BLOG de Rock Progressivo do Projeto ALPHA III
(Amyr Von Bathel Cantusio) ,música eletronica, experimental e erudita de vanguarda.
-Electronic & Avantgarde Vintage Music, Progressive & Kraut Rock,Teosophy, Mystycal and Esoterism Reviews, Full Reviews and Dark Music (Black Metal, Thrash,Death,Dark Wave,Industrial,....etc...) on DUSK ZONE
SIM!!
GENESIS- período Peter Gabriel
Resmasterizado e reeditado depois de uma ampla pesquisa/seleção de bootlegs com som em qualidade boa!
Aqui vc. vai ouvir faixas INÉDITAS que não couberam nos LPS FOXTROT e NURSERY CRYME, uma JAM AO VIVO no ESTUDIO 1973 e um dos melhores shows na BÉLGICA em 73 com qualidade excelente, além, de faixas soltas raras!!!
Melhor, com a banda toda em formação clássica e no apogeu!
Este é um trabalho de captação dos sussurros e sons emitidos por plantas alucinógeas poderosas em laboratório.Seus lamentos foram gravados com captação eletronica por células de contato grudadas nos caules e folhas.Originalmente nome( Trip into the Mushrumps)
Isto foi feito no Orquidario da França pelo cientista Michel Primè.
Eu tratei os sons, aplifiquei as ondas e fiz uma cama de teclados musicando e dando atmosfera psiquica ao fundo.
Foram utilizados sintetizadores Korg, Roland e Yamaha, com osciladores de frequencia.
O intento e gerar estados muito semelhantes nos ouvintes aos que experimentam usando as plantas ingeridas!!O efeito no cérebro e na alma é impressionante por causa do fator elemental contido nos sons.
Experimente, baixe o LINK e faça sua viagem!!!
Amyr Cantusio Jr (teclados, sintetizadores, experimentos e composição)
Michel Primè: captação das plantas (França)
Marie Laveau nasceu em New Orleans,U.S.A.,no século 18, e foi uma bruxa muito cultuada na região,nas artes do Vodu.
Tanto Memphis como New Orleans são capitais do Blues.
Neste trabalho desenvolvi várias técnicas de piano/baixo e bateria de Blues de várias regiões, e algumas releituras de Creedence/ Led Zeppelin e Scott Joplin, tudo feito básicamente com a pegada certeira marcada da batera e baixo, com 2 pianos(um solo e um base) no blues 3 acordes/retorno com Sétima.
Interessados me contatar para CD Digital
AMYR CANTUSIO JR:
Arranjos/composições/piano/
baixo e bateria.
Extremamente abissal, frenético/denso e absurdo.Um disco para poucos.Macabro e histérico.Vocais de Gillan acrescentam na atmosfera sombria a começar pela capa.As sombras das Ruinas de Stonehenge pairam aqui...Deuses sombrios trafegam nas músicas do abismo!!
Vale cada segundo de audição!!
Lançado em 9 de setembro de 1983, Born Again ocupa um
lugar peculiar na discografia do Black Sabbath. Após a saída de Ronnie James
Dio, a banda enfrentava uma fase de instabilidade e, como solução, recrutou Ian
Gillan, ex-vocalista do Deep Purple, que também atravessava um momento difícil
em sua carreira solo. A junção dessas duas forças gerou uma mistura inusitada
de estilos e interpretações que desafia expectativas.A gravação do álbum não é boa.Mas as músicas são um marco histórico.
Formação única e excepcionalmente densa,macabra e muito polêmica do
Grupo.Ame-o ou deixe-o.O som aqui está extremamente pesado e com pitadas
dos teclados de Geoffrey Nicholls,dando uma atmosfera estranha e
underground.Os vocais de Ian Gillan estão devastadores.Diz-se que na
época Gillan além dos problemas nas cordas vocais( e aqui ele canta
absurdo!!)teve encrencas para gravar com o pessoal do Sabbath, que fazia
as Jams após a meia-noite num velho Castelo.Gillan dormiu do lado de
fóra numa barraca com pavor dos "demônios invocados " das Jams.
Mesmo assim as performances são devastadoras e os shows ao vivo idem.Um
disco único com sonoridade tradicional das guitarras infernais de Tony
Iommy, baixo de Geezer Buttler e batera fabulosa do mestre Bill
Ward.Fotos do Manor Studios da Inglaterra, onde também foi gravado o
belissimo Tubular Bells de Mike Oldfield ( Trilha sonora do filme
O Exorcista)
O
álbum "Born Again", lançado pelo Black Sabbath entre agosto e setembro
de 1983 (com forte repercussão em 1984), é um dos capítulos mais
fascinantes, bizarros e polarizadores da história do heavy metal.
Após
as saídas consecutivas de Ozzy Osbourne e Ronnie James Dio, a banda se
viu em uma encruzilhada criativa e acabou recrutando ninguém menos que
Ian Gillan, a lendária voz do Deep Purple. O resultado dessa união
improvável — carinhosamente apelidada por muitos de "Deep Sabbath" — foi
um disco de agressividade descomunal, cercado por lendas de bastidores
que parecem saídas diretamente do filme satírico This Is Spinal Tap.
Musicalmente, o álbum abre com a veloz e autobiográfica "Trashed", que
detalha um acidente real em que Gillan capotou o carro do baterista Bill
Ward nos arredores do estúdio após abusar do álcool. Na sequência, o
clima soturno toma conta com "Disturbing the Priest", uma das faixas
mais pesadas e teatrais da carreira da banda; a letra nasceu de um
episódio verídico onde o som dos ensaios estava incomodando os padres de
uma igreja vizinha, inspirando Gillan a alternar gargalhadas insanas e
agudos estridentes em um autêntico hino de terror. Outro pilar
indestrutível do álbum é "Zero the Hero", dona de um dos riffs mais
arrastados, densos e influentes criados por Tony Iommi, que mais tarde
serviu de inspiração direta para bandas como o Guns N' Roses e é
apontada por críticos como uma espécie de ancestral do rap metal devido à
métrica quase falada dos vocais de Gillan. Há espaço também para a
melancolia arrastada da faixa-título "Born Again" e para a agressividade
direta e comercial de "Digital Bitch" e "Hot Line". Contudo, se as
composições eram brilhantes, a produção final do disco tornou-se o seu
ponto mais polêmico: a mixagem original ficou extremamente abafada,
saturada e com excesso de frequências graves, gerando tamanho
desconforto que o próprio Ian Gillan revelou ter arremessado sua fita
cassete do álbum pela janela do carro ao ouvi-la pela primeira vez. Para
completar o cenário caótico, a identidade visual trazia a icônica e
bizarra capa de um bebê demônio com garras e presas em fundo amarelo e
azul neon, uma arte amplamente criticada na época, mas que hoje é
considerada um clássico cult. Pouco após o lançamento e uma turnê
conturbada — que contou com Bev Bevan na bateria substituindo um
debilitado Bill Ward e a inclusão inusitada de "Smoke on the Water" no
repertório —, Gillan deixou o grupo para a reunião histórica do Deep
Purple. Apesar de ter sido massacrado pela crítica especializada em seu
lançamento, o tempo foi extremamente generoso com "Born Again": o disco
atingiu o quarto lugar nas paradas britânicas na época e, hoje, é
celebrado por uma legião de fãs como uma obra-prima injustiçada, dona de
uma atmosfera sombria, maligna e claustrofóbica que pouquíssimas bandas
conseguiram emular ao longo dos anos.
O melhor registro ao vivo do Black Sabbath com sua formação original.Pegada, peso, feeling.
Past Lives foi na época em que gravavam o Sabbath Bloody Sabbath e ocorreu um encontro de gigantes com o Led Zeppelin.
Houve uma JAM e uma gravação que até o momento se encontra perdida.
Entre 1971 e 1976 ambas as bandas estavam no apogeu musical.
Aqui você vai ouvir Ozzy e todo o grupo estonteante fazendo um som absurdamente vigoroso.Aproveite!!
Excelente show com um ótimo nível de qualidade sonora, raríssimo em CD Presente para todos amantes da formação tradicional do Black Sabbath, e tendo como convidado o fantástico vocalista do Judas Priest !!
TONY IOMMI: lead guitars
BILL WARD: drums
GEEZER BUTTLER: bass guitar
ROB HALFORD: lead vocals
ALPHA III
1974-1989
Detalhes & Curiosidades Gravações/Teclados
A-)SPECTRO 1974 FITA RÔLO AKAI
A primeira gravação oficial de minha vida.Agendada 8 horas no Estudio Sexto Sentido em Campinas, em 1974,fomos 4 músicos ao estúdio bem chapados e gravamos DIRETO a JAM(sem nenhum OVERDUB !!!) Foi gravado AO VIVO Direto dos equipamentos.Tínhamos ensaiado 2 anos antes (desde 1972) e tocamos rápido.
Instrumentos: Farfisa Synthesizer, Farfisa Leslie Organ,Arp Strings Farfisa,Tama Drums, Fender Jazz bass, Percussão.
1-MAR DE CRISTAL 1983 LP
Foi gravado com um sintetizador Moog Sattelite 1972, um arp string audac,um órgão farfisa e um synth Korg Poly 800. Os contra-baixos foram todos feitos no Moog.A bateria é acústica tocada por Mauricio lambiasi.
2-SOMBRAS 1985 LP
Gravado numa mesa de 24 canais lançados em somente 4 canais.Sintetizador usado foi o recém chegado Yamaha CS-30 L( um ponto abaixo do CS-60 mas maior e mais complexo na monofonia) um Arp Strings Audac, um Fender Rhodes Electric Piano,2 violões Ovation,um Baixo Fender, uma Bateria Tama. Baixo tocado por E.Furlan e bateria por F.Beltrame ( que era cego !!)
3-AGARTHA LP 1986
Logo neste ano haviam saído alguns teclados estranhos da Yamaha como o PSR- 70, o Synth SY-77 e a bateria eletrônica RX-5.Como eu era demonstrador e tinha patrocínio da Yamaha do Brasil, acabei levando para casa e gravando TUDO com estes instrumentos somente em 2 Pistas de um gravador de ROLO AKAI.Usei meu Moog Sattelite numas faixas,e o Arp Strings Audac em outras.
4-RUINAS CIRCULARES LP 1987
Foi gravado com sobras de Fitas de Rôlo de Estúdio e Sobras de hors Extras.Durou 40 dias a gravação geral.Eu trabalhava no Estudio American Juratel de Campinas ( que possuía equipamento excelente norte americano e salas enormes de gravação)
EQUIPAMENTO:
Yamaha Grand Piano/Yamaha CS 30 L Synth,Korg DW8000, Korg Ply800,Arp Strings Audac,Roland Beat Drum Machine,Tama Drums, Insbruck Guitars,Fender Jazz Bass, Yamaha DSR 1000 synth.Toquei todos instrumentos.
5-THE ALEPH 1988 LP
Gravado em 40 dias também na American Juratel Studios/Campinas S.P.
Sobras de estúdio(fitas de rolo) e horas extras.
EQUIPAMENTO :
Yamaha Grand Piano usado como base INTEIRA do LP.Gravei TUDO no piano antes, depois fui orquestrando.Eu tinha acabado de fazer Extensão Universitária em Música Erudita de Vangurada na Unicamp e aproveitei a atmosfera.
Yamaha CS-30 L Synth, Hammond Organ, Yamaha DSR 1000 Synth, Fender Jazz Bass , Luthier Drums, Tubular Bells, e vários tipos de artefatos que usei como instrumentos( baldes velhos, apitos de osso, cornetas, etc…)Toda a base foi calcada num misto da música de Wagner/Beethoven/Mussorgsky com o serialismo de A.Schoemberg.Este LP foi considerado pela crítica internacional como R.I.O.(Rock In Opposition)
6-TEMPLE OF DELPHOS- 1989 LP
Gravado totalmente com equipamento TOP da Yamaha deste respectivo ano!!
Equipamento:
Yamaha Drum Machine Rx-5, Yamaha CS-30 L Synth,
Yamaha CS 60 Synth,Ovation Acoustic Guitars, e o baterista Romano Ferrari (Luthier Drums) Os baixos fiz no CS-30 L Synth.
7- THE SEVEN SPHERES 1990 LP
Gravado na Juratel Studios também.Último LP que fiz como ALPHA III.
EQUIPAMENTO:
Yamaha DSR1000 Synth, Yamaha CS 30 L, Yamaha CS-60 Synth, Tubular Bells, Vocals Experiment,pedais chorus/delay/flanger da DOD.
O trampo foi parte da trilha sonora de um documentário alemão do escritor/cientista Holger Kernstein ( Book-Jesus Lived in India) produzido por Arthur Clark e Shirley Mac Laine . Eu me aprofundei nos estudos teosóficos, ocultismo e védicos nesta época para poder criar toda a atmosfera.Levamos 5 meses para criar tudo.