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segunda-feira, 27 de abril de 2026

LP DUPLO DU ROMPA "AO VIVO" HAMMOND TRIO Com imensa satisfação recebi ontem meu amigo e produtor Rafael dono da Spectro DIscos em Campinas S.P. onde está a venda esta preciosidade https://www.spectrorecords.com.br/ Ganhei a bolacha! O legal é que fiz uma resenha grande que saiu IMPRESSA no encarte deste LP( veja a foto na mão do Rafael) a qual posto aqui!!Quem quiser pode encomendar o disco e ler a resenha toda no LP ou no meu BLOG /Facebook. DU ROMPA HAMMOND TRIO AO VIVO "O BEIJO DA SERPENTE" 2024 Falar sobre o trampo deste músico, é dissertar numa ilha de perfumes e fantasias no meio de um deserto de boçalidades e lixo sonoro que rola no Brasil.Du Rompa é um cara jovem, tecladista auto-didata, que formou um belo grupo de rock avantgarde(creio que ainda é rock) mais puxado para o lado do rhythm blues e uma versão mais jazzistica da bossa nóva, com toques da Tropicália. Vou tentar focar mais na música,do que na biografia, em especial deste terceiro futuro LP "O Beijo da Serpente" que está sendo produzido. A sonoridade que me vem aos ouvidos é vintage, bem inicio anos 70, algo como o primeiro LP de Hermeto Paschoal e os primeiros discos do Santana ,onde a latinidade com o Hammond Organ se misturam.Não é um fusion tipo virtuose ou detonador.É um som mais viagem, e a proposta de Rompa inclui instrumentos indianos como Tabla e Sitar(tocados pelos músicos ao vivo) entre coisas africanas como Berimbau, e exotismos nordestinos.Como podem notar, o som é riquíssimo em detalhes, composição e retalhos de muitas fontes.Somando nuances de uma cantora que faz vocalizes alternativos e um músico narrando uma poética místico-filosófica,com alguns respaldos na filosofia oriental.Também não enquadraria como rock progressivo, ou o experimentalismo da gravadora ECM, pois é mais puxado para o som típico brasileiro vintage,com aquele sabor da Tropicália de Walter Smetack , 90% instrumental exóticocom algumas nuances funk,incluindo pinturas (um artista criando telas ao vivo) como foi feito na Fábrica do Som (programa de TV anos 70) Lembrando que o grande diferencial é a presença constante de Rompa com seu órgão Hammond B3 ao estilo Lonnie Smith,que ele faz questão de levar ao vivo em suas apresentações. A banda é excelente, e neste show, tem músicos tocando sitars,sintetizadores, guitarra, baixo, percussão (incluindo Rompa que faz algumas),etc... O ouvinte tem que ir preparado para uma sonoridade muito diferente da mediocridade que se ouve em shows ao vivo de bandas ruins, radios e Spotify.Exige-se uma postura mais introspectiva, intelectual, e uma abertura espiritual para entrar a fundo na música, na proposta e no universo de Rompa. AMYR VON BATHEL CANTUSIO ALPHA III PROJECT/ REVISTA KEYBOARD
#rocknacional #hammondorgan

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