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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

ALPHA III CDS DIGITAIS 2015-2025

ALPHA III CDS DIGITAIS
2015-2025

Uma série com mais de 10 CDS EXperimentais Electronic Vintage
( Kraut-Dark Wave-Synth) estarei disponibilizando partes no meu YOUTUBE .Quem quiser adquirir CDS Digitais a média é R$30 cada .Completos alta qualidade envio por LINK- E MAIL
Sò me contatar

vonbathel@gmail.com

 

Atualmente não tenho como prensar mais de 30 trabalhos gravados em 10 anos.Para fans a solução é digital (CD) ou ouvir no Youtube.Grato pela compreensão!!


 

terça-feira, 15 de setembro de 2026

A ILUSÃO DO ARTISTA UNDEGROUND EM VENDER MÙSICA NO SPOTIFY

 A ILUSÃO DO ARTISTA UNDEGROUND EM VENDER MÙSICA NO SPOTIFY

Spotify para musicos independentes é inútil como a Lei Rouanet para independentes e peixe pequeno.Tenho 4 CDS no Spotify, 80 discos gravados e em 7 anos não passei num edital da Rouanet e não somei R$10 reais no Spotify!!

O Spotify paga, em média, entre $0,003 e $0,005 por reprodução (stream). Isso significa que são necessários milhares de plays para gerar valores significativos. Além disso, o modelo de divisão de lucros da plataforma prioriza os artistas que estão no topo das paradas, tornando a monetização de catálogos independentes ou de nicho um grande desafio.


 O Ecossistema do SpotifyO modelo de negócios do Spotify é amplamente criticado por favorecer grandes catálogos e artistas de massa em detrimento dos independentes.O sistema de pagamento pro-rata: O dinheiro das assinaturas e anúncios não vai diretamente para os artistas que você escuta. 

Ele entra em um fundo global e é distribuído com base na fatia total de streams de toda a plataforma. Grandes gravadoras e hits globais abocanham a imensa maioria desse valor.A regra mínima de streams: Desde 2024, o Spotify implementou uma regra onde faixas precisam atingir pelo menos 1.000 reproduções nos últimos 12 meses para começarem a gerar qualquer centavo de royalties. Isso bloqueou o repasse para milhões de faixas independentes de nicho.

Valor por clique: Estima-se que o Spotify pague entre US$ 0,003 e US$ 0,005 por stream. Para alcançar valores expressivos, são necessários centenas de milhares de plays, o que exige um investimento massivo em marketing digital que a maioria dos independentes não possui.



Tenho 3 CDS há 10 anos no Spotify que não chegaram a render R$10 reais!! Inútil para UNDERGROUND.

E eu possuo 7 LPS gravados e 80 CDS há 40 anos na área Progressiva .

Então é experiencia real, e de outros amigos que relatam o mesmo.


segunda-feira, 14 de setembro de 2026

ASTROFERUS ( New Theremin +Synthesizer Brasilian Project)









ASTROFERUS ( Electronic Music)



Iniciamos por idealismo, curtição e experimentalismo um Novo projeto avantgarde eletrônico
( que abrange estilo Dusseldorf e Berlin School) de música eletrônica experimental aleatória.
Gravamos 8 Videos Clip filmados pela Cathia Cantusio, num estúdio legal, na calada de uma tarde chuvosa e fria.
Tudo praticamente sem nenhum ensaio prévio, orgânico, ao vivo direto de nossa vontade criativa.
Logo mais estaremos postando no meu canal Youtube e uma resenha no BLOG!
Os fissurados no estilo Vintage vão gostar!!
O grande lance aqui é o Bruno com um THEREMIN passando por pedais de efeito.!!Uma atração à parte pela raridade e precariedade deste instrumento( e instrumentistas) no Brasil! Fotos e Videos: Cathia Cantusio







quinta-feira, 10 de setembro de 2026

ALPHA III( lançamento New Digital CD) 13 ZERO HOUR ( agosto 2026)


 ALPHA III

13 ZERO HOUR

 

TRACKS:

1-13 ZERO HOUR

2-BLACK SHADOWS

3-KILLERS

4-SLEEPWALKERS


(*)Gravado no Estudio 601,com produção do amigo Rafael Marcolino, em agosto de 2026.

Composto por Amyr Von Bathel Cantusio( música/letra/arranjos) o trabalho se baseia na desintegração da matéria no ponto"zero" em Física Quântica.

-Estilo: Progressivo  Stoner/Acid Avantgarde.

  

TÉCNICA:

-AMYR VON BATHEL CANTUSIO: Lead guitars/lead vocal/synthesizers and lyrics

-MAURICIO LAMBIASI: Acoustic Drums

-MICHAEL LISZT CANTUSIO: Bass Guitar

-Victor Marcellus(Studio 601): Engineer

-Rafael Marcolino: Produtor Executivo

-CAPA & ARTE (Art Cover): 

Foto de Bruno Moraes, Capa de Amyr e Efeitos Finais de Rafael.

Foto Banda: Cathia Cantusio

 


 

                                                   CAMPINAS  S.P.

                                                           BRAZIL

                                                   vonbathel@gmail.com





quarta-feira, 9 de setembro de 2026

CAMPINAS FINAL DOS ANOS 70"O Sonho acabou"(SPECTRO-ROCK DA MORTALHA-TIO MELLIUS)

 CAMPINAS FINAL DOS ANOS 70"O Sonho acabou"














Creio que cada 10 anos há mudanças drásticas sociais.Entre 1970 e 1980 foi uma ao menos para minha visão ,e de muitos.Minha banda Spectro, os festivais desta década, a cabeça, a metafísica e o grupo de umas 50 pessoas que viviam juntas nos shows, bares(City Bar e Paulistinha no Cambuí)desapareceram por completo no final de 1979.
Eu morava na Rua Moaraes Salles num ap.(bem próximo a Raposa Vermelha/Loja Underground de LPS) e do Teatro C.C.C. onde eu estudava orquestração com a prof.Maria Lúcia (Unicamp).
EM 1979, eu vaguei por ali,com cabelo comprido, e as pessoas já estranhavam.
Ficava parado olhando ali o City Bar, mas não encontrava mais ninguém do passado.Uma geração de pessoas bem diferente habitava ali agora.
Meu grupo Spectro fez tentativas de retornar sem êxito.Não havia mais platéia, público, o sonho, a metafísica.
Todos debandaram, sumiram.Aquela cena onírica anos 70 já estava substituida pela Discoteca de John Travolta, que era o auge.
Os cabeludos beatniks já eram.Em campinas anos 70 , além das bandas de baile, haviam as 3 bandas mais conceituadas autorais que eram a minha SPECTRO, TIO MELLIUS( que ficava hospedado em cima da Livraria Teixeira) e o ROCK DA MORTALHA ( Lótus ou Lola era o vínculo/performer do grupo que vivia entre Campinas e São Paulo).
PS: Spectro e Rock Da Mortalha tocaram juntos 3 vêzes ,Teatro Castro Mendes, Teatro Cultura Artística e Concha Acústica de Campinas.








Tentamos tocar em algumas cidades e não havia público.Tudo sumiu no ar!Foi doloroso.Uma esperiência de perda de horizontes.
Em 1981 casei, e estava na Unicamp estudando Música.Em 1983, peguei dois teclados e o antigo percussionista do Spectro9Dupermmel) e fomos tocar na loucura na Concha Acústica com uma bateria velha e sem P.A.
Um grupo de pessoas estava ali e curtiu.Entre eles o futuro baterista do ALPHA III , Mauricio Lambiasi, que pirou no som.
Em 1983 formei o ALPHA III com o Lambiasi, e na Unicamp, gravamos o primeiro LP "Mar De Cristal" lançado na Polygram em 1984
Este evento criou uma nóva era em São Paulo, com a criação da Faunus(selo de Rock Progressivo) e uma década de nóvas atividades, contatos no exterior e muitos shows/LPS e produções.
Mas o passado, anos 70, nunca mais voltou.Incluindo amigos que faleceram e uma grande parte de parentes...Para falar sobre a cena de Campinas anos 70 daria um livro!

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

ALPHA III PROJECT ( Internacional Enciclopédia de Música Eletronica ProgArchives)

 Amyr Von Bathel Cantusio conhecido pelo seu projeto progressivo/eletrônico Alpha III, é uma das figuras mais vanguardistas e prolíficas da música eletrônica experimental e do rock progressivo no Brasil. 




Com uma carreira que atravessa décadas, sua marca registrada é a fusão de atmosferas cósmicas, texturas sombrias e uma exploração tátil de sintetizadores analógicos, digitais e dispositivos portáteis como o Korg Monotribe.Abaixo, apresentamos um esboço estruturado de seu trabalho e estética com foco em sintetizadores e experimentos eletrônicos.

1-A Filosofia Sonora: O "Espaço-Tempo" EletrônicoVanguarda Cósmica: O trabalho de Amyr transita entre a Berlin School (na linha de Tangerine Dream e Klaus Schulze), o Rock Progressivo Sinfônico e a Música Industrial/Ambiental.Minimalismo e Caos: Suas experimentações utilizam o minimalismo de sequenciadores para construir crescendos hipnóticos, muitas vezes culminando em explosões de ruído controlado e psicodelia eletrônica.Misticismo Técnico: Seus timbres não buscam o "comercial", mas sim evocar trilhas sonoras de ficção científica retrofuturista, terror cósmico e rituais eletrônicos.

2.- O Uso do Korg Monotribe e Sintetizadores AnalógicosAmyr Cantusio Jr. é um mestre em extrair complexidade de máquinas teoricamente simples. O uso do Korg Monotribe em seu arsenal ilustra perfeitamente essa abordagem:Saturação Analógica: Ele explora o circuito de filtro analógico clássico do Monotribe (derivado do lendário Korg MS-20) para criar texturas agressivas, ressonantes e ricas em harmônicos.Sequenciamento Concreto: Utilizando o sequenciador de passos nativo do Monotribe combinado com fitas de loop e delays analógicos, ele cria a base rítmica pulsante (o "motorik") sobre a qual constrói seus solos cósmicos.

Modulações em Tempo Real: Suas performances e gravações com o Monotribe priorizam o improviso físico — alterando o LFO, o corte de frequência (cutoff) e o pico do filtro manualmente para que a música "respire" de forma imprevisível.

3. Equipamentos Parceiros ("E Afins")Para expandir o universo do Monotribe, o ecossistema sonoro do Alpha III frequentemente inclui

:Korg MS-20 / Volca Series: Onde os pequenos módulos Volca (Keys, Bass, Sample) e sintetizadores semi-modulares expandem as possibilidades rítmicas e polifônicas.Sintetizadores Clássicos e Teclados: Moog, Roland, e órgãos eclesiásticos virtuais ou analógicos que trazem o peso sinfônico característico do Alpha III.Unidades de Delay e Reverb de Fita: O uso intensivo de efeitos de eco analógico transforma bips minimalistas em imensas catedrais de som espacial.4. 





Estrutura Típica das Composições Experimentais

As faixas experimentais de Amyr geralmente seguem uma jornada de três estágios:A Introdução Abstrata (Drone): Sons de drones de baixa frequência, ruídos brancos e oscilações aleatórias preparam o ouvinte para a imersão.

O Despertar do Sequenciador: Entra a pulsação hipnótica (frequentemente gerada pelo Monotribe ou sintetizadores modulares), ditando o ritmo da viagem espacial.

A Camada Cósmica: Solos expressionistas de sintetizador com forte uso de portamento e modulação de pitch sobem ao topo, evocando um sentimento de isolamento e grandiosidade espacial.

5. Legado no Underground Brasileiro-Independência 

Estética: Amyr manteve-se fiel à estética do sintetizador como ferramenta de arte pura, longe dos clichês da dance music ou do synthpop comercial.

Discografia Monumental: 

Sob o nome Alpha III e em seus trabalhos solo de vanguarda eletrônica, ele documentou a evolução da síntese de som no Brasil, provando que a criatividade artística supera as limitações de orçamento ou de tamanho do equipamento.Com mais de 90 trabalhos gravados em 50 anos (LPS, CDS e Digitais)




domingo, 6 de setembro de 2026

PENUMBRA *( ALPHA III) Música Eletronica Aleatória

 PENUMBRA( Teaser)

MÚSICA ELETRONICA ALEATÓRIA
Neste concerto com sintetizador, gravado à "meia-luz" em Home studio, a criação toda parte de experimentos aleatórios.Criei o ritmo e a base aleatória e mantive ela como referência.Acima dela, usei aleatóriamente harmonias, solos e osciladores de ondas para criar a atmosfera.Este tipo de música não pode ser "repetido".Só se pode ouvir novamente a "gravação".Ao vivo é impossível repetir duas vêzes exatamente igual.Mesmo que as ondas estejam pré-estabelecidas, toda uma gama de fatores atmosféricos, psíquicos, eletro-magnéticos, etc...vão intervir."A água do rio nunca é a mesma"(Zen)


Na música aleatória eletrônica não controlamos o resultado final.Somente estou usando(notem que olho para frente e não necessito tocar constantemente)  um computador que não aparece no Vídeo, que tem as faixas de áudio pré gravadas que vou soltando e misturando com osciladores em tempo real aleatoriamente.Nada planejado em harmonia, escala, etc...Tudo está simplesmente acontecendo.E o Caos se transforma em Música.




E tenho ainda, milhares de horas gravadas em diferentes Sintetizadores  aleatóriamente assim, digitalmente.Os resultados são incríveis depois na hora da audição!!São verdadeiras trilhas sonoras que alteram a psique pois vão e acionam áreas não usadas  normalmente no dia a dia ou em músicas comuns que tocam sempre banais e repetitivas.
 Na percepção sensorial, medimos o tempo.mas o tempo na realidade é estático.O que passa somos nós e as estruturas através do espaço.O que causa a impressão que o tempo é curto, mensurável.Então criamos relógios, e medimos nossa existência de maneira genérica compatível com a nossa genética e sociedade.
Na música o tempo é relativo ao sensorial, tipo, quando a música é ruim, parece que não acaba mais.E quando é boa, passa rápido!(Einstein /Relatividade)