Após um longo percurso, o mais importante foi a Jornada.No fim dela, o viajante deve estar sem peso extra, pois chegou ao destino.Deve estar preparado para voar ao infinito.O mais importante foi a longa jornada...agora o vasto desconhecido se abre ...para pular ao abismo derradeiro ...a Eternidade.
BLOG de Rock Progressivo do Projeto ALPHA III(Amyr Cantusio Jr) ,música eletronica, experimental e erudita de vanguarda.Links de CDS raros,matérias sobre filosofia oriental,artigos de ocultismo.O intuito é disponibilizar às pessoas a existência de trabalhos de músicos do mundo todo.Rock In Opposition é uma esquerda ARTÍSTICA contra a MEDIOCRIDADE E BAIXO NÍVEL de todo o Veículo de Comunicação Social .
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segunda-feira, 11 de maio de 2026
SAMAEL (Suiça) Black & Industrial Metal
SAMAEL
Samael é uma influente banda suíça de metal, formada em 1987 em Sion, conhecida por evoluir do black metal primitivo para um estilo único de metal industrial/eletrônico. Liderada pelos irmãos Vorph (vocal/guitarra) e Xy (bateria/teclados), a banda é pioneira na fusão de ritmos pesados com atmosferas eletrônicas, destacando álbuns como Ceremony of Opposites.
O peso e densidade do Black Metal inicial se abbriram para um industrial dark e tenebroso, focando em filosofia e politica.Mas com a identidade ainda focada no dark Metal.Com uma discografia enorme, é uma das principais bandas do gênero no Underground."Passage" é um álbum que curto bastante.Mas eles mudaram basatante o som desde o primeiro álbum.
Alexandre "Xytraguptor" Locher
Drums, Keyboard, Programming
Michel "Vorphalack" Locher
Vocals, Guitar
Thomas "Drop" Betrisey
Guitar
Sybreed
Ales Campanelli
Bass
Sybreed, Locus Noir
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THE DUSK ZONE
LUANA DAMETTO (Drums/ Brasil) CRYPTA
Luana Dametto é uma baterista brasileira amplamente reconhecida na cena do metal extremo como fundadora e integrante da banda de death metal Crypta. Ela se destaca por sua técnica precisa de blast beats, velocidade e resistência, características que a tornaram uma referência no gênero e lhe renderam uma indicação ao prêmio de "Baterista de Metal do Ano" pela Drumeo em 2023.Seu estilo é marcado pelo uso constante de pedal duplo rápido e técnicas como o movimento de tornozelo para manter andamentos elevados por longos períodos. Suas principais influências incluem Joey Jordison (Slipknot), Vinnie Paul (Pantera), Derek Roddy (Hate Eternal) e Kerim "Krimh" Lechner (Septicflesh/Decapitated)Carreira Musical(atual) Crypta (2019): Cofundou a banda após sua saída da Nervosa, focando em um som mais "cavernoso" e agressivo. Com o grupo, lançou os álbuns Echoes of the Soul (2021) e Shades of Sorrow (2023)
Esqueça a baterista "pop jazz"que o Rush colocou para substituir Neil Peart.Ela nunca tocou ROCK como esta jovem brasileira.Pegada, técnica e agressividade.Há muitas mulheres incriveis na cena Underground do rock mundial.Nos vocais, nas guitarras, nos teclados, na batera e baixo!
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THE DUSK ZONE
VADER (Polônia) Death/Thrash Metal
Banda polonesa de death metal formada em 1983,
>conhecida como uma das pioneiras do gênero na Europa Oriental. Liderada pelo vocalista/guitarrista Piotr "Peter" Wiwczarek, a banda evoluiu do heavy/speed metal para um som agressivo, vendendo mais de 500.000 cópias mundialmente e lançando álbuns clássicos como The Ultimate Incantation.
Na minha opinião, sua levada total underground, nua e crua, remete ao Thrash Metal.Mas as temáticas das letras beiram o Black Metal, apesar do visual ser mais comum ao Thrash.De acordo com Piotr Wiwczarek (fundador, guitarrista e vocalista) o nome da banda foi inspirado no personagem Darth Vader da série de filmes Star Wars. Os temas líricos incluem histórias de H. P. Lovecraft, Segunda Guerra Mundial, filmes de terror e mensagens antirreligiosas. Segundo a Billboard magazine, até 2003 o Vader vendeu mais de 500.000 cópias ao redor do mundo.
A banda começou fazendo heavy/speed metal, mas com o passar do tempo desenvolveram um estilo de thrash metal "extremo" que viria a ser conhecido como death metal. Muitos consideram o Vader como um dos pioneiros a tocarem death metal na Polônia, colocando seu país na cena internacional do gênero. A banda não disfarça suas raízes e influências, pois sempre em seus concertos tocam covers, geralmente Slayer. Também gravaram um álbum de covers, com canções como "Flag of Hate" (Kreator), "Total Disaster" (Destruction), "Freezing Moon" (Mayhem), "Fight Fire With Fire" (Metallica), dentre outras.
A banda passou pelo Brasil na sua ultima turnê.
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THE DUSK ZONE
DEUTER (Alemanha 70's) Electronic Avantgarde Music
Georg Deuter (Alemanha) "DEUTER"
Foi uma figura constante no cânone do krautrock, começando com o LP " D " de 1971, raridade, uma carreira que parecia destinada a se misturar mais com Tangerine Dream, Klaus Schulze e Cluster do que com Yanni e Deva Premal nas prateleiras das lojas de discos. Essa mudança estilística posterior, no entanto, encontra suas raízes aqui, latente sob a experimentação sonora, as guitarras elétricas e as manipulações de fita que garantem o lugar deste álbum no vasto universo da música underground alemã dos anos 1970. Eu tive pessoalmente todos LPS e posteriores edições em CDS.A atmosfera meditativa, a criação de paisagens sonoras em vez de composições rigidamente estruturadas, bem como o uso da cítara e da tambura que vai muito além de sua mera inserção em um riff de rock, são as verdadeiras forças motrizes aqui. Deuter se uniu ao Mestre e Guru indiano Rajneesh(OSHO) e cvomeçou a criar estruturas musicais para os alunos do centro.Deuter se esforçou ao máximo para gravar um álbum etéreo do começo ao fim, imbuído de um toque esotérico que lhe confere um verniz de mistério.
Foi um pioneiro fundamental na música New Age e ambiente, com uma produção prolífica durante os anos 70, misturando influências folk orientais com experimentação de colagem sonora ocidental.Destaques da Carreira de Deuter nos Anos 70:Início com Krautrock: Seu álbum de estreia, D, foi lançado em 1971 pelo selo Kuckuck, sendo considerado um clássico da cena alemã do início dos anos 70 e misturando elementos de Krautrock com música cósmica.Prolicidade: Durante os anos 70 e 80, Deuter lançou múltiplos álbuns, incluindo sete LPs apenas em 1975.Álbuns Importantes:
D (1971)Aum (1972)Celebration (1976) - elogiado pelo saxofonista de jazz Ornette Coleman, que disse que Deuter "capturou a luz em sua música".Haleakala (1978) - aclamado álbum gravado com um gravador portátil de 4 canais, incorporando instrumentos e sons da natureza.A música de Deuter nessa época é descrita como "ambiente" avant-la-lettre, focada em paisagens sonoras meditativas.
domingo, 10 de maio de 2026
KING DIAMOND
(*)King Diamond & Ocultismo, Uma Viagem Além Túmulo.
Kim Bendix Petersen (King Diamond), outrora nascido no gelado país nórdico denominado Dinamarca, já tinha sido “chamado das sombras” no âmago de sua existência, quando fundou o Black Roses em finais dos anos 70.
Ele aparece como um dos pioneiros do Black Metal (King Diamond Band e Mercyfuul fate) ambas com ele na frente conduzindo.
Sua música pode ser denominada como um hard -progressivo , dark metal com letras sinistras,falando sobre bruxas e inquisição, conceitual.
Como usa as maquiagens tradicionais do Black Metal, e os shows possuem todos elementos do mesmo, além dos LPS, capas de discos e atmosferas, com certeza é o King of Black Metal.
Desde o inicio suas temáticas metafísicas partem para o lado do existencialismo metafísico, permeando seus álbuns com atmosferas sombrias da inquisição, bruxaria e chamados do além.
Seus vocais em falsete, ora graves e rasgados, ora com narrativas e gargalhadas dão toda uma única estrutura na história do rock. Sou fã absoluto de sua performance, que nada deixa a desejar à um Alice Cooper, Kiss ou Peter Gabriel,toma corpo durante suas apresentações bombásticas ao vivo.
As capas dos seus discos são maravilhosas, obscuras, muito bem feitas e após uma audição de qualquer de seus trabalhos, tem-se a impressão de se ter estado presente na história narrada de corpo e alma. Lógico que King Diamond não é pra qualquer um, principalmente radicais e fanáticos religiosos. “Eu tento ser eu mesmo, com coisas que me fazem sentir verdadeiro por dentro. Respeito pessoas que gostam de acreditar em Deus, mas elas deviam guardar isto pra elas próprias, não impondo a ninguém, nem se matarem por causa de suas religiões, pois jamais poderão provar se estão certas ou erradas” (K.D.)
Eu pessoalmente acordo bem quando ouço King Diamond. Mórbido, depressivo?Ao menos para mim não. A estrutura musical contém elementos progressivos como muito teclado (hammond b3, sintetizadores, piano, cravos, etc.) além de cantos litúrgicos e atmosferas rituais, em meio a muito peso e climas guturais. Andy La Rocque é seu eterno parceiro, um guitarrista preciso, de mão cheia, que sabe o que faz.
Os discos como The Eye, The Graveyeard, House of God, Spider’s Lullaby, Voodoo, Abigail ou Fatal Portrait são verdadeiros hinos metafísicos, obrigatórios, onde se podem notar toda uma epopéia artístico teatral, que envolve o ouvinte como numa dramaturgia. Diamond sabe mesclar a música, a atmosfera, o vestuário e a arte teatral de maneira soberba e única, com sua marca fúnebre registrada. Tenho certeza que Shaskepeare, John Milton, William Blake, Dante Alighieri, August Strindberg e Swedenborg fariam um banquete sagrado se ouvissem Diamond e seus fantásticos contos sobrenaturais.
Afinal, todo mundo quer saber o que faz aqui e pra onde vai após a morte. E King Diamond é um modo de se refletir com pompa, elegância e arte ,nestes aspectos que fazem parte holística da natureza do “ser” ou “não ser”.
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THE DUSK ZONE
DIMMU BORGIR LIVE 2025 "WACKEN"
Uma de minhas bandas prediletas nesta área de Black Metal.Sensacional arranjos, teclados, luzes, figurinos,.e atmosferas denas e sombrias.
Interessante o uso de " taikos" tambores orientais no meio da peça musical, o que deu um clima ritual forte com o vocalista exibindo os chifres de Satã.
Incrível show e produção. !!
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