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terça-feira, 1 de outubro de 2024

O QUE ACONTECE COM VOCE APÓS OS 60 ANOS ( Entropia Quimica Molecular) Baseado nas pesquisas de campo que fiz 50 anos, incluindo refrações da música na psique e comportamental de grupos de estudo e vivências. Ninguém vai falar ,porque a maioria gosta de se enganar, e também enganar os outros.Após os 55/60 anos a curva de agregação molecular atomica total do organismo material começa a se "desagregar".Na nossa linguagem , a Teoria do Caos, se chama "entropia". Do caos se forma, ao caos retorna.Não há nada absolutamente que se possa fazer.As celulas param de se multiplicar, os tecidos começam a envelhecer, o nível cerebral cai para 40% de vibrações neurais.Todo o organismo começa a desmontar, se decompor química e eletronicamente, a nível atomico e celular. A meia vida radioativa (isótopo) do organismo humano é 90 anos.Depois já era.Foi projetado assim.Este corpo físico, para este tipo de Planeta,é adequado e não há nada que se possa fazer.Drogas químicas e psicoativas aumentam sua resistencia em impedir "dor e depressão".De resto são paliativos. A consciência adquirida( poucos humanos tem) se agrega num ponto próximo ao centro cardíaco,em forma pura de energia,num casulo energético.Quando o corpo finalmente morre, o casulo flutua ao éter,e ao quinto estado da matéria,com as informações que passaram pelo cérebro antes da morte.Inclui-se nisto lembranças, projeções,imagens, sentimentos, odores,etc...Vai depender da intensidade de cada indivíduo o teor máximo da consciência agregada no casulo.Os místicos chamam de "egrégora".Isto sobrevive a decomposição entrópica dos corpos e vai ser atraída para outra matrix mais densa, outro corpo material, para poder se manifestar novamente.Mas não é regra.Alguns permanecem no estádo de egrégoras por milênios (baseado no tempo terrestre)De resto, a vida é uma ponte.Foi feita para atravessar, e não para ficar em cima.

segunda-feira, 30 de setembro de 2024

REVISTA KEYBOARD Matérias de Amyr Cantusio Jr Músicos Nacionais do Underground PSYCOTHRONIC PARTE I (aguardem a Part II e III)Irei postando gradativamente.
Não confundir com trabalhos de DJ ou mixadores de vitrolas.(com todo respeito aos DJS que são músicos realmente) Aqui há a participação de construtores de sintetizadores modulares como o Vinicius Brazil, ou de painéis e sistemas analógicos como Márcio Prata (conhecido com o codinome de Antônio das Mortes) possivelmente inspirado no grande cineasta Glauber Rocha. - Marcel Rocha de Campinas, Alan Flexa, Patrick Wichrowski, Plastic Noir do norte e José D'Elboux que fundou a banda progressiva Tau Ceti, um ótimo tecladista e outros excelentes trabalhos de músicos variados do Brasil. Todos estes músicos são relevantes na arte de vanguarda nacional. Peço a todos que contribuam compartilhando e divulgando a obra dos mesmos. Também contratando e estimulando eventos onde eles possam mostrar sua magnífica arte ao povo viciado da mídia!! -Marcel Rocha faz música desde os anos oitenta em uma vasta gama de estilos tais como a música eletrônica, música brasileira, música experimental, gótica, ambient music e Live Looping. Mestre e Doutor em Música, Marcel já se apresentou em grandes festivais internacionais. Em sua discografia se destacam lançamentos pelos selos Sucu Music (Itália), Aural Films (EUA) e Mind Plug Records da Alemanha, bem como vários lançamentos independentes. Tendo também trabalhado com trilhas musicais para curta, games, teatro, dança e blog, Marcel possui uma vasta gama de influências e as combina sempre de maneira particular e inédita. -Alan Flexa é compositor, produtor e tecladista de música instrumental. Seu trabalho tornou-se notório dentro do estilo New Progressivo por conta de vários álbuns voltados à meditação, relaxamento e trilhas produzidos ao longo de sua carreira. Entretanto, suas músicas possuem elementos de vários outros estilos: Rock, Jazz, Clássica, World, Eletrônica e Minimalismo. Influenciado pela música de Luciano Alves, Rick Wakeman, Patrick Moraz,Vangelis, kitaro, Jam Corcioli, entre outros e fascinado pelas possibilidades sonoras dos sintetizadores eletrônicos, aos 13 anos, iniciou seus estudos musicais no instrumento passando, em seguida, para a música popular e o Jazz. Em 1998, Flexa inaugurou o selo Symphony, alterando o nome para Zarolho Records (bastante conhecido pelas bandas do underground amapaense). -Patrick Wichrowski é tecladista, compositor e pesquisador sonoro (sintetista). Começou a desenvolver seus projetos pessoais de música eletrônica após abandonar o curso de teclado, aos 15 anos. Tornou-se autodidata e passou a estudar as obras de Johann Sebastian Bach, Vangelis, Rick Wakeman, Jean Michel Jarre e diversos outros músicos do rock progressivo. Sua música pode ser definida como “Rock Progressivo Eletrônico Sinfônico” e faz muitas referências aos “medalhões” do estilo da década de 70. Sem soar uma cópia ou um “genérico” destes, Patrick sempre procurou deixar evidente a sua personalidade musical e a sua coragem em não enveredar por caminhos sonoros óbvios. Em seus trabalhos procura resgatar sonoridades que se perderam na música atual. Sonoridades estas que remetem a um mundo onírico, mágico e a uma conexão com o Cosmos. -JOSÉ D’ELBOUX-O paulistano J. Eduardo D'Elboux é engenheiro automobilístico e tecladista de rock progressivo, cujas tendências retomam a estética dos progressivos clássicos da década de 70, como Emerson, Lake & Palmer e U.K. Fundador da banda progressiva TAU CETI, D'Elboux também foi tecladista do grupo Moonshadow. A banda TAU CETI original, que era apenas instrumental, lançou um CD em 1995 pela Faunus Records/Brasil, numa produção independente. Também em produção independente, D'Elboux lançou em 1999, junto a banda Moonshadow, um CD independente, chamado Tales from Soul. D'Elboux não é músico profissional, mas a música é sua principal vocação. -MÁRCIO PRATA- conhecido como Antônio das Mortes, começou a produzir sons experimentais eletrônicos, com o desejo de viabilizar na música experimental, a exemplo de grandes músicos e projetos, a mudança de percepção, provocada pelo som, o que possibilita revelar uma identidade oculta em todos nós, como a psicopatia, mostrando o vislumbre destas alterações. Desde 1996 vem produzindo sons experimentais solo, os quais ele denomina Psychedelic Down. -VINICIUS BRAZIL-é engenheiro eletrônico e consultor, contando com mais de trinta anos de experiência nas áreas de Comunicação, Telefonia, Controle & Testes Industriais, Áudio Analógico e Digital assim como projetos especiais. Criador do “VBrazil Systems”, iniciativa única e pioneira no país que se dedica ao desenvolvimento de sintetizadores analógicos e modulares no formato tipo “eurorack”. -PLASTIQUE NOIR- é uma banda de Fortaleza que abrange os gêneros pós- punk, gothic, darkwave, indie e rock, cuja formação atual conta com Airton S (voz e eletrônicos), Danyel Fernandes (guitarras e synths) e Deivyson Teixeira (baixo). Rapidamente ganhou projeção tendo sido convidada, já em seus primeiros meses, para a abertura da tour nacional da banda The Cruxshadows (EUA) e excursões pelo Nordeste e Centro-Oeste. Naquele ano de estreia, a banda lançou dois trabalhos: o CD-R demo “Offering” (item bastante raro) e o EP “Urban Requiems” (hoje distribuído pelo selo alemão AF Music). Este EP ganhou elogiosas resenhas em prestigiados veículos de seu gênero, como a revista portuguesa Elegy Ibérica e o site do crítico e pesquisador inglês Mick Mercer, referência mundial no universo gótico. Em 2014, dão início à produção de seu terceiro álbum, intitulado “24 Hours Awake”, com lançamento em fevereiro de 2015, novamente pela Wave Records *Amyr Cantusio Jr. é músico (piano, teclados e sintetizadores) compositor, produtor, arranjador, programador de sintetizadores, teósofo, psicanalista ambiental, historiador de música formado pela extensão universitária da Unicamp e colaborador da Revista Keyboard Brasil.

domingo, 29 de setembro de 2024

ENTREVISTA- JORDAN RUDESS (Dream Theater) REVISTA KEYBOARD- (Amyr Cantusio Jr- FIz esta entrevista algum tempo atrás com o amigo tecladista Jordan Rudess para a REVISTA KEYBOARD)
Revista Keyboard Brasil (Amyr) – Fale sobre sua formação musical oficial. Estudou piano clássico? Como e onde? -Jordan Rudess – Estudei piano na escola Juilliard de 9 a 19 anos em que eu deixei de buscar outros tipos de música e tecnologia! Eu sempre fui um improvisador e quando descobri o sintetizador Moog e o rock progressivo, sabia que tinha que passar da música clássica para se concentrar em outras coisas. É claro que hoje também voltei a tocar clássico. Revista Keyboard Brasil – Qual a sua principal influência (compositores / bandas / música erudita)? -Jordan Rudess – Tudo da música clássica ao rock para o eletrônico. Alguns favoritos são: Bach, Chopin, Debussy, Prokofiev, Emerson Lake e Palmer, Genesis, YES, SigurRos, Aphex Twin, Squarepusher. Revista Keyboard Brasil – Depois do Dream Theater, conte-nos sobre seus projetos solo. -Jordan Rudess – Meus projetos solo são uma ótima oportunidade para eu expressar todos os outros lados de quem eu sou musicalmente. Tudo a partir de álbuns de piano individuais, como o mais recente álbum “The Unforgotten Path to Rock”, como também “The Road Home ou Rhythm Of Time”. Estou vendo a possibilidade de escrever outro álbum de rock neste verão! Revista Keyboard Brasil-Espiritismo? Pagão? Agnóstico? Wicca? Você acredita na vida após a morte? Sua visão interior tem alguma integração com sua música? -Jordan Rudess – Minha fé é a magia da música e a ressonância da energia em todas as coisas. Eu acredito que a energia continua depois de termos partido deste plano material e a possibilidade de continuar em outras formas de existência. Minha meditação geralmente é no piano. Revista Keyboard Brasil – Qual o seu principal instrumento de teclado (piano ou sintetizadores?) O que você prefere? Ou ambos? Outros instrumentos tam- bém? Detalhes, se possível. -Jordan Rudess-O piano é a base para mim, mas uma grande parte de quem sou também é a eletrônica e o sintetizador. Também estou muito envolvido individualmente e com a minha empresa Wizdom Music no futuro dos instrumentos musicais expressivos. Revista Keyboard Brasil – O que você pode dizer aos pianistas / tecladistas sobre como melhorar seu conhecimento musical? -Jordan Rudess – Atualmente, há tanta informação e excelentes lugares para estudar! Por um lado, tenho um conservatório on-line em www.jroc.us onde as pessoas podem aprender diretamente com meu material musical. O MacProVideo é um ótimo recurso online para todas as coisas, música e tecnologia gráfica e escolas como Berklee College of Music e Stanford CCRMA são incríveis para aprender sobre a tecnologia, música eletrônica entre outros. Revista Keyboard Brasil – Quais são seus 5 melhores tecladistas do mundo de todos os tempos? Sua opinião e obras citadas (um CD ou LP)! -Jordan Rudess – Patrick Moraz, ouça o álbum Refugee 70's ! Keith Emerson, certamente TARKUS é uma grande influência. Jan Hammer, eu adoro seu álbum solo “The First Seven Days”. Rick Wakeman –“As seis esposas de Henrique VIII” e Chick Corea - Now He Sings Now He Sobs! Revista Keyboard Brasil – Qual seu último trabalho musical? CD? Você pode contar sobre seus últimos novos projetos? -Jordan Rudess – O último álbum que fiz com o Dream Theater foi intitulado “The Astonishing” foi um grande projeto com o qual estou tão orgulhoso! Foi também a nossa maior produção de turnês até agora! Meu último álbum solo foi “The Unforgotten Path”, que era um álbum de piano solo com algumas faixas autorais e também revisitando algumas músicas que desempenharam um papel importante na minha vida musical! Revista Keyboard Brasil – Como é sua vida musical nesses anos de estrada com o Dream Theater (agora e no passado)? -Jordan Rudess – Acabamos de voltar da turnê “Images Words and Beyond”de 5 semanas na Europa. Foi muito emocio- nante e estamos em comemoração ao 25º aniversário do álbum em questão!! Vamos continuar esse passeio após o verão na Ásia, Austrália e América do Norte e quando, tudo isso for feito, começaremos a trabalhar no nosso novo álbum! Revista Keyboard Brasil – Muito obrigado pela entrevista Jordan! -Jordan Rudess – Agradeço muito a sua boa vontade em me entrevistar Amyr Cantusio Jr. e à Revista Keyboard do Brasil pela consideração!! *Amyr Cantusio Jr. é músico (piano, teclados e sintetizadores) compositor, produtor, ar- ranjador, programador de sintetizadores, teósofo, psicanalista ambiental, historiador de música formado pela extensão universitária da Unicamp e colaborador da Revista Keyboard Brasil. Revista Keyboard Brasil

sexta-feira, 27 de setembro de 2024

AMYR CANTUSIO JR(Alpha III & Spectro) & RONALDO RODRIGUES ( Caravela Escarlate) Nos encontramos em Campinas num sebo.Nas nossas mão trocados, nossos CDS SPECTRO e CARAVELA ESCARLATE. Este SPECTRO é CDR edição limitada. Nós gravamos juntos um CD Digital chamado GATES OF DELIRIUM( que está no meu Youtube e no Spotify do Ronaldo).Estamos atrás de Produtores para estes 2 trabalhos prontos: Gates of Delirium e Spectro que nunca sairam em CD ou LP!!

terça-feira, 24 de setembro de 2024

OSI (U.S.A.) Progressive Metal (2 Albuns 2003-2009) Me agrada muito ouvir músicos com formação musical de alto nível.Músicos com pedigree.Não esta infestação de músicos( se é que posso chama-los assim)medíocres, arrogantes e que mal sabem compor 3 acordes musicais. Este projeto, similara ao Porcupine Tree, faz um som que realmente me agrada 100% em tudo.A começar pelas composições com clima sombrio, pesado e trabalhado.Com 2 bateristas de peso(Mike Portnoy do Dream Theater no primeiro, e Gavin Harrison do Porcupine Tree/King Crimson no segundo) voce pode esperar uma divisão rítimica impressionante.Baixo e guitarras fabulosos.Os 2 membros principais tocam sintetizadores, mellotron, moog, etc...todas guitarras, composições e baixo.Então há muita atmosfera, trampos costurados em mínimos detalhes, de música eletronica, nas entrelinhas das pauladas.Os álbuns são Progr. Metal atmosférico. Hoje eu diria que seria o projeto que mais me chamou a atenção no meio de toneladas de discos que ouço! 2024 (Amyr)

domingo, 22 de setembro de 2024

BLACK SABBATH- 5 LPS COM TONY MARTIN Desde o primeiro LP com Tony Martin nos vocais, adorei a virada no som do Sabbath, para algo mais gótico, denso e melódico.Sem perder a aura sinistra e o peso. Tony Iommi conseguiu manter o rumo das composições e de sua guitarra infernal, e Martin colocou letras e vocais impostados operísticos no som. Os 5 LPS são lindos,faixas poderosas e diferentes do SAbbath com Ozzy.Mas ,com certeza, excelentes discos para qualquer fã da banda. “Headless Cross” (1989), “TYR” (1990), “Cross Purposes” (1994) “Forbidden” (1995). “The Eternal Idol” (1987)

quarta-feira, 18 de setembro de 2024

ARTE, ROCK E CAPAS O mundo não vai parar só porque voce não gosta, ou deseja.As coisas continuam seu rumo, seja involutivo, ou destrutivo, ou mesmo evolutivo em partes. A Arte é um grande veículo psycho-vein para qualquer tipo de alteração emocional,espiritual e psiquica. Tanto audio-visual quanto sensorial holistica. Andar em marcha-ré é auto destruição.Eu sempre olho para trás só para relembrar.De resto é o "aqui e agora".Tem muita coisa rolando e acontecendo.É só voce sair do seu mundinho de preconceitos e abrir os olhos. Existe um "koan Zen" que diz: O sapo que mora no fundo do poço, não sabe o tamanho do oceano"
SABBATH LP 1970 POEMA "Ainda cai a chuva, os véus da escuridão encobrem as árvores enegrecidas, que se contorcem por alguma violência invisível e perdem suas folhas cansadas e dobrando seus galhos para uma terra cinzenta de asas de pássaros cortadas. Coelhos jovens, nascidos mortos em armadilhas, ficam imóveis, como se guardassem o silêncio que cerca e ameaça engolir todos aqueles que o escutam. Do cadáver, o cisne negro que flutua de cabeça para baixo em uma pequena poça na cavidade sob uma tênue névoa sensual, que traça seu caminho para acariciar os pés lascados da estátua do mártir sem cabeça.Este ,a única conquista foi morrer brevemente, porque não podia esperar para se perder.A catarata da escuridão se forma completamente e a longa noite negra começa.Mas ainda assim, na beira do lago, uma jovem espera, sem ver (e ela acredita que não foi vista) sorrindo fracamente para o sino distante ,na chuva que ainda cai.