Total de visualizações de página

domingo, 27 de setembro de 2026

CASO KATE KING & Fraudes Na Ciência, Religião & Fatos Atuais ( Youtube Documentário)

                        Fraudes Na Ciência, Religião  & Fatos Atuais



No espiritismo , a Ciência andou em investigações profundas após a morte de Allan Kardec, que nada tem a ver com os eventos postados neste documentário.Vários cientistas foram fraudulentos e coniventes em suas análises, que graças aos avanços de I.A. e Tecnologia atual, foram desvendados.Neste documento coloco o fato mais bizarro que ficou 100 anos sem ser desvendado, e agora se torna uma fraude  descarada(O caso Kate King  envolvendo um cientista de renome, Sir William Crookes)E também faço abordagem de casos honestos, que paralelamente são reais e não fraudes(como o pintor falecido Luis Gasparetto).Alguns fatos de cientistas que tentaram enganar a humanidade, e foram desmascarados no final do documentário.



ESPIRITISMO: Caso Kate King desmascarado entre outros!

Um dos mais famosos casos de fantasmas e Mediunidade, totalmente verificado por um cientista de renome no século 19, foi o caso de Kate KIng,e o cientista foi Sir William Crookies.Foram 4 anos de dezenas de aparições, fotos, poltergeists, com dita rigorosa observação científica.Mas o que se provou anos após uma das maiores fraudes da história ao lado do caso Peixotinho e Chico Xavier.A ciência também possui vastos históricos de fraudes e enganos, tal qual a religião.A seguir seguem os fatos


O flagrante dado por George Sitwell acabou gerando um enorme escândalo na época. A revelação não apenas arruinou a carreira de Florence Cook, mas também serviu para aumentar severamente as críticas históricas sobre o relatório científico de William Crookes, levantando dúvidas sobre como um físico tão renomado pôde ter sido enganado pela médium nos anos anteriores.

Na verdade, em 9 de janeiro de 1880, Sir George Sitwell agarrou o "espírito materializado" chamado "Marie", desmascarando a famosa médium britânica Florence Cook em uma fraude histórica. 

O espírito de Katie King (também associado a Florence Cook) foi o fantasma mais célebre materializado pela médium nos anos anteriores (cerca de 1871 a 1874), tendo suas manifestações endossadas pelo cientista Sir William Crookes

. Embora outros investigadores tenham tentado expor Katie King no passado, a ação direta de George Sitwell ocorreu anos depois, com a nova entidade de Cook: 

O Flagrante de Fraude (1880)

 O Incidente: Durante uma sessão espírita realizada em Londres, o aristocrata Sir George Sitwell suspeitou dos movimentos do suposto fantasma "Marie". Ele levantou-se e agarrou a aparição física. 

A Revelação: Ao segurar a entidade e acender as luzes, descobriu-se que o "espírito" era a própria médium Florence Cook. Ela estava vestida apenas com roupas íntimas (espartilho e anágua), enquanto suas vestes externas haviam sido escondidas para simular a flutuação e a vestimenta branca do espírito. 

Esse caso entrou para a história da parapsicologia e do espiritualismo do século XIX como um dos desmascaramentos de fraude mais notórios da era vitoriana. 

— Durante uma sessão espírita em 9 de janeiro de 1880, Sir George Sitwell agarrou Marie, e ela não se dissolveu. 

-Nsta sessão William Crookes estava presente??

Não, Sir William Crookes não estava presente na fatídica sessão de 9 de janeiro de 1880. 

A sessão na qual o jovem Sir George Sitwell eseu colega Carl VonBuch desmascararam Florence Cook foi uma sessão pública. Ela ocorreu nas salas da National British Association of Spiritualists (Associação Nacional Britânica de Espiritualistas), em Londres. 

A Ausência de Crookes e o Fim da Parceria

- Período de Investigação: Crookes esteve profundamente envolvido com Florence Cook e as materializações de "Katie King" anos antes, principalmente entre 1871 e 1874. Ele publicou seus relatórios favoráveis defendendo a autenticidade da médium em 1874. 

- Casamento de Florence: Pouco após o encerramento das sessões de Katie King em 1874, Florence casou-se com Edward Elgie Corner e afastou-se temporariamente das apresentações públicas. 

A Sessão de 1880: Quando Florence Cook decidiu retomar as sessões anos mais tarde sob a identidade do novo espírito "Marie", ela já não contava com o apoio e a supervisão direta de Crookes. 

-O flagrante dado por George Sitwell acabou gerando um enorme escândalo na época. A revelação não apenas arruinou a carreira de Florence Cook, mas também serviu para aumentar severamente as críticas históricas sobre o relatório científico de William Crookes, levantando dúvidas sobre como um físico tão renomado pôde ter sido enganado pela médium nos anos anteriores

Exatamente. Esse episódio foi o golpe final na credibilidade das investigações de Sir William Crookes no campo do espiritualismo. O fato de uma médium que ele chancelou publicamente como "autêntica" ter sido pega em flagrante usando um truque tão rudimentar gerou duas grandes linhas de críticas históricas que perduram até hoje:

1. A Hipótese do Romantismo e Envolvimento Pessoal

Muitos críticos da época (e historiadores modernos) sugeriram que Crookes perdeu totalmente a objetividade científica devido a um forte envolvimento emocional (ou mesmo um caso amoroso) com a jovem Florence Cook.Ela era descrita como uma jovem extremamente atraente e carismática.

Durante as sessões dos anos 1870, Crookes frequentemente caminhava de braços dados com o "espírito" de Katie King no escuro e até tirou mais de 40 fotografias com ela.

O ceticismo da comunidade científica apontava que o físico foi intencionalmente "cego" às fraudes óbvias porque estava encantado pela médium.


2. A Incompetência do Cientista Diante de Ilusionistas

Outra crítica severa foi a de que cientistas não estão preparados para detectar truques de mágica. Crookes utilizava métodos de laboratório da física (como correntes elétricas e galvanômetros para medir se a médium se movia da cadeira), mas Florence Cook usava técnicas de prestidigitação e manipulação psicológica. O escândalo de 1880 provou que os "controles rigorosos" que Crookes alegava ter em sua própria casa eram falhos e facilmente burlados por uma artista do engano.

Mesmo após o desmascaramento feito por George Sitwell, William Crookes nunca retratou publicamente o seu apoio a Florence Cook ou aos fenômenos espíritas, o que manchou permanentemente a sua reputação fora dos círculos da física (onde ele continuou sendo um gigante por suas descobertas como o elemento Tálio e os tubos de raios catódicos).

1. O Acordo de Ilusão vs. A Fraude Espiritual

Na Era Vitoriana: O contrato era de crença literal. Florence Cook não afirmava ser uma artista talentosa; ela jurava que forças sobrenaturais e espíritos de pessoas mortas agiam através dela. Ela usava as mesmas técnicas de controle de atenção (misdirection) e efeitos físicos que os mágicos usam hoje, mas com o propósito de explorar o luto, a fé e a busca por respostas existenciais de homens como William Crookes. 

2. A Evolução da "Cena"

As sessões espíritas do século XIX precisavam de um ambiente controlado para a fraude funcionar: salas na penumbra, "gabinete do médium" (uma cabine com cortinas onde ela se escondia) e regras rígidas proibindo o toque (sob o pretexto de que o choque poderia matar a médium em transe). 

A análise técnica do mistério revela três pontos principais:

1. Ela tinha cúmplices?

Historiadores da ciência, como Sherrie Lynne Lyons, apontam que Florence Cook muito provavelmente usava cúmplices em sessões fora da casa de Crookes. 

 A rede de apoio: A própria mãe de Florence e outros espiritualistas influentes ajudavam a criar o ambiente. Em muitas sessões, o "gabinete" (a cabine fechada) ficava encostado em paredes falsas ou portas trancadas. Cúmplices podiam entrar discretamente com roupas brancas para interpretar o espírito enquanto Florence ficava na cadeira. 

O fator "Gênio": Mesmo sem cúmplices em algumas sessões na casa de Crookes, ela tinha uma enorme genialidade para a manipulação psicológica. Ela sabia ler o comportamento humano. O próprio desejo desesperado dos participantes de acreditar nos espíritos atuava como o maior aliado dela. 


2. O truque do "Derretimento como Cera"

O uso de substâncias químicas: No início de sua carreira, a própria Florence admitiu em cartas o uso de óleo fosforescente dentro de garrafas para criar uma iluminação fantasmagórica e flutuante no escuro. 

O truque óptico do derretimento: Para simular o "derretimento" da forma espiritual, a pessoa que interpretava Katie King (fosse Florence ou uma cúmplice) utilizava técnicas de figurino. Ela usava uma armação de arame ou um bastão sob o longo manto branco texturizado. Conforme a pessoa ia se agachando lentamente ou soltando o tecido debaixo do pano, o manto ia desabando no chão devagar. Na penumbra da sala, dava a exata ilusão óptica de que o corpo estava derretendo no chão. Depois, bastava puxar o tecido para dentro do gabinete escuro. 


3. O que Sir William Crookes (não) observou

Como químico brilhante (descobridor do elemento Tálio), Crookes teoricamente deveria notar truques químicos ou tecidos fosfóricos. No entanto, ele falhou por causa do isolamento visual imposto pela sessão. 

As regras das sessões ditavam que a luz forte destruiria o "ectoplasma" e feriria a médium. Crookes operava quase totalmente no escuro ou sob uma fraca luz vermelha. Cientistas são treinados para observar fatos reproduzíveis em laboratórios abertos; eles não são treinados para suspeitar que o objeto de estudo está deliberadamente mentindo e escondendo panos e substâncias sob as anáguas. 

 -Harry Houdini recriava esses mesmos truques de "materialização" em seus shows para provar ao público que tudo não passava de física e ilusão. 

- Florence Cook, que à época tinha apenas 15 anos de idade, sozinha na casa de Crookes e com a família e amigos dele como testemunha...


ECTOPLASMA:

No espiritismo e no espiritualismo do final do século XIX e início do século XX, o ectoplasma era considerado uma substância física semimaterial expelida pelo corpo de médiuns durante transe, usada para cobrir e materializar espíritos.

Reality (Realidade): A ciência não reconhece a existência física do ectoplasma, e inúmeras investigações demonstraram que os fenômenos e as fotografias associados a ele tratavam-se de fraudes deliberadas.

Principais Evidências de Fraude

• Materiais Cotidianos: Cientistas e investigadores que examinaram as sessões descobriram que os médiuns utilizavam truques de deglutição e regurgitação. O "ectoplasma" era frequentemente feito de gaze, musselina, papel mastigado, retalhos de tecido engomados com fécula de batata ou recortes de rostos impressos em jornais e revistas da época.

• Casos Famosos Desmascarados:

• A médium francesa Eva Carrière (conhecida como Eva C) utilizava recortes de papel e revistas para simular rostos materializados e ectoplasmas, tendo suas fraudes expostas repetidamente por investigadores céticos.

• Fotografias famosas de ectoplasma atribuídas a Kathleen Goligher, analisadas por especialistas como W. J. D'Albe, provaram ser apenas pedaços comuns de tecido (musselina).

• Replicação em laboratório: Pesquisadores conseguiram duplicar com facilidade os efeitos visuais e fotográficos do suposto ectoplasma utilizando materiais comuns e não sobrenaturais.


PESQUISA PARCIAL DO TEXTO NO DOC. DE:

Alexandre de Carvalho Borges 

(Video Consulta Kate King)

Físico pela Universidade de Franca.

Analista de Tecnologia da Informação pela Universidade Católica do Salvador.

Pós-graduado em Perícia Forense de Áudio e Imagem pelo Centro Universitário Uninorte.

Pós-graduado em Ensino de Física pela Universidade Cruzeiro do Sul.

Pós-graduado em Inteligência Artificial em Serviços de Saúde pela Faculdade Unyleya.

Pós-graduado em Ensino de Astronomia pela Universidade Cruzeiro do Sul.

Pós-graduado em Tradução e Interpretação de Textos em Língua Inglesa pela Universidade de Uberaba.

Fotógrafo.









Nenhum comentário:

Postar um comentário