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quarta-feira, 6 de maio de 2026

A ÓPERA & RAMIFICAÇÕES NO ROCK

A ÓPERA E SUAS RAMIFICAÇÕES NO ROCK 

 Os poderes públicos deveriam prestar mais atenção às questões artísticas que movem a base da sociedade, são os pilares da humanidade. Elas são um direito democrático. No momento a maior parte da música existente é vulgar, superficial, de consumo imediato. Criada por mentes vazias, dentro de um sistema niilista imbecilizado e decadente. Some-se à isto uma imaturidade medíocre e insana, palavras simples e grotescas nas letras, estruturas musicais harmônicas extremamente pobres.Exceto no rock sinfônico onde ainda permeia uma grande dose de erudição musical antiga, medieval e erudita.Muitas bandas européias estão usando atualmente estruturas de corais épicos, orquestras sinfônicas e arte erudita sacra e mística dos séculos anteriores.Em destaque cito Rhapsody (Itália), Therion(Suécia) e Lacrimosa (Alemanha), Nightwish (Finlandia), After Forever (Holanda), entre outras que resgatam de forma contemporânea aliadas ao rock, as formas mais puras do erudito ancestral.Vangelis(Grécia) também se utiliza largamente de Corais Sinfônicos Épicos.Em especial este renascimento da Ópera Rock.Bandas atuais como King Diamond, Samael, Dimmu Borgir,Sirenia, Penumbra ,(muitas de Black Metal)tem usado cantores e cantoras líricos. massas orquestrais com corais como nos shows ao vivo em WACKEN (Alemanha) das bandas Dimmu Borgir ou Within Temptation.São inúmeros musicos, bandas, em especial européias que fazem este respaldo operístico sinfônico,, já que o Brasil(*) se ressente da música de vanguarda, num preconceitual absurdo e retrógrado. Aqui um pequeno "insight" do surgimento da Ópera a partir dos recitativos gregos: O texto da ópera, chamado libreto, é, na grande maioria das vezes, escrito em verso e concebido de maneira simplificada. No início do Teatro Grego a música estava em segundo plano,era a sustentação da prosa e dos poemas declamados em voz alta.Depois os versos passaram a ser controlados em cadência rítmica e acompanhados mais de perto com base musical.A prtir disto a música se fundiiu com o texto e nasceu o que chamamos Ópera hoje. Por essa razão, o compositor da ópera é sempre muito mais importante do que o autor do libreto. Entretanto, ao tomar um libreto para compor uma ópera, o músico depende do desenrolar da história. Não e possível compreender a ópera isolando uma coisa e outra. O tempo da ópera é o tempo da história que deve ser contada com música. A ópera nasceu por volta de 1600.As principais foram de Peri e Monteverdi (Itália) Alguns artistas e intelectuais italianos tentaram recriar a antiga tragédia grega, que incorporava também a música, embora essa música se tivesse perdido. O resultado foi um gênero inteiramente novo, cuja força dramática imediatamente se impôs. Como toda música erudita, espetáculos de ópera não são sonorizados, a não ser quando apresentados em locais inadequados, ao ar livre, em produções que contém poucos músicos ou orquestras.Aí entram sintetizadores, samplers, amplificações, etc...Hoje fundida a música Eletronica/Contemporãnea e no Rock, ela passa a ser amplificada e novamente passa por mutações, que são muitas vêzes, estupendas em beleza e experimentalismo. No início, os teatros eram pequenos e as orquestras reduzidas. Mesmo assim, cantar uma ópera significava já um esforço considerável. Com a ampliação das salas e o aumento das orquestras ocorrido no século passado, com a escrita cada vez mais exigente dos compositores, cantar uma ópera tornou-se uma espécie de proeza atlética. Exige-se dos cantores musicalidade, beleza de timbre, mas também volume e capacidade de atingir notas que vão do grave ao agudo numa amplitude muito grande. As vozes são classificadas em seis categorias principais. São femininas as três primeiras, mais agudas. Até o início do século 19 havia também os chamados “castrati”, homens que cantavam no mesmo registro que as mulheres porque tinham sido castrados quando crianças para que suas vozes não mudassem durante a adolescência. Soprano é a voz mais aguda. Os chamados sopranos ligeiros possuem vozes mais leves, flexíveis e luminosas, apropriadas para personagens inocentes, virginais e muito jovens. As vozes dos sopranos dramáticos são mais espessas e vinculadas a mulheres mais veementes e mais vividas. Mezzo-soprano ou meio-soprano não quer dizer um soprano pela metade, mas uma voz mais grave do que a do soprano. São personagens frequentemente muito sensuais e sedutores. Contraltos possuem vozes ainda mais graves, o mais das vezes destinadas a papéis de melhores velhas ou com poderes excepcionais. (*) Em 1997 o Rhapsody of Fire lançou seu álbum de estréia, The Legendary Tales, com o nome Rhapsody. Os co-fundadores da banda Luca Turilli e Alex Staropoli criaram um som épico para essa obra, incorporando elementos da música clássica, música barroca, heavy metal e narrações líricas. Tal estilo foi chamado "Hollywood metal" ou "metal trilha sonora", pela sua semelhança com trilhas sonoras. As influências clássicas incluem compositores como Vivaldi, Bach e Paganini (a música "The Wizard's Last Rhymes", do álbum Rain Of A Thousand Flames, inclusive, tem base na Sinfonia do Novo Mundo, de Antonín Dvorák).Nos anos 70 bandas como Uria Heep(Inglaterra), e as italianas Loccanda Delle Fate/ Banco / Area /Metamorfosi e Museo Rosenbach já lançavam os alicerces do rock operístico com vocais e coros líricos mesclados ao pop.Outras italianas como PFM e Le Orme mesclavam o erudito clássico e barroco ao rock,sem contar em milhares de bandas da Inglaterra, USA,Japão, França, Alemanha,América do Sul ,etc...que faziam o mesmo. No rock erudito mais complexo ainda, e radical em termos de politização surgia o flanco denominado Rock em Oposição(Rock in Opposition)com a sigla R.I.O. Estas bandas misturavam música de Camara com Rock e elementos eletro-acústicos de vanguarda, com recitativos operísticos, etc...Cito Art Zoyd, Magma, Caravan, Matching Mole, Chris Cutler, Nucleus, Soft Machine, Present, Univers Zero, Miriodor,Fred Frith ,Storm Six,Deus Ex machina,e Gong.Muitas eram da Belgica e Inglaterra.Algumas ramificadas na França.Outras na Italia.Tinham um cunho socialista pós segunda guerra mundial, anti-nazistas.Pois se sabe que na Alemanha nazista maioria dos artistas de vanguarda e cientistas revolucionários foram expulsos da Europa e imigraram a maior parte para os U.S.A.

ESTRÉIA "URIAH HEEP LIVE 70'S) Youtube

URIAH HEEP AO VIVO 1972-1975 com David Byron (vocal) Especial Remaster Edit (Audio-Som) por Amyr Von Bathel Cantusio ESTRÉIA CANAL II MEU NO YOUTUBE DIA 7 DE MAIO de 2026 AS 19 Hs
Uma das bandas mais marcantes da minha vida.Merecem um tributo e homenagem remaster com videos raros de época, que consegui em pesquisas em DVDS e Internet.A banda inteira está morta literalmente(todos falecidos R.I.P.) exceto o sobrevivente fundador, o guitarrista fantástico Mike Box.A glória e a beleza passam rápidos, deixam mortos e cicatrizes.Mas estes poucos momentos é que marcam a existência humana efêmera. Com um dos maiores front man nos vocais do rock, e performances na linha similar ao Fred Mercury ,David Byron aqui é o centro do palco.O tecladista Ken Hensley com sua parafernalia e longos cabelos é um dos grandes mitos do rock!!raros videos com o baixista Gary Thain que toca absurdo! BANDA: David Byron - vocal Ken Hensley - keyboards Lee Kerslake - drums Mick Box - guitar Gary Thain - bass (1973) John Wetton (1975)

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YOUTUBE ESPECIAL (Meu Canal II ) 9.566 visualizações Estreou em 23 de abr. de 2026 EMERSON, LAKE & PALMER ( VIdeo Shows 1970-1973-1977) Pictures at An Exibhition Live-Remaster EDit por Amyr Von Bathel Cantusio São 3 momentos 50 anos atrás, filmados ao vivo do maior Power Trio de músicos da história do rock.Impressiona! A virtuosidade bombástica das apresentações, com a peça do russo Mussorgsky(seculo 19).Fiz em homenagem aos membros falecidos(Keith Emerson e Greg Lake).A primeira parte o bombástico DEBUT de 1973 e na segunda, em 1977 com Orquestra Sinfonica.Abrindo com trechos de Zurich( Carl Palmer destruindo a bateria em 1970)Não há outras filmagens melhores.Eu melhorei a música em 300% com mais de 8 horas de reamsters e as imagens idem.Um resgate aos amantes da história da música anos 70. CULTURAL INFORMATION VIDEO (History of Music) CONTATO PARA ARTISTAS, PRODUTORAS ARTISTICAS, LOJAS, VENDA DE INSTRUMENTOS MUSICAIS, INTERESSADOS ANUNCIAREM NESTE BLOG OFICIAL
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terça-feira, 5 de maio de 2026

HAMMOND B3 (Leslie + Bass Pedals) Video Teaser

Uma brincadeira criando riffs e técnicas num Hammond B3 com pedaleira de baixos, uma caixa Leslie , sem distorção. Filmado por Cathia Cantusio AMYR VON BATHEL CANTUSIO: performance e improvisos, filmados num smartphone.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

-Klaus Schulze- (Alemanha anos 70) -Electronic Berlin Music Um dos mais ilustres expoentes da corrente musical kraut-eletrônica, nasceu em Berlim, o coração de toda a ação. Antes de o conhecer como um mestre da música eletrónica, Schulze revelou-se um jovem músico habilidoso e talentoso (com estudos em composição moderna na Universidade de Berlim). Mesmo que Schulze negue, a obra abaixo mostra uma consequência de uma fase experimental de outro fantástico predecessor seu alemão, Karl Stockhausen ( minimalismo eletronico).Aprendeu antes de mais nada a tocar guitarra, tendo posteriormente protagonizado várias bandas como baixista ou percussionista. A sua evolução nestes instrumentos não pode ser considerada essencial, mas mostra ainda a consistência de seguir em frente: do grupo de dança dusseldorfiano Les Barones e bandas cover frenéticas dos Rolling Stones ao grupo de rock Psy Free , baterista do grupo Ash Ra Temple ,e, finalmente, ao momento em que foi convidado por Edgar Froese para se apresentar como convidado em sua banda, cobrindo a ausência do baterista original (não sei se estamos falando ainda de Tangerine Dream, talvez na verdade diga respeito a The Ones) Ele se tornou um membro pleno e "registrado" do grupo. A estreia do TANGERINE DREAM, embora principalmente um primeiro álbum sólido lançado três anos depois que a banda (ou o conceito dela) começou a se formar, é Electronic Meditation, o único incluindo Klaus Schulze. Numa obra nebulosa, experimental, barulhenta e chapada como esta, o melhor que podemos notar é como Schulze acrescenta sabor e intensidade, através de alucinantes cliques de percussão (bateria) , a uma música de resto minimalista, caótica e instintiva.Posteriormente Klaus vai para a carreira solo de Sintetizadores hibridos,e coloca sua bateria e percussão a favor da música minimalista eletronica.Em vários de seus álbuns sempre convida algum instrumentista ou cantor solo para incrementar suas viagens.Caso do Lp Aphrica ou X, além de no final de sua vida, trabalhar e gravar com a famosa cantora do Dead Can Dance, Lisa Gerrard. Albums Discografia somente decada de 70 1972 Irrlicht 1973 Cyborg 1974 Blackdance 1975 Picture Music 1975 Timewind 1976 Moondawn - The Original Master 1976 Moondawn 1977 Body Love (Soundtrack) 1977 Mirage 1977 Body Love Vol. 2 1978 "X" (duplo) 1979 Dune 1980 ...Live... (Live) 1980 Dig it