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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

BLACK SABBATH- Born Again 1984


Formação única e excepcionalmente densa,macabra e muito polêmica do Grupo.Ame-o ou deixe-o.O som aqui está extremamente pesado e com pitadas dos teclados de Geoffrey Nicholls,dando uma atmosfera estranha e underground.Os vocais de Ian Gillan estão devastadores.Diz-se que na época Gillan além dos problemas nas cordas vocais( e aqui ele canta absurdo!!)teve encrencas para gravar com o pessoal do Sabbath, que fazia as Jams após a meia-noite num velho Castelo.Gillan dormiu do lado de fóra numa barraca com pavor dos "demônios  invocados " das Jams.
Mesmo assim as performances são devastadoras e os shows ao vivo idem.Um disco único com sonoridade  tradicional das guitarras infernais de Tony Iommy, baixo de Geezer Buttler e batera fabulosa do mestre Bill Ward.Fotos do Manor Studios da Inglaterra, onde também foi gravado o belissimo Tubular Bells de Mike Oldfield        ( Trilha sonora do filme O Exorcista)
 
 
O álbum "Born Again", lançado pelo Black Sabbath entre agosto e setembro de 1983 (com forte repercussão em 1984), é um dos capítulos mais fascinantes, bizarros e polarizadores da história do heavy metal. 
 
Após as saídas consecutivas de Ozzy Osbourne e Ronnie James Dio, a banda se viu em uma encruzilhada criativa e acabou recrutando ninguém menos que Ian Gillan, a lendária voz do Deep Purple. O resultado dessa união improvável — carinhosamente apelidada por muitos de "Deep Sabbath" — foi um disco de agressividade descomunal, cercado por lendas de bastidores que parecem saídas diretamente do filme satírico This Is Spinal Tap. Musicalmente, o álbum abre com a veloz e autobiográfica "Trashed", que detalha um acidente real em que Gillan capotou o carro do baterista Bill Ward nos arredores do estúdio após abusar do álcool. Na sequência, o clima soturno toma conta com "Disturbing the Priest", uma das faixas mais pesadas e teatrais da carreira da banda; a letra nasceu de um episódio verídico onde o som dos ensaios estava incomodando os padres de uma igreja vizinha, inspirando Gillan a alternar gargalhadas insanas e agudos estridentes em um autêntico hino de terror. Outro pilar indestrutível do álbum é "Zero the Hero", dona de um dos riffs mais arrastados, densos e influentes criados por Tony Iommi, que mais tarde serviu de inspiração direta para bandas como o Guns N' Roses e é apontada por críticos como uma espécie de ancestral do rap metal devido à métrica quase falada dos vocais de Gillan. Há espaço também para a melancolia arrastada da faixa-título "Born Again" e para a agressividade direta e comercial de "Digital Bitch" e "Hot Line". Contudo, se as composições eram brilhantes, a produção final do disco tornou-se o seu ponto mais polêmico: a mixagem original ficou extremamente abafada, saturada e com excesso de frequências graves, gerando tamanho desconforto que o próprio Ian Gillan revelou ter arremessado sua fita cassete do álbum pela janela do carro ao ouvi-la pela primeira vez. Para completar o cenário caótico, a identidade visual trazia a icônica e bizarra capa de um bebê demônio com garras e presas em fundo amarelo e azul neon, uma arte amplamente criticada na época, mas que hoje é considerada um clássico cult. Pouco após o lançamento e uma turnê conturbada — que contou com Bev Bevan na bateria substituindo um debilitado Bill Ward e a inclusão inusitada de "Smoke on the Water" no repertório —, Gillan deixou o grupo para a reunião histórica do Deep Purple. Apesar de ter sido massacrado pela crítica especializada em seu lançamento, o tempo foi extremamente generoso com "Born Again": o disco atingiu o quarto lugar nas paradas britânicas na época e, hoje, é celebrado por uma legião de fãs como uma obra-prima injustiçada, dona de uma atmosfera sombria, maligna e claustrofóbica que pouquíssimas bandas conseguiram emular ao longo dos anos.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

THE MANNOR STUDIO



Formação

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Pessoal interessado em TECLADOS e NOÇÕES de MÚSICA DE VANGUARDA+ Matérias sobre  composição, músicos de synths, minimalismo, concretismo, etc....BREVE começarei a postar uma série de artigos neste meu BLOG gratuito para poder  dar umas noções aos músicos mais jovens e iniciantes de como utilizar os synths para COMPOSIÇÃO e ARRANJOS.Os que quiserem poderão me fazer perguntas em OFF.Tudo na boa e com humildade e respeito!!Grato!Logo mais KRAUT ROCK (matéria introdução aos synthesizers)

quarta-feira, 30 de julho de 2014

CHAKRA U.S.A. 1979

Banda magnifica para quem curte progressivo na linha do YES.
rarissimo!!
http://www.megafileupload.com/en/file/554299/Chakra---Chakra-1979-rar.html

quinta-feira, 24 de julho de 2014

GOBLIN-Contamination 1980

Outra obra imperdivel da banda italiana Goblin ...Trilha sonora!!
http://www.megafileupload.com/en/file/552781/GOBLIN-Contamination-1980-rar.html

ISOPODA-Acrostichon 1978

Rarissimo e lindo disco bem na linha de Genesis fase Peter Gabriel com pitadas de Yes...LINDO!!

http://www.megafileupload.com/en/file/552225/Acrostichon-1978-rar.html



GOBLIN- Roller 1976

Goblin, banda do tecladista italiano Claudio Simonetti...Uma das maiores da Italia anos 70.Simonetti fez quase todas as trilhas sonoras do Mestre italiano do Terror, Dario Argento.Que compos outras também foi o tecladista Keith Emerson.Ambos trabalharam nas trilhas de Argento.
Goblin na mitologia é um diabinho,um capeta.Este na minha opinião é o melhor disco do grupo.Imperdivel .Órgão de tubos, synths, batera e guitarras lindas.Vale a pena baixar.Raro.Edição Remaster japonesa!!!

http://www.megafileupload.com/en/file/552478/GOBLIN-Roller-1976-rar.html

sexta-feira, 18 de julho de 2014

OCTOPUS
Alemanha Anos 70
3 CDS LINKS
1976-1978 e 1979
Banda Progressiva ,que não segue a linha Kraut Rock ,mas sim a sinfônica na linha Genesis e Yes.
Vocalista feminina alternando com vocais masculinos.Raro.