BLOG de Rock Progressivo do Projeto ALPHA III(Amyr Cantusio Jr) ,música eletronica, experimental e erudita de vanguarda.Links de CDS raros,matérias sobre filosofia oriental,artigos de ocultismo.O intuito é disponibilizar às pessoas a existência de trabalhos de músicos do mundo todo.Rock In Opposition é uma esquerda ARTÍSTICA contra a MEDIOCRIDADE E BAIXO NÍVEL de todo o Veículo de Comunicação Social .
Total de visualizações de página
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
DANIEL LEWEN - Nectar "Special CD"
https://mega.nz/#!GEhyBIiS!MHCV8Bn6-X0gp2BfXZTEjBLeRyJN8Hs9jia9RWkgaOE
Depois da repentina morte de meu amigo Daniel Lewen, posto aqui in memoriam 8 faixas ( algumas inéditas) de trabalhos que ele me mandava para ouvir e divulgar.São lindas.
Espero que desfrutem da boa música e lembranças .A vida passa ,ficam as obras.ARS LONGA ,VITA BREVIS
Fiz a capa e a compilação , com desenho de outro artista desconhecido, meu amigo Luiz Sales(Campinas S.P.) Sei que Daniel amaria isto!!!
R.I.P.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
G.GURDJIEFF( Psicologia & Musica das Esferas)
MESTRE G.GURDJIEFF ( Asia)
Sistema do Quarto Caminho
Eneagrama Sagtrado
A princípio, pode-se dizer que Gurdjieff pretende investigar o que chama de "máquina humana" sob o ponto o de vista da totalidade de seus centros - o motor, o instintivo, o emocional e o intelectual - harmonizando os diversos aspectos do ser. Neste ponto, é fundamental desenvolver o "conhecimento de si", por meio da "observação de si", o que ajuda o homem a conhecer a si mesmo. Para tanto, Gurdjieff não se limita à palavra escrita, mas operava em seu "trabalho" com danças sagradas (trazidas de suas viagens pelo Oriente, em particular de seu contato com os "dervixes" de Istambul e de outros países) e a música (mais tarde, transformadas em composições com a ajuda de seu discípulo De Hartmann). O próprio Gurdjieff se auto-denominava um "instrutor de dança".
O sistema de Gurdjieff parte do pressuposto de que os homens estão dormindo, são máquinas ambulantes que não sabem o que fazem. Isto porque o que geralmente achamos que é o "eu" é, na realidade, um conjunto de "eus" que povoam nossa mente, por isso temos que controlá-los através dos "eus-de-trabalho" e assim evitar cair na imaginação que, segundo Gurdjieff, nos afasta da presença.
O homem "desperto", aquele que tem consciência de si, é raro. Muitos pensam que têm consciência, porém sequer imaginam do que isso se trata. Sempre que indagado sobre a reencarnação, Gurdjieff desviava a conversa para outro foco. Um aforisma que sempre repetia era de que a "alma é um luxo". Em outras palavras, temos que conquistar níveis superiores do ser através de uma profunda busca pelo autoconhecimento e de uma contínua busca pelo equilíbrio das energias positiva e negativa da própria natureza. O homem dotado de consciência ou vontade é muito raro.Ou seja, para reencarnar o homem deve primeiro “obter”uma alma(consciência) pois”como o vazio pode reencarnar no infinito?”
Uma Introdução ao Quarto Caminho
Quarto Caminho é o nome dado à escola de G. I. Gurdjieff. As observações que Gurdjieff fez do estado do ser humano levaram-no à conclusão de que, por estar sujeito "a condições adversas" (Gurdjieff 1991) o homem vive em um nível de consciência muito abaixo de sua capacidade potencial. A essa condição ele chamou de "estar adormecido," e a busca por mudar esse estado tornou-se a pedra fundamental de todo o seu trabalho.
Por mais variados que fossem os métodos de treinamento que ele utilizou ao longo de seu trabalho com seus discípulos (Webb 1980 e Moore 1991) existe sempre uma nota fundamental que se resume em despertar seus alunos para uma realidade maior e desenvolver, em vários níveis, suas capacidades latentes.
As técnicas de treinamento desenvolvidas e apresentadas por ele são incrivelmente consistentes com suas idéias acerca da condição humana. Sua análise é bastante perspicaz e suas propostas de atuação são simples e diretas, exigindo dos estudantes nada mais além de esforço (por vezes extenuante) e participação real. Não há muito espaço para elucubrações mentais, teorias mirabolantes ou análises filosóficas. Suas práticas são objetivas e buscam retirar a pessoa envolvida de seu nível ordinário de consciência. Pelos relatos de seus alunos não se vê muita complacência para com as respostas mecânicas ou para com o estado de adormecimento (Reyner 1984 e Ouspensky 1993). Ao contrário, havia sempre uma "tensão" no ambiente, que buscava colocar em cheque as atitudes, crenças e pontos de vista de seus alunos.
Talvez por causa da objetividade algo rústica de suas práticas, o Quarto Caminho seja tão atraente. Os resultados do treinamento são claros e há pouca chance para acomodações oriundas de interpretações puramente mentais. Essa objetividade, no entanto, não deve ser confundida com uma visão simplória. Ao contrário, os fundamentos do corpo teórico do Quarto Caminho - com suas descrições do universo e de suas leis e de como isso tudo interfere e aprisiona o homem em seus estados primitivos de consciência - são extremamente elaborados.
Uma outra marca registrada de seu trabalho é que o mesmo deve ser desenvolvido na realidade do dia a dia e não em isolamento. E, além disso, Gurdjieff sugeria constantemente a necessidade de um grupo para apoiar e tornar mais eficazes as transformações necessárias.
Gurdjieff, ao que tudo indica, possuía um conhecimento e cultura bastante vastos, desenvolvidos ao longo dos anos através do contato com diferentes povos, linhagens espirituais e visões de mundo. Além disso, ele estava bem atualizado em termos das descobertas científicas da época. Suas doutrinas são complexas e bem fundamentadas. É impossível não se espantar com seu livro "Belzeebub's Tales to his Grandson" (1991), sua obra máxima, onde se encontra a síntese de sua visão sobre o cosmos e o ser humano.
Talvez por uma necessidade de sua época e ambiente, ele apresentou suas idéias como algo não-religioso. Havia uma ênfase na arte, psicologia e ciências em seus estudos, o que parece ter atraído as pessoas adequadas ao tipo de trabalho que ele viria a realizar. Suas idéias e práticas têm algo de viril e de revigorante, pois conduzem o aprendiz a
olhar diretamente para si mesmo, sem máscaras, e atuar verdadeiramente sobre sua condição.
No entanto, não é correto afirmar que sua tradição é totalmente desprovida do elemento religioso, ou que o próprio Criador (ou Absoluto) não ocupa um lugar determinado nela. G. dizia que o Trabalho consistia num tipo bastante elevado de Cristianismo. Em um de seus Aforismas ele afirma: "Podemos lutar apenas para sermos verdadeiros Cristãos" (Gurdjieff 1975). Em seu livro Belzeebub's Tales (1991), ele refere-se ao Absoluto de formas bem particulares, como por exemplo: "Nosso Onipotente Todo-Amoroso Pai Comum e Infinito Criador" e faz uma crítica mordaz àqueles que "imaginam" Deus à sua própria imagem e semelhança e o transformam em um velho de barbas brancas ("exatamente como um velho judeu" - Gurdjieff 1991). Porém, a prática religiosa ou conceitos de uma ordem mais espiritual permanecem ausentes em seu trabalho.
Em seu livro (1991), Gurdjieff descreve a criação como tendo sido um movimento do Absoluto no sentido de preservar a Si mesmo da ação "impiedosa" do Tempo (chamado de Heropass), pois esse elemento, em sua ação, conduz todas as coisas à degeneração. Ao criar o mundo, o Absoluto protege a si mesmo da ação do Tempo, porém, seus efeitos afetarão, de forma definitiva e constante, a criação como um todo.
G. afirma que, como conseqüência da ação do Tempo, a criação acontece através de uma "oitava involutiva", ou seja, seguindo o caminho do aumento da entropia ou desorganização, como se o Poder do Absoluto sofresse uma progressiva diminuição à medida que a criação acontece e se afasta dEle. E tal situação pode ser revertida apenas por aqueles que exercem esforços conscientes no sentido de galgar "a oitava evolutiva", em direção ao retorno ao Criador. Em suas próprias palavras: "... a involução procede de cima para baixo e a evolução de baixo para cima" (Gurdjieff 1975).
Torna-se evidente a semelhança de sua doutrina com a das escolas sufis que argumentam que o objetivo mais nobre do homem é retornar a um estado de união com o Criador (Ozturk 1988). Na psicologia moderna são encontradas as descrições de Wilber (1996) da Psicologia Transpessoal que descreve o arco de descida - que vai da inconsciência do recém nascido à consciência individual da vida adulta - e o arco de subida, no qual, através de esforços dirigidos, o homem deve ser capaz de retornar à um estado de consciência universal, ou unitivo, onde ele passa a ser um só com o cosmos.
Através da imagem da criação acontecendo em uma "oitava involutiva", G. explica a razão do estado de adormecimento do homem e da necessidade por despertar. E mais, afirma que a real evolução do homem é buscada e adquirida conscientemente e, portanto, não é algo que está destinada à massa dos seres humanos. A esta última resta permanecer sujeita às forças de entropia e degeneração implícitas na oitava involutiva do processo criador. Vemos aqui uma antecipação da visão de T. Leary (1994) que, em suas análises sobre a psicologia comportamental e a evolução da consciência, descreve a situação da mesma forma.
Por ter fixado certas regras no jogo, o próprio Absoluto se vê "obrigado" a respeita-las. Assim, Ele tem constantemente diante de si, o quadro de uma criação que se afasta paulatinamente dEle e cai numa espécie de esquecimento em relação à sua real herança, que termina por ser reduzida a um conjunto de potenciais latentes jamais desenvolvidos. Aqui, de novo, pode ser encontrado um paralelo em T. Leary (1993) que descreve
quatro níveis de consciência que todo homem desenvolve ao longo de seu crescimento e quatro outros níveis que são apenas despertados em condições especiais, através de experiências definidas.
Ao Absoluto coube então gerar certos processos que permitissem que a criação continuasse a acontecer, apesar da separação, de uma forma harmônica e a estes processos G. dá o nome de Leis Cósmicas: a Lei de Três e Lei de Sete. Essas Leis descrevem a criação em si (Lei de Três) e as hierarquias e processos através dos quais a criação acontece (Lei de Sete). A importância conferida à compreensão destas duas Leis é sempre referida pelos autores relacionados ao Quarto Caminho. E na verdade, elas atuam como fundamento para muitas das práticas e do arcabouço teórico dessa Escola (ver O Eneagrama e as Leis Cósmicas nesse mesmo site).
As Leis Cósmicas são utilizadas na terminologia gurdjieffiana para explicar os eventos de forma geral, desde um acontecimento histórico até a preparação de um bolo (Popoff 1978) e também, os processos que envolvem o próprio despertar do homem. Segundo a visão de Gurdjieff da criação, o ser humano vive "num lugar muito distante do Sol Absoluto", a morada do Criador (Ouspensky 1993). Isto além de determinar seu estado de pouca consciência, ainda acarreta-lhe o fato de que apenas por esforços bem definidos ele será capaz de desenvolver-se. Os momentos e a forma que este esforço deve ser colocado podem ser determinados através de estudos precisos das Leis Cósmicas. Assim, a teoria que envolve estas Leis sempre vem acompanhada da necessidade de uma compreensão do uso delas no dia a dia, de forma a vencer as forças que atuam na criação como um todo e no homem, especificamente.
Continuando com a sua descrição do processo de criação, e utilizando-se de uma linguagem metafórica bastante incomum, em seu livro Beelzebub's Tales, Gurdjieff afirma que com o surgimento destas duas Leis, os eventos relativos à criação continuaram a suceder-se com sucesso, até que, um cometa atingiu a Terra e, de um dos fragmentos que se destacou da Terra, surgiu a Lua.
Para que a Lua fosse mantida em um curso adequado, foi enviado à Terra um Arcanjo que implantou nos seres vivos uma substância que era liberada com a morte. Essa substância passava então à Lua e era isso que a mantinha em seu curso. Deste fato nasce a afirmação que o homem adormecido e toda a vida orgânica sobre a Terra estão a serviço da Lua, principalmente através do sofrimento mecânico e das emoções negativas. "A Lua é o maior inimigo do homem [...] e toda a vida orgânica trabalha para a Lua [...]. Os homens passivos servem à involução e os ativos à evolução. Cada um deve escolher." (Gurdjieff 1975).
Os eventos continuaram até que surgiu pela primeira vez um ser “tri-cerebrado”, que possuía a capacidade de movimento, emoção e pensamento. Esse ser era o homem. Além dessas três capacidades desenvolvidas ele possuía ainda a capacidade latente da "Consciência Objetiva". Num primeiro momento, essa capacidade foi amplamente desenvolvida nos homens, mas ela representava um perigo. Se eles desenvolvessem plenamente essa capacidade, eles conheceriam um sofrimento e angústia muito grandes, pois teriam plena consciência de sua condição e da distância que eles estavam do seu Criador. Esse sofrimento seria tão forte que eles seriam levados a suicidar-se em massa e isso desequilibraria o suprimento da substância que mantinha o deslocamento harmônico da Lua. Para impedir que isso acontecesse, foi implantado no homem, um
órgão de nome kundabufer (Kundablufer). Esse órgão tinha como função fazer com que o homem permanecesse semi-desperto e assim evitar que ele atingisse sua consciência plena. Com o passar do tempo, a Lua estabilizou-se e o órgão foi retirado, porém seus efeitos permaneceram. E um deles, de grande importância, é a tendência à repetição e daí, à mecanicidade, que imperam na vida humana. Apesar de sua possibilidade de atingir uma capacidade total de consciência objetiva, o homem permanece preso à uma visão limitada e distorcida da realidade.
A mesma descrição da condição humana está presente em outras tradições. Em um tratado escrito por Avicena (e reintroduzido por Suhrawardi) no século XII vemos esse mesmo conteúdo sendo expresso de outra forma. Esse tratado entitula-se o Tratado dos Pássaros e em seu início, o autor descreve a chegada de um bando de pássaros a um lugar onde eles são atraídos por caçadores, e acabam sendo aprisionados. No início, eles lutam por se libertar de suas gaiolas, mas com o tempo, frente à dor e saudade de sua origem e a impotência em fugir, eles acabam se acostumando com a situação e se esquecem de sua condição prévia. Eles devem então, passar por uma série de etapas até conseguirem se recordar de seu estado original, libertar-se de sua prisão e empreender o caminho de retorno. Esse mesmo conteúdo é reapresentado no Recital do Exílio Ocidental por Suhrawardi e aparece também no texto o Hino da Alma, dos Livros Apócrifos do Novo Testamento.
A questão da mecanicidade das respostas do ser humano e de sua consciência semi desperta não é, em si, uma idéia nova. Outros autores, tanto dentro das tradições espirituais quanto da psicologia moderna, já discutiram esses assuntos nos mesmos termos (May 1997). Ornstein (1972) afirma que "A desautomatização da consciência é a chave. Ela nos permite notar fatos que previamente escaparam da nossa atenção. É aqui que o trabalho das tradições esotéricas é incorporado na ciência ocidental de forma mais frutífera. Elas oferecem exercícios e técnicas desenvolvidas para a desautomatização. Além disso, os escritores dessas tradições dirigem a atenção para áreas da consciência que, usualmente, não são consideradas pela ciência contemporânea."
A descrição da formação da cultura humana e do comportamento social segue adiante em seu livro (Gurdjieff 1991) de forma bastante objetiva. Essa descrição se parece com a de alguém que está observando os eventos da história humana do lado de fora. É extremamente imparcial e mordaz. Mostra de forma desapaixonada o "horror da situação" em que os humanos se encontram - seres que enfrentam constantemente dificuldades enormes em sua existência, que termina por ser apenas um mero simulacro do que deveria. E toda a sociedade é contaminada com essa situação. Daí as descrições das guerras, da pobreza, e tantos outros males sociais, que reforçam as "condições adversas" em que o ser humano vive. Para Gurdjieff não houve um progresso real na sociedade e sim um refinamento aparente, em termos das teorias e discussões que tentam explicar as atitudes ainda semi-animalescas de uma humanidade adormecida. "A civilização moderna é baseada em violência, escravidão e palavras elegantes."
Assim, todo seu trabalho pode ser resumido na busca por despertar o homem de seu sono. As descrições que ele faz em termos de Essência e Personalidade, sobre o conceito do homem como uma Máquina, cujas atitudes são mecânicas, reativas e não conscientes, o desenvolvimento de suas técnicas para o trabalho, como a atenção, a auto-observação imparcial, a busca pelo "sofrimento consciente" e o "sacrifício voluntário" entre outros métodos, sua própria vida e o ritmo de vida que ele impunha
em seus alunos, tudo isso possuía o mesmo objetivo, que era o de lidar com as forças que mantêm os homens aprisionados em seu sono e esquecidos de sua real condição.
Gurdjieff costumava lançar mão nestas ocasiões de uma alegoria oriental: a alegoria da carruagem. Nesta representação simbólica a carruagem é o corpo físico, os cavalos são os sentimentos, o cocheiro é a mente, e dentro da carruagem está o verdadeiro habitante, que é o EU Interior. No indivíduo comum estas partes estão dissociadas e muitas vezes o cocheiro não consegue empregar muito bem os arreios, conduzindo os cavalos. Além disto, o passageiro dentro da carruagem não consegue dar ordens ao cocheiro da direção a ser tomada, e deste modo a carruagem segue parcialmente descontrolada para um rumo que ninguém previu, terminando sempre, é claro, na morte (do passageiro).
Outra representação usual de Gurdjieff era o dos diversos corpos do homem, que se assemelha e segue a tradição do oriente. Atingir a perfeita harmonia em cada nível constituía um processo de conquista (o corpo físico, o corpo causal, o corpo astral e o corpo mental). Além desses corpos, havia outros ainda mais sutis e aquele que atingisse a consciência do último seria infinito nos limites do universo, e uno com todas as coisas.
Todas as possibilidades do homem, para G.(como lhe chamavam os discípulos), estavam inscritas em um símbolo trazido do Oriente: O eneagrama. O eneagrama também poderia ser expresso como oitavas da escala musical (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) e se importância se traduz na ideia do choque, um princípio universal. Entre os tons da escala convencional há semi-tons, entre os intervalos mi-fá e si-dó que que devem ser preenchidos por "choques externos", caso contrário o ciclo não se complementaria. No caso da máquina humana (dividida em três compartimentos: cabeça, parte intemediária (tronco) e membros) estes choques externos eram dados pelos alimentos, ou seja: o ar (tórax), o alimento (abdómen) e as impressões (cabeça/mente). Destes choques o mais importante era as impressões, daí o axioma: "para se fazer ouro, é preciso ouro".
O pensamento de G. englobava, antes de mais nada, uma profunda Cosmogonia que partia do "raio de criação". Este descendia do absoluto, passando pelos diversos mundos até atingir o planeta Terra. À medida que avançasse, os mundos eram sujeitos a maior número de leis e maiores eram as restrições à liberdade humana. Na Lua, que vem após a Terra, o número de leis seriam ainda maiores que em nosso planeta (que conta com 48 delas). Sujeitos que somos a tão grande número de leis, somos escravos, autômatos em nosso próprio "lar" terrestre. No absoluto, por outro lado, não há leis.
domingo, 6 de dezembro de 2015
ELOY 2 Albuns Inéditos ( The Remix Rarest Tracks) Alemanha
Uma das mais belas bandas do Kraut Alemão desde 1970...capas maravilhosas, trabalhos místicos e densos.
Aqui um álbun duplo coletânea com faixas Remix e inéditas.
Este é o álbun Visionary...obra imperdível.2009
domingo, 29 de novembro de 2015
ALPHA III- Android (3 CDS Box)2013-2014
ALPHA III- Android( 3 CDS Box)
Na realidade 180 minutos de Dreamscape Acid Loops- ( CD TRiplo de 60 minutos cada...todos juntos)
de música totalmente Kraut Rock Eletronica e Experimental com vários sintetizadores.Uma coleta de 2 anos de pesquisas e experimentos entre 2013 e 2014.Gravações Home Studio Alpha III
LINK atual 2026 (Electronic Chaos)
AMYR CANTUSIO JR:
CZ 3000 synth, Alesis Micron Synth, Yamaha DX-7 Synth, Yamaha DX-9 synth,
Yamaha 403 Arranger,effects, Drum Machine RP-50,Drum Machine Yamaha RX-5,
Micro Korg Synth,Roland pad Drums.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
AMYR CANTUSIO JR- Curriculum Básico
CURRICULUM
AMYR CANTUSIO JR - (Graduado na área)
(ALPHA III PROJECT)
Nascimento: 01-05-1957 Campinas S.P.
Ex-Assessor Secretaria de Cultura de Campinas 2000 e 2013/2014
Cursos:
Música erudita, piano e teclados, incluindo vários cursos, entre eles um extensivo de música experimental na UNICAMP (Erudito História da Música de Wagner a John Cage) e conservatório em São Paulo. Estudos principais musicais nas áreas:
ERUDITO:
1- Musica Medieval (Magnificat e Folclórica, Sacra e Profana) com Prof.ªMaria Lucia (Orquestra Sinfônica de Campinas)1979- 1981
2- Barroco e Renascença
3- Clássico (Estudos iniciados em 1967 até 1977, Prof.Lucimar Cantusio (mãe) de canto orfeônico e música erudita, para piano, Universidade Católica de Campinas (PUCC)).
4- Erudito Contemporâneo (Schoemberg, Alban Berg, Stockhausen, Varèse, e Escolas Minimalistas de Terry Riley, Phillip Glass e Steve Reich)
Extensão Universitária Unicamp (Prof. Antonio Cesar Aliandro)1980
OUTROS:
5- Eletrônico Contemporâneo com teclados e estruturas de orquestração com teclados. Inspiração em obras vanguardistas de Isao Tomita, Klaus Schulze, Tangerine Dream, Larry Fast, J.M.Jarre, Vangelis, etc...
(autodidata)
6- Jazz & Rock Progressivo incluindo as vanguardas de selos como ECM e SKY, música experimental progressiva e Canterbury Fusion Jazz Rock.
(auto-didata)
7- Música Árabe e Indiana, incluindo ritmos do Oriente Médio, Egito, Ásia e Mesopotâmia de maneira geral. Ragas e Talas, Kirtans e Mantrans (Índia e Tibet)
(auto- didata)
Psicanálise Integral (Escola Analítica Existencial do Dr.Victor Frankl – Viena/Áustria.
Curso extensivo 1981 ministrado pelo Dr.Norberto Keppe (Campinas S.P. -Psicanálise Trilógica.)
Musico terapia, Ocultismo, Meditação & Filosofia Oriental (Escolas).
de H.Blavatsky (Teosofia), Osho, Prabhupada, G.Gurdjieff, Yogas (Karma, Sankya, Bhakti,
e Kyria)
Shows em Teatros:
1981 Teatro Municipal Castro Mendes de Campinas (Dança das Pirâmides)
1987 Teatro Centro Cultural Vergueiro São Paulo) Alpha III Project
1988 Teatro do Jabaquara Estação Terminal-São Paulo)) Alpha III Project
1989 Apresentação no Programa Metrópolis TV Cultura) Alpha III Project
1990 Teatro Municipal Castro Mendes Campinas (Seven Spheres Musica Eletrônica)
1991 Teatro Municipal C.C.C.Campinas (Zen –Música Erudita Eletrônica Experimental)
1995 Teatro do Hotel Holiday Inn (Show com a Academia de Ballet Juliana Omatti) Dança dos Planetas
1996 Concerto New Age no lançamento do Livro de Mônica Buonfiglio (Anjos Cabalístcos) Campinas SP
1996 Teatro Municipal C.C.C.Campinas (Retorno a Fantasia) Alpha III Project
1996 Nebula Opera Rock (Tênis Clube de Campinas) com participação das sopranos Suzana Cabral e Vera Pessagno (Delegada de Cultura de Campinas)
2006 Teatro Municipal Castro Mendes Campinas (Portais de Seth) show de música progressiva e oriental com corpo de Dançarinas do Ventre do Espaço Cultural Lince Negro
2007 Teatro Municipal C.C.C. Campinas (Alpha III Project -)
2008 Teatro Popular de Niterói (15 de novembro) RARF Festival Internacional de Rock Progressivo representando o estado de São Paulo.
2013-Organizou o maior Festival de Rock de Campinas ( Todas Vertentes II)
2014-Zen Live Concha Acustica
2015-Micron Live Concha Acustica
2015-Alpha III Live Galeria Olido( São Paulo)
Atuação Profissional:
Ex-Assessor da Secretaria de Cultura de Campinas ( gestão 2013)
Vários projetos musicais pela Secretaria de Cultura de Campinas; entre eles, “ Rock Todas as Vertentes”(1986)como Coordenador e Músico (Teatros Arena e Concha Acústica).
Produção de diversos trabalhos independentes de bandas no Brasil e no Exterior
(Wejah – Brasil, Djam Karet- U.S.A. Laudany – Brasil, Luna Negra – México,Trilha Sonora do Documentário alemão de Holger Kernstein “Jesus viveu na Índia”(1996),autor do best seller homônimo, laureado por Shirley Mc Lane e Arthur Clark( produtor do filme “2001 Odisséia no Espaço”).
Realização de Jingles, Spots e Trilhas Sonoras na Junta de Rádio e Televisão durante 5 anos, e na Rádio e Televisão Bandeirantes(Trilhas do programa Luz para um Caminho) por 10 anos.
Trilhas sonoras para curtas metragens e documentários. Palestras de Musicoterapia em Campinas e cidades do interior.
Participou na Orquestra de câmara de campinas (percussão) nos anos 90.
Desenhou a maioria dos logos e capas de seus próprios LP´s e CD´s. Pintor de
surrealismo gótico,com vários desenhos para capas e telas.
Produziu independente 50 CDS e 7 LPS desde 1974, divulgando a arte de Campinas em mais de 20 países do mundo inteiro.
LPS:
1983- Mar De Cristal (Polygram)
1986- Sombras (Faunus Records SP)
1987-Agartha (Faunus)
1988- Ruínas Circulares (Faunus)
1989- Temple of Delphos (Alpha III label)
1989- The Aleph (Alpha III label)
1990- The Seven Spheres (Rock Forever S.P.label)
CDS:
1974-2013 (Pré Alpha III) SPECTRO
1993- Voyage to Ixtlan (Mellow Records, Italia, San Remo)
1995-The Edge (Mellow Records )
1995-Acron (independente)
1996-Grimorium Verum (Alpha III label)
1996 –Oásis (independente)
1999-The Edge of Vortex (Alpha III label)
2000-Book of Sacred Magik (Alpha III label)
2001-Live Destroyer – (Studio) Alpha III label.
2001-Spectro (Medusa Records S.P.)
2002-Lord of the Abyss (Alpha III label)
1998-The Aleph (Rock Symphony Niterói-R.J.)
1999- New Voyage to Ixtlan (Rock Symphony)
2000- Seven Spheres (Rock Symphony)
2004- Ruinas Circulares (Rock Symphony)
Ver site: www.rocksymphony.com
2004-Temple of Delphos (independente)
2008-Mar De Cristal (Mellow Records –Italia)
2008-Sombras (Mellow Records)
2008- Live-Shades of Windows (Mellow Records)
2009-Bathory’s Dream (independente)
2010-Aniara’s Experimental Opera (independente)
2010- Opera Rock Vitória + Libreto ( Barata Cichetto & Amyr) (Editora Kafka S.P.)
2010-Mussorgsky Dreams
2010-Tributes
2010-Pianos Solo
2013 BOX 10 CDS Progressive
2013-Hypnos
2013-Andrus X7
2013-Nucleum
2013-Rubaiyat
2013-Shadow of Galaxy
2013-Android
2013-Dark Hole
2013-Monolith
2013-Pandhora
2013-Ninfa z1
2014-Urãnia
2013-Tubular Clocks
2013-Raptor
2014-Magnetic Solace
2014-BOX 10 CDS Electronic (inedit works)
2015-Titãnius
2015- Macrosphera Symphony
LIVROS:
Rock, Filosofia & Ocultismo
Musicoterapia
Musica Erudita de Todos os Séculos
Necronomicom
Era da Escuridão
Led Zeppelin (História e Biografias)
ALPHA III- Uma Jornada ( Auto-Biografia) por Barata Cichetto & Amyr
Foi crítico Musical de vários Jornais entre 1995 e 2000(Zen, Pendulum, Bons Negócios,etc...) Crítico de Revistas Internacionais como Background Magazine (Holanda) e Paperlatte (Itália).
Crítico da Revista Germano- Brasileira Hard Valhalla (10 anos) encerrada no final de 2007. Ex-crítico e colunista do Jornal Diário do Povo de Campinas (Coluna Metamúsica, gestão do Vereador Romeu Santini) 1996-1997
Fundador do 10 selo do Rock Progressivo e Música Eletrônica experimental do Brasil, em SP, 1986 (Faunus), em sociedade com José Carlos Grijó.
Premiações:
Medalha Carlos Gomes (Câmara de Vereadores de Campinas) por representar esta cidade em mais de 15 países do mundo com seus CD´s e LP´s.
Primeiro lugar de arranjo e composição do Projeto Guarani (maior Festival do Estado de São Paulo dos anos 70) com a música SPECTRAL.
Considerado melhor Tecladista e melhor Projeto do Mundo em vários festivais “Underground”: Espanha/1986; Japão/1986, e Canadá/1991, no festival de Música Eletrônica Internacional; Itália/1993, e Green Dolphin Third Anual International Critics and Musicians Poll (Escandinávia e Holanda).
Atualmente desenvolve projetos de World Music e ritmos árabes e hindus no Espaço Cultural Lince Negro (desde 1995), com Filosofia Oriental, Instrumentação, Teosofia e História da Música, com sua esposa Cáthia Cantúsio.Outros centros Holisticos de Terapia Alternativa onde atuou
( Musicoterapia e Yoga)
Shamballah
Anahata
Shantidan
Solarion
Flor De Lótus ( atual)
lunardraco@gmail.com
SPECTRO 1974
Único registro –gravação de Rock Progressivo da Cidade de Campinas nos anos 70 SPECTRO (1974)
Em meados de 1970 ganhei de meu pai minha primeira guitarra "snake"com distorção embutida,semi-acústica(verde metálica!!)Imaginem como foi....Eu já tocava piano erudito há 5 anos, sendo iniciado pela minha mãe que era pianista e professora da Universidade Católica de Campinas(PUCC).Formei minha primeira banda chamada "Arka" com dois vizinhos (Clayton, guitarrista que já faleceu, e Marcos, no baixo e vocal).
Compusemos a faixa "Liberdade para os Robôs" que se encontra hoje (letra) no meu primeiro LP do ALPHA III PROJECT(faixa Andrômeda)de 1983.
Dissolvemos a banda, após eu ir para uma chácara em Monte Mór (próximo a Campinas) onde uns malucos se reuniam para as noitadas de som e zoeira nesta época,onde conheci outros 2 músicos ( bateria e baixo)
Havia um bom equipamento de som lá, um órgão Caribean III (sonzaço!!) e muita energia.
Rolou uma Jam entre nós e a coesão foi tão perfeita, que fundamos o "Spectro" naquela noite de 1973.
Neste meio tempo, conheci também um grande pianista denominado "Sombra", por causa de sua altura e cabelos compridos,com o qual faturei em 1974 o primeiro lugar no Projeto Guarani (um dos maiores Festivais do Estado de Sampa) com melhor arranjo e música,onde participavam nada menos que Johnny Alf e Itamar Assunção.
Daí parti para "jams" com o Spectro, desde 1973 até 1979,com longas noitadas no Rio, São Paulo,cidades vizinhas,festivais, etc...
Nosso único registro BOM de estúdio foi feito por Fernando Canabarra (Grupo e Estúdio Sexto Sentido) Campinas, gravado num Gravador de Rolo Teac 2 Canais -1/4 ´pista 15 RPM Stereo.
Foram gravadas 5 faixas ( que estão descritas nos documentos anexos)numa única JAM,já que estávamos bem ensaiados.Usamos este equipamento( Arp Strings Farfisa,Farfisa Organ and Synthesizer ,Leslie Box, Rickembaker bass guitar ,Ludwig Drums.)As outras duas faixas extras (Pyaramid e Molécula) foram gravadas por volta de 1979 fim do grupo ,em estúdio caseiro,fita cassete.Eu mesmo remasterizei a última versão para este LP.Todas as músicas e letras fui eu quem compus.
Num show em 1975 ou 76 , na inauguração da Concha Acústica de Campinas, tocamos ao lado dos "falecidos grupos" Burmah (Argentina) e Rock da Mortalha (São Paulo),onde numa noite mágica e inesquecível, com uma platéia de 2.000 pessoas, rolamos e deitamos até altas horas!
Nesta época de sonhos ,o Spectro alcançou grande fama, e tocamos ao lado do Made in Brazil, Tutti-Frutti, etc...
Ainda lembro outra banda daqui de Campinas,a Tio Mellius,sediada em Ubatuba(litoral S.P.) do meu amigo Gustavo Rebuá com grande nostalgia.
Com o Spectro ganhamos um grande Festival de rock em campinas, no clube Cultura Artística, onde no Teatro Castro Mendes em 1977, fechamos novamente o primeiro lugar com a música "Reverbers ao Spectro".
Resolvemos então lançar em LP nosso primeiro disco. Fomos à sede da gravadora WEA no Rio, onde faríamos um contrato final por volta de 1976.Por obra do destino, o produtor morreu num desastre de carro, e nunca conseguimos efetivar o lançamento deste LP !
Desta fórma o Spectro morreu em 1979 com o último show feito nas montanhas da cidade paulista de Brotas.
Em 1983, de suas cinzas, nasceu o Alpha III Project, num show da Concha Acústica, onde
conheci o baterista paulista Mauricio e um produtor executivo.
O primeiro LP do Alpha III (Mar de Cristal) não foi mixado nem produzido por mim(1983), mas por uma firma de produções artísticas , e os termos foram meio fechados.Eu teria só que ir ao estúdio e gravar o som, e o restante ficaria por conta deles.A mixagem não saiu do meu gosto óbviamente.Mas era a única fórma de poder registrar meu primeiro LP, já que era uma façanha gravar um nestes períodos "primitivos".Para finalizar,hoje o relançamento do SPECTRO em CD com 2 versões( a de 1974 bônus + a de 2014 )é o único REGISTRO de Rock Progressivo gravado na cidade de Campinas nos anos 70!!
Amyr Cantusio Jr (Alpha III e Spectro) vocal, teclados,letras e composições 1974-2015
Curriculum +Equipamento Básico Utilizado /AMYR CANTUSIO JR (ALPHA III-SPECTRO)
KEYBOARDS AND SYNTHESIZERS:
Farfisa Organ, Saema Organ, Caribean II Organ,
Audac Arp Strings, Hammond B3 & C3 Organ, GEM
Organ, Farfisa Synth Solo, Fender Rhodes 73
Piano, Grand Pianos (Yamaha, Schoemberg,
Bechstein e Steinway), Korg Dw 8000, Korg Poly
Synth 64,Korg FD o1/w, Korg Trinity I, Yamaha CS-
15 Solo,Yamaha CS-30 L Solo, Yamaha CS-60
DX-7, DX-9,DX-21,Yamaha DS-2000,Korg Poly-61 Synthesizer,
Elka Rapshody, Mini Moog Sattelite I, Mini Moog III,
,Church Organ From Metropolitan Campinas
Cathedral, Arp Strings Odissey, Mellotron 202,
Casio (CZ 101, CZ 1000, CZ 3000, XW-p1), Yamaha
Keyboards (E-403, PSR 49,PSR 500,PSR 70
PSR-520 entre outros inúmeros PSR desenvolvidos nos últimos 30 anos),
Yamaha Electronic Drums DTX e RX5,
Yamaha SY 77 Synthesizer, Prophet 10, Kursweil
Electric Piano,Alesis Micron Synthesizer,
Organ E-Hammond C3 e B3,Kawai 5000-s, Korg Poly 800 II,
Micro Korg Vocoder, Korg M-500,Audac Arp Strings + Leslie Box.
BASS: Fender Jazz Bass, Insbruck
DRUMS: Tama, Ludwig, Luthier and Pearl.
GUITARS: Fender Strato, Giannini,Gibson Les Paul,
Insbruck,Golden, Snake e Ovation Acoustic Guitar.
PEDALS: (Delay, Chorus, Phaser, Compressor, Limiter, DBX,
oscilattors,reverber,loops.)
SOPRO: Shenai,flautas doce e barroca
PERCUSSÃO: tablas ( egipcia e hindu) Timba,
gonga, timpano, taiko, ossos,tubular bells
CURRICULUM
AMYR CANTUSIO JR - (Graduado na área)
(ALPHA III PROJECT)
Nascimento: 01-05-1957 Campinas S.P.
Cursos:
Música erudita, piano e teclados, incluindo vários cursos, entre eles um extensivo de música experimental na UNICAMP (Erudito História da Música de Wagner a John Cage) e conservatório em São Paulo. Estudos principais musicais nas áreas:
ERUDITO:
1- Musica Medieval (Magnificat e Folclórica, Sacra e Profana) com Prof.ªMaria Lucia (Orquestra Sinfônica de Campinas)1979- 1981
2- Barroco e Renascença
3- Clássico (Estudos iniciados em 1967 até 1977, Prof.Lucimar Cantusio (mãe) de canto orfeônico e música erudita, para piano, Universidade Católica de Campinas (PUCC)).
4- Erudito Contemporâneo (Schoemberg, Alban Berg, Stockhausen, Varèse, e Escolas Minimalistas de Terry Riley, Phillip Glass e Steve Reich)
Extensão Universitária Unicamp (Prof. Antonio Cesar Aliandro)1980
OUTROS:
5- Eletrônico Contemporâneo com teclados e estruturas de orquestração com teclados. Inspiração em obras vanguardistas de Isao Tomita, Klaus Schulze, Tangerine Dream, Larry Fast, J.M.Jarre, Vangelis, etc...
(autodidata)
6- Jazz & Rock Progressivo incluindo as vanguardas de selos como ECM e SKY, música experimental progressiva e Canterbury Fusion Jazz Rock.
(auto-didata)
7- Música Árabe e Indiana, incluindo ritmos do Oriente Médio, Egito, Ásia e Mesopotâmia de maneira geral. Ragas e Talas, Kirtans e Mantrans (Índia e Tibet)
(auto- didata)
Psicanálise Integral (Escola Analítica Existencial do Dr.Victor Frankl – Viena/Áustria.
Curso extensivo 1981 ministrado pelo Dr.Norberto Keppe (Campinas S.P. -Psicanálise Trilógica.)
Musico terapia, Ocultismo, Meditação & Filosofia Oriental (Escolas).
de H.Blavatsky (Teosofia), Osho, Prabhupada, G.Gurdjieff, Yogas (Karma, Sankya, Bhakti,
e Kyria)
Shows em Teatros:
1981 Teatro Municipal Castro Mendes de Campinas (Dança das Pirâmides)
1987 Teatro Centro Cultural Vergueiro São Paulo) Alpha III Project
1988 Teatro do Jabaquara Estação Terminal-São Paulo)) Alpha III Project
1989 Apresentação no Programa Metrópolis TV Cultura) Alpha III Project
1990 Teatro Municipal Castro Mendes Campinas (Seven Spheres Musica Eletrônica)
1991 Teatro Municipal C.C.C.Campinas (Zen –Música Erudita Eletrônica Experimental)
1995 Teatro do Hotel Holiday Inn (Show com a Academia de Ballet Juliana Omatti) Dança dos Planetas
1996 Concerto New Age no lançamento do Livro de Mônica Buonfiglio (Anjos Cabalístcos) Campinas SP
1996 Teatro Municipal C.C.C.Campinas (Retorno a Fantasia) Alpha III Project
1996 Nebula Opera Rock (Tênis Clube de Campinas) com participação das sopranos Suzana Cabral e Vera Pessagno (Delegada de Cultura de Campinas)
2006 Teatro Municipal Castro Mendes Campinas (Portais de Seth) show de música progressiva e oriental com corpo de Dançarinas do Ventre do Espaço Cultural Lince Negro
2007 Teatro Municipal C.C.C. Campinas (Alpha III Project -)
2008 Teatro Popular de Niterói (15 de novembro) RARF Festival Internacional de Rock Progressivo representando o estado de São Paulo.
2013-Organizou o maior Festival de Rock de Campinas ( Todas Vertentes II)
Atuação Profissional:
Ex-Assessor externo (Produção) Secretaria de Cultura de Campinas (2000)
Ex-Assessor da Secretaria de Cultura de Campinas ( gestão 2013)
Vários projetos musicais pela Secretaria de Cultura de Campinas; entre eles, “ Rock Todas as Vertentes”(2000)como Coordenador e Músico (Teatros Arena e Concha Acústica).
Produção de diversos trabalhos independentes de bandas no Brasil e no Exterior
(Wejah – Brasil, Djam Karet- U.S.A. Laudany – Brasil, Luna Negra – México,Trilha Sonora do Documentário alemão de Holger Kernstein “Jesus viveu na Índia”(1996),autor do best seller homônimo, laureado por Shirley Mc Lane e Arthur Clark( produtor do filme “2001 Odisséia no Espaço”).
Realização de Jingles, Spots e Trilhas Sonoras na Junta de Rádio e Televisão durante 5 anos, e na Rádio e Televisão Bandeirantes(Trilhas do programa Luz para um Caminho) por 10 anos.
Trilhas sonoras para curtas metragens e documentários. Palestras de Musicoterapia em Campinas e cidades do interior.
Participou na Orquestra de câmara de campinas (percussão) nos anos 90.
Desenhou a maioria dos logos e capas de seus próprios LP´s e CD´s. Pintor de
surrealismo gótico,com vários desenhos para capas e telas.
Produziu independente 50 CDS e 7 LPS desde 1974, divulgando a arte de Campinas em mais de 20 países do mundo inteiro.
LPS:
1983- Mar De Cristal (Polygram)
1986- Sombras (Faunus Records SP)
1987-Agartha (Faunus)
1988- Ruínas Circulares (Faunus)
1989- Temple of Delphos (Alpha III label)
1989- The Aleph (Alpha III label)
1990- The Seven Spheres (Rock Forever S.P.label)
CDS:
1974-2013 (Pré Alpha III) SPECTRO
1993- Voyage to Ixtlan (Mellow Records, Italia, San Remo)
1995-The Edge (Mellow Records )
1995-Acron (independente)
1996-Grimorium Verum (Alpha III label)
1996 –Oásis (independente)
1999-The Edge of Vortex (Alpha III label)
2000-Book of Sacred Magik (Alpha III label)
2001-Live Destroyer – (Studio) Alpha III label.
2001-Spectro (Medusa Records S.P.)
2002-Lord of the Abyss (Alpha III label)
1998-The Aleph (Rock Symphony Niterói-R.J.)
1999- New Voyage to Ixtlan (Rock Symphony)
2000- Seven Spheres (Rock Symphony)
2004- Ruinas Circulares (Rock Symphony)
Ver site: www.rocksymphony.com
2004-Temple of Delphos (independente)
2008-Mar De Cristal (Mellow Records –Italia)
2008-Sombras (Mellow Records)
2008- Live-Shades of Windows (Mellow Records)
2009-Bathory’s Dream (independente)
2010-Aniara’s Experimental Opera (independente)
2010- Opera Rock Vitória + Libreto ( Barata Cichetto & Amyr) (Editora Kafka S.P.)
2010-Mussorgsky Dreams
2010-Tributes
2010-Pianos Solo
2013 BOX 10 CDS Progressive
2013-Hypnos
2013-Andrus X7
2013-Nucleum
2013-Rubaiyat
2013-Shadow of Galaxy
2013-Android
2013-Dark Hole
2013-Monolith
2013-Pandhora
2013-Ninfa z1
2014-Urãnia
2013-Tubular Clocks
2013-Raptor
2014-Magnetic Solace
2014-BOX 10 CDS Electronic (inedit works)
2015-Titãnius
2015- Macrosphera Symphony
Ver site: www.mellowrecords.com
LIVROS:
Rock, Filosofia & Ocultismo
Musicoterapia
Musica Erudita de Todos os Séculos
Necronomicom
Era da Escuridão
Led Zeppelin (História e Biografias)
ALPHA III- Uma Jornada ( Auto-Biografia) por Barata Cichetto & Amyr
Foi crítico Musical de vários Jornais entre 1995 e 2000(Zen, Pendulum, Bons Negócios,etc...) Crítico de Revistas Internacionais como Background Magazine (Holanda) e Paperlatte (Itália).
Crítico da Revista Germano- Brasileira Hard Valhalla (10 anos) encerrada no final de 2007. Ex-crítico e colunista do Jornal Diário do Povo de Campinas (Coluna Metamúsica, gestão do Vereador Romeu Santini) 1996-1997
Fundador do 10 selo do Rock Progressivo e Música Eletrônica experimental do Brasil, em SP, 1986 (Faunus), em sociedade com José Carlos Grijó.
Premiações:
Medalha Carlos Gomes (Câmara de Vereadores de Campinas) por representar esta cidade em mais de 15 países do mundo com seus CD´s e LP´s.
Primeiro lugar de arranjo e composição do Projeto Guarani (maior Festival do Estado de São Paulo dos anos 70) com a música SPECTRAL.
Considerado melhor Tecladista e melhor Projeto do Mundo em vários festivais “Underground”: Espanha/1986; Japão/1986, e Canadá/1991, no festival de Música Eletrônica Internacional; Itália/1993, e Green Dolphin Third Anual International Critics and Musicians Poll (Escandinávia e Holanda).
Atualmente desenvolve projetos de World Music e ritmos árabes e hindus no Espaço Cultural Lince Negro (desde 1995), com Filosofia Oriental, Instrumentação, Teosofia e História da Música, com sua esposa Cáthia Cantúsio.
SPECTRO 1974(CD)
Único registro –gravação de Rock Progressivo da Cidade de Campinas nos anos 70 SPECTRO (1974)
Em meados de 1970 ganhei de meu pai minha primeira guitarra "snake"com distorção embutida,semi-acústica(verde metálica!!)Imaginem como foi....Eu já tocava piano erudito há 5 anos, sendo iniciado pela minha mãe que era pianista e professora da Universidade Católica de Campinas(PUCC).Formei minha primeira banda chamada "Arka" com dois vizinhos (Clayton, guitarrista que já faleceu, e Marcos, no baixo e vocal).
Compusemos a faixa "Liberdade para os Robôs" que se encontra hoje (letra) no meu primeiro LP do ALPHA III PROJECT(faixa Andrômeda)de 1983.
Dissolvemos a banda, após eu ir para uma chácara em Monte Mór (próximo a Campinas) onde uns malucos se reuniam para as noitadas de som e zoeira nesta época,onde conheci outros 2 músicos ( bateria e baixo)
Havia um bom equipamento de som lá, um órgão Caribean III (sonzaço!!) e muita energia.
Rolou uma Jam entre nós e a coesão foi tão perfeita, que fundamos o "Spectro" naquela noite de 1973.
Neste meio tempo, conheci também um grande pianista denominado "Sombra", por causa de sua altura e cabelos compridos,com o qual faturei em 1974 o primeiro lugar no Projeto Guarani (um dos maiores Festivais do Estado de Sampa) com melhor arranjo e música,onde participavam nada menos que Johnny Alf e Itamar Assunção.
Daí parti para "jams" com o Spectro, desde 1973 até 1979,com longas noitadas no Rio, São Paulo,cidades vizinhas,festivais, etc...
Nosso único registro BOM de estúdio foi feito por Fernando Canabarra (Grupo e Estúdio Sexto Sentido) Campinas, gravado num Gravador de Rolo Teac 2 Canais -1/4 ´pista 15 RPM Stereo.
Foram gravadas 5 faixas ( que estão descritas nos documentos anexos)numa única JAM,já que estávamos bem ensaiados.Usamos este equipamento( Arp Strings Farfisa,Farfisa Organ and Synthesizer ,Leslie Box, Rickembaker bass guitar ,Ludwig Drums.)As outras duas faixas extras (Pyaramid e Molécula) foram gravadas por volta de 1979 fim do grupo ,em estúdio caseiro,fita cassete.Eu mesmo remasterizei a última versão para este LP.Todas as músicas e letras fui eu quem compus.
Num show em 1975 ou 76 , na inauguração da Concha Acústica de Campinas, tocamos ao lado dos "falecidos grupos" Burmah (Argentina) e Rock da Mortalha (São Paulo),onde numa noite mágica e inesquecível, com uma platéia de 2.000 pessoas, rolamos e deitamos até altas horas!
Nesta época de sonhos ,o Spectro alcançou grande fama, e tocamos ao lado do Made in Brazil, Tutti-Frutti, etc...
Ainda lembro outra banda daqui de Campinas,a Tio Mellius,sediada em Ubatuba(litoral S.P.) do meu amigo Gustavo Rebuá com grande nostalgia.
Com o Spectro ganhamos um grande Festival de rock em campinas, no clube Cultura Artística, onde no Teatro Castro Mendes em 1977, fechamos novamente o primeiro lugar com a música "Reverbers ao Spectro".
Resolvemos então lançar em LP nosso primeiro disco. Fomos à sede da gravadora WEA no Rio, onde faríamos um contrato final por volta de 1976.Por obra do destino, o produtor morreu num desastre de carro, e nunca conseguimos efetivar o lançamento deste LP !
Desta fórma o Spectro morreu em 1979 com o último show feito nas montanhas da cidade paulista de Brotas.
Em 1983, de suas cinzas, nasceu o Alpha III Project, num show da Concha Acústica, onde
conheci o baterista paulista Mauricio e um produtor executivo.
O primeiro LP do Alpha III (Mar de Cristal) não foi mixado nem produzido por mim(1983), mas por uma firma de produções artísticas , e os termos foram meio fechados.Eu teria só que ir ao estúdio e gravar o som, e o restante ficaria por conta deles.A mixagem não saiu do meu gosto óbviamente.Mas era a única fórma de poder registrar meu primeiro LP, já que era uma façanha gravar um nestes períodos "primitivos".Para finalizar,hoje o relançamento do SPECTRO em CD com 2 versões( a de 1974 bônus + a de 2014 )é o único REGISTRO de Rock Progressivo gravado na cidade de Campinas nos anos 70!!
Amyr Cantusio Jr (Alpha III e Spectro) vocal, teclados,letras e composições 1974
Labels:
THE DUSK ZONE
Assinar:
Postagens (Atom)






























