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sábado, 7 de fevereiro de 2026

POLITICA CONTRA A MÚSICA (História) RICHARD WAGNER NA FRANÇA
Aqueles que acham que só Betales, Pink Floyd, o Rock & afins, tiveram tretas e desavenças politicas, está enganado.Isto vem desde os primórdios entre a Arte e Politica(incluindo Shakespeare) A ópera de Richard Wagner que causou um verdadeiro escândalo em Paris, exigindo inclusive a intervenção direta (apoio político) de Napoleão III, foi Tannhäuser. Ópera de Paris (Salle Le Peletier) em 13 de março de 1861 foi tumultuada O episódio, ocorrido em 1861, é um dos momentos mais famosos e caóticos da história da música erudita. Embora a ópera tivesse o apoio do Imperador Napoleão III (por influência da Princesa von Metternich), ela enfrentou uma resistência feroz por dois motivos principais: -Política: O público francês via Wagner como um "intruso" alemão e o apoio imperial tornava a obra um alvo para os opositores do regime.POLITICA CONTRA A MÚSICA (História) RICHARD WAGNER NA FRANÇA Aqueles que acham que só Betales, Pink Floyd, o Rock & afins, tiveram tretas e desavenças politicas, está enganado.Isto vem desde os primórdios entre a Arte e Politica(incluindo Shakespeare) A ópera de Richard Wagner que causou um verdadeiro escândalo em Paris, exigindo inclusive a intervenção direta (apoio político) de Napoleão III, foi Tannhäuser. Ópera de Paris (Salle Le Peletier) em 13 de março de 1861 foi tumultuada O episódio, ocorrido em 1861, é um dos momentos mais famosos e caóticos da história da música erudita. Embora a ópera tivesse o apoio do Imperador Napoleão III (por influência da Princesa von Metternich), ela enfrentou uma resistência feroz por dois motivos principais: -Política: O público francês via Wagner como um "intruso" alemão e o apoio imperial tornava a obra um alvo para os opositores do regime.Aqui estão os principais pontos além do Episódio do Ballet no segundo ato, ao invés de no primeiro ato: Política e o Jockey Club: A apresentação foi um "pedido imperial" de Napoleão III, influenciado pela princesa Pauline von Metternich, esposa do embaixador austríaco. O Jockey Club de Paris, composto por aristocratas influentes, usou o espetáculo para realizar um protesto político, não contra a música em si, mas contra o próprio Napoleão III e a influência austríaca na corte francesa. Xenofobia e antialianismo: Wagner era alemão e sua música, considerada "pesada" ou "anti-musical" pelos críticos franceses conservadores, enfrentava preconceito em um momento de tensões nacionalistas. Ele foi visto como um "invasor" cultural que tentava impor um novo estilo (o "teatro musical") sobre a grand opéra francesa. A "Música do Futuro" vs. Tradição: O estilo de Wagner foi ridicularizado como "monstruoso" e contrário à "simplicidade divina" defendida por críticos franceses como Paul Scudo. Wagner foi visto como um arrogante que ignorava as convenções locais. O sabotagem do Jockey Club: Além de vaiar, membros do Jockey Club usaram apitos e outros instrumentos para inviabilizar a audição, tornando o ambiente de ópera um verdadeiro motim. Recepção Pessoal e Humilhação: Wagner, que tentava se estabelecer em Paris após anos de exílio, foi profundamente humilhado e sentiu-se vítima de uma "elite corrupta". Ele retirou a obra após a terceira apresentação, recusando-se a submeter-se novamente ao ambiente parisiense.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

THE BEATLES-Uma Música Imortal O que mais me impressiona, é que acompanhei a história dos Beatles com detalhes a partir de 1969,quando eu já tinha um conhecimento musical e intelectual básico.E os LPS-Compactos deles.Era ainda o fim da banda.Alguns fatos que parecem "predestinados" pois não há explicação para o estrondoso sucesso deles.Havia
outras bandas e músicos notavelmente superiores que nunca nem saíram do anonimato.Mas a química destes quatro músicos foi escolhida pelo Mr.Destino... 1-Ringo teve 3 crises de apendicite quando tinha pouca idade, foi operado e segundo os médicos, nem sobreviveria.Está vivo até hoje e bem.Não era o baterista original( era Peter Best) mas foi parar na banda após vários encontros e substituições( ver filme Anthology)Em "Love Me Do" compacto 33 RPM ( primeiro sucesso parcial deles...que pessoalmente não gosto)quem tocou a bateria foi um baterista de estúdio no lugar de Ringo foi o batera Andy White -foto que nem aparece nos créditos da capa e na própria capa)Esta versão oficial no LP( não é Ringo tocando e poucos sabem- e Ringo ficou muito magoado com isto pois George martin não aprovou sua performance na bateria inicialmente nem achava Ringo bom baterista) 2- John Lennon era predestinado.O líder nato.Os Beatles praticamente saíram do anonimato e atingiram o primeiro lugar nas paradas da época durante 30 semanas com a música de Lennon- "Please Please Me" que é título do primeiro LP do grupo! Daí para frente é história!.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

3 LPS (Bootlegs) anos 70 com BILL BRUFORD Ao Vivo !!Imperdíveis! PS: TEnho os 3 REMASTeERIZADOS(Link) Na minha opinião Bruford ocupa a cabeceira da bateria progressiva .Um virtuose com toque único e eclético, complexo, técnico e perfeito.Seus "up tempos" são impressionantes, uma agilidade e sutileza, além de peso incríveis.Estes 3 LPS ao vivo , mostram sua técnica absoluta e diferenciada!! -U.K. LIVE (Dois LPS em dois shows diferentes em 1978) com Ed Jobson , Allan Holdswoth(R.I.P.) e John Wetton (R.I.P.). Obra prima de complexidade e beleza estética musical.Som está muito bom,e a formação é rara ao vivo! -
GONG LIVE 1974- cacetada com Bruford fazendo frente substituindo Moerlen.E olha que Pierre Moerlen é um outro baterista que adoro e está entre os 10 melhores anos 70 na minha opinião de músico.

sábado, 24 de janeiro de 2026

ANGUS-O Guerreiro de Deus ARTE NACIONAL( Literatura + PIntura & RPG) Incrivel trabalho deste artista/escritor. As ilustrações são sensacionais (algumas pintura a óleo) de vários artistas que colaboram.Brasil a cultura desconhecida ...como sempre.Livro excelente sobre as Cruzadas.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

1975 (Supertramp) 1983(Mike Oldfield)
2 LPS que gosto muito.Ambos já dissertando sobre CRISES mundiais, ecológicas, socio-ambientais. Imagina a capa do Supertramp em 1975, 50 anos atrás já era assim...poluição, desastres ecológicos...etc...E agora?? Quanto a música dispensa comentários.Supertramp com 2 tecladistas/vocalistas excelentes.Mike Oldfield tem Simon Phillips na batera neste LP e arregaça nos synths.Uma obra prima.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

SISTEMAS QUE VEM DO CAOS PARA A ORGANIZAÇÃO Música ALeatória e Fisica Quântica (Pesquisas por Amyr Von Bathel Cantusio) Anexo(Gráfico Musical de Stockhausen-Alemanha- 1994)
Música de Vanguarda: A autopoiese é usada para analisar a música de vanguarda, onde a música se torna uma "máquina sonora" que vive por si mesma. -A Relação: Sistemas Complexos A música vista como um sistema complexo dinâmico equilibra entropia e autopoiese: Estudos mostram que estruturas musicais ordenadas podem surgir do caos sonoro, minimizando a energia livre, um processo análogo ao surgimento da ordem na matéria. Equilíbrio na Complexidade: Sistemas musicais de alta complexidade (como a improvisação livre ou música algorítmica) utilizam feedback para se manterem organizados, evitando a desordem total (entropia máxima) e a repetição monótona (entropia nula).Música aleatória eletrônica, atonal, sem um centro rítmico é entrópica.Música do caos.Se tornada em Loop cria uma organização do caos que se repete.Forma uma nóva ordem. A ideia de um sistema auto-organizado autopoiético (que produz a si mesmo) com um "programador principal" externo que recupera informações originais no caos é uma abordagem híbrida interessante( idéia de Amyr Von Bathel Cantusio)(*), misturando conceitos da autopoiese (Maturana e Varela) com sistemas de controle tradicionais (aloipoéticos). (*) Supondo que um sistema se recupere do caos, da entropia, ele sugere um programa de backup, e também um programador original para isto.No Universo chamaríamos de "O Criador" (??) Aqui está a análise desse conceito: Um programador externo introduz uma "abertura" ou uma intenção alheia ao sistema, o que transforma o sistema em algo simpoiético (co-produzido) ou parcialmente induzido. O "Programador" como Operador de Acoplamento Estrutural: Em vez de um programador manipulando o sistema diretamente, ele pode ser entendido como um elemento do ambiente com o qual o sistema tem "acoplamento estrutural". O sistema se adapta ao ambiente (e ao programador), mas as mudanças ainda são internas.Recuperação no Caos (Auto-reparo): Sistemas autoiéticos tendem a ser resilientes, operando em rede para manter sua estrutura. Se o "programador" funciona como uma fonte de informação para a "re-especificação" de componentes quando o sistema entra em caos, ele atua como um mecanismo de feedback que força o sistema a retornar a um estado de menor entropia menos caótico,ordem. (*)Aplicação em Informática: Em sistemas de IA, isso simula um sistema autônomo que possui um "backup" ou uma "matriz de regras" (o programador) à qual ele se reconecta se perder sua identidade funcional, garantindo que o sistema aprenda com o caos, mas não se destrua. Resumindo , é um sistema híbrido onde a auto-organização gerencia a vida diária e a estrutura, enquanto o programador atua como um sistema de segurança de alto nível, permitindo ao sistema autopoiético recuperar sua "assinatura original" após eventos caóticos.

domingo, 18 de janeiro de 2026

KISS Qual o significado real??Temos 2 aqui: -Keep it simple, stupid -Knights in Satan’s Service
O Princípio KISS, acrônimo para "Keep It Simple, Stupid" (Mantenha Simples, Estúpido), é um preceito de design e engenharia que defende a simplicidade, afirmando que sistemas funcionam melhor quando são simples, evitando complexidade desnecessária para serem mais eficientes e fáceis de entender, com origens na Marinha dos EUA e popularizado por engenheiros como Kelly Johnson, sendo aplicável em software, negócios e comunicação.