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segunda-feira, 22 de julho de 2024

BRIAN ENO & DAVID BYRNE 1981 My Life in the Bush of Ghosts LP Remaster faixa/faixa: https://mega.nz/folder/IicGSBzA#dXW1ahJhuN448kvp8BCatw Um dos discos que mais ouvi da obra toda de Eno, a qual possuo quase tudo.Na realidade este disco é um orientador para o nascimento do nôvo King Crimson com a formação anos 80, também criou o chão para Peter Gabriel em seus solos,entre outros movimentos que deram um surgimento absoluto da World Music.Eno e Byrne fazem um trabalho impressionante, meticuloso ao extremo, com loops,bateristas, percussão, guitarras ,vozes de várias etnias, em especial árabes, asiaticas e africanas,e muito sintetizador e eletronica de base.Uma mistura profunda da música cibernética com a tribal. Muitos músicos convidados em cada faixa.Eu não canso de ouvir.Lembra muito a fase 2 do King Crimson, lógico, com uma direção mais aberta na etnia e experimentalismo.Também os ecos dos solos de Peter Gabriel vc. vai ouvir aqui.Mas este disco é um protótipo. Eno é na minha opinião ,o mais grandioso músico do seculo XX pós Stockhausen.Impulsionou tudo...Bowie, Genesis, Roxy Music , o Kraut alemão (com Cluster)Nina Hagen,e influenciou toda a música de vanguarda eletronica e o rock progressivo.Atualmente até o U2 usa seus conhecimentos entre outros.Lógico, sua parceria com Robert Fripp é uma das bases mais ousadas e criativas das atmosferas de ambos.O solo de Fripp nas guitarras deste disco (faixa 3) é fenomenal.Um disco que é obrigatório para qualquer músico de vanguarda e pesquisador!! TÉCNICA: - BRIAN ENO & DAVID BYRNE: guitar, bass, synthesizer, drums, percussion, samples, arrangements & producers - Robert Fripp / co-arranger-guitars (3) - The Moving Star Hall Singers / samplesvocals (7) - Dunya Yusin / sampled vocals (3,8) - Samira Tawfiq / sampled vocals (9) - Dennis Keeley / bodhrán (2) - Bill Laswell / bass & co-arranger (1) - Tim Wright / click bass & co-arranger (1) - Michael "Busta" Jones / bass & co-arranger (3) - David Van Tieghem / drums & percussion (1,3), co-arranger (1) - Chris Frantz / drums & co-arranger (3) - John Cooksey / drums (4,6) - Steve Scales / congas & metal percussion (4) - Prairie Prince /bass drum & percussion (5,8) - Mingo Lewis / bata & percussion (5,8) - Jose Rossy / congas & agong-gong (7)

sábado, 9 de outubro de 2021

Recuperando Acesso ao Blog finalmente ativo novamente!!! Comemorando com esta postagem ao vivo na Estação Cultura com uma dançarina (Música Egypt-LP The Aleph 1988 do meu projeto ALPHA III)

sexta-feira, 22 de maio de 2020

MUTANTES Ao Vivo 1978 /Reedit

MUTANTES Ao Vivo Arena S.P./Ribeirão Preto 1978 LINK CD Reedit& Remaster: https://mega.nz/file/CRByXQTJ… Amyr Cantusio Jr. Esta foi a última apresentação com a formação anos 70 progressiva,que teve uma audiência baixa com somente 200 pessoas. Foram 2 shows, um no Arena em Ribeirão Preto S.P. e outro no Anhambi S.P. Desta forma este é um registro BOOTLEG que saiu em 2 LPS Picture.;mas aqui está acrescentado de mais 3 faixas que não couberam nestes 2 LPS, além de remaster e edição. Algumas com a participação ainda final de Arnaldo Baptista. Qualidade 70% mas performances altamente experimentais e raras!

domingo, 26 de abril de 2020

THE WATCH(Italy) Collection Edit

The Watch (1997) Collection LINK CD Gratis: https://mega.nz/file/HAY2TIBA#lwK5pPuow6BiS9i9GDITKLRNUCh3G0uliMSz-p0500Q Banda italiana de rock progressivo de Milano/ Italia liderada pelo vocalista e compositor principal Simone Rossetti, formada originalmente em 1997. Sua música é inspirada no estilo clássico do rock progressivo da década de 1970 e, em particular, na música de Genesis vintage era Peter Gabriel. O primeiro trabalho a banda se chamava THE NIGHT WATCH (referência à uma musica do King Crimson) O CD Twilight faz parte desta coletânea (obra prima mas com membros diferentes) O Vocalista reconstriu para melhor ainda a banda que passa a se chamar The Watch. Aliás é a melhor banda na minha opinião que faz som "autoral " que substitui perfeitamente o Genesis antigo dando continuidade à sua brilhante carreira era Gabriel.Músicos extremamente competentes com destaque ao vocalista/letrista/compositor Rossetti. Imperdível.Aqui uma coletânea editada que fiz, pois os CDS são raros e difíceis de achar!!Ainda de bônus uma versão deles de Suppers Ready do Genesis!

sexta-feira, 24 de abril de 2020

ENGLAND(Imperial Hotel 1975) rare CD.

ENGLAND (1975-Inglaterra) The Imperial Hotel LINK CD raridade: https://mega.nz/file/qdgiTKiJ#QeUZ9KijAHNo1rCAnZv3hj-t3JBYt_mX0yMatmw67AM Antes de lançar em 1977 o fantástico Cd Garden Shed( saiu CD no Japão) a banda fêz um ensaio com esta obra prima .A linha ,estilo e influência é basicamente puro GENESIS fase Foxtrot/The lamb Lies Down on Broadway. O tecladista toca muito, coloca bem o piano/orgão e solos bizarros de Moog.O baterista é linha Phil Collins.A cozinha toda remete bem ao Genesis, exceto os vocais, que em alguns momentos lembra o Peter Gabriel, mas no todo, me parece George harrison e Anthony Phillips. Mas é um disco que foi feito logo após o término do Genesis e tocado com equipamento analógico da época, o que dá uma timbragem muito parecida(exceto mellotrons que aqui não aparecem). vale a pena .É só uma faixa de 25 minutos!!Linha de Suppers Ready.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

ALPHA III -Cosmic Metropolis Garden 2017

ALPHA III-Cosmic Metropolis Garden (São Paulo) CD LINK Gratuito (Electronic Experiment) 2017 AMYR CANTUSIO JR: synthesizers Fiz este trabalho numa série de experimentos eletronicos com mais de 12 sintetizadores analógicos. Quem curte Kraut e Electronic Music vai gostar!

Tropicalismo(Esboço Artigo n.1 )

TROPICALISMO PARTE 1(O Brasil que o Brasileiro não Conhece) 1967 O Tropicalismo foi um movimento cultural de vanguarda que ocorreu no Brasil nos anos de 1967 e 1968 nas artes, principalmente na Música. Merecem destaques os compositores Caetano veloso, Gilberto Gil, que lideraram o movimento, além de Nara Leão, Tom Zé, Gal Costa, Os Mutantes , Torquato Neto, Rogério Duprat, Maria Bethânia e o experimentalista Walter Smetak. O Tropicalismo caracterizado como um movimento libertário e revolucionário, buscava se afastar um pouco do intelectualismo da Bossa Nova a fim de aproximar a música brasileira dos aspectos da cultura popular, do samba, do pop, do rock, da psicodelia. Interessante observar que essa experiência estética aberta, sincrética e inovadora lançada pelos tropicalistas, mudou não somente a música popular brasileira, mas o panorama da cultura em geral, em busca da modernidade do país Contexto Histórico No momento, o Brasil passava por momentos de conflito como o Golpe de 64, a censura, as greves, os movimentos estudantis, que culminaram num regime ditatorial no país. Após o declínio da Bossa Nova, o novo movimento que surge, a saber, a MPB, foi o pólo necessário para que um conjunto de artistas, denominados "Tropicalistas", se reunissem com objetivos de libertação e mudanças no panorama cultural brasileiro. Teve grande influência do movimento concretista na literatura e nas artes plásticas. Na música, além do sincretismo de ritmos, o movimento apostou na presença do som melódico das guitarras em suas canções. O início do Tropicalismo deu-se no III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record em 1967, com destaque para as apresentações de Caetano, com a música "Alegria, alegria" e de Gilberto Gil com "Domingo no Parque". Durante um ano, além de mudanças na música popular, outros elementos culturais foram incorporadas à cultura brasileira como, por exemplo, o estilo das roupas, muito próximas à dos hippies, mas ao mesmo tempo com uma psicodelia e mistura de cores e tonalidades. Por fim, o movimento tropicalista termina com a prisão de Gilberto Gil e Caetano Veloso em 1968 . Em 1969, Caetano partiu para o exílio marcando definitivamente o fim do movimento. Músicas As músicas que mais se destacaram no Movimento Tropicalista e, muitas inclusive ganharam os Festivais de Música de MPB da Tv Record foram: "Tropicália" (1968), "Alegria, Alegria" (1967), "Atrás do Trio Elétrico" e "É proibido proibir" (1968) (1968) de Caetano Veloso; "Domingo no Parque" (1967), "Aquele abraço" (1968) de Gilberto Gil; "São Paulo, meu amor" (1968) e "Parque Industrial" (1968) de Tom Zé; "Não identificado" (1969), "Mamãe, coragem" (1968) e "Baby" (1968) de Gal Costa; "Tropicália ou Panis et Circenses" (1968), "Miserere Nobis" (1968), "Bat Macumba" (1968) e "Minha Menina" (1968) dos Mutantes.