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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

BLACK SABBATH (*) Sexta-Feira 13 / FEVEREIRO DE 1970

Um grande disco. (*) 46 anos atrás surgia esta pérola!!!Uma obra derradeira gravada direta num dia, e mixada noutro.Um overdub somente.Ao vivo em estudio.O disco em questão foi lançado oficialmente numa sexta-feira 13 em fevereiro de 1970!! Pela VERTIGO. Acontece que este disco mudou os rumos do rock,(em especial acrescentou o peso e experimento ao Kraut alemão)no mundo.A Alemanha foi a primeira a absorver.Depois vieram outras bandas.Mas nada se equipara a atmosfera, peso, letras, voz, batera e guitarras deste disco.Uma óbra mítica do rock vintage.Tony Iommi e seus "trítonos" ou intevalos de quinta diminuta nas guitarras, a batera frenética e jazzistica de Bill Ward, o mega baixo de Geezer Buttler e suas letras,e o vocal e presença gutural e lúgubre de Ozzy Osbourne deram uma pitada de "sombras" e melancolia neste período.Impagável!! A ode ao ocultismo e disparada no rock de maneira aberta, em oposição ao "paz e amor" hipócritas que já se esgotavam nas falcatruas e mentiras do sistema politico vigente. "O primeiro trabalho, Black Sabbath, foi um grande sucesso (oitavo lugar nas classificações inglesas) devido, em grande parte, à atmosfera histórica de composições como "Black Sabbath", "The Wizard" e "N.I.B.". O disco, para muitos, foi a inauguração de um rock mais original, tanto no sentido sonoro, mais pesado, denso e distorcido; quanto no que se refere às letras. Deep Purple e Led Zeppelin, outras bandas influentes do heavy metal da época, tinham um som mais melódico e mais próximo a outros estilos como o blues, folk e o rock n' roll. A música do Sabbath a princípio tinha características semelhantes, mas ,com o tempo, a banda investiu em um som mais pesado e com temáticas mais obscuras, com referências explícitas a "demônios" e temas envolvendo ocultismo, que era uma novidade e uma polêmica nessa época. Embora essa temática pudesse ser eventualmente observada em trabalhos de outros grupos, como Beatles e Led Zeppelin, o Black Sabbath, graças a sua persistência nessa proposta, foi em grande parte um responsável por um estereótipo que se perpetuou no universo do heavy metal. Essa proposta levou a banda a sofrer numerosas críticas; os mais conservadores os acusavam de promover o "satanismo" e isso costumava alimentar reprovação de grande parte da opinião pública. " Relato de críticas da época. Um grandioso disco!! Fotos das locações onde foi feita a magnifica arte da capa DUPLA (Inglesa e Americana) !

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

TECLADISTAS CLASSIC ROCK-parte III

TECLADISTAS DO CLASSIC ROCK (Parte III) DAVE GREENSLADE( Colosseum, Greenslade) KERRY MINNEAR( Gentle Giant) JURGEN FRITZ( Triunvirat) A falta grande de videos e fotos principalmente do Dave Greenslade e Triunvirat dificulta o embelezamento dos textos.vamos lá: JURGEN FRITZ( toca piano, órgão e synths analógicos totalmente calcado no período Clássico...séc.19.Técnica poderosa e brilhante.Sua mão direita abrange o intervalo de “décima” ...uma mão enorme...eu alcanço a nona somente.Não utiliza técnicas de jazz...raras inserções experimentais, a não ser nos solos de moog) DAVE GREENSLADE( Um dos mais virtuoses dos anos 70.Assim como Rick Van Der Linden tem sua técnica calcada no período “barroco-séc.18”.Sua especialidade é J.S.Bach e Vivaldi.Há também inserções eruditas do período clássico, e muitas inserções de ragtime, honk-tonk ,blues e jazz.Utiliza apojaturas de jazz nos solos frequentemente em algumas composições.Não utiliza experimentalismo.Piano impecável. Mas se sobressai no órgão hammond e clavinetes) KERRY MINNEAR(Um músico complexo.Sua técnica é difícil.Erudita que abrange uma mistura do período medieval-séc.13,passa pela Renascença e Barroco –sec.18 e mistura incrivelmente tudo com a música de Schoemberg-atonalismo e serialismo do séc. 20 Seus contra-pontos são difíceis ,onde na realidade, o baterista segura o tempo principal e Minnear costura o contra ponto, criando camas estilosas que só ele faz.Multi-instrumentista e cantor.Utiliza a música erudita de maneira convencional, com algumas timbragens diferenciadas nos synths.Experimentalismo erudito, mas não eletrônico.Utiliza algumas frases de jazz e cantos gregorianos ao som geral da banda)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

TECLADISTAS DO CLASSIC ROCK(Artigos)

DIFERENÇAS TÉCNICAS DE PIANO E COMPOSIÇÃO DE 3 TECLADISTAS CLÁSSICOS VIRTUOSES.COMO VC. VAI OUVIR OS PIANOS E SYNTHS(o que vc. pode esperar de um e de outro) RICK WAKEMAN,JON LORD & KEITH EMERSON: 1-MÚSICA ERUDITA PERIODO CLÁSSICO(todos tocam,mas WAKEMAN é ESPECIALIZADO no séc. 19...Chopin, Liszt, Mozart,Bhrams,etc....) 2-JAZZ ( Jon Lord e Emerson tocam bastante, usam e abusam de intervalos e apojaturas musicais solo nos pianos e órgão hammond.Wakeman não UTILIZA estas apojaturas de JAZZ em NENHUM TRABALHO que conheço...Wakeman só usa apojaturas ERUDITAS.) 3-MÙSICA ERUDITA DE VANGUARDA( Somente Keith Emerson entra fundo no atonalismo , serialismo e concretismo eletronico.Jon Lord raras vêzes usa o sistema Atonal do séc. 20....Wakeman NUNCA usa.) 4-BLUES E RAGTIME (Especialidade de Keith Emerson...raríssimas vêzes tanto Lord quanto Wakeman tocam ou utilizam) 5-MÙSICA ORQUESTRAL (os 3 tecladistas USAM muito inserções sinfônicas e de coral.Coro& Orquestra são marcas registradas no trabalho dos 3) 6- SINTETIZADORES, PIANO E ORGÂO ( Os 3 dominam muito bem , incluindo synths analógicos, vários tipos de clavinete, orgão e pianos) 7- SYNTH GIGANTE MODULAR( somente Keith Emerson usa) COMENTÁRIO-TECLADISTAS DO CLASSIC ROCK II : ED JOBSON (U.K.,Zappa e Jethro Tull) PATRICK MORAZ ( Yes, Refugee) VINCENT CRANNE (Atomic Rooster) São 3 tecladistas VIRTUOSES ...Tocam absurdo hammond organ, synths e piano.As diferenças: 1-PATRICK MORAZ( Tem estilo que inclui o periodo clássico(séc.19) mas entra no Atonalismo (sec.20) Usa experimentalismos e música eletronica experimental .Utiliza tanto a técnica erudita , quanto o jazz em seus solos e construções) 2-ED JOBSON( toca violino e piano erudito.calcado mais na música do periodo clássico(séc.19) Utiliza sintetizadores, mas não vai fundo no experimental.Não utiliza técnicas de jazz,ou blues.) 3-VINCENT CRANE ( toca absurdamente bem e abusa do órgão hammond.Toca piano.Utiliza a técnica erudita do periodo clássico, mas não entra no atonalismo .Utiliza inserções esporádicas do blues e do jazz)

domingo, 24 de janeiro de 2016

ÓPERA: A FLAUTA MÁGICA & MAÇONARIA

A Flauta Mágica & maçonaria Uma música baseada na Iniciação Ritual da Ordem mMçonica onde Mozart frequentou. O Texto Ritual Maçônico de São João, como sendo o praticado pela loja vienense onde Mozart havia sido iniciado. Embora não reproduza todo o ritual, o texto é muito interessante:

 A Flauta Mágica e o Mistério Hermético: A Iniciação Maçônica de Mozart Transformada em Ópera

 A obra-prima A Flauta Mágica (K. 620), representada pela primeira vez no Theater auf der Wieden em Viena, no dia 30 de setembro de 1791, transcende o mero entretenimento teatral para se consolidar como uma das maiores partituras esotéricas e ritualísticas da história ocidental. Quando Wolfgang Amadeus Mozart deu vida a essa composição, a Áustria atravessava um período de profunda desorientação sob o reinado de Leopoldo II, com a sombra da Revolução Francesa alimentando um clima de extrema suspeita política que jogou a Maçonaria — ordem baseada na fraternidade universal e na busca pela iluminação espiritual, à qual Mozart pertencia orgulhosamente na Loja Zur gekrönten Hoffnung (À Esperança Coroada) — em desgraça e ostracismo. Vivendo uma crise financeira avassaladora, com a saúde debilitada e isolado da corte tradicional, o compositor aceitou o convite do extravagante empresário e também maçom Emanuel Schikaneder para compor um Singspiel, uma opereta popular alemã. Contudo, o que começou como uma simples adaptação da fábula fantástica Lulú, de Liebeskind, e do romance iniciático Sethus, de Jean Terrasson — repleto de alusões aos antigos mistérios egípcios —, transmutou-se nos bastidores em um autêntico tratado de filosofia hermética. O libreto sofreu uma metamorfose radical para espelhar, passo a passo, a estrutura e a simbologia mística do Ritual Maçônico de São João, praticado nas lojas vienenses da época. Musicalmente, a genialidade de Mozart operou uma alquimia perfeita: ele utilizou a tonalidade esotérica de Mi Bemol Maior (com seus três bemóis que remetem à trindade e às três batidas rituais da iniciação) e costurou o contraste sagrado entre a escuridão mística da Rainha da Noite e a luz racional e solar do sumo sacerdote Sarastro. O impacto dessa ópera ritual foi colossal e imediato, gerando mais de cem apresentações apenas no primeiro ano e arrancando elogios do próprio Johann Wolfgang von Goethe, também iniciado nos mistérios ocultos, que declarou que a música de Mozart era a única digna de ilustrar o seu Fausto. Toda essa carga oculta já se manifestava visualmente na folha de rosto do libreto original de 1791, ilustrada pelo gravador e irmão de ordem Ignaz Alberti. Enquanto o público profano enxergava ali apenas uma paisagem arqueológica do Antigo Egito com pirâmides, vasos e cultos a Ísis e Osíris, os olhos iniciados identificavam imediatamente as alegorias e ferramentas de trabalho da Antiga e Venerável Ordem da Maçonaria: a colher de pedreiro, o compasso, a ampulheta indicando a finitude do tempo, o portal inundado pela Luz Maior e a estrela flamejante de cinco pontas (o Pentagrama, símbolo do homem autoconsciente e regenerado). Aqueles homens que assistiam à estreia em uma Viena decadente viam no palco a representação velada de seus próprios juramentos secretos, observando o protagonista Tamino passar pelas provas purificadoras da terra, do fogo, da água e do ar para alcançar a sabedoria. Trágica e poeticamente, Mozart pôde saborear muito pouco desse triunfo da arte iniciática sobre a ignorância do mundo material, vindo a falecer cerca de um mês após a histórica estreia, deixando A Flauta Mágica eternizada como um templo sonoro indestrutível onde a música atua como a chave maior para a transmutação e o despertar espiritual da humanidade.



 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

RICHARD WAHNFRIED 1975 (Classics-Alemanha)

ROCK ALEMÃO VINTAGE ELETRONICO( Part III) Richard WAhnfried: Pseudônimo de KLAUS SCHULZE( sim ele mesmo!!!)com o qual gravou vários álbuns a partir de 1979(veja o Link CD DOWNLOAD-Demo raro!!).Usou este pseudônimo em homenagem ao grande músico Richard Wagner( o qual ele é um fan determinado!!) O que ele realizou de diferente?Neste codinome, ele misturou a música eletrônica com elementos tribais e percussivos, convidando músicos como Carlos Santana e Arthur Brown , entre outros!!Pouca gente mesmo sabe deste projeto ou que se trata do Schulze(co-fundador do Tangerine Dream) Schulze depois de gravar em 1970 o primeiro LP do Tangerine Dream (Electronic Meditation) pulou fora e fez uma tremenda e das mais prolíferas carreiras SOLO da história da música eletrônica Berlin School(Kraut Rock) sendo um dos mestres na área. Abaixo algumas obras PRINCIPAIS recomendadas:
LINK CD: https://mega.nz/#!mA5USZbA!W76fYU53zMOEo5lP1acJnhBkERtQkHZaSQU61UjvGs0

terça-feira, 12 de janeiro de 2016