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terça-feira, 12 de maio de 2026

Jethro Tull – Os duendes do rock

Jethro Tull – Os duendes do rock Por volta de 1966, a partir da John Evan's Band, nascia o embrião futuro dos duendes do rock: o Jethro Tull, liderado pelo compositor e flautista Ian Anderson. Lógico que para estabilizar uma banda na época em que nasciam monstros sagrados do rock progressivo como o The Nice, Yes, King Crimson, Reinassance, Pink Floyd, Genesis, entre outros, não era nada fácil. Precisa tocar muito e mostrar muita criatividade. Para lançar o primeiro LP, This Was, em 1968, Anderson recrutou os músicos Mick Abrahams (v/g); Clive Bunker (d) e Glenn Cornick (b). O álbum foi sucesso absoluto, para a admiração dos próprios músicos. Ele atingiu o décimo lugar nas paradas britânicas, e muito desse sucesso foi atribuído ao famigerado DJ John Pell, da rádio BBC, que executava o álbum várias vezes em seu programa. Poucos sabem, mas o guitarrista original, Mick Abrahams, deixou o posto para dar lugar a um cara que seria cultuado pelo mundo todo do futuro heavy metal: falo de Tony Iommi (futuro mestre frente ao Black Sabbath). Infelizmente ele não deixou nada registrado oficialmente com o Tull, e nem foi considerado um integrante efetivo da banda, pois logo cedeu a cadeira em definitivo para aquele que seria o braço direito de Anderson, o exímio guitarrista Martin Barre. Lançam então o segundo LP, Stand Up, em 1969. Até então, a banda não tinha uma identidade musical, pois misturava muitos elementos do jazz e blues ao rock. Sua cara só apareceria com o cultuado disco Aqualung, de 1971, com o grande gnomo Anderson se destacando como um frontman absoluto, apelando para um visual caricato de trovador-duende, pulando e tocando flauta como um maluco. Entra em cena também o folk medieval, fadas, metafísica, sátiras religiosas e sociais, e ainda letras politizadas e sarcásticas, tudo com muito feeling. E como não poderia deixar de ser, a banda passou a ser odiada pelos evangélicos norte-americanos, pois Anderson botava a boca do inferno para atormentar as crendices e hipocrisias cristãs, ferindo assim a postura de "rebanho" que a Igreja sempre manteve. Contando com excepcionais músicos como John Evan (piano), David Palmer (k), Barriemore Barlow (d), Jeffrey Hammond (b) e Martin Barre (g), viriam LP’s fantásticos como Thick As A Brick (1972), A Passion Play (1973), Songs From The Wood (1976), Heavy Horses (1978), entre outras obras imortais. O Jethro Tull se consolidaria como uma banda única no estilo, diferenciada pela sonoridade eclética e que certamente influenciou várias bandas posteriores. Mas nada se igualaria ao terremoto escocês (aliás, só Anderson era escocês, a banda é inglesa). Entre o período de 1968 a 1978 o grupo deixou um rastro de glória e registros musicais belíssimos. O álbum-duplo Bursting Out, de 1978, registra a fúria ao vivo da banda. Esse grande período se encerrou com Stormwatch, de 1979, pois logo após essa formação se dissolveu por problemas internos e inúmeras brigas. Além disso, o baixista John Glascock, que gravou parte dos grandes álbuns do Tull, faleceu durante as gravações por problemas no coração. O álbum intitulado apenas como A, de 1980, teve a inesperada participação do violinista e tecladista Ed Jobson (ex-Curved Air),o que rendeu criticas variadas ao disco. Pessoalmente ainda o considero um disco a parte ( com a maravilhosa Black Sunday) do Tull, mas enfim. Anderson e seu fiel companheiro Barrie Barlow se mantiveram nas futuras formações do Tull, fazendo ainda bons álbuns como The Broadsword and the Beast, de 1982, mas já sem o brilho dos trabalhos anteriores. Ao todo, foram 21 álbuns oficiais de estúdio, sendo que o último, The Jethro Tull Christmas Album, foi lançado em 2003. Ian Anderson acabou comprando uma fazenda na Escócia e foi criar trutas, mas paralelamente iniciou um projeto solo sofisticado, com Orquestras Sinfônicas, e acabou mergulhando na pesquisa com fusões orientais. Apesar de serem álbuns belos, a maior parte dos fãs da banda não aprovou. O Jethro continua fazendo shows esporádicos, mas sem o brilho de outrora, infelizmente! Mas a chama dos CDs ainda está mais acesa que nunca, para os que ainda não conhecem e para os velhos amantes. Um álbum digno de nota em especial é a coletânea Living In The Past, de 1972, que saiu com um livro de fotos incrível contendo observações para todos interessados. Mas isso só no formato LP, que é duplo. E lá vamos nós dançar com o velho duende debaixo da lua cheia. Até a próxima!

segunda-feira, 11 de maio de 2026

ALPHA III- The Astral Journey

Produzi e filmei antigas esculturas,túmulos e arte no Cemitério Saudades em Campinas, e criei a música numa região Dark WAve, mesclado com Berlin School Electronic Music.Um tipo de Video Arte em dark style. Alguns sintetizadores de ponta,passando numa Echorex Echo Box Vintage.Gravado num PC Windows 7, digital e direto, com uma placa que montei de captação sonora. EStes trabalhos musicais estão disponíveis em vários CDS digitais em, BOX alternativo e vendidos diretamente ao fã, ao ouvinte ou interessados! vonbathel@gmail.com

BEHEMOTH (Black Metal/ Polônia)

BEHEMOTH Banda de death metal formada na Polônia em 1991. Liderada pelo guitarrista e vocalista Nergal, então com quinze anos de idade, o Behemoth criou uma enorme força durante a década passada como uma banda grande dentro do cenário underground do black metal. Com o passar dos anos, a banda, de uma forma bem natural, foi mudando gradativamente sua sonoridade para um som mais direcionado ao death metal, sem perder sua identidade.A banda faz um death metal muito diferente do que o convencional, assim como Nile, a banda usa elementos do oriente médio (oriental metal). Eles lançaram o Endless Damnation, que foi o primeiro trabalho da banda. Depois de algum tempo, eles lançaram o demo From the Pagan Vastlands que foi gravado pela Pagan Records (que foi o primeiro contrato com uma gravadora) . Após o lançamento do EP And the Forests Dream Eternally seguido do álbum Sventevith (Storming Near the Baltic) a banda foi ganhando uma visão mais positiva que acabou ganhando um contrato com a gravadora Solistitium Records.Com o lançamento do álbum Grom foi uma grande surpresa, o álbum estava muito diferente da antiga sonoridade da banda, com uso de vocais femininos, e o uso de guitarras acústicas. Pela ascensão do álbum a banda conseguiu fazer turnês pela Europa entre outros lugares. Três anos depois a banda lançou um novo álbum, intitulado como Pandemonic Incantations e, foi um grande estouro da banda pelo fato da carreira da banda ser curta. O álbum lhes rendeu uma enorme turnê. A banda assinou um contrato com a gravadora Itália na Avantgarde Music em 1998 .
Aqui um BOX com 4 CDS de luxo/digipack lançado com os primeiros trampos da banda.Obra prima!!!

TEATRO CASTRO MENDES Campinas S.P. (Portais de Seth) ALPHA III 2008

Registro feito em SUPER VHS do show, por Renato Glaessel Uma ótima recordação.Foi feito um poco antes do Teatro fechar e reabrir anos depois! O grupo de dançarinas fazia parte da LinceNegro Oriental Dancers da Cathia Cantusio (minha esposa) ALPHA III(Amyr Cantusio Jr & Banda) 2008 Teatro Municipal Castro Mendes(Campinas S.P.) "Under Sun Jam" Este show foi filmado com uma camera analógica por Renato Glaessel.Eu remasterizei e editei recentemente como resgate praticamente todo ele.Estou colocando em partes. O equipamento utilizado foi dos melhores, e a parte instrumental o melhor show filmado meu.Estávamos muito bem treinados.Ainda com grandes músicos! AMYR CANTUSIO JR: Lead Vocal/Mellotron/Hammond Organ(ambos sintetizados em sintetizadores Roland & Yamaha) Steinway Grand Piano. VICTOR MARCELLUS: Pearl Drums RICARDO CURY: Yamaha Synth Bass Guitar CATHIA CANTUSIO : Coordenação do Grupo de Dança Performática Lincenegro. 1-Quadros de Uma Exposição(M.Mussorgsky-Criação e Adaptação de Amyr Jr) 2-Time to Love( Amyr Jr) 3-Marte ,o Deus da Guerra(adaptação de Gustav Holst por Amyr Jr) 4-Under Sun Jam (Amyr Jr & Improviso-Grupo) 5-ORION & ANDROMEDA( adaptação e arranjo Amyr Jr dos LPS"Mar De Cristal e Sombras" 1983-1986) 6-Danse Macabre(Amyr Jr-Adaptação do clássico de Camille Saint Seans)

Eternidade

 

Após um longo percurso, o mais importante foi a Jornada.No fim dela, o viajante deve estar sem peso extra, pois chegou ao destino.Deve estar preparado para voar ao infinito.O mais importante foi a longa jornada...agora o vasto desconhecido se abre ...para pular ao abismo derradeiro ...a Eternidade.

SAMAEL (Suiça) Black & Industrial Metal

 O Samael, formado na Suíça em 1987 pelos irmãos Vorph e Xy, ocupa um lugar de destaque absoluto na história do metal extremo, sendo uma das forças mais originais e revolucionárias a moldar a fundação e a posterior transformação do black metal mundial. Enquanto a chamada segunda onda do gênero explodia na Noruega com uma abordagem crua e voltada para a violência anticristã, o Samael trilhava um caminho muito mais cerebral, atmosférico e profundamente conectado com o esoterismo, o ocultismo filosófico e a metafísica das trevas. Seus primeiros trabalhos de estúdio, os hoje clássicos e cultuados "Worship Him" (1991) e "Blood Ritual" (1992), apresentaram ao underground um black metal arrastado, denso e maligno, fortemente influenciado pelo pioneirismo do Celtic Frost, onde riffs soturnos e vocais gélidos criavam a atmosfera de um autêntico ritual de magia negra. Contudo, o grande divisor de águas criativo e estético da banda ocorreu em 1994 com o lançamento do álbum "Ceremony of Opposites", uma obra-prima conceitual onde o Samael começou a incorporar arranjos de teclado mais proeminentes e uma precisão rítmica quase mecânica. Foi nesse registro que as letras abandonaram o satanismo tradicional e caricato para abraçar uma filosofia hermética de autolibertação, rebeldia existencial e busca pelo autoconhecimento através da iluminação luciferiana, transformando a música em uma ferramenta de questionamento cósmico. A grande revolução sonora da banda consolidou-se definitivamente em 1996 com o monumental "Passage", álbum em que o Samael chocou os puristas e redefiniu os limites do metal extremo ao substituir a bateria acústica tradicional por uma caixa de ritmos eletrônica totalmente programada por Xy, fundindo a agressividade do black metal com elementos industriais, texturas espaciais e grandiosidade sinfônica. Essa transição metafísica — que trocou os pântanos sombrios da Terra pela vastidão misteriosa e estelar do cosmos — provou que o black metal não precisava ficar preso a produções de baixa qualidade para manter sua essência obscura. Para o público do seu blog, o Samael é o exemplo perfeito de como a música extrema pode evoluir da catarse destrutiva para uma expressão artística de vanguarda, onde a fusão entre guitarras pesadas, eletrônica vintage e filosofia oculta atua como uma chave alquímica para expandir a mente humana além das barreiras da realidade convencional.

Samael é uma influente banda suíça de metal, formada em 1987 em Sion, conhecida por evoluir do black metal primitivo para um estilo único de metal industrial/eletrônico. Liderada pelos irmãos Vorph (vocal/guitarra) e Xy (bateria/teclados), a banda é pioneira na fusão de ritmos pesados com atmosferas eletrônicas, destacando álbuns como Ceremony of Opposites. O peso e densidade do Black Metal inicial se abbriram para um industrial dark e tenebroso, focando em filosofia e politica.Mas com a identidade ainda focada no dark Metal.Com uma discografia enorme, é uma das principais bandas do gênero no Underground."

Passage" é um álbum que curto bastante.Mas eles mudaram basatante o som desde o primeiro álbum. Alexandre "Xytraguptor" Locher Drums, Keyboard, Programming Michel "Vorphalack" Locher Vocals, Guitar Thomas "Drop" Betrisey Guitar Sybreed Ales Campanelli Bass Sybreed, Locus Noir

LUANA DAMETTO (Drums/ Brasil) CRYPTA

Luana Dametto é uma baterista brasileira amplamente reconhecida na cena do metal extremo como fundadora e integrante da banda de death metal Crypta. Ela se destaca por sua técnica precisa de blast beats, velocidade e resistência, características que a tornaram uma referência no gênero e lhe renderam uma indicação ao prêmio de "Baterista de Metal do Ano" pela Drumeo em 2023.Seu estilo é marcado pelo uso constante de pedal duplo rápido e técnicas como o movimento de tornozelo para manter andamentos elevados por longos períodos. Suas principais influências incluem Joey Jordison (Slipknot), Vinnie Paul (Pantera), Derek Roddy (Hate Eternal) e Kerim "Krimh" Lechner (Septicflesh/Decapitated)Carreira Musical(atual) Crypta (2019): Cofundou a banda após sua saída da Nervosa, focando em um som mais "cavernoso" e agressivo. Com o grupo, lançou os álbuns Echoes of the Soul (2021) e Shades of Sorrow (2023) Esqueça a baterista "pop jazz"que o Rush colocou para substituir Neil Peart.Ela nunca tocou ROCK como esta jovem brasileira.Pegada, técnica e agressividade.Há muitas mulheres incriveis na cena Underground do rock mundial.Nos vocais, nas guitarras, nos teclados, na batera e baixo!