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quarta-feira, 2 de julho de 2025

FOTO KIRLIAN & MÚSICA (Expansão da Consciência com George Harrison)

                                             MÚSICA/KIRLIAN/DOENÇA E CIÊNCIA

As fotos abaixo são Kirlian (Russia) (desenvolvidas para captar a frequência magnética da aura elétrica dos humanos, entre outras coisas.)Na foto luminosa (Direita) , indica que o campo está FECHADO, ótima saúde física e espiritual( psicoativa).Na foto da esquerda , DETONADA, cheia de buracos e escura,por onde entram as DOENÇAS e se instalam.Eu tirei várias fotos nos anos 80, onde tínhamos 2 máquinas em atividade.Tiramos de mais de 100 pessoas.90% DOENTES.Fiz um grupo de Musicoterapia com pesquisa de 20 anos.Descobri que a maioria não ouvia MÙSICA.Ouviam "lixo".A música que possui componentes bio-ativos cria uma expansão de consciência e aumenta a AURA, evitando assim, a invasão externa de virus, bactérias e ondas noscivas ao corpo humano.É fato.mas ninguém quase utiliza.Hoje 98% das pesoas está sem AURA, sem ALMA ou com a psiqué turbulenta, lotada de doenças e anomalias metafísicas, invasões não só de vírus, mas de entidades como "larvas e lêmures", espiritos desencarnados obsessivos e psicopatas, e outras entidades que são parasitárias.

 

A relação entre a música e o efeito da fotografia Kirlian na aura humana é uma das pontes mais fascinantes entre a ciência ocidental, o misticismo oriental, a metafísica e a própria história do rock. Descoberta acidentalmente na Rússia em 1939 pelo engenheiro Semyon Kirlian, a kirliangrafia é uma técnica capaz de registrar a descarga corona — um halo luminoso e colorido que surge ao redor de organismos vivos colocados sob campos elétricos de alta voltagem e alta frequência. Enquanto a ciência convencional atribui o fenômeno à ionização de gases e à umidade da pele, pesquisadores da parapsicologia, do ocultismo e da bioeletrografia enxergam nessas imagens o reflexo imediato do duplo etérico ou da aura humana, um campo bioenergético sutil que se altera constantemente de acordo com os nossos pensamentos, emoções e, fundamentalmente, pelos estímulos sonoros que consumimos.
Quando um indivíduo é submetido a diferentes frequências musicais, o efeito Kirlian revela transformações visuais impressionantes em tempo real, servindo como uma evidência metafísica de como o som molda a nossa realidade espiritual. Músicas harmônicas, mantras sagrados ou composições clássicas de compositores tradicionais tendem a produzir halos Kirlian simétricos, contínuos e de colorações azuladas ou douradas intensas, indicando um estado de equilíbrio, alinhamento dos chakras e expansão da força vital. Em contrapartida, frequências extremamente dissonantes, batidas caóticas ou ambientes sonoros agressivos provocam fraturas visíveis no campo luminoso, gerando descargas elétricas pontiagudas, falhas severas na coroa de luz e tonalidades escuras ou avermelhadas, o que os ocultistas interpretam como dispersão energética, vulnerabilidade a miasmas astrais ou um estado profundo de catarse espiritual.
No universo do rock, essa conexão mística ganhou o seu maior holofote histórico pelas mãos de George Harrison, guitarrista dos Beatles e profundo estudioso das filosofias orientais, que utilizou uma fotografia Kirlian real de sua própria mão para estampar a capa do aclamado álbum solo "Living in the Material World" de 1973. Esse elo estético e conceitual demonstra que gêneros como o rock pesado e o heavy metal operam diretamente na desconstrução e na reconstrução da psique humana. Sob a lente da filosofia hermética de que "tudo vibra", o transe coletivo provocado por um riff de guitarra distorcido ou pelo peso de uma bateria ritualística altera instantaneamente a assinatura bioeletromagnética dos ouvintes. Para além do simples entretenimento, analisar o efeito Kirlian sob o impacto da música nos ensina que o som é uma ferramenta de alteração da realidade oculta, provando que os nossos corpos físicos são apenas antenas sintonizando frequências cósmicas capazes de expandir ou corromper a luz que emanamos para o universo.

 

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