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quinta-feira, 22 de outubro de 2026

ALPHA III- PINK FLOYD TRIBUTE (12 Mil Views YOUTUBE) Uma Crítica do Site Lupa


 Pink Floyd – Dark Side 50 Years Tribute Mix é um trabalho do projeto Alpha III, dedicado a reinterpretar The Dark Side of the Moon, clássico do Pink Floyd originalmente lançado em 1973.

Diferentemente de uma simples reprodução do álbum original, a proposta de Alpha III é trabalhar o material como uma releitura eletrônica/progressiva, preservando as estruturas e atmosferas reconhecíveis das composições, mas utilizando uma abordagem instrumental própria.

Proposta musical

O conceito é interessante porque The Dark Side of the Moon já possui uma produção extremamente sofisticada. Portanto, qualquer tributo precisa encontrar uma maneira de não simplesmente copiar o Pink Floyd.

Alpha III procura fazer isso aproximando o material de:

     Progressive rock

    Electronic progressive

    Space rock

    Ambient

    Synth-rock

    Música instrumental


A característica mais importante é a utilização de teclados, sintetizadores e texturas eletrônicas para reconstruir o universo sonoro de Dark Side.

O conceito do tributo

O álbum original do Pink Floyd é praticamente uma obra contínua, abordando temas como:

tempo → dinheiro → conflito → alienação → loucura → morte.

Alpha III mantém essa lógica conceitual como ponto de partida.

Isso é particularmente importante porque o álbum de 1973 não funciona apenas como uma coleção de músicas. As faixas estão conectadas por efeitos, transições e recorrências sonoras.

Um bom tributo, portanto, precisa preservar essa sensação de viagem contínua.

Instrumentação / atmosfera

A abordagem de Alpha III coloca os teclados e sintetizadores no centro da experiência.

Em vez de tentar reproduzir literalmente o timbre de cada instrumento utilizado pelo Pink Floyd, o projeto enfatiza:

sintetizadores + sequenciadores + teclados + guitarras + efeitos eletrônicos.

Isso aproxima algumas passagens de uma linguagem mais contemporânea de space rock e electronic prog.

A atmosfera permanece:

espacial → psicodélica → melancólica → contemplativa → dramática.

O grande desafio

O problema — e ao mesmo tempo o fascínio — de qualquer tributo a The Dark Side of the Moon é que o álbum original é praticamente perfeito em sua construção.

A produção de Alan Parsons, os efeitos de estúdio, as vozes, as guitarras de David Gilmour e os sintetizadores de Richard Wright criaram uma identidade sonora tão forte que reproduzi-la integralmente é quase impossível.

Por isso, a melhor maneira de apreciar Dark Side 50 Years Tribute Mix é não compará-lo faixa por faixa com o original, mas entendê-lo como uma interpretação alternativa.

Destaques

O material funciona especialmente bem nos momentos em que Alpha III explora o lado mais espacial e eletrônico do Pink Floyd.

As partes associadas a:


    Time

    On the Run

    The Great Gig in the Sky

    Us and Them

    Any Colour You Like

    Brain Damage

    Eclipse


são particularmente adequadas para esse tipo de tratamento.

São músicas em que atmosfera, textura e dinâmica têm tanta importância quanto a própria melodia.

Atmosfera

A sensação predominante é a de uma viagem cósmica através do universo do Pink Floyd.

O caráter eletrônico de Alpha III pode tornar algumas passagens mais frias e sintéticas que no álbum original, mas isso também cria uma diferença interessante.

O resultado está menos próximo do blues/rock psicodélico tradicional do Pink Floyd e mais próximo de uma espécie de:

Pink Floyd + space rock + progressive electronic.

Avaliação

Como tributo, o trabalho tem interesse principalmente para quem já conhece muito bem The Dark Side of the Moon e deseja ouvir uma interpretação diferente de um álbum absolutamente clássico.

Não substitui o original — e nem deveria.

Seu valor está justamente em mostrar como as composições do Pink Floyd podem sobreviver quando retiradas de seu contexto original e reconstruídas através de uma linguagem mais eletrônica e progressiva.

Avaliação: 8,4/10

Artista: Alpha III

Álbum: Pink Floyd – Dark Side 50 Years Tribute Mix

Ano/conceito: tributo aos 50 anos de The Dark Side of the Moon

Estilo: Progressive Rock / Electronic Prog / Space Rock / Ambient

Melhor característica: a transformação do material do Pink Floyd em uma experiência mais eletrônica e espacial.

Ponto forte: preserva a atmosfera psicodélica e contemplativa do conceito original.

Para quem gosta de: Pink Floyd, Tangerine Dream, Jean-Michel Jarre, Alan Parsons Project, space rock e progressive eletrônico.

É uma releitura interessante de um dos álbuns mais importantes da história do rock progressivo — especialmente recomendável para quem aprecia versões instrumentais e eletrônicas de grandes clássicos. 



NOSFERATU (1922-Murnau) e NOSFERATU (1979-Herzog) + ALPHA III (Nightmares of Nosferatu Soundtrack)

 O clássico Nosferatu (1922) de F.W. Murnau e a releitura Nosferatu: O Vampiro da Noite (1979) de Werner Herzog possuem acertos marcantes em épocas distintas, mas diferem profundamente na estética, no tom e na abordagem dos personagens. 

                        Trilha Incidental que compus para Documentários Locais.


Semelhanças e Pontos de Partida (Os Acertos em Comum)
  • Fonte de Inspiração: Ambos adaptam (de forma direta ou disfarçada) o romance Drácula, de Bram Stoker. Murnau mudou os nomes para evitar problemas de direitos autorais (Conde Orlok em vez de Drácula, Hutter em vez de Jonathan Harker, Ellen em vez de Mina), enquanto Herzog já pôde recuperar os nomes originais da obra literária. 
  • O Contexto Pós-Guerra: Os dois filmes nascem de feridas profundas na sociedade alemã. O de Murnau reflete uma Alemanha devastada pela Primeira Guerra Mundial e pela pandemia de gripe espanhola; o de Herzog ecoa uma geração órfã e melancólica do pós-guerra, usando a figura do vampiro como um fardo histórico e existencial. 
  • A Figura do Vampiro como Praga: Em ambos, o Conde não é um aristocrata sedutor e romântico, mas uma criatura repulsiva, associada à decomposição, à morte e a uma praga de ratos que dita o rumo da cidade

  • Diferenças Principais
    CaracterísticaNosferatu (1922) — F.W. MurnauNosferatu: O Vampiro da Noite (1979) — Werner Herzog
    Estilo Visual e MovimentoÉ a obra-prima máxima do expressionismo alemão. Usa sombras pintadas, luzes contrastadas, ângulos tortos e uma atuação mecânica e fantasmagórica de Max Schreck. É um filme mudo.É marcado pelo lirismo romântico e contemplativo. Suas imagens buscam a pintura clássica (inspiradas em Caspar David Friedrich), com paisagens lentas, hipnóticas e o uso de cores/tons atmosféricos e trilha sonora marcante (Popol Vuh). É falado (em alemão e inglês).
    O Vampiro (Conde Orlok / Drácula)Max Schreck cria um monstro quase abstrato, careca,reluzente, com dentes de rato e unhas longas, que mais parece um inseto ou uma manifestação do medo puro.Klaus Kinski interpreta um Drácula trágico, solitário, profundamente melancólico e cansado da imortalidade. Há uma carga de desolação e sofrimento no personagem.
    Tom e AtmosferaMais aterrorizante e tenso. Funciona como um pesadelo gótico e primordial do cinema silencioso.Mais filosófico, melancólico e sofisticado. Foca menos em sustos e mais no tédio eterno da morte e na impotência humana.
    Papel dos PersonagensOs personagens humanos são arquétipos simples (o herói, a donzela sacrificial).Os personagens (como Jonathan e Lucy/Mina) ganham maior densidade psicológica e profundidade dramática.

    Resumo dos Acertos de Cada Um
    • O acerto de Murnau: Criar a linguagem visual do terror moderno do zero. O uso da luz e da sombra em 1922 definiu como o medo seria representado no cinema para sempre, transformando um filme "pirata" de Drácula em um mito fundador. 
    • O acerto de Herzog: Resgatar a obra sem ser uma simples cópia. Herzog teve a coragem de homenagear Murnau enquanto injetava a própria poesia trágica, transformando o monstro em um ser solitário que deseja, sem sucesso, o descanso da morte. 

terça-feira, 20 de outubro de 2026

ALPHA III-Nóvos Trabalhos no YOUTUBE e BOX 10 CDS INÉDITOS(CDRS) para FANS e INTERESSADOS!!


DETALHES!! 1 BOX SOMENTE NO MOMENTO !!
(*) Tenho que fazer um por um,vendo por DEMANDA(encomenda) aos interessados.
-CORREIO A PARTE (Média SEDEX R$29 reais estado de S.P.) e uns R$40 (outros estados)
São 10 CDRS com as 10 Capas de cada um dentro de um ESTOJO GROSSO FORTE.
R$200 .
Média de R$10 reais cada (o que vale são os trabalhos de 50 anos de pesquisa, gravação, tempo, equipamentos raros, etc...)
-CDS são inéditos e constituem EXPERIMENTOS com mais de 50 tipos de SYNTHS em estilo misto de Rock Progressivo/Space Rock e Berlin School/Avantgarde Electronic Music.
Trabalhos gravados entre 2015-2025
-Impossível gravar CDS atualmente por falta de Produtores,distribuição, etc...Além da cultura estagnada com Spotify/MP3 etc...Além do mais o tipo de música que produzo é para um NICHO específico.
-Para FANS e COLECIONADORES que gostam de CDS Físicos. Não são o mesmo PRIMEIRO BOX lançado por volta de 2013-2015 os quais a produtora Luz Eterna (R.J.)produziu 100 BOX com 10 CDS cada feitos a mão pelo falecido amigo Barata Cichetto, que colaborou em fazer capas e digipacks Triplos também. (São outros CDS diferentes nunca antes disponibilizados)
Qualidade sonora alto nível (Digital 16 Bits) Interessados contatar AQUI .CDRS não tem selo,e somente tem a capa frontal ,gravados direto no PC digital e uma Caixa-Box bonita-azul marinho grossa de plástico duro.
-Seguem algumas capas anexas.Muitos foram publicados recentemente no meus canais de YOUTUBE mas ali eles perdem pela própria filtragem do Youtube uns 30% de qualidade.Ao baixar, vc. teria que corrigir a perda destes 30% num equalizador de I.A.





segunda-feira, 19 de outubro de 2026

CASO ATUAL PARA PESQUISA E RELIGIÃO !!

1-IMPOSSÍVEL "ACASO" MARGEM DE ERRO 1%
-UMA CRUZ CAIR NA CABEÇA DO PADRE BEM NA HORA DA MISSA AO E POSICIONAR NO ALTAR.
2-SE FOR O DIABO, DEUS EXISTE .
3-SE DEUS ESTA FARTO DE ASNEIRAS, OUTRA PROBABILIDADE 
4-SE FOR POLTERGEIST OU ESPIRITOS, ETC...COMPROVA MANIFESTAÇÃO OCULTA.OU SEJA, ALGO ACONTECEU PARA MOSTRAR UMA "FORÇA FÍSICA DESCONHECIDA".
DESCARTADA HIPÓTESE DE HOMICIDIO OU FRAUDES!!FOI FILMADO !!
 
 https://regisandrade.com.br/tragedia-no-altar-padre-morre-ao-vivo-apos-cruz-cair-sobre-a-cabeca-durante-missa-no-equador/?fbclid=IwY2xjawVCEAJleHRuA2FlbQIxMABwZG9mAWJyaWQRMXZOZElhektNQ1NsaEZwZ2tzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEe38WkcX_W-my1GpXOY7Mv4GeGQZnXH-N7hXfTHEDLOUblpRKqCDWsqy0Lohw_aem_U5eyfMHtL_xCS6OFjimrUg
 
 

Tragédia no altar: padre morre ao vivo após cruz cair sobre a cabeça durante missa no Equador

Religioso celebrava missa transmitida ao vivo pelas redes sociais em Guayaquil quando estrutura de madeira caiu no altar

A morte do padre Patricio Alfredo Sánchez Molinari, de 54 anos, durante uma missa na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no sul de Guayaquil, Equador, deixou a comunidade católica local em estado de comoção e levantou questionamentos sobre a segurança das estruturas instaladas nos altares. O religioso, que pertencia à Congregação do Santíssimo Redentor, os redentoristas, celebrava a Eucaristia na tarde de sábado, 17 de outubro de 2026, quando uma cruz de madeira maciça se desprendeu da parede atrás do altar e atingiu sua cabeça de forma direta.

sábado, 17 de outubro de 2026

ALPHA III- CAPAS MONTAGENS PARA CDS-BOX COM MAIS DE 20 TRABALHOS INÉDITOS(2015-2025)

 Todos trabalhos estão sendo postados na íntegra como CDS DIGITAIS em meus 2 YOUTUBE OFICIAIS!!

Aqui algumas das ARTES CRiadas de CDS já postados!!



TEASER- CASIO CZ1000 SYNTH
EXperiments
Video inteiro no meu Youtube com CD Completo!!.Explorando e gravando direto um CZ1000 de ondas SENOIDAIS simples, direto na placa do PC Digital.Nada mais foi usado.Improvisos nos osciladores somente.Um CD de sons incríveis deste pequeno analógico sintetizador!














quinta-feira, 15 de outubro de 2026

ÓPERAS DE CARLOS GOMES TODAS REMASTERIZADAS POR MIM, NO MEU YOUTUBE!


Capas refiz todas com uma roupagem mais moderna!

LINK PLAYLIST ÓPERAS NO MEU YOUTUBE:

https://www.youtube.com/watch?v=nOPEyJ3hD9E&list=PLslN-yzXQLqlwUiTCV6JIqzmR2AOpOzMc&index=1&t=18s


Todas com Fichas Técnicas para pesquisa.Blog  único em Campinas  S.P.  e no Mundo com todas obras 

                                      "remaster"!!

















CULTURA & EDUCAÇÂO "ZERO" NACIONAL

 


A Visão de Crise Estrutural ,Violência contra Professores e Educação  "Zero"


O relato de agressões a professores, uso indiscriminado de celulares e falta de preparo comportamental básico fundamenta as críticas de quem vê a escola pública atual em declínio:

Perda de Autoridade do Professor: Críticos e sindicatos de educadores apontam que o esvaziamento da autoridade do professor, somado à falta de respaldo institucional e familiar, transformou a sala de aula em um ambiente de alta vulnerabilidade. O Brasil frequentemente aparece em posições alarmantes em pesquisas internacionais sobre violência contra professores.

Impacto da Tecnologia e Distração: O uso de celulares e redes sociais dentro da sala de aula é apontado por pedagogos como um dos maiores entraves para a concentração e o aprendizado, gerando apatia em relação aos conteúdos tradicionais e dificultando a mediação pedagógica. Em resposta a isso, diversas redes de ensino no Brasil começaram a aprovar leis e decretos proibindo o uso de celulares nas escolas.

Falta de Pré-requisitos de Convivência: Há o argumento de que a política de progressão continuada (aprovação automática) e a massificação do sistema priorizaram as estatísticas de permanência em detrimento do mérito, do respeito às regras de convivência social e da qualificação mínima dos estudantes.

Massificação sem Estrutura: A universalização do acesso ao ensino básico ocorreu sem a infraestrutura e o financiamento necessários. Críticos argumentam que a escola pública, que antes de 1988 era vista como um centro de excelência para poucos, transformou-se em um sistema focado em estatísticas de matrícula, resultando no declínio do nível de aprendizado, na desvalorização do magistério e no avanço do analfabetismo funcional.

Segmentação Cultural: A crise econômica e as mudanças tecnológicas fragmentaram o consumo cultural tradicional, gerando a percepção de um empobrecimento do repertório intelectual e artístico da população em geral.

"Um teatro repetitivo é o retrato da própria realidade histórica. As cortinas sobem, os personagens mudam o figurino, os discursos ganham novas roupagens — como os termos modernos da economia —, mas o roteiro de fundo sobre a divisão de custos e o cabo de guerra pelo lucro permanece intacto há gerações."Ou seja , nada muda,opressor e oprimido somente trocam de lados.