorgsky era recatado, e talvez pelo fato do isolamento e sensibilidade, tendeu ao alcoolismo, que foi a sua causa mortis ,como a de muitos artistas, incluindo escritores da época. Suas partituras encontradas eram desarrumadas e caóticas, inconstantes. Foram reorganizadas pelos seus amigos após sua morte.
A estrutura da peça Quadros de Uma Exposição dramatiza mais em cima de escalas tonais cromáticas menores, e diminutas constantes,apoiadas na terça-menor. As inserções atonais estão presentes em acidentes, ostinatos dissonantes e quebras de ritmo, parecendo serem várias pequenas peças ligadas sobrenaturalmente por um fio.
As oitavas são pesadas, rígidas, e geralmente o ataque do piano forte (P.P.) é feito em acordes de 4 dedos chapados (mão direita), com ligeiras escalas e apojaturas complexas.na mão esquerda predominam Oitavas com o polegar e mindinho.
A influência de Liszt é marcante na obra toda, bem como o nacionalismo russo e seu folclore regional, com escalas de tonalidades orientais.
Mussorgsky para mim, seria um compositor pós romântico, impressionista e dramático,nacionalista, além de tecer a teia do erudito contemporâneo, de onde as escolas posteriores beberiam sua sonoridade eclética e profunda, como Stravinsky, Prokoffiev, Alban Berg, entre outros.
ABERTO-
Restaurando e Tocando
Um piano nacional (1937-1980) que também faz som de CRAVO(vejam o video, ele possui uma placa de metal que é baixada nas cordas) Está sem algumas coberturas de teclas,muito judiado.
A música é minha, experimentos de Renascença com o Atonalismo Rítmico. (seculo 17 ao século 21)
Filme: Cathia Cantusio
HAMMOND ORGAN B3
Em 1933, um talentoso engenheiro americano chamado Laurens Hammond foi incumbido de projetar um órgão acessível para igrejas que não tinham dinheiro nem espaço para um órgão de tubos. A invenção resultante utilizava um motor elétrico que girava um conjunto de rodas de ressonância em diferentes velocidades – à medida que as rodas giravam, produziam sons de diferentes alturas, que eram captados por captadores eletromagnéticos antes de serem enviados a um alto-falante.O Hammond de 122 teclas e dois teclados fez um trabalho soberbo ao imitar o som de um órgão de tubos, cumprindo assim o propósito de sua criação. Eventualmente, porém, os músicos começaram a perceber a amplitude sonora que o Hammond poderia oferecer a outros gêneros. O pioneiro do jazz, George Gershwin, comprou um protótipo em 1934 e ajudou a popularizar as qualidades versáteis do instrumento. Desde então, os timbres expressivos do Hammond se tornaram um elemento essencial do gospel, do rock progressivo, do jazz e do rock psicodélico.Desde o início de sua produção comercial em 1935, a Hammond fabricou uma infinidade de órgãos, incluindo o C-3, o L-100 e o T-100, para citar apenas alguns. No entanto, é o seu modelo mais famoso – o B3 – que realmente personifica a glória do órgão Hammond. Por isso, hoje, achamos que valeria a pena explorar as inúmeras características do B3 e como elas foram concretizadas por alguns de seus mais lendários defensores.
LENDAS DO ROCK NO HAMMOND ORGAN B3
(Estes usaram mais , outros menos, mas todos fizeram seu registro musicais)
-Ken Hensley(Uriah Heep)
-Jon Lord (Deep Purple)
-Keith Emerson (The Nice & E-Vincent Craine ( Atomic Rooster)
-Joe Vescovi (The Trip)
-Jurgen Fritz (Triumvirat)
-Peter K. Seiler ( Tritonus)
-David Greenslade( Greenslade)
-Anthony banks( Genesis)
-Kerry Minnear (Gentle Giant)
-Rick Wright(Pink Floyd)
-Amyr Von Bathel Cantusio (Alpha III,Acron, Spectro)Brazil
-Du Rompa-Du Rompa Project - Brazil
-Ronaldo Rodrigues- Caravela Escarlate- Brazil
-David Palmer( Jethro Tull)
-Jerry Corbetta (Sugar Loaf) incríveis timbres que ele tira!!
BRAND X (1974)
Phil Collins
Phil Collins acabou cruzando os caminhos de um grupo de "jazz rock" em suas andanças pelos estúdios em 1974.Um produtor disse se ele não queria entrar na "batera" de uma banda muito boa que estava procurando um baterista da qualidade de Billy Cobham ou Steve Gadd.Collins estava em Tour com o Genesis comandado por Peter Gabriel nesta época.Aliás foi o final da era Gabriel, com o último disco (album duplo)The lamb lies Down on Broadway.Gabriel nunca mais retornaria ao Genesis a não ser no Gabacabriel (bootleg) concerto beneficiente mal cantado por sinal para angariar fundos ao próprio Gabriel!
Voltando ao Brand X ,um grupo formado por músicos fantásticos e virtuoses como Percy Jones(baixo), John Goodsall(guitarras),Robin Lumley(teclados) e Phil Collins(bateria e voz) além do percussionista(R.I.P.) Morris Pert.
Como diz Collins na única entrevista, Genesis e Brand X eram duas bandas extremamente opostas.No Genesis Phil usava uma bateria/kit Premier e era extremamente disciplinado nas improvisações.Já no Brand X ele usava uma bateria/kit Gretsch e abusava a vontade das improvisações jazzísticas e experimentalismos vanguardistas.
Ele dizia que no Brand X ele era mesmo o Phil Collins baterista.No Genesis ele era um músico percussionista que trabalhava para um grupo dirigido musicalmente.
Os LPS que acho sensacionais e únicos, mostrando que Collins é um dos 10 melhores bateristas do sec.XX sem dúvida são os que ele toca,e eu tive o prazer de furar todas as bolachas nos anos 70 :
-Unorthodox Behaviour (1976)
-Moroccan Roll (1977)
-Livestock (Live 1977)
-Product (1979)
-Do They Hurt? (1980)
-Is There Anything About? (1982)
Os LPS são obras raras e essenciais!!São raros também os videos do Brand X com Phil Collins bem produzidos, creio que, na época, os recursos de uma banda "underground" que não era como o Genesis, fizeram uma certa obscuridade na banda.
ALPHA III- Easy Rider
Com a famosa moto de " Sem Destino" filme cult anos 70!!
Amyr Von Bathel Cantusio
FOTO:Cathia Cantusio
Easy Rider é um filme americano de drama e estrada de 1969 , escrito por Peter Fonda , Dennis Hopper e Terry Southern , produzido por Fonda e dirigido por Hopper. Fonda e Hopper interpretam dois motoqueiros que viajam pelo sudoeste e sul dos Estados Unidos , Outros atores no filme incluem Jack Nicholson , Karen Black e Toni Basil . O sucesso de Easy Rider ajudou a impulsionar a era da Nova Hollywood no início da década de 1970.
Um filme marcante da contracultura e um "ponto de referência para uma geração" que "capturou a imaginação nacional" e o "espírito da cultura das drogas" da época. Easy Rider explora o panorama social , as questões e as tensões em relação aos adolescentes nos Estados Unidos durante a década de 1960, incluindo a ascensão do movimento hippie , o uso de drogas e o estilo de vida comunitário .
AMYR VON BATHEL CANTUSIO:
( Video Arte & Filosofia, Cena, Poesia, Música e Movimento)
Peça Teatral Avant Garde .Produção, Trilha Sonora, Composição, Direção
(*) Textos inspirados em Charles Baudelaire - França 1821-1867
BARATA CICHETTO:
Narração/ correção textos/arte final
Este é um video interativo imersivo com inspiração num poema "As Flores do Mal" de Baudelaire (França)
Eu compus muitas ´partes do conteúdo escrito baseado no Apocalipse e alguns textos de Baudelaire.
O teor é dramático e tenso.sobre um anjo que entra no inicio da história humana sôbre o Planeta Terra e acompanha o trajeto da humanidade até o Apocalipse.também compus toda a trilha sonora, arranjos e monólogo para teatro.Barata Cichetto fêz as narrativas.(R.I.P.)
Fizemos um ensaio aberto -concerto no "Clube da Música" em março de 2026 com a formação inicial do LP "Mar De Cristal" . Músicas nóvas e inéditas, e um arranjo para Fanfare for Common man(Aaron Copland) in memoriam de Keith Emerson.
Som bem kraut, improvisos, e alguma coisa como Fogo Da Sepente que foi gravada no álbum do ALPHA III "Voyage to Ixtlan" primeiro formato em CD na Itália -Mellow Records
AMYR VON BATHEL CANTUSIO: synths, vocal e synth baixo
MAURICIO LAMBIASI: drums
1-Fanfare for a Common Man 2-Fogo da Serpente 3-Sinais do Absismo
4-Aniara
Campinas S.P. Brazil
Filmado por Cathia e Lu
01 - Magus (00:00)
02 - Sacerdotiza (02:40)
03 - Imperatriz (05:47)
04 - Imperador (08:31)
05 - O Papa (11:37)
06 - Os Amantes (14:47)
07 - A Carruagem (17:44)
08 - A Justiça (20:29)
09 - O Eremita (23:33)
10 - A Roda Kármica (26:47)
11 - A Força (32:49)
12 - O Enforcado (29:46)
13 - A Morte (32:49)
14 - A Temperança (34:46)
15 - O Diabo (37:55)
16 - A Torre (40:50)
17 - A Estrela (43:32)
18 - A Lua (46:38)
19 - O Sol (49:27)
20 - O Juízo Final (53:37)
21 - O Mundo (56:25)
22 - O Louco (59:05)
"Para quem curtiu meu LP de 1988, Ruínas Circulares, ou o Lp The Seven Spheres (ambos lançados também em CDS pela Rock Symphony no Brasil), este trabalho conceitual segue a mesma linha.
Uma mistura de música eletrônica e rock progressivo, com um teor mais dark e sobrenatural, pois se trata de 21 peças musicais pequenas (Total 60 minutos), baseadas no Tarot (O Tarô possui 22 arcanos maiores, sendo que o Zero corresponde ao 22).
Cada faixa tem em média 3 minutos e equivale a uma "carta" do Tarot com seus aspectos.
Eu conheço bem o Tarot, o qual estudei e pratiquei durante 20 anos durante estudos de teosofia."
Amyr Cantusio Jr
EQUIPAMENTOS:
Sintetizadores (Korg DW8000, Korg Poly61, Yamaha V-50, Yamaha SY-77, Casio CZ1000, Kawai5000/S, Yamaha CS-15, Arp2600, Mellotron VST 200), Yamaha Drum Machine RX-5, Roland Drum Machine Acid TR909.
ALPHA III-The Seven Spheres 1990 LP Remaster 2024 (Remaster Digitalizada com I.A.)
AMYR CANTUSIO JR: Digital CD Reedit+Bonus from LP 1990- 2024 and all Music Compositions.-Synthesizers(Yamaha- V-50/ SY-77/DSR1000/ CS-30 L Mono/ CS-60)Derback/Drums/Electric Sitar and Percussion.
Engineer:Moisés Leite & Gerson
Juratel StudiosAnalog MasterTape in 7/Meio - RPM Recording (Rolo Teac -Ampex 1 Polegada)Campinas S.P. Brazil
01. Jesus Christ Theme
02. Jesus As a Child
03. Desert Theme
04. The Temple of Israel
05. Arabian Nights
06. The Temptation-Voices
07. Lazaru's Ressurection
08. Temple of Profanation-Turbulence
09. Jesus Nativity
10. The Crucifixion
11. Jesus Ascending
12. Prologue
13. Magdalena (Bonus Track)LP PRODUCED BY ROCK FOREVER SHOP(S.P.Galeria do Rock by Marquinhos) 1990-
-Baseado no importante achado dos manuscritos do Mar Morto a história oculta de Jesus Cristo.(QÜMRAN - NAG HAMMADI) J.J.Benitez ( Uranthya)SINOPSE:Meu último trabalho em Vinil LP ,foi produzido pela Rock Forever(Marcos Nascimento) em São Paulo.Também, assim como AGARTHA ,não se trata de um disco de rock progressivo nem de eletronico kraut rock/Berlin School.Na realidade na época eu estava fazendo uma consultoria musical para o alemão/cientista Holger Kersten para seu livro "Jesus Viveu na Índia"um best seller com prefácios de Arthur Clarke ( 2001 Odisséia no Espaço) e Shirley Maclaine.Este LP é parte de 2 horas de gravações experimentais de músicas para trilha sonora.É um disco "avantgarde erudito de música eletronica".Abre com tema em órgão de tubos que se repete no lado 2 do LP em outro arranjo, minimalista e secular sacro.Na segunda faixa tem um arranjo renascentista com oboé,orquestrações e depois 2 faixas eletronicas minimalistas.No lado 2, assim como no LP Ruinas Circulares, faço vocais experimentais e inclusão de sitars produzidas nos synths, uma percussão meio tribal com alguma levada de jazz rock.Também tem temas do oriente médio.E finalmente, como não tínhamos dinheiro suficiente para pagar estúdio( as fitas Scotch 226 de rolo e Basf eram caríssimas) fizemos a gravação em metade da velocidade (Sete e Meio RPM) quando o normal seria em 15 RPM.Como o tempo era muito longo aproveitamos o máximo de quase 20 minutos de cada lado .O LP foi lançado em CD bem depois pela Rock Symphony de Niterói com outra capa,feita por eles próprios.Este seria o terceiro LP da trilogia que começa com o LP Ruínas Circulares passa por The Aleph e termina no mesmo estilo sinfônico experimental em The Seven Spheres.Os sintetizadores usados foram praticamente os mesmos analógicos e digitais da Yamaha ,hoje muito raros.Capa sob encomenda,feita pelo jornalista do Correio Popular de Campinas, Joaquim Daldin Miguel.
Campinas S.P. Brazil
vonbathel@gmail.com
Rock, Filosofia & Ocultismo.
O objetivo deste livro é demonstrar o cérebro, o intelecto, a filosofia e a metafísica por trás do maior fenômeno mundial da história da música, denominado Rock.
É inegável que a partir principalmente de 1966, começando praticamente com os Beatles, a filosofia oriental hindu passou a ser inserida em doses maciças na música do quarteto, e depois passou a influenciar toda a psicodelia.
Os álbuns Revolver e Rubber Soul são já permeados de citar e tablas pelas mãos de Harrison, com apoio de Lennon, quando os dois estiveram um tempo na Índia.
Mas quem acabou se envolvendo profundamente com a música,cultura e filosofia hindu, foi George Harrison, que conhece Swami Prabhupada (Bhakti Yogue) e se inicia na sitar com Ravi Shankar, se tornando um profundo adepto destes 2 Gurus.
Isto entraria profundamente nas músicas dos Beatles e sacramentaria todo o rock, e porque não, a própria música erudita de vanguarda , a partir de 1968, como o minimalismo de Phillip Glass.
Dai por diante, grande facção de músicos passou a explorar o Oriente como inspiração, citando aqui Mahavishnu Orchestra (com seu excelente guitar man John McLaughlin), o guitarrista Carlos Santana (que se tornaria Devadip Carlos Santana e faria sua ode à Buddha no LP Onennes), aos lideres do movimento de música erudita serial e minimalistas, que adotariam posições Zen Budistas em suas performances, como Phillip Glass, John Cage e Stockhausen!!
Posteriormente cresce a amizade de Lennon e McCartney com os membros do Pink Floyd, onde em seções cedidas para jams do Floyd na Abbey Road, eles trocavam mútuamente idéias e sons, e também de certo, inspirações musicais que influenciaram uns aos outros.
Sobre a música gerada após este notável encontro, é de se notar a transformação que ocorre na música dos Beatles, a partir de Sgt.Peppers.
Este geraria e influenciaria todo o movimento psicodélico posterior, até desembocar em Woodstock e no Kraut Rock progressivo alemão.
Sobre o Álbum Branco, é de se notar o envolvimento mais profundo dos Beatles com a filosofia oriental indiana. Cito em especial notas sobre este maravilhoso álbum, que na realidade teria suas bases nos discos Revolver e Rubber Soul:
(*) Álbum Branco (Duplo)
Note-se que antes de tudo, este é o primeiro LP a inaugurar o recém fundado selo “APPLE”.
A maioria das canções do disco foi feita durante a meditação transcendental em Rishikesh, na Índia com Maharishi Mahesh Yogi. Embora fosse uma meditação profunda concebida inicialmente para livrar os membros de todas as obrigações e aflições de seu mundo, ambos Lennon e McCartney davam suas escapadas para, clandestinamente, "irem ao quarto um do outro esboçar algumas idéias." Lennon disse tempos depois: "Eu escrevi minhas melhores músicas lá." Beirando quase quarenta músicas que foram inicialmente arranjadas e gravadas em Kinfauns, na casa de Harrison em Esher.
Os Beatles deixaram Rishikesh antes do tempo, com Starr indo primeiro (que tentou ficar mais tempo pressionado pelos companheiros, mas acabou partindo, se sentindo muito mal pelo tédio) seguido por McCartney Osho - Felicidade e Meditação
"Felicidade não é algo fácil de se acreditar. Parece que o homem não pode ser feliz. Se você falar sobre sua tristeza, depressão e miséria, todo mundo irá acreditar. Isso parece ser natural. Mas se você falar sobre a sua felicidade, ninguém acreditará em você - isso parece ser não-natural.
Sigmund Freud, depois de quarenta anos de pesquisas a respeito da mente humana, trabalhando com milhares de pessoas, observando milhares de distúrbios mentais, chegou à conclusão de que a felicidade é uma ficção: o homem não pode ser feliz. No máximo, nós podemos fazer coisas um pouco mais confortáveis, e isso é tudo. No máximo, nós podemos tornar a infelicidade um pouco menor, e isso é tudo. Mas, feliz, o homem não pode ser.
Isso parece ser muito pessimista, mas se olharmos para o homem moderno, veremos que é exatamente assim; parece que isso é um fato.
Buda diz que o homem pode ser feliz, tremendamente feliz. Krishna canta canções sobre a felicidade suprema. Jesus fala a respeito do Reino de Deus. Mas como você pode acreditar em tão poucas pessoas, as quais podemos contar nos dedos, contra toda a massa, milhões e milhões de pessoas ao longo dos séculos, que permanecem infelizes, caminhando mais e mais em direção à infelicidade. Toda a vida dessas pessoas é uma história de miséria e nada mais. E depois vem a morte! Como acreditar naquelas poucas pessoas?
Ou elas estão mentindo, ou elas estão enganadas. Ou elas estão mentindo por algum motivo, ou elas são meio malucas, enganadas pelas próprias ilusões. Elas devem estar vivendo para satisfazer um desejo. Elas queriam ser felizes e começaram a acreditar que elas eram felizes. Mais do que um fato, isso parece uma crença, uma crença desesperada, Mas como aconteceu dessas poucas pessoas se tornarem felizes?
Se você deixar o homem de lado, se você não prestar muita atenção ao homem, então Buda, Krishna, Cristo irão parecer que são mais verdadeiros. Se você olhar para as árvores, se você olhar para os pássaros, se você olhar para as estrelas, então verá que tudo está vibrando em tremenda felicidade. Parece que a felicidade é a matéria-prima com a qual a existência é feita. E somente o homem é infeliz.
36 - Musicoterapia (Dança-Rítmos-Estilos-Compositores) Amyr Cantusio Jr. - 25 No fundo, alguma coisa está errada. Buda não está enganado, nem está mentindo. E eu digo isso a você, não com base na autoridade da tradição; eu digo isso a você com base na minha própria autoridade. O homem pode ser feliz, mais feliz que os pássaros, mais feliz que as árvores, mais feliz que as estrelas, porque o homem tem algo que nenhuma árvore, nenhum pássaro, nenhuma estrela tem. O homem tem consciência.
Mas quando você tem consciência, então duas alternativas são possíveis: ou você pode tornar-se infeliz, ou você pode tornar-se feliz. A escolha é sua. As árvores simplesmente estão felizes porque elas não podem ser infelizes. A felicidade delas não é liberdade; elas têm que ser felizes. Elas não sabem como ser infelizes, não existe outra alternativa.
Esses pássaros gorjeando nas árvores, eles são felizes. Não porque eles tenham escolhido ser felizes; eles simplesmente são felizes porque eles não conhecem outra maneira de ser. A felicidade deles é inconsciente. Ela é simplesmente natural.
O homem pode ser tremendamente feliz, e tremendamente infeliz. Ele é livre para escolher. Essa liberdade é um risco. Essa liberdade é muito perigosa, porque você se torna responsável. E algo aconteceu com essa liberdade. Alguma coisa está errada. O homem está, de uma certa maneira, de cabeça para baixo.
Você veio até a mim, procurando por meditação. A meditação é necessária somente porque você não escolheu ser feliz. Se você tivesse escolhido ser feliz, não haveria nenhuma necessidade de meditação. A meditação é medicinal: se você está doente, então o medicamento é necessário. Os Budas não precisam de meditação. Uma vez que você começou a escolher a felicidade, uma vez que você decidiu que você tem que ser feliz, então nenhuma meditação é necessária. A meditação começará a acontecer naturalmente, por ela mesma.
A meditação é uma função do estar feliz. A meditação segue o homem feliz como uma sombra: em qualquer lugar que ele for, qualquer coisa que ele estiver fazendo, ele estará meditativo. Ele estará intensamente centrado.
Pink Floyd, Lennon e os Beatniks
O DVD altamente indicado aqui, comentário histórico definitivo do movimento de Allen Ginsberg (Beatnik), A Technicolor Dream ,é a história do movimento underground durante os anos 60 cujo ápice é no "The 14 Hour Technicolor Dream", um "acontecimento musical" no Alexandra Palace em 29 de abril de 1967 (*).
A história inicia nas marchas do CND (Campanha para o Desarmamento Nuclear) no ínicio dos anos 60, a fundação da London Free School e á partir daí, o International Times, o UFO Club e o Nothing Hill Carnival. Entrevistas inéditas com Roger Waters e Nick Mason, do Pink Floyd.
O fascinante programa acontece em um contexto musical com a música do Pink Floyd com Syd Barret, numa Londres que fervilhava com o flower power.
Os shows do Floyd com Barrett exploravam o poder das projeções em telões,e a acidez das iluminações estroboscópicas, aliadas ao alucinógeo LSD, forjando desde cedo uma ligação da banda com o cinema (vide Zabrinsky Point , Obscured by Clouds e More,trilhas sonoras magníficas do grupo).
Os trechos de show neste período pertencem a duas performances lendárias: a do UFO Nightclub, famoso no circuito underground londrino, e a participação no festival 14 Hour Technicolor Dream.
(*) 14 Hour Technicolor Dream at Alexandra Palace, último show de Barrett com o Pink Floyd e ocasião em que John Lennon e Yoko Ono se encontraram pela primeira vez. DVD lançado atualmente no mercado nacional com bônus e preço muito módico!!
Lennon prestigiava o evento com sua presença, e Yoko dirigia o happening que rolava no meio da platéia. Lennon é avisado por amigos na calada da noite,que estava rolando um showzaço maluco do outro lado da cidade!
Como era fascinado por experiências novas, voou rápido com seu carro até lá. No documentário citado ele aparece com um casaco de peles brancas, muito chapado.
Posteriormente escritores como Edgar Alan Poe, Aleister Crowley, H.P.Lovecraft, Castañeda, Dante Alighieri, Gurdjieff, etc... Tornaram-se pilares do rock juntamente com a Filosofia Védica (Índia).
Os Gurus passaram a ser presentes nos concertos de rock (Prabhupada, Osho, Maharishi, etc.) e nas filosofias pessoais de artistas como Cat Stevens, Jim Morrison, George Harrison, Santana, John McLaughlin, Robert Fripp, Peter Hammill, Jon Anderson, etc. e entre milhares de bandas, em especial nas psicodélicas e progressivas dos anos 70.
Para finalizar, durante as matérias deste livro, vocês poderão encontrar várias citações destes elementos e referências de uma maneira geral do que realmente aconteceu no rock durante o período clássico de 1966-1979.
Definições Básicas Para Diferenciar Fronteiras do Rock dos Anos 60 – 70 (História)
(*)R.I.O. (Rock in Opposition)
Surge na metade final dos anos 70 na Bélgica e França.
Elementos tradicionais do rock e instrumentos como guitarras, baixo e bateria são associados aos elementos sinfônicos da orquestra de câmara (geralmente arco e cordas, além de sopros). Também há inserção de sintetizadores e fusão com a música atonal de Schoemberg com a Eletrônica de Stockhausen como no caso, as bandas Univers Zero, Art Zoyd, Present, Miriodor, etc.. Ainda temos um idealismo inserido nestes grupos com teor revolucionário, metafísico e underground.
Música de câmara é uma forma de música erudita composta para um pequeno grupo de instrumentos que tradicionalmente podiam acomodar-se nas câmaras de um palácio.
Atualmente, é considerada qualquer música executada por um pequeno número de músicos, sendo que um deles com maior destaque. A palavra câmara significa que a música pode ser executada em salas pequenas, geralmente com uma atmosfera mais íntima. Não inclui, no entanto, solos.
Sua composição é destinada a um pequeno número de instrumentos - geralmente, até o máximo de dez.
Entre os seus gêneros mais importantes estão o "quarteto de cordas", "quinteto de sopros" e de "metais", dentre outras diversas combinações de instrumentos.
Também é chamado de orquestra de câmara.
Ainda temos a escola de Varèse (Música Concreta - S.A.) que se utiliza de ruídos ,e da Eletronica de Stockhausen, que somam-se ao vasto universo da música atual de qualidade (vide que não são músicas pop ou folclóricas, mas sim variações do estudo da música cientificamente erudita, com conotações místicas e metafísicas muitas vezes).
Cito aqui compositores como Fred Frith e John Cage.
(*)KRAUT ROCK
Gênero extremamente experimental, sem tema principal ou repetição como no minimalismo. Há a experimentação geral num clima totalmente livre,onde se encadeiam experimentos eletroacústicos,misturando atmosferas e ritmos aleatoriamente.O som é pesado, mas não marcado ou cadenciado como no Hard Rock.Aqui há ausências de riffs.E há uma exploração do serialismo. Elementos de música hindu estão presentes nas percussões e citaras principalmente. Guitarras distorcidas e experimentais são usadas em massa.Maioria das bandas de origem alemã. Embryo, Guru Guru, Ammon Duul II e Can seriam alguns dos expoentes raiz.
(*)SPACE ROCK:
Calcado basicamente na atmosfera e dinâmica de instrumentos (guitarras, sintetizadores e vocais) tratados com muito ECO (Delay) e REVERBERS, com atmosferas e efeitos espaciais. A bateria geralmente é marcada e hipnótica, pesada, mantendo com o baixo um riff constante.Cito Hawkwind, Ozric Tentacles, Hydra, Porcupine Tree,etc.
(*)JAZZ ROCK Canterbury (chamado Fusion)
(Os elementos tradicionais do rock se misturam largamente com longas experimentações jazzísticas de raiz (JAM-Jazz after Midnight)) onde solos são longos e abertos, improvisados sobre um leitmotiv (tema principal). Há inserções também da música eletrônica e da concreta, além de atmosferas calcadas na música indiana. Neste estilo sintetizadores estão presentes em bandas praticamente de origem inglesa como Gong ,Steve Hillage, Caravan, Soft Machine, etc.. Nos U.S.A. temos um similar com Zappa, Miles Davis, Mahavishnu Orchestra, etc...
(*)PSICODÉLICO
Baseado principalmente no movimento beatnik dos anos 60. Allen Ginsberg, Pink Floyd e Beatles dariam o pontapé inicial. Formas bizarras, coloridas e berrantes permeiam tanto a forma musical quanto o formato das roupas e rótulos dos discos. A poesia surreal e abstrata é largamente usada nas temáticas. Órgãos e flautas estão bastantes presentes em atmosferas, onde os vocais em grupo são melódicos e harmoniosos, o que diferencia do rock básico (rock ‘n’roll). Discos básicos são Yellow Submarine, Magical Mystery Tour e Sgt. Peppers dos Beatles, além dos dois primeiros álbuns do Pink Floyd com Syd Barrett (1966), entre outros, que influenciaram uma ampla gama de bandas deste período.
(*)PROGRESSIVO:
O mais largamente difundido permeia o rock com inserções maciças de música erudita (a saber, desde o período medieval até o clássico, chegando ao contemporâneo). E também o jazz em sua forma de divisão rítmica.Em sua maioria possuem alto nível musical e dinâmica nas composições.Bandas que posso citar de base(pois há uma enorme quantidade no mundo todo):
Brasil:
Terreno Baldio, Terço, Tellah, Som Nosso de Cada Dia, Moto Perpétuo, Módulo 1000, Spectro, e ainda no inicio dos anos 80, Bacamarte, Sagrado Coração da Terra, Alpha III, Quantum, etc...
U.S.A.
Kansas, Fireballet, Babylon, etc...
Inglaterra:
Camel, Genesis, Yes, Gentle Giant, King Crimson, Van Der Graaf Generator, EL&P, U.K., Renaissance, etc…
(*)HARD ROCK:
Vertente pesada do rock com batidas mais acentuadas e marcadas, riffs pesados e repetitivos, órgão hammond predominando, vocais mais agressivos. Introduções e frases clássicas são geralmente inseridas nas músicas, bem como sintetizadores e passagens as vezes sofisticadas.O que diferencia do progressivo é o peso, a batida mais marcada e o tamanho das músicas.
Exemplo:
Uriah Heep, Cactus, Budgie, Dust, Bang, Blue Oyster Cult, Lucifer’s Friend, Rush, The Guess Who, Gamma Project, etc....
Karl Stockhausen
(Música Eletrônica Erudita)
Karlheinz Stockhausen (Alemanha, 1928 — 2007) foi um grandioso compositor de música contemporânea. Foi colega de Pierre Boulez (pianista francês de música atonal) e ambos estudaram com o compositor e organista Olivier Messiaen.
Considerado um dos maiores expoentes do final do século XX, foi o responsável por trabalhos artísticos de grandiosidade indiscutível. As suas obras revolucionaram a percepção de ritmo, melodia e harmonia. Trabalhos como Stimmung e Mikrophonie marcaram época quando da sua estréia, pois exigiam do público percepção musical aguçada. De suas obras mais ambiciosas destacam-se o quarteto de cordas com helicópteros (Helikopter-Streichquartett, que é tocado com estes instrumentos mesmo: um quarteto de cordas e quatro helicópteros), parte integrante de um trabalho em desenvolvimento de mais de dez anos, e a ópera Licht (*) baseada em textos sânscritos e budistas que tem suas partes distribuídas nos dias da semana.
Após ter criado a primeira peça que fazia uso da técnica da síntese aditiva com base na unidade da onda senoidal, Stockhausen compôs dois estudos de música eletrônica (Studie I e Studie II) com o objetivo de analisar as potencialidades dos sons eletrônicos e criar novos timbres sem o auxílio de instrumentos, apenas com a mistura de ondas senoidais (através de um método por ele desenvolvido) e a vibração induzida de uma película com a onda resultante das misturas (princípio da caixa de som). Suas obras seguintes, assim como toda a música eletrônica, tiveram forte embasamento nos resultados que alcançou nessas duas peças musicais. Antes disso o compositor já havia criado um estudo de música concreta, e havia dado à peça o nome de Estude. Misturou efeitos de ondas de rádio, ruídos eletrônicos, etc., criando uma nova percepção da música psíquica, que hoje se utilizam amplamente em trilhas sonoras do cinema.
(*)Licht (luz em alemão) é a sua mais ambiciosa e demorada criação. É ciclo de sete meta-óperas (teatro musical), cada uma tendo por título um dia da semana, na qual entendeu unificar história do Universo e história do Homem, o biológico e o religioso, criação e evolução. No total, cerca de 29 horas de música e ação cênica que lhe custaram 27 anos de trabalho, concluído em 2004.
Klang: Quando terminou a composição de Licht iniciou Klang (vocábulo que significa som, mas ao qual se liga um timbre). Esta composição teria 24 partes, correspondendo às 24 horas do dia. Como um Livro de Horas inscrito de sensações acústicas. Compôs as horas I-V e XIII e terá terminado a VII e a X, com estréia prevista para 2008. Uma delas Stockhausen terminou na véspera da sua morte.
Influências
Stockhausen e sua música foram controversos e influentes. As obras Studier I e II (especialmente a segunda) tiveram uma grande influência no desenvolvimento da música eletrônica nas décadas de 1950 e 1960, particularmente nos trabalhos de FrancoEvangelist orquestra (1958-1959). Músicos de jazz como Miles Davis (Bergstein 1992), Cecil Taylor, Charles Mingus, Herbie Hancock, Yusef Lateef (Feather 1964) e Anthony Braxton (Radano 1993, 110) citaram Stockhausen como uma influência, assim como artistas do rock como Frank Zappa, que reconhecem o compositor em seu álbum de estréia com o Mothers of Invention, Freak Out! (1966). Os Beatles incluíram uma imagem do compositor na capa de seu álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, de 1967. O maestro brasileiro Rogério Duprat foi seu aluno e pioneiro da música eletrônica no Brasil. Richard Wright e Roger Waters do Pink Floyd também consideram Stockhausen como uma influência (Macon 1997, 141). Os fundadores da banda Kraftwerk estudaram com Stockhausen (Flur 2003, 228). Mesmo artistas mais atuais como a cantora Björk também citam o compositor.
Eu mesmo com meu projeto ALPHA III fui estudar profundamente suas obras como referencial para minhas composições.
Ainda Stockhausen para criar uma música metafísica e atmosférica fez um concerto em PETRA (nas cavernas da Jordânia, Israel, com uma orquestra!) Sua música influenciou também vários segmentos do rock progressivo eletrônico, a saber, Brian Eno, Tangerine Dream, Klaus Schulze, Vangelis, etc...
O ZEN & O KRAUT ROCK ( Uma Analogia de Sincretismos Musicais)
C O M P O S T A P O R AUDACIOSOS ATIVISTAS MUSICAIS, A BANDA ALEMÃ ( o Can, o Faust, o Amon Duul II, Embryo, Guru Guru, etc...) TRAZEM EM SUAS COMPOSIÇÕES ESPONTÂNEAS DO FINAL DOS ANOS 60 E INÍCIO DOS ANOS 70 O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE UMA BANDA
MODERNA, PERMANECENDO TÃO FRESCAS E VIVAS COMO ERAM HÁ 40 ANOS.!!
O Zen na música experimental erudita foi inserido por John Cage e Stockhausen. Isto se
alastrou no rock progressivo alemão e no Kraut. A ideia para refletir em palavras o que não pode ser dito é a seguinte:
Quase todos os discos de bandas como FAUST, Can e Popol Vuh foram gravados sem overdubs, ao vivo em estúdio, improvisados. São raras músicas que passam por uma prévia, tratamentos e overdubs.
O espírito do Zen na música é: Faça acontecer aqui e agora, neste momento. Pois não há futuro nem passado. A intuição e a sutilidade das vibrações do momento é que ditam os rumos.
Tanto Stockhausen quanto John Cage fizeram o mesmo.
Ontem com a calma que é requerida, altas horas da noite peguei o TAGO MAGO (Can) para re-ouvir. Sem aspecto intelectual. Somente ouvir, mesmo que para mim, como músico, haja uma análise subjetiva, tento “não analisar”.
Neste disco você nota um MINIMALISMO absoluto nas faixas 2 e 3, onde a BATERIA mantém um discurso constante com o baixo, ao longo de 20 minutos ou mais. As músicas tem 1 acorde somente!! Uma hipnose metafísica constante.
Tem que se considerar o espírito da época: fizeram 'chapados' por drogas e um momento onde não havia regra alguma ou imposição, seja cultural ou social. Estavam ali fazendo fluir por gosto. E, quando você OUVE tem que estar no espírito ou se CHOCA. Se começar a analisar a música vai romper com a proposta deles. Damo Suzuki(R.I.P.) (vocalista) balbucia frases e palavras sem nexo algum... Ao espírito do Zen.
Isto é o ZEN. O acaso, o instante, o momento, a fluidez. Pink Floyd, em seu momento mais significativo nos álbuns LIVE AT POMPEIL e UMMAGUMMA fez isto... Outras bandas como Tangerine Dream ou músicos como Klaus Schulzeidem.
Explicando ainda que jamais se poderá repetir a mesma música da mesma maneira com os mesmos efeitos, o que além de idiota, seria impossível, pois cada momento tem sua própria vibração. Este é o espírito em que realizo muitas das obras musicais do ALPHA III, em especial as ELETRÔNICAS e EXPERIMENTAIS. Então, COVER não existe.
Querer imitar ou copiar é impossível. Na mente obtusa pode-se achar que fazem igual, mas não o fazem.
Para terminar, o Koan do Pensamento Zen: “A água do rio nunca é a mesma”.
Estudando a História, a humanidade sempre sucumbiu aos mais poderosos, como no reino animal, apesar de possuir intelecto.Desde o início, um Clã mais forte subjugava o mais fraco.O Estado nasceu desta ambiguidade.Primeiro os Impérios, depois juntamente os Burgos Feudais, depois o Estado Republicano, Fascista, Comunista, etc...Todos os governos utilizam o Estado para controlar e dirigir as massas.Nunca funcionou.Pois o Estado passa a ser um grupo de interesses específicos, contra uma massa de interesses variados. O choque é inevitável.Todos estados querem o poder central.Mas a humanidade está longe disto filosoficamente, por ter indivíduos todos diferentes uns dos outros.Talvez um máximo que se atinja é um denominador comum.A Educação e Cultura individual sempre prevalece.E isso gera uma ruptura entre Estado e Povo.Democracia é um Mito (*) Nunca existiu pois ela é imposta pelo grupo dominante segundo os interesses próprios, e nunca o dos indivíduos como coletividade.Sempre vai haver uma grande brecha cultural (*) Platão, o patrono da Democracia, diz:
" Antes de abrir a jaula dos Leões, domestique-os".
Mas isto implica em "controlar e educar as massas" antes de liberar o Estado Democrático, o que implica novamente em "não democrático".De forma que a Cultura e Educação já são instrumentos de imposição,para livrar a massa da animalidade e barbárie
(A Urb Romana- Pesquisar a criação dos Fóruns).
Resumindo, se não educar , não há Estado plausível.Se educar (e isto é anti-democrático literalmente) fica na barbárie.Ademais esperar que a humanidade atinja um ponto elevado cultural, ético e espiritual holístico para ter sua verdadeira democracia acontecendo livre de imposições ,é ainda uma utopia.
Pela própria diferença individual de cada ser em evolução.