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domingo, 21 de abril de 2019

THE BEATLES A Different Reedit By Amyr Cantusio Jr 1966-1970 Files 2016 by Amyr Cantusio Jr LINK CD REMASTER ATUAL( 2026) 3 CDS Remaster EDit -No Business https://mega.nz/folder/1nVEkB5Y#vSE-X4NM9Dua4tKHKnjI9g
Num momento histórico de minha vida, quando eu tinha 11 anos ganhei o primeiro LP dos Beatles(Abbey Road ) exatamente no MOMENTO de seu lançamento mundial!!Foi uma overdose!!Eu já tinha vários compactos. Toda a história sobre a morte de Paul McCartney estava ali bem na cara de todos, na capa. na mística, nas músicas!!Foi um momento crucial na minha formação musical dirigida do erudito ao rock, e da inserção na Filosofia Oriental.Eu já tocava piano e violão há 3 anos!! Em 2016 testando várias músicas MONO dos Beatles de diversas gravações de estudio DIFERENTES fiz esta coletânea Reeditando e Remasterizando diferente as originais(muitas abafadas e sem brilho).São faixas RARAS e DIFERENTES takes..LINDOS!! Agora vc. vai se surpreender com o som crú e visceral do Grupo!! baixe e Desfrute!!

sábado, 20 de abril de 2019

PLUS-The Seven Deadly Sin 1969 Reedit

PLUS-The Seven Deadly Sins 1969 U.S.A. Os 7 Pecados capitais LINK: https://mega.nz/#!rM5A1AjY!joheDesgTMioa1y6Jf6wVwJTnlncrbdc0fZw52YFKRA
INCRÍVEL Seria uma reconstrução de uma Missa em ritmo de rock progressivo.O mais interessante é que estes caras já faziam um sonzaço que viria inspirar bandas como EL&P, Trace/Ekseption/e muitas outras com caráter erudito/progressivo. Logo na abertura a Toccata de bach arrebenta com um tipo de Coro Misto com vozes agressivas,que na realidade foram antecedentes em muitas décadas a bandas como Therion ou Rapsodhy. não existe fácil a toccata com arranjo para coral e rock junto. Só esta faixa vale.eu reeditei e coloquei parte do disco para curiosos e colecionadores.muito melhorado.quem curtir vá atrás do original!!obra imperdível.

DOWN WITH PEOPLE-1990

LINK CD : https://mega.nz/#!bMhV2ITQ!5AhS17afNjk080zVxh2yWTZtdK_7LWL-rpC0NlqgMCQ
Impressionante trabalho de Avantagarde Progressive Rock/R.I.O. O que é mais fantástico aqui é o vocal feminino de canto "soprano ligeiro da cantora que chega as alturas do violino tocando no "cavalete" Som é forte,contagioso, baixo e bateria fantásticos numa linha próxima ao King Crimson e Magma. As guitarras lembram o Robert Fripp mas com estilo próprio.Todas faixas são fantásticas e o LP é raro e independente.

sábado, 13 de abril de 2019

GRAND FUNK-70's REMASTER COLLECTION

GRAND FUNK Remaster 70's by Amyr Cantusio Jr CONTATE-ME PARA OUVIR ( vonbathel@gmail.com)
Uma das bandas que marcaram muito minha vida no final de 60 e inicio de 70. Eu tinha os LPS e ouvia todo dia,em especial estes desta Coleção que remasterizei( assim como remasterizo LPS desde 2012 ,os que mais gosto) Os LPS tem muito chiado e os CDS que ouvi idem (ruídos de fundo que estão na gravação original como muitos dos discos desta época).A melhora aqui é de 50% a partir de CDS.Voce pode ouvir as guitarras,orgão, baixo e bateria lúcidos. Os LPS que coletei foram os que realmente me fizeram a cabeça: -Pluribus Funk -Phoenix -We are an American band -Survival Faixas tiradas de shows raros ao vivo como Black Licorice e Footstompin Music são de cair o queixo! MARK FARNER...a voz poderosa como a de Glenn Hughes,sua guitarra e órgão hammond( que dão um toque quase progressivo em várias faixas) são matadores.O cara parece estar ligado numa tomada de 500 volts. Na cozinha o baixo de Mel Schacher com distorção equivale a pancada do de Geezer Buttler do Sabbath.O baterista é fenomenal( Don Brewer) que toca com a cabeça, cotovelos ,além de ser 1/4 da voz do grupo(vocal poderoso). O Trio é algo que foi uma das melhores bandas dos U.S.A. e fêz frente ao Led Zeppelin na época.Ao vivo a pancadaria é envolvente e matadora. Ficam aí as melhores faixas na minha opinião !!

RUSH Live 1981 BBC Remaster

RUSH Live BBc 1981 Reedit by Amyr Cantusio Jr 2019
LINK CD: https://mega.nz/#!6Q5VlaBD!RLIzv6DT_qvj-uHmzFivT3nxY9RWUDKpVLsmIC6J9t4 Uma das melhores gravações "ao vivo" ( senão a melhor) do AUGE da banda,no seu período clássico com faixas do todos LPS anos 70 até 81 (Moving Pictures). Para meu gosto a banda acabou em SIGNALS...Depois é outro grupo, outra sonoridade empastelada de Ska/Reverber/Pop/etc....Eu realmente não curto nada pós Signals. Esta gravação mostra o trio destruidor e implacável. Confira!!

ALPHA III-DX21 Experiment Synthesizer

ALPHA III EXPERIMENT NUCLEUM YAMAHA SYNTHESIZER DX-21 2015 LINK CD: https://mega.nz/#!bAQHXIjI!zwfMmlSXo8dtNPVelkGEc_mDK_ZhsCCdrpp3ctJG8Xg AMYR CANTUSIO JR: Yamaha DX-21 Synthesizer/arrangements & music experiment. Aos interessados nos sons e formatos de ondas "senoidais" digitais que são particularidades de sintetizadores anos 80 (em especial Yamaha linha DX) aqui uma coleção de músicas experimentais gravadas sem overdub, diretamente dos filtros de um sintetizador YAMAHA DX-21 (raridade) para um núcleo de Computador/Editor. Para quem curte viagens cósmicas e som na linha de Klaus Schulze/Brian Eno/ etc....e estudantes de teclados e sintetizadores vintage em geral, vai apreciar. Dentro ainda um manual PDF do Yamaha DX-21

quinta-feira, 11 de abril de 2019

TUDO FOI FEITO PELO SOL( Artigo) 60-70's

ANOS 60-Tudo foi feito pelo Sol Por Amyr Cantusio Jr. (Livro Rock ,Ocultismo & Filosofia ) O ano era 1969. No dia 31 de maio, vários devotos Hare Krshna, adeptos do mestre Swami Prabhupada, se hospedaram no hotel Queen Elizabeth, em Montreaux, com John Lennon e Yoko Ono. Sabem para que? Gravar um dos maiores hits de manifesto dos anos 70: “Give Peace A Chance”.Este hino foi cantado por 150 mil pessoas nas portas do Sr. Nixon(Casa Branca) onde apavorado com a repercussão, acabou sendo deposto. Ao mesmo tempo, saía o compacto simples de George Harrisson com o mantra Hare Krshna e a faixa maravilhosa, “My Sweet Lord”, que foi um sucesso nas paradas e rádios da época. Em setembro de 1969, Swami Prabhupada foi convidado a se hospedar na fazenda de Lennon, onde instalou um centro para meditações e filosofia oriental denominado “O Templo”. Curiosidade: “O Templo” ainda existe hoje, mas agora de propriedade do Beatle Ringo Star, que montou um estúdio particular no local. Neste local, Lennon, Yoko e Harrisson tiveram contatos aprofundados com a cultura espiritual Hindu, o que marcou definitivamente suas vidas e composições musicais. Um pouco antes, em 1967, houve um evento que mudaria a raiz do Rock, semeando o futuro do movimento Progressivo e Psicodélico. Em São Francisco, Estados Unidos, este evento marcava o início do movimento pacifista Hippie. Lá, sob a liderança deste notável velhinho, Swami Prabhupada, em meio a uma grandiosa instalação de luzes e equipamentos sonoros, no Estádio de Avalon, reuniram-se nada menos que Janis Joplin, Grateful Dead, Jefferson Airplane, entre outras bandas de renome. Também estava lá o pioneiro do LSD, Timothy Leary. Mas o que aconteceu nesta noite inesquecível? Todos cantaram variações do mantra Hare Krshna durante a noite toda até o dia raiar. Todos unidos em nome da paz e amor, com seus instrumentos, apitos, percussões e vozes. E, pasmem, o êxtase foi tão grande que se esqueceram das drogas e muitos nunca mais a usaram. Muitos ingressaram na filosofia existencial do Swami, incluindo mais de 70% dos músicos da época. Infelizmente, uma boa parte já estava viciada demais para largar e morreram de overdose. Entre eles, Hendrix, Joplin, Keith Moon, Boham, etc... Posteriormente, grupos como Yes e Rush fariam movimentos anti-drogas e vegetarianos, bem como outras bandas de peso na Europa e EUA. Hoje em dia não existem mais “mestres” de alto nível. As pessoas estão perdidas, alienadas, sem rumo e a nossa música perdeu o colorido, a beleza e a riqueza, além da sonoridade plástica dos anos 60 e 70. Hoje, marginais e criminosos permeiam na mídia com hinos violentos, letras idiotas e sem sentido, semi- alfabetizados, degenerados espiritualmente. Gritam palavrões, sexo, estupidez e bestialidade, se dizendo ainda “revolucionários” (?). Quando cito e insisto em dizer que o Rock de 40 anos atrás era um movimento altamente sofisticado, reacionário, espiritualmente e intelectual, é a pura verdade histórica. Logicamente houve muita merda nesta época também, mas o todo, a base, foi de alto nível. O psicodelismo que invadiu o Rock entre 68 e 73, fundamentando as viagens fantásticas, mantras indianos, o colorido das roupas, seria a marca registrada das bandas até 1978. Vide as fotos até de bandas mais pesadas, como Black Sabbath, Led Zeppelin, Uriah Heep e verão que digo a verdade. Mas em 1978, com a entrada da famigerada onda “discoteca”, de John Travolta e Bee Gees, a idiotice materialista americana voltou à tona. Para mim, foi o último suspiro do Rock de raiz. Os grupos Pink Floyd, Tangerine Dream e Yes marcaram o mundo roqueiro com suas magníficas letras, além de no Brasil, os Mutantes lançarem a obra derradeira, o LP Tudo Foi Feito Pelo Sol, em 1974. Interessante é notar que todas as bandas, em sua maioria, tinham o Sol como referencial, a luz e os “Portais Luminosos do Amanhecer”, em suas letras, sem falar nas palavras Amor, Liberdade e Paz. Hoje, em oposição, acredito que pelo momento péssimo que atravessa nosso Planeta, as bandas em sua maioria passaram a citar “A Escuridão” e “As Trevas”. Vejam bem que nos anos 60 e 70 tudo era só cores, luz, paz e amor. Hoje o lado negro e dark é a base do Rock. Lógico, havia naqueles anos o lado escuro em bandas como Pink Floyd, Sabbath, Uriah Heep e Atomic Rooster. Mas, mesmo assim, tudo isto era atravessado por raios e cores luminosas características da época. Veja que, um pouco antes de morrer, por motivos de alcoolismo, um dos maiores vocalistas dos anos 70, David Byron, fez uma “ode” a luz em sua última maravilhosa performance no Uriah Heep: a faixa título “Return To Fantasy”. Muito interessante neste período também, seria a inserção de elementos da filosofia grega e romana, além dos nomes egípcios e hindus e outros de origem asiática e oriental nos nomes, letras e influências musicais de algumas bandas. Surgiram clássicos inesquecíveis numa quantidade e qualidade incalculável no Rock mundial. Cito algumas em variados países como: Itália: Le Orme, Banco, P.F.M. (esta tinha o letrista do King Crimson, Pete Sinfield, em seu cast), Formula Tree, Odissea, Osanna, Goblin, Jumbo, Museo Rosembach, Loccanda, Delle Fate, The Trip, etc. Alemanha: Grandes obras de bandas como Grobscnitt, Novalis, Ramsés, Guru Guru, Tangerine Dream, Klaus Schulze, Popol Vuh, Kraftwerk, Ash Ra Temple, Ammon Duul, Anabis, Cornucopia, etc. Argentina: Crucis, Espiritu, Ave Rock, Alas, Arco-Iris, Pablo El Enterrador, El Reloj, Redd, Mia, Lito Vitale, etc. França: Ange, Atoll, Alpha Centauri, Asia Minor, Edhels, Eden, Hecenia, Pentacle, Tai Phong, Shylock, Terpandre, Wlud, etc. Brasil: Som Nosso De Cada Dia, Mutantes, Som Imaginário (de Wagner Tizo), Terreno Baldio, Moto Perpétuo (de Guilherme Arantes), Barca Do Sol (este tinha Lulu Santos), O Terço, Tellah, Secos & Molhados, Casa Das Máquinas, 14 Bis, etc. No mundo todo, em menor quantidade, Grécia, Canadá, Holanda, Suécia, Japão, etc, o movimento se alastrou. No sentido quantitativo, os quatro maiores países na produção do Rock foram Inglaterra, Itália, Alemanha e França, isso na Europa. Já na América, Estados Unidos, Brasil e Argentina formavam o núcleo. Obviamente quero estimular ao leitor à busca e pesquisa, bem como ao interesse de voltar no tempo em busca das raízes do Rock. As citações superficiais e fora de ordem cronológica aqui visam somente dar um panorama geral do movimento. Uma quantidade inigualável de obras primas podem ser hoje adquiridas remasterizadas em CD com fotos, álbuns e books. Além de muitos virem com histórico e faixas bônus. Também há o fator esoterismo (ou seja, a inserção de elementos da magia, espiritualismo e ocultismo) no Rock desta era. Até hoje este estilo é um berço para Aleister Crowley, Lovecraft, Edgar Allan Poe e Castañeda, além dos filósofos Rosseau, Decartes, Kant, Novalis, Platão, etc. O satanismo e a magia negra estão amplamente presentes, em destaque nos anos 90 em diante. Nos 60/70, a coisa era mais disfarçada, mas cito ainda o Zeppelin e Sabbath (com Crowley como guru), Uriah Heep, Beatles, Hendrix, Stones, Floyd, Raul Seixas (e sua Sociedade Alternativa), King Crimson, etc, todos com o pé no caldeirão do demo! A parte filosófica, ocultista, espiritual e intelectual, foi realmente um marco fundamental na fase intermediária do movimento Rock. Sem ela, hoje não teríamos este nível de arte das referidas décadas(60 & 70). Não cabe aqui julgar se é positivo ou negativo terminologias religiosas, mas analisar o que tudo isto representou numa época existencial conturbada e em fase de profundas reformas e mudanças, no contexto de criatividade e produção musical. Incontestável a qualidade. Enfim, a busca do Sol, da luz, do significado da vida e da morte, do mistério. Acredito que nos anos 60 e 70 “tudo foi feito pelo sol”. E a viagem continua.