BLOG de Rock Progressivo do Projeto ALPHA III
(Amyr Von Bathel Cantusio) ,música eletronica, experimental e erudita de vanguarda.
-Electronic & Avantgarde Vintage Music, Progressive & Kraut Rock,Teosophy, Mystycal and Esoterism Reviews, Full Reviews and Dark Music (Black Metal, Thrash,Death,Dark Wave,Industrial,....etc...) on DUSK ZONE
Em 1972 o músico ingles(multi-instrumentista,com foco na guitarra acustica& elétrica ) gravou seu primeiro DEMO TAPE.Literalmente usando 12 gravadores CASSETE( já que não havia computador) e mais de 40 instrumentos diferentes, em seu Castelo (The Manor) ,solitário e meditativo na beira de um rio entre florestas densas e escuras.Este é o PRIMEIRO REGISTRO da DEMO TAPE tocada TOTALMENTE por Mike Oldfield, já que o LP que sairia em 1973 já haviam vários músicos convidados.Reza a lenda que Oldfield foi o primeiro músico a utilizar 100 canais de Estudio para fazer os "overdubs".Mike tocou uma grande variedade de cordas (bandolin,banjo, guitarras medievais,acusticas, elétricas, baixo) + orgão, piano, clavinete,tubular bells, gaitas de fole e synths farfisa.Desta época me lembro perfeitamente de ver raras fotos deste castelo e instrumentos, que posteriormente sairiam numa caixa com LPS e POSTER lá por volta de 1975 ou 76.A mística era grande nos anos 70.Tudo era misterioso e mágico.Ainda mais quando este disco foi escolhido para trilha sonora do filme "O Exorcista".Eu assisti o lançamento e realmente fiquei obcecado,ouvindo este LP dezenas de vêzes!
AQui eu remasterizei e recuperei o som.Vc. vai ouvir os contra-baixos CLAROS e PESADOS...Solos de guitarra CRÚS e ÁCIDOS, teclados, algumas baterias e o canto de Sally Oldfield (irmã de Mike)e os violões maravilhosos acústicos.O que é legal que aqui é algo indicado para guitarristas e violonistas, um trabalho folk-minimalista de primeira qualidade, feito por um músico excepcional e virtuose.Inédito e BEM DIFERENTE do DISCO original de 1973.Fiz uma CAPA com detalhes da ÉPOCA!! Virgin Records....tempos maravilhosos de Arte Sublime!!!
Nos anos 70 houveram milhares de bandas de altíssimo nível, muitas melhores que os próprios DINOSSAUROS e MESTRES.Mas não conseguiram se sobressair ou ter um lugar ao sol.Desta forma compartilho aqui 2 bandas FANTÁSTICAS que se não superam, se EQUIPARAM ao Genesis e ao Yes e Gentle Giant: CHACKRA(same 1979 banda norte-americana impressionante) e ACROSTICHON(Isopoda '1978-Bélgica realmente magnifica!!)
Quem quiser obter os ORIGINAIS deve ir nos SITES da MUSEA ou outros.Ali vc. pode comprar o CD na íntegra.
SIM!!
GENESIS- período Peter Gabriel
Resmasterizado e reeditado depois de uma ampla pesquisa/seleção de bootlegs com som em qualidade boa!
Aqui vc. vai ouvir faixas INÉDITAS que não couberam nos LPS FOXTROT e NURSERY CRYME, uma JAM AO VIVO no ESTUDIO 1973 e um dos melhores shows na BÉLGICA em 73 com qualidade excelente, além, de faixas soltas raras!!!
Melhor, com a banda toda em formação clássica e no apogeu!
Este é um trabalho de captação dos sussurros e sons emitidos por plantas alucinógeas poderosas em laboratório.Seus lamentos foram gravados com captação eletronica por células de contato grudadas nos caules e folhas.Originalmente nome( Trip into the Mushrumps)
Isto foi feito no Orquidario da França pelo cientista Michel Primè.
Eu tratei os sons, aplifiquei as ondas e fiz uma cama de teclados musicando e dando atmosfera psiquica ao fundo.
Foram utilizados sintetizadores Korg, Roland e Yamaha, com osciladores de frequencia.
O intento e gerar estados muito semelhantes nos ouvintes aos que experimentam usando as plantas ingeridas!!O efeito no cérebro e na alma é impressionante por causa do fator elemental contido nos sons.
Experimente, baixe o LINK e faça sua viagem!!!
Amyr Cantusio Jr (teclados, sintetizadores, experimentos e composição)
Michel Primè: captação das plantas (França)
Marie Laveau nasceu em New Orleans,U.S.A.,no século 18, e foi uma bruxa muito cultuada na região,nas artes do Vodu.
Tanto Memphis como New Orleans são capitais do Blues.
Neste trabalho desenvolvi várias técnicas de piano/baixo e bateria de Blues de várias regiões, e algumas releituras de Creedence/ Led Zeppelin e Scott Joplin, tudo feito básicamente com a pegada certeira marcada da batera e baixo, com 2 pianos(um solo e um base) no blues 3 acordes/retorno com Sétima.
Interessados me contatar para CD Digital
AMYR CANTUSIO JR:
Arranjos/composições/piano/
baixo e bateria.
Extremamente abissal, frenético/denso e absurdo.Um disco para poucos.Macabro e histérico.Vocais de Gillan acrescentam na atmosfera sombria a começar pela capa.As sombras das Ruinas de Stonehenge pairam aqui...Deuses sombrios trafegam nas músicas do abismo!!
Vale cada segundo de audição!!
Lançado em 9 de setembro de 1983, Born Again ocupa um
lugar peculiar na discografia do Black Sabbath. Após a saída de Ronnie James
Dio, a banda enfrentava uma fase de instabilidade e, como solução, recrutou Ian
Gillan, ex-vocalista do Deep Purple, que também atravessava um momento difícil
em sua carreira solo. A junção dessas duas forças gerou uma mistura inusitada
de estilos e interpretações que desafia expectativas.A gravação do álbum não é boa.Mas as músicas são um marco histórico.
Formação única e excepcionalmente densa,macabra e muito polêmica do
Grupo.Ame-o ou deixe-o.O som aqui está extremamente pesado e com pitadas
dos teclados de Geoffrey Nicholls,dando uma atmosfera estranha e
underground.Os vocais de Ian Gillan estão devastadores.Diz-se que na
época Gillan além dos problemas nas cordas vocais( e aqui ele canta
absurdo!!)teve encrencas para gravar com o pessoal do Sabbath, que fazia
as Jams após a meia-noite num velho Castelo.Gillan dormiu do lado de
fóra numa barraca com pavor dos "demônios invocados " das Jams.
Mesmo assim as performances são devastadoras e os shows ao vivo idem.Um
disco único com sonoridade tradicional das guitarras infernais de Tony
Iommy, baixo de Geezer Buttler e batera fabulosa do mestre Bill
Ward.Fotos do Manor Studios da Inglaterra, onde também foi gravado o
belissimo Tubular Bells de Mike Oldfield ( Trilha sonora do filme
O Exorcista)
O
álbum "Born Again", lançado pelo Black Sabbath entre agosto e setembro
de 1983 (com forte repercussão em 1984), é um dos capítulos mais
fascinantes, bizarros e polarizadores da história do heavy metal.
Após
as saídas consecutivas de Ozzy Osbourne e Ronnie James Dio, a banda se
viu em uma encruzilhada criativa e acabou recrutando ninguém menos que
Ian Gillan, a lendária voz do Deep Purple. O resultado dessa união
improvável — carinhosamente apelidada por muitos de "Deep Sabbath" — foi
um disco de agressividade descomunal, cercado por lendas de bastidores
que parecem saídas diretamente do filme satírico This Is Spinal Tap.
Musicalmente, o álbum abre com a veloz e autobiográfica "Trashed", que
detalha um acidente real em que Gillan capotou o carro do baterista Bill
Ward nos arredores do estúdio após abusar do álcool. Na sequência, o
clima soturno toma conta com "Disturbing the Priest", uma das faixas
mais pesadas e teatrais da carreira da banda; a letra nasceu de um
episódio verídico onde o som dos ensaios estava incomodando os padres de
uma igreja vizinha, inspirando Gillan a alternar gargalhadas insanas e
agudos estridentes em um autêntico hino de terror. Outro pilar
indestrutível do álbum é "Zero the Hero", dona de um dos riffs mais
arrastados, densos e influentes criados por Tony Iommi, que mais tarde
serviu de inspiração direta para bandas como o Guns N' Roses e é
apontada por críticos como uma espécie de ancestral do rap metal devido à
métrica quase falada dos vocais de Gillan. Há espaço também para a
melancolia arrastada da faixa-título "Born Again" e para a agressividade
direta e comercial de "Digital Bitch" e "Hot Line". Contudo, se as
composições eram brilhantes, a produção final do disco tornou-se o seu
ponto mais polêmico: a mixagem original ficou extremamente abafada,
saturada e com excesso de frequências graves, gerando tamanho
desconforto que o próprio Ian Gillan revelou ter arremessado sua fita
cassete do álbum pela janela do carro ao ouvi-la pela primeira vez. Para
completar o cenário caótico, a identidade visual trazia a icônica e
bizarra capa de um bebê demônio com garras e presas em fundo amarelo e
azul neon, uma arte amplamente criticada na época, mas que hoje é
considerada um clássico cult. Pouco após o lançamento e uma turnê
conturbada — que contou com Bev Bevan na bateria substituindo um
debilitado Bill Ward e a inclusão inusitada de "Smoke on the Water" no
repertório —, Gillan deixou o grupo para a reunião histórica do Deep
Purple. Apesar de ter sido massacrado pela crítica especializada em seu
lançamento, o tempo foi extremamente generoso com "Born Again": o disco
atingiu o quarto lugar nas paradas britânicas na época e, hoje, é
celebrado por uma legião de fãs como uma obra-prima injustiçada, dona de
uma atmosfera sombria, maligna e claustrofóbica que pouquíssimas bandas
conseguiram emular ao longo dos anos.
O melhor registro ao vivo do Black Sabbath com sua formação original.Pegada, peso, feeling.
Past Lives foi na época em que gravavam o Sabbath Bloody Sabbath e ocorreu um encontro de gigantes com o Led Zeppelin.
Houve uma JAM e uma gravação que até o momento se encontra perdida.
Entre 1971 e 1976 ambas as bandas estavam no apogeu musical.
Aqui você vai ouvir Ozzy e todo o grupo estonteante fazendo um som absurdamente vigoroso.Aproveite!!