As primeira gravações foram num estudio Underground em Campinas 2000, usando um Synth Protheus velho.Depois eu gravei uma versão em 2015 em S.P. no Reco Synth Modular Gogante do engenheiro Arthur Joly.
BLOG de Rock Progressivo do Projeto ALPHA III (Amyr Von Bathel Cantusio) ,música eletronica, experimental e erudita de vanguarda. -Electronic & Avantgarde Vintage Music, Progressive & Kraut Rock,Teosophy, Mystycal and Esoterism Reviews, Full Reviews and Dark Music (Black Metal, Thrash,Death,Dark Wave,Industrial,....etc...) on DUSK ZONE
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016
ALPHA III-Protheus EXperiments
As primeira gravações foram num estudio Underground em Campinas 2000, usando um Synth Protheus velho.Depois eu gravei uma versão em 2015 em S.P. no Reco Synth Modular Gogante do engenheiro Arthur Joly.
sábado, 13 de agosto de 2016
BILL WARD-Um Batera -Vulcão no Black Sabbath
BILL WARD (Black Sabbath)
Uma Lenda Explosiva
Decidi fazer esta matéria,um artigo pessoal, porque além de fã absoluto do Black Sabbath, vejo que atualmente foi cometida uma grande injustiça do próprio grupo em relação à este grandioso baterista,além do ostracismo e indiferença de uma grande maioria dos fans de todo mundo.Creio que muita gente nem nunca ouviu falar de seus trabalhos SOLOS.. Sim, ele quem compôs, escreveu as músicas, cantou, tocou as bateras e as letras.Acompanhado de uma excelente banda de apoio (com um guitarrista fenomenal que lembra em muito o Tony Iommi nos anos 70) Fiquei impressionado com o peso, a qualidade técnica , a beleza exuberante e bizarra das composições. Para amantes do rock Progressivo em especial, pois Ward se envereda para este campo.Apesar de presente a atmosfera e peso das guitarras e bateria do antigo Black Sabbath, você vai ouvir algo como uma mistura de Pink Floyd na fase “The Wall”,Queen e sintomas operísticos,, Van Der Graaf Generator e Blak Sabbath. Tudo isto está presente numa unidade coesa e incrível nestes 2 álbuns LINK (sendo que um deles é totalmente raro e consegui na Inglaterra). Voce ficará se indagando: é melhor que alguns álbuns recentes do Black Sabbath e do Ozzy?? Sim é melhor.Mas não tem a mídia por trás. Ward está sem produção atualmente,voltando a tocar em botecos e locais pequenos com um trio(guitarra/baixo e batera)Infelizmente abandonado pelos 3 colegas do Sabbath. Justo ele que saiu da banda porque não conseguia tocar sem a presença de OZZY, foi pelo mesmo rechaçado nesta reunião atual! Eu acompanho o Sabbath desde seu maravilhoso primeiro disco de 1970,além de estudar Biografias de música Erudita e do Rock.No momento estou terminando os livros(Black Sabbath / Sabbath Bloody Sabbath de Joel Mclver), IRON MAN (pelo próprio Tony Iommi) e Black Sabbath (por Mick Wall) imperdíveis. William Thomas Ward, mais conhecido como Bill Ward (5 de maio de1948, Aston, Birmingham, Inglaterra) Signo de Taurus (Terra-Venus ) como eu (nasci em 1 de maio) é um baterista inglês, sendo o primeiro e um dos fundadores da banda britânica Black Sabbath. Ficou em 8° lugar na lista dos "50 melhores bateristas de hard rock e metal de todos os tempos" do site Loudwire.[1] Em lista da revista Rolling Stone, Ward ficou na posição 42 dos "100 Maiores Bateristas de Todos os Tempos. Bill Ward e Tonny Iommi tocavam em uma banda chamada Mythology, posteriormente uniram-se a eles o vocalista e o baixista da banda Rare Breed, Ozzy Osbourne e Geezer Butler, formava-se então o Black Sabbath. De 1969 a 1980 Ward participou de todos os álbuns do Black Sabbath. Ele deixou a banda em agosto de 1980, por motivos pessoais, principalmente por não conseguir prosseguir sem Ozzy.(Biografia/Joel Mclever) Atualmente Bill Ward tem sua banda simples (que ainda não gravou nada em estúdio) chamada Day of Errors. Podem ser encontrados raramente em loja de importados: Bill Ward - Ward One: Along the Way 1990 Bill Ward When The Bough Breaks 1997
sábado, 30 de julho de 2016
PSYCOTHRONIC -Brasilian Electronic Music
Tomei a liberdade e iniciativa de levar ao público nacional o conhecimento de artistas que estão há anos trabalhando na cultura de vanguarda,na música eletronica e experimental, unidos ao rock, ao kraut, ao space e ambient music. Músicos que tem pesquisado sintetizadores e a arte feita pelos mestres de tempos anteriores. Escolhi 8 projetos (incluindo o meu ALPHA IIi) cada um com uma música representativa geral do que fazem. É um CD gratuito, demonstrativo do que a arte UNDERGROUND brasileira vem produzindo na obscuridade, em meio ao ostracismo e indiferença geral de público e gravadoras. Mesmo assim, grandes projetos, música e sonoridade única para ouvidos sensíveis. Aqui se cruzam estilos da Berlim School, Dusseldorf, Space,Kosmic, Ambient & Experimental Electronic Music. O intuito é que voces ouçam e ajudem nossa ARTE NACIONAL. Divulguem, copiem, compartilhem, dêem de presente...mas DIVULGUEM!!!!! Agradeço a todos amigos que curtem este tipo de som, aos que não curtem que possam começar a curtir! E dedico à todos estes músicos pesquisadores esta pequena homenagem que acabei fazendo por vontade pessoal!! Este link e matéria será publicado na Revista Keyboard como ajuda na divulgação! hare.
quarta-feira, 27 de julho de 2016
BLACK SABBATH-A Biografia(Livro- Link)
Livro de Mick Wall fabuloso com vários relatos inéditos do BLACK SABBATH.
Ozzy Osbourne e sua Posição no Grupo: É notável como uma das figuras mais carismáticas da história da música era frequentemente tratada nos bastidores como alguém facilmente manipulável pelos outros.
A Situação de Bill Ward: O baterista Bill Ward enfrentava constantes situações difíceis com seus companheiros. Os relatos apontam o guitarrista Tony Iommi como o principal autor de "brincadeiras" pesadas e momentos de humilhação contra Ward.
Alguns desses relatos relatados por Wall são tão impactantes que forçam o leitor a refletir sobre a natureza das relações interpessoais dentro de um grupo que mudou o curso da música;
O Declínio Financeiro e o Impacto das Substâncias
Além de registrar a ascensão que transformou o grupo em uma influência global, Mick Wall expõe a falta de maturidade empresarial dos integrantes originais: Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward.Sem foco em contratos ou burocracias do show business, os músicos enfrentaram diversos problemas financeiros. O livro narra como a banda chegou a perder, em determinado momento, direitos importantes sobre suas próprias criações clássicas.
Essa negligência administrativa é associada diretamente ao abuso substancial de drogas, especificamente a cocaína.A substância foi um fator determinante para o declínio que a banda enfrentou na década de 1970. Esse ciclo de excessos culminou na demissão de Ozzy Osbourne em 1978, após o álbum “Never Say Die!”. De acordo com Wall, o volume de entorpecentes consumido na trajetória do Sabbath era algo fora do comum para os padrões da época.
A Era Dio: O Renascimento Artístico
O livro também aborda os talentos que mantiveram a banda relevante após a saída de Ozzy. O maior destaque vai para o vocalista Ronnie James Dio.Com sua voz poderosa, Dio foi fundamental para resgatar a banda e colocá-la novamente no topo das paradas com o álbum “Heaven and Hell” (1980). Ele consolidou essa fase com “Mob Rules” (1981) e o registro ao vivo “Live Evil” (1982).
A biografia acompanha a trajetória de Dio até o momento de sua morte, em 16 de maio de 2010.
Sharon Osbourne provou ser uma verdadeira estrategista no comando do show business. A biografia detalha como ela reconstruiu a carreira solo de Ozzy após sua demissão. Wall relata as manobras que permitiram a Sharon obter direitos legais sobre o nome "Black Sabbath", evidenciando sua habilidade nos negócios. Além dela, Mick Wall também ressalta a importância de Randy Rhoads, o guitarrista da fase solo de Ozzy. Rhoads trouxe uma fusão de música clássica com o metal, imortalizando seu talento em discos como “Blizzard of Ozz”, lançado em 1980. Sua trajetória foi tragicamente interrompida em um acidente de avião em 1982. Repleto de histórias sobre o estrelato e os momentos de declínio, “Black Sabbath – A Biografia” cumpre um papel pedagógico sobre a história do rock. A obra deixa claro que a genialidade artística frequentemente caminha ao lado de grandes desafios pessoais. É uma leitura recomendada para quem deseja entender as engrenagens reais da música moderna.
















