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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

SABINA SPIELREIN (Psicanálise e Jung)

Para estudantes e psicanalistas,psiquiatras e amantes da psiquiatria e do fenômeno dos relacionamentos afetivos. A linda história de Sabina...Louca, paciente de Jung, posteriormente sua amante, e depois uma das primeiras e mais famosas psiquiatras do mundo!! Os 2 filmes abaixo são indicados (2 versões excelentes) As artistas são lindissimas!! Emilia Fox e Keira Knightley (segunda e atual filmagem) Abaixo um pouco sobre Sabina: (Rostov, 7 de novembro de 1885 - 12 ou 14 de agosto de 1942) foi uma das primeiras mulheres psicanalistas do mundo. Russa, de uma família de mercadores judeus, foi assassinada em 1942 por soldados nazistas na mesma cidade onde nasceu.
Entre 1904 e 1905, Spielrein esteve internada no hospital Burghölzli em Zurique como paciente diagnosticada com histeria. Carl Gustav Jung foi seu médico e entre 1904 e 1911 tornou-se sua amante, com o tratamento iniciado com método de Freud passou a ajudante de Jung depois de mostrar sinais de progresso. Após Spielrein sair do hospital e começar a estudar medicina, teve Jung como seu mentor de dissertação. Até mesmo o próprio trabalho de Jung adquiriu certa influência de Spielrein. Graduou-se em 1911, defendendo uma dissertação sobre um caso de esquizofrenia. No mesmo ano, foi aceita como membro da Sociedade de Psicanálise de Viena. Em 1923, Spielrein retornou para a União Soviética e, junto com Vera Schmidt, criou um jardim de infância em Moscou, sendo todas as paredes e as mobílias de cor branca, o que deu o apelido ao lugar de Berçário Branco. A instituição tinha como principal finalidade o rápido amadurecimento crítico e analítico das crianças. O Berçário Branco foi fechado três anos depois por autoridades soviéticas sob a justificativa de que o local provia práticas de perversões sexuais para as crianças. Um fato interessante foi que o próprio Stalin matriculou seu filho Vassili neste lugar, mas com um nome falso.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

BLACK SABBATH (*) Sexta-Feira 13 / FEVEREIRO DE 1970

Um grande disco. (*) 46 anos atrás surgia esta pérola!!!Uma obra derradeira gravada direta num dia, e mixada noutro.Um overdub somente.Ao vivo em estudio.O disco em questão foi lançado oficialmente numa sexta-feira 13 em fevereiro de 1970!! Pela VERTIGO. Acontece que este disco mudou os rumos do rock,(em especial acrescentou o peso e experimento ao Kraut alemão)no mundo.A Alemanha foi a primeira a absorver.Depois vieram outras bandas.Mas nada se equipara a atmosfera, peso, letras, voz, batera e guitarras deste disco.Uma óbra mítica do rock vintage.Tony Iommi e seus "trítonos" ou intevalos de quinta diminuta nas guitarras, a batera frenética e jazzistica de Bill Ward, o mega baixo de Geezer Buttler e suas letras,e o vocal e presença gutural e lúgubre de Ozzy Osbourne deram uma pitada de "sombras" e melancolia neste período.Impagável!! A ode ao ocultismo e disparada no rock de maneira aberta, em oposição ao "paz e amor" hipócritas que já se esgotavam nas falcatruas e mentiras do sistema politico vigente. "O primeiro trabalho, Black Sabbath, foi um grande sucesso (oitavo lugar nas classificações inglesas) devido, em grande parte, à atmosfera histórica de composições como "Black Sabbath", "The Wizard" e "N.I.B.". O disco, para muitos, foi a inauguração de um rock mais original, tanto no sentido sonoro, mais pesado, denso e distorcido; quanto no que se refere às letras. Deep Purple e Led Zeppelin, outras bandas influentes do heavy metal da época, tinham um som mais melódico e mais próximo a outros estilos como o blues, folk e o rock n' roll. A música do Sabbath a princípio tinha características semelhantes, mas ,com o tempo, a banda investiu em um som mais pesado e com temáticas mais obscuras, com referências explícitas a "demônios" e temas envolvendo ocultismo, que era uma novidade e uma polêmica nessa época. Embora essa temática pudesse ser eventualmente observada em trabalhos de outros grupos, como Beatles e Led Zeppelin, o Black Sabbath, graças a sua persistência nessa proposta, foi em grande parte um responsável por um estereótipo que se perpetuou no universo do heavy metal. Essa proposta levou a banda a sofrer numerosas críticas; os mais conservadores os acusavam de promover o "satanismo" e isso costumava alimentar reprovação de grande parte da opinião pública. " Relato de críticas da época. Um grandioso disco!! Fotos das locações onde foi feita a magnifica arte da capa DUPLA (Inglesa e Americana) !

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

TECLADISTAS CLASSIC ROCK-parte III

TECLADISTAS DO CLASSIC ROCK (Parte III) DAVE GREENSLADE( Colosseum, Greenslade) KERRY MINNEAR( Gentle Giant) JURGEN FRITZ( Triunvirat) A falta grande de videos e fotos principalmente do Dave Greenslade e Triunvirat dificulta o embelezamento dos textos.vamos lá: JURGEN FRITZ( toca piano, órgão e synths analógicos totalmente calcado no período Clássico...séc.19.Técnica poderosa e brilhante.Sua mão direita abrange o intervalo de “décima” ...uma mão enorme...eu alcanço a nona somente.Não utiliza técnicas de jazz...raras inserções experimentais, a não ser nos solos de moog) DAVE GREENSLADE( Um dos mais virtuoses dos anos 70.Assim como Rick Van Der Linden tem sua técnica calcada no período “barroco-séc.18”.Sua especialidade é J.S.Bach e Vivaldi.Há também inserções eruditas do período clássico, e muitas inserções de ragtime, honk-tonk ,blues e jazz.Utiliza apojaturas de jazz nos solos frequentemente em algumas composições.Não utiliza experimentalismo.Piano impecável. Mas se sobressai no órgão hammond e clavinetes) KERRY MINNEAR(Um músico complexo.Sua técnica é difícil.Erudita que abrange uma mistura do período medieval-séc.13,passa pela Renascença e Barroco –sec.18 e mistura incrivelmente tudo com a música de Schoemberg-atonalismo e serialismo do séc. 20 Seus contra-pontos são difíceis ,onde na realidade, o baterista segura o tempo principal e Minnear costura o contra ponto, criando camas estilosas que só ele faz.Multi-instrumentista e cantor.Utiliza a música erudita de maneira convencional, com algumas timbragens diferenciadas nos synths.Experimentalismo erudito, mas não eletrônico.Utiliza algumas frases de jazz e cantos gregorianos ao som geral da banda)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

TECLADISTAS DO CLASSIC ROCK(Artigos)

DIFERENÇAS TÉCNICAS DE PIANO E COMPOSIÇÃO DE 3 TECLADISTAS CLÁSSICOS VIRTUOSES.COMO VC. VAI OUVIR OS PIANOS E SYNTHS(o que vc. pode esperar de um e de outro) RICK WAKEMAN,JON LORD & KEITH EMERSON: 1-MÚSICA ERUDITA PERIODO CLÁSSICO(todos tocam,mas WAKEMAN é ESPECIALIZADO no séc. 19...Chopin, Liszt, Mozart,Bhrams,etc....) 2-JAZZ ( Jon Lord e Emerson tocam bastante, usam e abusam de intervalos e apojaturas musicais solo nos pianos e órgão hammond.Wakeman não UTILIZA estas apojaturas de JAZZ em NENHUM TRABALHO que conheço...Wakeman só usa apojaturas ERUDITAS.) 3-MÙSICA ERUDITA DE VANGUARDA( Somente Keith Emerson entra fundo no atonalismo , serialismo e concretismo eletronico.Jon Lord raras vêzes usa o sistema Atonal do séc. 20....Wakeman NUNCA usa.) 4-BLUES E RAGTIME (Especialidade de Keith Emerson...raríssimas vêzes tanto Lord quanto Wakeman tocam ou utilizam) 5-MÙSICA ORQUESTRAL (os 3 tecladistas USAM muito inserções sinfônicas e de coral.Coro& Orquestra são marcas registradas no trabalho dos 3) 6- SINTETIZADORES, PIANO E ORGÂO ( Os 3 dominam muito bem , incluindo synths analógicos, vários tipos de clavinete, orgão e pianos) 7- SYNTH GIGANTE MODULAR( somente Keith Emerson usa) COMENTÁRIO-TECLADISTAS DO CLASSIC ROCK II : ED JOBSON (U.K.,Zappa e Jethro Tull) PATRICK MORAZ ( Yes, Refugee) VINCENT CRANNE (Atomic Rooster) São 3 tecladistas VIRTUOSES ...Tocam absurdo hammond organ, synths e piano.As diferenças: 1-PATRICK MORAZ( Tem estilo que inclui o periodo clássico(séc.19) mas entra no Atonalismo (sec.20) Usa experimentalismos e música eletronica experimental .Utiliza tanto a técnica erudita , quanto o jazz em seus solos e construções) 2-ED JOBSON( toca violino e piano erudito.calcado mais na música do periodo clássico(séc.19) Utiliza sintetizadores, mas não vai fundo no experimental.Não utiliza técnicas de jazz,ou blues.) 3-VINCENT CRANE ( toca absurdamente bem e abusa do órgão hammond.Toca piano.Utiliza a técnica erudita do periodo clássico, mas não entra no atonalismo .Utiliza inserções esporádicas do blues e do jazz)

domingo, 24 de janeiro de 2016

ÓPERA: A FLAUTA MÁGICA & MAÇONARIA

A Flauta Mágica & maçonaria Uma música baseada na Iniciação Ritual da Ordem mMçonica onde Mozart frequentou. O Texto Ritual Maçônico de São João, como sendo o praticado pela loja vienense onde Mozart havia sido iniciado. Embora não reproduza todo o ritual, o texto é muito interessante:

 A Flauta Mágica e o Mistério Hermético: A Iniciação Maçônica de Mozart Transformada em Ópera

 A obra-prima A Flauta Mágica (K. 620), representada pela primeira vez no Theater auf der Wieden em Viena, no dia 30 de setembro de 1791, transcende o mero entretenimento teatral para se consolidar como uma das maiores partituras esotéricas e ritualísticas da história ocidental. Quando Wolfgang Amadeus Mozart deu vida a essa composição, a Áustria atravessava um período de profunda desorientação sob o reinado de Leopoldo II, com a sombra da Revolução Francesa alimentando um clima de extrema suspeita política que jogou a Maçonaria — ordem baseada na fraternidade universal e na busca pela iluminação espiritual, à qual Mozart pertencia orgulhosamente na Loja Zur gekrönten Hoffnung (À Esperança Coroada) — em desgraça e ostracismo. Vivendo uma crise financeira avassaladora, com a saúde debilitada e isolado da corte tradicional, o compositor aceitou o convite do extravagante empresário e também maçom Emanuel Schikaneder para compor um Singspiel, uma opereta popular alemã. Contudo, o que começou como uma simples adaptação da fábula fantástica Lulú, de Liebeskind, e do romance iniciático Sethus, de Jean Terrasson — repleto de alusões aos antigos mistérios egípcios —, transmutou-se nos bastidores em um autêntico tratado de filosofia hermética. O libreto sofreu uma metamorfose radical para espelhar, passo a passo, a estrutura e a simbologia mística do Ritual Maçônico de São João, praticado nas lojas vienenses da época. Musicalmente, a genialidade de Mozart operou uma alquimia perfeita: ele utilizou a tonalidade esotérica de Mi Bemol Maior (com seus três bemóis que remetem à trindade e às três batidas rituais da iniciação) e costurou o contraste sagrado entre a escuridão mística da Rainha da Noite e a luz racional e solar do sumo sacerdote Sarastro. O impacto dessa ópera ritual foi colossal e imediato, gerando mais de cem apresentações apenas no primeiro ano e arrancando elogios do próprio Johann Wolfgang von Goethe, também iniciado nos mistérios ocultos, que declarou que a música de Mozart era a única digna de ilustrar o seu Fausto. Toda essa carga oculta já se manifestava visualmente na folha de rosto do libreto original de 1791, ilustrada pelo gravador e irmão de ordem Ignaz Alberti. Enquanto o público profano enxergava ali apenas uma paisagem arqueológica do Antigo Egito com pirâmides, vasos e cultos a Ísis e Osíris, os olhos iniciados identificavam imediatamente as alegorias e ferramentas de trabalho da Antiga e Venerável Ordem da Maçonaria: a colher de pedreiro, o compasso, a ampulheta indicando a finitude do tempo, o portal inundado pela Luz Maior e a estrela flamejante de cinco pontas (o Pentagrama, símbolo do homem autoconsciente e regenerado). Aqueles homens que assistiam à estreia em uma Viena decadente viam no palco a representação velada de seus próprios juramentos secretos, observando o protagonista Tamino passar pelas provas purificadoras da terra, do fogo, da água e do ar para alcançar a sabedoria. Trágica e poeticamente, Mozart pôde saborear muito pouco desse triunfo da arte iniciática sobre a ignorância do mundo material, vindo a falecer cerca de um mês após a histórica estreia, deixando A Flauta Mágica eternizada como um templo sonoro indestrutível onde a música atua como a chave maior para a transmutação e o despertar espiritual da humanidade.



 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

RICHARD WAHNFRIED 1975 (Classics-Alemanha)

ROCK ALEMÃO VINTAGE ELETRONICO( Part III) Richard WAhnfried: Pseudônimo de KLAUS SCHULZE( sim ele mesmo!!!)com o qual gravou vários álbuns a partir de 1979(veja o Link CD DOWNLOAD-Demo raro!!).Usou este pseudônimo em homenagem ao grande músico Richard Wagner( o qual ele é um fan determinado!!) O que ele realizou de diferente?Neste codinome, ele misturou a música eletrônica com elementos tribais e percussivos, convidando músicos como Carlos Santana e Arthur Brown , entre outros!!Pouca gente mesmo sabe deste projeto ou que se trata do Schulze(co-fundador do Tangerine Dream) Schulze depois de gravar em 1970 o primeiro LP do Tangerine Dream (Electronic Meditation) pulou fora e fez uma tremenda e das mais prolíferas carreiras SOLO da história da música eletrônica Berlin School(Kraut Rock) sendo um dos mestres na área. Abaixo algumas obras PRINCIPAIS recomendadas:
LINK CD: https://mega.nz/#!mA5USZbA!W76fYU53zMOEo5lP1acJnhBkERtQkHZaSQU61UjvGs0