Total de visualizações de página

sábado, 16 de novembro de 2024

CD HELLSAKURA– Blood to Water 2011 Uma das bandas da falecida e lendária guitarrista Cherry (Nervochaos). Heavy/Thrash /Punk Metal NACIONAL -Uma obra prima do rock nacional atual.Um DIGIPACK com arte de capa lindissima, encarte com um poster fabuloso. Som pesado,. coeso, pegada excelente.Um CD altamente indicado que deveria estar no topo das listas nacionais do rock ao invés do lixo colocado no Rock in Rio.
GESTALT , A PSICOLOGIA DA MÙSICA E ROCK ANOS 70
"O TODO É MAIOR QUE A SOMA DAS PARTES" Uma das principais propriedades da Gestalt é a que diz que "O todo é maior que a soma das partes" Gestalt quer deizer em alemão,em psicologia analítica " o todo" e não o indivíduo isolado. ZEITGEIST seria a palavra que coloca “o que ocorreu em determinada época” Cultura/sociedade /educação/etc...que mudam de maneira geral, a cada 10 anos.Esta seria uma estimativa para analisar cada geração,seu comportamento e produção/valores.Estamos aqui na década de 70. TUDO DEPENDE DO OUVINTE Ainda não é possível ao compositor prever os detalhes da percepção do ouvinte de sua peça. Percepção essa que envolve aspectos emocionais e fisiológicos do momento da audição e também toda a bagagem de experiências perceptivas que servem de modelos internos de experiências perceptivas. Entramos num campo intelectual,onde entra diretamente a Neurolinguistica(ou seja a quantidade de informações do vocabulário de cada pessoa).Depois temos a inteiração Psíquica que INDEPENDE do intelecto.vai direto na percepção.Daí voce percebe que a cultura dos anos 70 está totalmente isolada no tempo e espaço da cultura das Anittas/Madonas/Telós/ e outras mediocridades da época atual.Somente vemos "ecos" vazios que não ressoam e não encontram padrões da massa de volta.Ou seja, voce pode tocar para um grupo de 50 mil pessoas uma peça musical de altíssimo nível, e elas não respondem ao estímulo.Daí, toque-se uma música medíocre e fácil,mais popular, o frênesi se instala e a "massa" responde imediatamente.O que não acontece com o "indivíduo" isolado! "PAISAGEM SONORA" A obra musical, no palco, no lado oposto ao do ouvinte, não pode ser manipulado por este. O ouvinte de tal música não pode muito mais do que acompanhá-la em sua efemeridade, enquanto ela ocorre no tempo, esvaindo- se sempre. Na percepção desse tipo de obra, o tempo da passagem da música se impõe sobre o ouvinte, irremediavelmente. Sobra-lhe sua memória, sua história de relações com aquela sequência sonora que lhe proporcionou expectativas mais ou menos resolvidas. Associações, sentimentos. Recordações e memórias de cada indivíduo vão brotar somente e únicas para CADA INDINVÌDUO EM PARTICULAR. É como se as relações espaciais fossem suspensas, suprimidas, para que o tempo receba toda a atenção. E é nessa "forma metafórica" que se representa e se aplica a Gestalt na música, juntamente com os valores rítmicos (que dependem do tempo) que constroem uma composição musical no espaço/tempo/obra e a gravação física,congelando a obra (LP/CD) no tempo. Numa composição musical se você isolar as partes vai ter em cada uma, uma “trilha” diferente, que vai modificar a percepção da “obra” toda como um conjunto final.Exemplo, você pega somente a linha de VIOLINOS de uma peça de Beethoven,ouve.Depois pega somente a linha de percussão.Depois somente a linha de sopros.E assim por diante.cada parte é diferente, mas somam um todo homogêneo. O mesmo no Rock.Hoje no youtube você ouve só a voz de FRED MERCURY isolada da obra.Depois ouve só um “playback” do piano sem voz.Depois ouve a linha de “baixo e bateria” isolados.Elas só vão ter sentido na “lembrança “da peça total. Amyr Cantusio Jr: Livro Indicado: (Rock/Filosofia & Ocultismo)

quarta-feira, 13 de novembro de 2024

HARGOS (Brasil 2007) Shadows of Violence
Muitas bandas despontam e desaparecem no horizonte do planeta Terra.Alguns tem sorte, tem seu momento de glória.Outros são meteoros...passam e explodem.Outros ficam durante dezenas de anos nas paradas e sendo ainda tocados...Uma dicotomia do absurdo.Hargos é uma banda nacional que lança um petardo excelente em Digipack Luxo com uma capa e desenhos fabulosos de outro artista nacional. Estou resenhando porque ninguém mais faz isto.Os CDS caem nas mãos, LPS nas feiras, etc...acabo ouvindo e acho incrível um trampo destes não estar tocando ao vivo num Festival com o Wacken na Alemanha representando o Brasil! Som ,um misto de Megadeth/Rotting Christ e Dream Theater.Tecladista abre em grande pompa sinfonica.Synths e pianos na medida.Baterista fantástico.Guitarrista e dois vocalistas sensacionais, alternando vocal sujo/death com limpos operisticos. O som é uma porrada e os caras não medem esforços para tocar com muita energia.Nada muito arrumadinho.Bem tocado e ensaiado, produzido e gravado certeiro.As músicas são fortes e bem trampadas!Podem adquirir o CD se acharem!

sexta-feira, 8 de novembro de 2024

BANDAS ROCK QUE MAIS VENDERAM NA HISTÓRIA( atual) -THE BEATLES LIDERA IMPLACÁVEL 480 milhões de álbuns -QUEEN- 274,6 milhões de álbuns vendidos -ROLLING STONES– 245 milhões - PINK FLOYD - 235,8 milhões -LED ZEPPELIN- com 205,6 milhões - AC/DC com 198,6 milhões

domingo, 3 de novembro de 2024

PHILIP GLASS -A Casa De Usher Baseado em Edgar Allan Poe
Campinas anos 80 Com Orquestra de Camera Flautista: Carrasqueira - Espetáculo que assistimos 2 vezes em seguida com uma montagem de palco espetacular! Teatro C.C.C.
PHILIP GLASS (Low & The Photographer) CDS Remaster 2024 LINK (faixa por faixa ) https://mega.nz/folder/C50BUYTJ#hMumT5lhWZC4pZlnUvm2hw
Philip Glass é uma referencia aos meus estudos há decadas de Música Sinfonica Minimalista.Quem pensa que é fácil, está redondamente enganado.As orquestrações são complexas e tem que ter habilidade técnica e muita disciplina musical. Em LOW , Glass trabalha nas músicas de David Bowie e Brian Eno baseado no LP deles de 1977.Obra prima. Em The Photographer (1983) o trabalho Coral e Vocal é impressionante! Em momentos ,Glass usa trompas, fagotes e clarinetes que remontam as atmosferas mais densas das Walquirias de Wagner, mas totalmente no minimalismo( que Wagner já usava em trechos sem ser determinista) Podem baixar!

quinta-feira, 31 de outubro de 2024

URIAH HEEP -Chaos & Colours 2023
Se você estiver esperando algo como o Uriah Heep anos 70,esqueça.Este CD de despedida,lançado em 2024 (eu tenho)não soa nem próximo ao período inicial.Não sou contra inovações, mas no caso da banda ser um "grupo" e não um projeto ( que agora é,do sobrevivente único dos 70, o excelente guitarrista Mick Box)perdeu o clima dark, underground,perdeu na harmonia das letras e vocais fabulosos operísticos da era David Byron.O clima mágico e surreal dos teclados de Ken Hensley são inexistentes. Perdeu bastante coisa.Considere também que é uma banda com músicos de meia-idade. O único mais jovem é o baixista. Falta uma composição mais forte na banda.Tudo é muito bem gravado.Tudo é bem planejado.Pesado. Mas não tem aquela "alma" nem a nostalgia. Para chegar a ouvir a terceira faixa, foi difícil.Já queria tirar o CD.Mas fui até o fim esperando algo acontecer.Mas nada.Me parece estar ouvindo bandas como Savatage + Deep Purple últimos CDS com Steve Morse. Na faixa 9 ,a melhor, Phil lanzon faz um trampo com o Hammond Organ e Synths, mas sai totalmente fóra da linha de um Magician 's Birthday.Lembra mais o Keith Emerson por incrível que pareça. O vocalista Bernie Shaw é bom, mas tem vibratoss rápidos,e não chega nos moldes de um David Byron, que tinha vibratos operísticos mais lentos,e agudos incríveis.Bernie parece mais um clone de Bruce Dickinson. O baterista é excelente, mas segue outra linha, com bumbo duplo de metal atual.Mick Box, para encerrar, é um guitarrista impressionante.Tem timbres e riffs fantásticos.Se o CD vale, é mais por ele. Esqueça aqueles corais pomposos e Hammonds + Moog do mago Ken Hensley. Desapareceram e sumiram com eles.