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quarta-feira, 20 de maio de 2026

KARL STOCKHAUSEN (Alemanha) PIoneirismo na Música Eletronica Erudita

Karl Stockhausen (Música Eletrônica Erudita) Karlheinz Stockhausen (Alemanha, 1928 — 2007) foi um grandioso compositor de música contemporânea. Foi colega de Pierre Boulez (pianista francês de música atonal) e ambos estudaram com o compositor e organista Olivier Messiaen. Considerado um dos maiores expoentes do final do século XX, foi o responsável por trabalhos artísticos de grandiosidade indiscutível. As suas obras revolucionaram a percepção de ritmo, melodia e harmonia. Trabalhos como Stimmung e Mikrophonie marcaram época quando da sua estréia, pois exigiam do público percepção musical aguçada. De suas obras mais ambiciosas destacam-se o quarteto de cordas com helicópteros (Helikopter-Streichquartett, que é tocado com estes instrumentos mesmo: um quarteto de cordas e quatro helicópteros), parte integrante de um trabalho em desenvolvimento de mais de dez anos, e a ópera Licht (*) baseada em textos sânscritos e budistas que tem suas partes distribuídas nos dias da semana. Após ter criado a primeira peça que fazia uso da técnica da síntese aditiva com base na unidade da onda senoidal, Stockhausen compôs dois estudos de música eletrônica (Studie I e Studie II) com o objetivo de analisar as potencialidades dos sons eletrônicos e criar novos timbres sem o auxílio de instrumentos, apenas com a mistura de ondas senoidais (através de um método por ele desenvolvido) e a vibração induzida de uma película com a onda resultante das misturas (princípio da caixa de som). Suas obras seguintes, assim como toda a música eletrônica, tiveram forte embasamento nos resultados que alcançou nessas duas peças musicais. Antes disso o compositor já havia criado um estudo de música concreta, e havia dado à peça o nome de Estude. Misturou efeitos de ondas de rádio, ruídos eletrônicos, etc., criando uma nova percepção da música psíquica, que hoje se utilizam amplamente em trilhas sonoras do cinema. (*)Licht (luz em alemão) é a sua mais ambiciosa e demorada criação. É ciclo de sete meta-óperas (teatro musical), cada uma tendo por título um dia da semana, na qual entendeu unificar história do Universo e história do Homem, o biológico e o religioso, criação e evolução. No total, cerca de 29 horas de música e ação cênica que lhe custaram 27 anos de trabalho, concluído em 2004. Klang: Quando terminou a composição de Licht iniciou Klang (vocábulo que significa som, mas ao qual se liga um timbre). Esta composição teria 24 partes, correspondendo às 24 horas do dia. Como um Livro de Horas inscrito de sensações acústicas. Compôs as horas I-V e XIII e terá terminado a VII e a X, com estréia prevista para 2008. Uma delas Stockhausen terminou na véspera da sua morte. Influências Stockhausen e sua música foram controversos e influentes. As obras Studier I e II (especialmente a segunda) tiveram uma grande influência no desenvolvimento da música eletrônica nas décadas de 1950 e 1960, particularmente nos trabalhos de FrancoEvangelist orquestra (1958-1959). Músicos de jazz como Miles Davis (Bergstein 1992), Cecil Taylor, Charles Mingus, Herbie Hancock, Yusef Lateef (Feather 1964) e Anthony Braxton (Radano 1993, 110) citaram Stockhausen como uma influência, assim como artistas do rock como Frank Zappa, que reconhecem o compositor em seu álbum de estréia com o Mothers of Invention, Freak Out! (1966). Os Beatles incluíram uma imagem do compositor na capa de seu álbum Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, de 1967. O maestro brasileiro Rogério Duprat foi seu aluno e pioneiro da música eletrônica no Brasil. Richard Wright e Roger Waters do Pink Floyd também consideram Stockhausen como uma influência (Macon 1997, 141). Os fundadores da banda Kraftwerk estudaram com Stockhausen (Flur 2003, 228). Mesmo artistas mais atuais como a cantora Björk também citam o compositor. Eu mesmo com meu projeto ALPHA III fui estudar profundamente suas obras como referencial para minhas composições. Ainda Stockhausen para criar uma música metafísica e atmosférica fez um concerto em PETRA (nas cavernas da Jordânia, Israel, com uma orquestra!) Sua música influenciou também vários segmentos do rock progressivo eletrônico, a saber, Brian Eno, Tangerine Dream, Klaus Schulze, Vangelis, etc...

O ZEN & O KRAUT ROCK ( Uma Analogia de Sincretismos Musicais)

 

O ZEN & O KRAUT ROCK ( Uma Analogia de Sincretismos Musicais)



C O M P O S T A  P O R AUDACIOSOS ATIVISTAS MUSICAIS, A BANDA ALEMà (  o Can, o Faust, o Amon Duul II, Embryo, Guru Guru, etc...) TRAZEM EM SUAS COMPOSIÇÕES ESPONTÂNEAS DO FINAL DOS ANOS 60 E INÍCIO DOS ANOS 70 O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE UMA BANDA 

MODERNA, PERMANECENDO TÃO FRESCAS E VIVAS COMO ERAM HÁ 40 ANOS.!!

O  Zen na música experimental erudita foi inserido por John Cage e Stockhausen. Isto se

alastrou no rock progressivo alemão e no Kraut. A ideia para refletir em palavras o que não pode ser dito é a seguinte:

Quase todos os discos de bandas como FAUST, Can e Popol Vuh foram gravados sem overdubs, ao vivo em estúdio, improvisados. São raras músicas que passam por uma prévia, tratamentos e overdubs.

O espírito do Zen na música é: Faça acontecer aqui e agora, neste momento. Pois não há futuro nem passado. A intuição e a sutilidade das vibrações do momento é que ditam os rumos.

Tanto Stockhausen quanto John Cage fizeram o mesmo.

Ontem com a calma que é requerida, altas horas da noite peguei o TAGO MAGO (Can) para re-ouvir. Sem aspecto intelectual. Somente ouvir, mesmo que para mim, como músico, haja uma análise subjetiva, tento “não analisar”.

Neste disco você nota um MINIMALISMO absoluto nas faixas 2 e 3, onde a BATERIA mantém um discurso constante com o baixo, ao longo de 20 minutos ou mais. As músicas tem 1 acorde somente!! Uma hipnose metafísica constante.

Tem que se considerar o espírito da época: fizeram 'chapados' por drogas e um momento onde não havia regra alguma ou imposição, seja cultural ou social. Estavam ali fazendo fluir por gosto. E, quando você OUVE tem que estar no espírito ou se CHOCA. Se começar a analisar a música vai romper com a proposta deles. Damo Suzuki(R.I.P.) (vocalista) balbucia frases e palavras sem nexo algum... Ao espírito do Zen.

Isto é o ZEN. O acaso, o instante, o momento, a fluidez. Pink Floyd, em seu momento mais significativo nos álbuns LIVE AT POMPEIL e UMMAGUMMA fez isto... Outras bandas como Tangerine Dream ou músicos como Klaus Schulzeidem.

Explicando ainda que jamais se poderá repetir a mesma música da mesma maneira com os mesmos efeitos, o que além de idiota, seria impossível, pois cada momento tem sua própria vibração. Este é o espírito em que realizo muitas das obras musicais do ALPHA III, em especial as ELETRÔNICAS e EXPERIMENTAIS. Então, COVER não existe.

Querer imitar ou copiar é impossível. Na mente obtusa pode-se achar que fazem igual, mas não o fazem.

Para terminar, o Koan  do Pensamento Zen: “A água do rio nunca é a mesma”.  

O Estado & A Cultura ( Uma Sinopse)


 O Estado  &  A Cultura

Estudando a História, a humanidade sempre sucumbiu aos mais poderosos, como no reino animal, apesar de possuir intelecto.Desde o início, um Clã mais forte  subjugava  o mais fraco.O Estado nasceu desta ambiguidade.Primeiro os Impérios, depois juntamente os Burgos Feudais, depois o Estado Republicano, Fascista, Comunista, etc...Todos os governos utilizam o Estado para controlar e dirigir as massas.Nunca funcionou.Pois o Estado passa a ser um grupo de interesses específicos, contra uma massa de interesses variados. O choque é inevitável.Todos estados querem o poder central.Mas a humanidade está longe disto filosoficamente, por ter indivíduos todos diferentes uns dos outros.Talvez um máximo que se atinja é um denominador comum.A  Educação e Cultura individual sempre prevalece.E isso gera uma ruptura entre Estado e Povo.Democracia é um Mito (*) Nunca existiu pois ela é imposta pelo grupo dominante segundo os interesses próprios, e nunca o dos indivíduos como coletividade.Sempre vai haver uma grande brecha cultural (*) Platão, o patrono da Democracia,  diz: 
" Antes de abrir a jaula dos Leões, domestique-os".
Mas isto implica em "controlar e educar as massas" antes de liberar o Estado Democrático, o que implica novamente em "não democrático".De forma que a Cultura e Educação já são instrumentos de imposição,para livrar a massa da animalidade e barbárie
(A Urb Romana- Pesquisar a criação dos Fóruns).
Resumindo, se não educar , não há Estado plausível.Se educar (e isto é anti-democrático literalmente) fica  na barbárie.Ademais esperar que a humanidade atinja um ponto elevado cultural, ético e espiritual holístico  para ter sua verdadeira democracia acontecendo livre de imposições ,é ainda uma utopia.
Pela própria diferença individual de cada ser em evolução.

Algumas sugestões de Leitura:
(Foucault/Platão/Zeitgeist/John Locke/Rousseau/Voltaire/
Adam Smith/Kant/ Hume/Bacon/Marx/Engels)

terça-feira, 19 de maio de 2026

REMASTERS,REMIX, EDIT,TRILHAS SONORAS -Qualidade e Ética de Alto Nível !!!

Se voce tem bandas, projetos musicais, fitas K7 com gravações ruins, CDS que quer Remasterizar em MP3 ou WAVE, restaurar músicas, acrescentar arranjos, criar, fazer trilhas sonoras para seus Videos Comerciais ou Artísticos, etc...me contate! Todos me conhecem!! Ética, Qualidade e Alto Nível Musical !! vonbathel@gmail.com

FRED MERCURY( Queen) Uma Sinopse

 FARROKH BULSARA , O VERDADEIRO NOME DO CANTOR, PIANISTA E COMPOSITOR 

FREDDIE MERCURY( Queen)




 CONSIDERADO UM DOS MAIORES ARTISTAS DE TODOS OS TEMPOS E UMA DAS VOZES MAIS CONHECIDAS DO MUNDO. COM UMA MISTURA DE TIMIDEZ E CARISMA, O MÚSICO SE ENTREGOU À PAIXÃO PELA MÚSICA E LIDEROU A BANDA QUEEN AO LADO DE ROGER TAYLOR, BRIAN MAY E JOHN DEACON, ALCANÇANDO UM SUCESSO NOTÁVEL, VENDENDO MAIS DE 300 MILHÕES DE DISCOS AO REDOR DO MUNDO. ALÉM DE SEU TRABALHO COM O QUEEN, TAMBÉM LANÇOU ALGUNS TRABALHOS EM CARREIRA SOLO E, OCASIONALMENTE, ATUOU COMO PRODUTOR E MÚSICO CONVIDADO (PIANO OU VOZ) PARA OUTROS ARTISTAS. SUA TRAJETÓRIA MUSICAL CHEGOU AO FIM EM 24 DE NOVEMBRO DE 1991, QUANDO MORREU AOS 45 ANOS DE IDADE. SUAS PERFORMANCES INCOMUNS, INTERPRETAÇÕES EMOCIONANTES E SEU ESTILO INCONFUNDÍVEL, CONTINUAM VIVAS NA MEMÓRIA DE MILHARES DE ADMIRADORES, POR ISSO NO MÊS DE SEU ANIVERSÁRIO A REVISTA KEYBOARD BRASIL PRESTA UMA GRANDE HOMENAGEM A FREDDIE MERCURY.


   






Freddie Mercury nasceu em Stone Town, na ilha Zanzibar, hoje território da Tanzânia, na

ilha Zanzibar, hoje território da Tanzânia, na África, em 5 de setembro de 1946, sendo batizado de Farokh Bulsara.

Seus pais, Jer e Bomi Bulsara, naturais da região de Gujarati, na Índia, descendentes dos persas que para lá imigraram há mais de mil anos fugindo de perseguições religiosas, fizeram parte de um grupo étnico conhecido como Parsees, seguidores do Zoroastrismo.

Bomi Bulsara era um funcionário do Estado, trabalhando como caixa da suprema corte do governo britânico em Zanzibar, na época uma colônia da Grã-Bretanha. Aos oito anos, Farrokh foi mandado para a St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Bombain, na Índia.

O principal diretor da escola notou o talento musical de Freddie e escreveu a seus pais sugerindo que pagassem um pouco mais para que o filho estudasse música. E Freddie começou a ter aulas de piano. Também se tornou membro do coral além de participar regularmente em produções teatrais escolares. Na escola começou a ser chamado Freddie pelos colegas.

Em 1958, Freddie Bulsara e seus amigos Derrick Branche, Bruce Murray, Farang Irani e Victory Rana formaram uma banda de rock na escola, o Hectics,

Imagens raras de Freddie Mercury: Foto maior, na adolescência, é o primeiro à direita. No detalhe, ainda bebê.fazendo versões de Cliff e Little Richard, onde Freddie era o pianista. Eles tocavam em festas anuais e danças da escola.

Em 1963, no entanto, Zanzibar se tornou independente e, em 1964, estava àbeira de uma revolução liderada pelo partido africano. Muitos ingleses e indianos tiveram que abandonar a ilha por razões de segurança, entre eles a família Bulsara, que acabou se instalando em Feltham, Middlesex, um subúrbio de Londres. Freddie tinha, então, 17 anos.

Afeito aos esportes, foi campeão de tênis de mesa aos dez anos de idade, mas principalmente apaixonado pelas artes, Freddie decidiu entrar para o Ealing College of Art em setembro de 1966, e cursar design gráfico e artístico. Esse conhecimento fez com que o músico projetasse o famoso símbolo do Queen.Os integrantes: John Deacon, Freddie Mercury, Brian May e Roger Taylor. Abaixo o simbolo criado por Freddie

(*) Em meados de 1968, Brian May (que tocava uma guitarra feita pelo seu pai) e Tim Staffel (vocalista e baixista) resolveram montar uma banda. Através de um anúncio no mural da faculdade, conheceram um estudante de biologia, Roger Taylor, que entrou na banda como baterista. O nome da banda era Smile. Chegaram a gravar uma demo com seis faixas pela Mercury Records. Mas a banda não chamou a atenção de ninguém, a não ser de um tal Farrokh Bulsara, que viria a ser conhecido mais tarde como Freddie Mercury.

Antes de entrar para a banda Smile, Freddie passou por algumas bandas que tentavam encontrar espaço no cenário musical londrino: Ibex, Sour Milk Sea e Wreckage.

Tim Staffell resolveu sair do Smile para formar um novo grupo, Freddie não pensou duas vezes para se unir a Brian e Roger, dando uma nova cara à banda. Em 1970, já com o nome de Queen, encontraram o baixista John Deacon, para completar o som.

Em 1973, um pouco antes do lançamento do primeiro álbum intitulado Queen, Freddie decidiu mudar seu sobrenome para Mercury. No ano seguinte, saiu Queen II, seguindo da obra prima SHEER HEART ATTACK – a primeira obra musical fabulosa que daria as diretrizes do Queen, de maneira geral, nos anos 70. Seu filhote seria A Night at the Opera, lançado em 1975 que, finalmente consagraria a banda na história entre as melhores do mundo.

Meus prediletos (LPS) são todos da fase anos 70, exceto o primeiro que precede Sheer Heart Attack, o qual o Queen ainda não se mostra definido no estilo que viria a dominar.

A fase anos 80 é excelente, mas é mais POP e saiu do contexto underground do rock anos 70.

O Queen tentou se reerguer com Paul Rodgers nos vocais, e outros cantores.Impossível se igualar ou superar Fred.Timbre único, pianista ímpar e compositor, além de ser o grade front man da banda!!









segunda-feira, 18 de maio de 2026

Hammond Organ B3(Improvisos) Caixa Leslie + Pedaleira de Baixo)

 


RHAPSODY OF FIRE( Banda-Italia) Power & Speed Metal





 

Rhapsody of Fire 

Com estilo "game of Thrones" a banda italiana usa espadas, visual medieval e aparatos similares a era Templária.As sua música tem muitas "narrativas" ,literalmente feitas como locução inicial de vários trabalhos, tal qual uma Trilha Sonora, algo como Rick Wakeman em "Viagem ao Centro da Terra" .Sinfônico, pesado, power e speed metal.Eu particularmente gosto de algumas coisas, as partes mais progressivas e trabalhos mais orquestrados e atmosféricos.Grandes capas do CDS com dragões e castelos.

( Conhecida como Rhapsody) é uma banda italiana de power metal sinfônico liderada por Alex Staropoli. Desde sua formação em 1993, a banda lançou dez álbuns de estúdio, um álbum ao vivo, dois EPs e um DVD ao vivo. Rhapsody of Fire é conhecida por suas letras conceituais que constituem uma história de fantasia ao longo de todos os seus álbuns. Em 1993, Luca Turilli decidiu criar uma banda de metal sinfônico com a visão de integrar elementos da música clássica ao metal. Os primeiros a se juntarem a ele foram Alex Staropoli e Daniele Carbonera. Esses três formaram uma banda que ficou conhecida como Thundercross. Turilli disse em entrevistas que tanto o Thundercross quanto o material inicial do Rhapsody foram fortemente influenciados pelo estilo de heavy metal do Manowar, e que Yngwie Malmsteen foi uma grande influência do ponto de vista da guitarra.

Um ano depois, o Thundercross lançou sua primeira demo, "Land of Immortals", com Cristiano Adacher assumindo os vocais. Durante esse período, a banda passou por algumas mudanças de baixista em sua formação. A Limb Music Products & Publishing demonstrou interesse na música da banda e, pouco depois, a banda recebeu uma proposta da gravadora.

Após aceitar a oferta, a banda logo começou a promover sua música e a gravar sua segunda demo, "Eternal Glory". Nessa época, eles também mudaram seu nome para Rhapsody, a fim de destacar sua conexão com a música clássica e a poesia. Pouco depois do lançamento de Eternal Glory, Cristiano (vocal) e Andrea (baixista) deixaram a banda. A Rhapsody encontrou um novo vocalista, Fabio Lione, ex-vocalista das bandas Labyrinth e Athena, conhecido pela profundidade e potência de sua voz em suas canções.

Com esses quatro membros, a banda começou a gravar seu álbum de estreia, Contos Lendários, lançado em 1997. O Rhapsody incorporou música clássica, barroca e estilos de heavy metal em um subgênero que eles chamam de "metal de trilha sonora de filme" devido à sua semelhança com trilhas sonoras de filmes. O álbum foi gravado na Alemanha pelo renomado produtor Sascha Paeth (Heaven's Gate), que também ajudou o Rhapsody com as partes de baixo. O álbum também foi o início da história da Saga da Espada Esmeralda. As letras do álbum (escritas por Turilli) frequentemente fazem referência ao folclore medieval místico e à bravura heroica daquela época, e são centradas em alta fantasia, destacando em particular a eterna luta entre o bem e o mal.