BLOG de Rock Progressivo do Projeto ALPHA III
(Amyr Von Bathel Cantusio) ,música eletronica, experimental e erudita de vanguarda.
-Electronic & Avantgarde Vintage Music, Progressive & Kraut Rock,Teosophy, Mystycal and Esoterism Reviews, Full Reviews and Dark Music (Black Metal, Thrash,Death,Dark Wave,Industrial,....etc...) on DUSK ZONE
Carlos Gomes escreveu músicas de dança e trechos coreográficos integrados às suas óperas (óperas-ballets), mas não compôs ballets independentes como gênero autônomo.
Antônio Carlos Gomes não compôs balés autônomos (peças de concerto escritas exclusivamente para companhias de dança, como fez Tchaikovsky ou Stravinsky).
A indicação de "balés" ou "danças" na obra de Carlos Gomes refere-se às seções de bailado inseridas obrigatoriamente dentro de suas óperas, uma exigência estética e estrutural dos grandes teatros europeus da época (especialmente no estilo da Grand Opéra francesa e da ópera italiana do final do século XIX).
A distinção técnica e o contexto dessas danças explicam essa denominação:
Os Balés de Ópera
Para que suas óperas fossem encenadas em palcos como o Teatro alla Scala de Milão ou revisadas para o público europeu, Carlos Gomes precisava incluir grandes números de dança que faziam parte do espetáculo lírico. Na historiografia musical e nos programas de concerto, essas suítes orquestrais costumam ser chamadas de "Balados" ou "Ballets das Óperas". Os maiores exemplos são:
Lo Schiavo (1889): Contém a famosa "Alvorada" e o subsequente "Dança dos Tamoios" (composto pelo Intermezzo, Dança dos Homens, Dança das Mulheres e Bacanal), amplamente executados como peças de concerto independentes.
Fosca (1873) e Condor (1891): Também contêm suítes de danças internas integradas ao enredo dramático.Peças de Dança para PianoAlém dos bailados orquestrais das óperas, Carlos Gomes escreveu peças de salão no formato de danças da época, muito comuns no século XIX, mas destinadas ao piano ou a pequenas formações (e não ao BALLET CLÁSSICO de palco).
Um exemplo célebre é A Caiumba (Dança dos Negros), além de várias polcas, valsas e mazurcas que compôs ao longo da vida.
Antônio Carlos Gomes não se dedicou à criação de balés autônomos como Igor Stravinsky ou Piotr Ilitch Tchaikovsky.
A sua grande paixão e o foco de sua carreira foram a ópera.No entanto, há um detalhe importante: seguindo as convenções da ópera do século XIX — especialmente o estilo da Grand Opera francesa e as exigências dos teatros italianos da época —
Carlos Gomes incluiu importantes números de dança (balés) dentro de suas óperas.
O Amber Route foi fundado em 1973. AMBER ROUTE( Walter Holland, um tecladista da Califórnia) nasceu quando ele se juntou a Richard Watson - o grupo lançou dois álbuns muito procurados, intitulados 'Snail Headed Victrolas' e 'Ghost Tracks', em 1980 e 1983, respectivamente. Seu som é uma mistura de space rock no estilo Pink Floyd e paisagens sonoras eletrônicas que lembram as sequências do Tangerine Dream/Klaus Schulze, viajeira absoluta, som forte, ácido e underground.
Os lançamentos da banda são fabulosos, para uma época analógica sem recursos de CDS ou estudios digitais. - principalmente 'Asteroid Jorioud', a suíte que ocupa um lado inteiro do disco em seu álbum de estreia. A banda utilizava uma ampla gama de instrumentos para expressar sua música: Walter Holland (vocal, guitarra, sintetizador) e Richard Watson (vocal, clarinete, piano, sintetizador).
Paternoster (Austria, 1972) de Paternoster
Fundada em Viena, Áustria, em 1970 - Dissolvida em 1972
Único registro em LP.banda desapareceu.
Uma das bandas mais estranhas e obscuras surgidas na Europa continental durante os anos de ouro do rock progressivo do início dos anos setenta foi a vienense Paternoster. Enquanto o número de bandas austríacas de rock progressivo dessa época pode ser contado nos dedos de uma mão, principalmente Eela Craig, o Paternoster se destacou com seu singular LP intitulado simplesmente Paternoster, derivado da Oração do Senhor em alemão, pela fusão de Pater (Senhor) e Noster (Oração). Distinguidos pelo estilo vocal melancólico e assombroso do organista/vocalista Franz Wippel, acompanhado pelo guitarrista/vocalista Gerhard Waller, o baixista Gerhart Walenta e o baterista Heimo Wisser, eles alcançaram um som único durante os dois anos de sua curta existência, de 1970 a 1972. Embora não fosse uma banda de Krautrock propriamente dita, apesar de quase sempre ser categorizada como tal, elementos contemporâneos do gênero eram evidentes, particularmente na forma de efeitos eletrônicos primitivos, como guitarras distorcidas e caixas de eco, semelhantes aos experimentos sonoros primitivos de bandas nesta linha.Mas eu ainda acho que o Van Der Graaf Generator seria a associação principal, pelo conjunto da obra musical que lembra muito a atmosfera sombria da banda inglesa.Elementos da música clássica também foram empregados, contribuindo para uma sonoridade gótica e quase religiosa em alguns momentos.
Apesar de um tanto cínicas, as letras complexas e poéticas do Paternoster (cantadas em inglês) buscavam alcançar o mesmo protesto contra a religião organizada, como exemplificado pela faixa relativamente explícita "The Pope Is Wrong". Eles também cantavam sobre suicídio e morte, mas as atmosferas melancólicas e de pesadelo criadas pelos vocais lamentosos de Wippel contrastavam com os acompanhamentos instrumentais tipicamente britânicos, liderados pelo órgão Hammond (o único teclado usado no álbum) e pela guitarra psicodélica e distorcida de Waller. Frequentemente, são feitas comparações com o início do Pink Floyd, The Nice, Uriah Heep e, às vezes, com o Van der Graaf Generator, bem como com o material inicial de bandas alemãs como Pell Mell, Kin Ping Meh e com os vocais de Jane.
Cultural Noise (Austria, 1981) - Aphorisms Insane
Fundado em Viena, Áustria, em 1980,único disco,desaparecida.
CULTURAL NOISE era um trio austríaco pouco conhecido que lançou um álbum eletrônico inspirado na Escola de Berlim, chamado 'Aphorisms Insane', contendo duas longas sequências musicais que podem ser comparadas ao TANGERINE DREAM dos primeiros anos)em ´partes kraut rock) Posteriormente, eles continuaram a fazer música eletrônica e lançaram mais um álbum sob o nome BIZARRE KO.KO.KO.O som é diferente do Tangerine Dream,tem algo mais ácido e cibernético como o Synergy de Larry Fast no som; Os sequenciadores tendem a ser mais sombrios, e o grupo tem o hábito de parar os sequenciadores abruptamente e inesperadamente (o TD tinha o hábito de diminuir o volume gradualmente quando queria dar um descanso a eles, um exemplo óbvio sendo perto do final de Rubycon) e explorar territórios mais experimentais.A gravação é estourada as vêzes justamente pela produção ríspida e Underground(provavelmente com mínimos overdubs) da época.Mas tem momentos incríveis!!Pretendo dar uma Remaster pessoal para meus ouvidos assim que tiver um tempo.
Praxis - La Eternidad De Lo Efímero (1988, Ciudad de México) único LP /desapareceu.
Grupo mexicano que lançou um único álbum na década de 80. O grupo era formado por Hector Hernandez (guitarra), Ricardo Moreno (teclados), Bernardo Anaya (baixo) e Hector Rosas (bateria). O PRAXIS foi formado na Cidade do México no início de 1985 pelo baixista Anaya e pelo guitarrista Hernandez. Algum tempo depois, Rosas juntou-se a eles na bateria e Moreno nos teclados. Moreno havia tocado anteriormente no ICONOCLASTA, o grupo mexicano mais famoso da década de 80. O objetivo do grupo era expressar a essência interior dos membros, dentro de um estilo musical de possibilidades estéticas e criativas ilimitadas.O único álbum, "La Eternidad de lo Efimero", foi lançado em 1987. Foi um disco produzido de forma independente, que foi muito bem recebido local e internacionalmente. Neste álbum, o estilo eclético e pessoal ,alguma coisa de Rush anos 70 e bandas italianas.Também faz um som meio similar aos japoneses anos 80 como Outer Limits, Gerard, lotado de teclados agressivos, um baterista virtuose e guitarrista excelente(disco instrumental) É marcado por muitas influências e também por composições originais. "La Eternidad de lo Efimero" exibe uma variedade de humores e ritmos: frequentemente enérgico e otimista, por vezes introspectivo e melancólico. As guitarras e os teclados são o destaque, frequentemente alternando solos.
Destaque para a capa maravilhosa.Eu adoro este álbum !!Tive ele várias vêzes...
Esta Sinfonia foi um de meus primeiros ensaios sobre as peças de Modest Mussorgsky e Rimsky-Korsakóv (século 19) de releitura orquestral.Um grande trabalho.Uma obra monumental.
São 4 Movimentos, sendo o primeiro composto inteiro por mim,numa síntese orquestral baseada nas obras destes grandes músicos.
Eu tenho compostas 11 Sinfonias( aspectos sinfonicos vanguardistas) no meu Canal do Youtube(só ver "playlists") Isto fóra meu trabalho com o ALPHA III, ACRON, SPECTRO e MÚSICA ELETRONICA(Box com mais de 40 CDS Digitais chamado ARCTURIA EXPERIMENTS)
Os outros 3 Movimentos contém releituras e sub-composições minhas baseadas nas obras Quadros de Uma Exposição e Noite no Monte Calvo, em especial no Grand Piano Acústico, que era o instrumento principal de Mussorgsky.
As outras Sinfonias anteriores serão colocadas no decorrer do tempo.Mussorgsky, Wagner e Beethoven foram usualmente os primeiros a antecipar o futuro da Música do Século XX, usando esporádicamente o Cromatismo e o sistema atonal.As dissonâncias ocasionais, As Quintas Aumentadas e Diminutas(intervalos),o peso orquestral e a fúria de dinâmica em momentos grandiosos.
Lembrando que Ravel orquestrou uma segunda releitura e outros maestros fizeram muitas execuções diferenciadas desta peça.Ela originalmente tem por base a composição ao "piano" por Mussorgsky.
TÉCNICA:
Grand Piano, cordas (cellos e violinos) Sopros/Tímpanos, Percussão .
Arranjos feitos em partes orquestrais por canais,em teclados timbrados sinfonicamente.
Hossam Ranzy trabalhou ao vivo e estudio várias vêzes com Robert Plant & Jimmy Page, em especial no álbum "NO QUARTER".
Phil Thorton fez vários álbuns incriveis(este junto a Hossam).
Indico 'Tibetan Horn" e Immortal Egypt.
Obra prima para quem curte Ocultismo, Teosofia, e toda a mística dos Deuses do Antigo Egito e Arabia Saudita.
Este álbum foi minha primeira colaboração com Hossam Ramzy , que tornou possível um estilo de música que eu imaginava há muitos anos!
Durante a gravação deste álbum, Hossam também estava em uma grande turnê mundial com Page e Plant (Led Zeppelin). Enquanto fazia uma pausa no Egito, ele conseguiu gravar acordeão em quartos de tom e flauta kawala para o álbum, ambos sons egípcios muito característicos. Esse material acabou sendo usado nas faixas 4, 5 e 6.
A faixa 1 foi desenvolvida a partir de uma jam session do ' Mandragora ' e é uma das minhas favoritas.
Ouvi falar de Hossam pela primeira vez em 1989, através de seu trabalho no álbum ' Passion ' de Peter Gabriel, e a faixa 2 se inspira, em certa medida, no antigo ritmo trance ' Zaar ' presente em ' Passion '.
Na parte final do álbum, o estilo começa a se aproximar mais da música egípcia moderna, o que, em retrospectiva, foi uma amostra do que viria a ser o próximo álbum, ' Immortal Egypt '.
“A sociedade precisa salvar os artistas, porque eles são indivíduos sem nenhuma defesa (exceção aos fantoches da mídia).Eles vivem de seu ideal colocando seu sustento e dinheiro em segundo plano. Assim sendo são explorados e até destruídos pelos que os exploram( vide desde um Mozart ou Chopin até artistas do underground moderno). A Arte, assim como a Espiritualidade é fundamental para a sociedade moderna. Creio que se elas não forem retomadas, a humanidade sofrerá gravíssimas conseqüências”
Trecho do livro do PHD Psicólogo, Psicanalista, Filósofo e Pedagogo, Técnico em Administração, Professor das Universidades PUC e USP , Dr. Norberto R.Keepe , atualmente vivendo nos U.S.A. Extraído do livro indicado aqui “A Libertação dos Povos” (A Patologia do Poder ) Proton Editora 1987.
Como fiz um curso especializado com este renomado professor nos anos 70, creio que sua preocupação e argumentação científica tem um profundo respaldo nas condições medíocres em que estamos em pleno séc. XXI. A Psicanálise Trilógica Integral analisa a posse excessiva material, a inveja, a má distribuição dos bens da terra pelos que estão no poder, a cobiça e a futilidade acéfala dos veículos de comunicação como “doença patológica”.
Onde entram Roger Waters (Pink Floyd) e John Lennon (Beatles) aqui?
Oras, é só observar e ouvir suas canções, suas letras e anseios, para averiguar a direta verdade prática do que está exposto acima. Ambos conseguiram sair do lixo e se tornaram celebridades, pois dizem nas suas canções o que muitos gostariam de dizer nos seus mais profundos anseios. The Wall foi um grito estrondoso de alerta a humanidade decadente, imoral, cheia de guerras e genocídios. Basta assistir ao filme de Alan Parker para constatar os fatores descritos.
A prostituição, a família degenerada, as guerras, a mãe dominadora, os muros sociais, a delinqüência da TV, a escola com seu ensino falido e seus professores psicopatas e seus ensinos sem nexo. Que mais a dizer?? Mudar, evoluir, acordar deste pesadelo que o homem criou no Planeta. Tudo isto está contido neste filme criado por Waters, que perdeu seu pai na guerra. Aliás, The Wall foi um dos grandes estopins artísticos para a derrubada do famoso Muro de Berlim (o qual dividia insanamente a Alemanha ao meio como capitalista e socialista).
Mas eis que novos muros são construídos pelos homens insanos , como entre Israel e Palestina. E como diria Keppe, o muro está dentro de cada um. Preconceitos religiosos e as bandeiras (Lennon) dividem o Planeta em categorias A,B,C, incluindo homens A,B e C!!Vide que temos carne de primeira, segunda, terceira, leite A,B.C, etc.
Lennon, por outro lado, observador social perspicaz, panfletou de 70 a 80 nas ruas de New York, fez passeatas, hinos maravilhosos, letras pacifistas contra a guerra, contra a mediocridade, contra a religião sem nexo .Morreu em função da causa,pois com o dinheiro que possuía, poderia ter sumido com sua família para uma ilha particular.
Hospedou Prabhupada (Mestre Indiano) em sua fazenda denominada The Temple, onde adquiriu muita consciência através dos ensinamentos e questionamentos que teve deste grande guru.Muitos idiotas propagam a falsa identidade de gurus hindus, porque não conseguem nem querem modificar sua conduta medíocre. Estão no poder e não querem sair.
Então, podemos catalogar Keppe, Freud, Jung, Reich, Menninger (grandes psiquiatras) como insanos também!!!?? Em função de uma máquina de fazer salsichas e homens enlatados??
De guerras dementes por dinheiro, insatisfação sexual, luxúria, destruição ecológica e tudo que destrói a razão de ser homem? Aliás, estes mesmos idiotas que falam mal de grandes Mestres nunca leram sequer uma obra deles (cito alguns como Osho, Prabhupada, Ramakrishna, Maharishi, Samael Aun Weor, Gurdjieff, etc.) ou ouviram músicas destes grandes músicos.
Nem teriam uma capacidade intelectual ou ética para tal. Cada qual antes de atirar uma pedra deveria ao menos constatar em QUEM está atirando e PORQUE!!
Voltando à estes dois mestres do rock (Lennon e Waters) que são exemplos psíquicos dos anseios e problemas que todos nós enfrentamos no dia a dia e, muitas vezes, os jogamos para baixo do tapete porque não queremos vê-los,seria em função de não gostarmos da verdade. Temos medo de mudar. Como pássaros que nasceram em gaiolas, quando se abrem as portas, temos medo de voar para a imensidão. Temos medo de espelhos, a não ser quando adulamos nosso falso ego!
Mas esta será a única e inevitável solução,ou seremos extintos pelos predadores da nossa própria raça de delinqüentes.Os piores homens estão no poder.Inimigos da raça humana, psicopatas genocidas. Doentes em acumular e roubar a propriedade alheia, criando impostos para a sua depravada vida social. Intestinos governando no lugar da cabeça (Fripp, exímio guitarrista e iniciado, dizia frase similar “fazemos música para a cabeça e não para os pés”)
Diógenes (já centenas de anos antes de Cristo, na Grécia) andava NÚ com uma lanterna na mão. Dizia que só colocaria ROUPAS se um dia encontrasse um homem honesto!!
Imaginem ele vivendo hoje em pleno século XXI !!!
A arte degenerada é subproduto das mentes doentias destes “Senhores Imbecis” que dominam a mídia com seus Tiriricas, Faustões e Gugus ,novelas pornô estúpidas, programação alienada de rádios, débeis mentais de plantão que estão fazendo lavagem cerebral nas novas gerações.
E com o consentimento insano e inconseqüente dos próprios pais, que nada estão fazendo para reverter o quadro e de um governo que sempre se omitiu em razão da cultura. Sim, sou músico e psicanalista. Minha arte é objetiva. Sou um cidadão do mundo. Por isto não estou também contente com o quadro bestial que se apresenta aos meus olhos.
A facção musical denominada Rock in Opposition (R.I.O.) com Univers Zero e Art Zoyd na sua cabeceira, faz um trabalho fenomenal de resistência à imbecilidade, com uma música altamente eclética e intelectual.
As comunidades alternativas não mais existem como nos anos 60 e 70 (vide no kraut rock alemão Ammon Duul II) e nos anos 80, Ozric Tentacles (Inglaterra). E nossa Sociedade Alternativa de Raul Seixas( realmente “nós somos a mosca que pousou na sua sopa”)
Na realidade a continuidade revolucionária se encontra em mínimas parcelas ativistas ainda no rock atual, que foi assimilado e engolido pela mídia .Exceto algumas bandas como as do movimento citado acima e alguns músicos e projetos alternativos underground no mundo todo.
Por isto esta matéria de alerta nesta coluna. Rock é atitude, consciência, rebeldia contra o sistema. Eu digo "o sistema predador e alienado".Ou já esqueceram tudo isto? Cadê os novos Waters, Dylans, e Lennons?
THE WALL -ROGER WATERS LIVE CHICAGO JOHN LENNON- Instant Karma Live
No espiritismo , a Ciência andou em investigações profundas após a morte de Allan Kardec, que nada tem a ver com os eventos postados neste documentário.Vários cientistas foram fraudulentos e coniventes em suas análises, que graças aos avanços de I.A. e Tecnologia atual, foram desvendados.Neste documento coloco o fato mais bizarro que ficou 100 anos sem ser desvendado, e agora se torna uma fraude descarada(O caso Kate King envolvendo um cientista de renome, Sir William Crookes)E também faço abordagem de casos honestos, que paralelamente são reais e não fraudes(como o pintor falecido Luis Gasparetto).Alguns fatos de cientistas que tentaram enganar a humanidade, e foram desmascarados no final do documentário.
ESPIRITISMO: Caso Kate King desmascarado entre outros!
Um dos mais famosos casos de fantasmas e Mediunidade, totalmente verificado por um cientista de renome no século 19, foi o caso de Kate KIng,e o cientista foi Sir William Crookies.Foram 4 anos de dezenas de aparições, fotos, poltergeists, com dita rigorosa observação científica.Mas o que se provou anos após uma das maiores fraudes da história ao lado do caso Peixotinho e Chico Xavier.A ciência também possui vastos históricos de fraudes e enganos, tal qual a religião.A seguir seguem os fatos
O flagrante dado por George Sitwell acabou gerando um enorme escândalo na época. A revelação não apenas arruinou a carreira de Florence Cook, mas também serviu para aumentar severamente as críticas históricas sobre o relatório científico de William Crookes, levantando dúvidas sobre como um físico tão renomado pôde ter sido enganado pela médium nos anos anteriores.
Na verdade, em 9 de janeiro de 1880, Sir George Sitwell agarrou o "espírito materializado" chamado "Marie", desmascarando a famosa médium britânica Florence Cook em uma fraude histórica.
O espírito de Katie King (também associado a Florence Cook) foi o fantasma mais célebre materializado pela médium nos anos anteriores (cerca de 1871 a 1874), tendo suas manifestações endossadas pelo cientista Sir William Crookes
. Embora outros investigadores tenham tentado expor Katie King no passado, a ação direta de George Sitwell ocorreu anos depois, com a nova entidade de Cook:
O Flagrante de Fraude (1880)
O Incidente: Durante uma sessão espírita realizada em Londres, o aristocrata Sir George Sitwell suspeitou dos movimentos do suposto fantasma "Marie". Ele levantou-se e agarrou a aparição física.
A Revelação: Ao segurar a entidade e acender as luzes, descobriu-se que o "espírito" era a própria médium Florence Cook. Ela estava vestida apenas com roupas íntimas (espartilho e anágua), enquanto suas vestes externas haviam sido escondidas para simular a flutuação e a vestimenta branca do espírito.
Esse caso entrou para a história da parapsicologia e do espiritualismo do século XIX como um dos desmascaramentos de fraude mais notórios da era vitoriana.
— Durante uma sessão espírita em 9 de janeiro de 1880, Sir George Sitwell agarrou Marie, e ela não se dissolveu.
-Nsta sessão William Crookes estava presente??
Não, Sir William Crookes não estava presente na fatídica sessão de 9 de janeiro de 1880.
A sessão na qual o jovem Sir George Sitwell eseu colega Carl VonBuch desmascararam Florence Cook foi uma sessão pública. Ela ocorreu nas salas da National British Association of Spiritualists (Associação Nacional Britânica de Espiritualistas), em Londres.
A Ausência de Crookes e o Fim da Parceria
- Período de Investigação: Crookes esteve profundamente envolvido com Florence Cook e as materializações de "Katie King" anos antes, principalmente entre 1871 e 1874. Ele publicou seus relatórios favoráveis defendendo a autenticidade da médium em 1874.
- Casamento de Florence: Pouco após o encerramento das sessões de Katie King em 1874, Florence casou-se com Edward Elgie Corner e afastou-se temporariamente das apresentações públicas.
A Sessão de 1880: Quando Florence Cook decidiu retomar as sessões anos mais tarde sob a identidade do novo espírito "Marie", ela já não contava com o apoio e a supervisão direta de Crookes.
-O flagrante dado por George Sitwell acabou gerando um enorme escândalo na época. A revelação não apenas arruinou a carreira de Florence Cook, mas também serviu para aumentar severamente as críticas históricas sobre o relatório científico de William Crookes, levantando dúvidas sobre como um físico tão renomado pôde ter sido enganado pela médium nos anos anteriores
Exatamente. Esse episódio foi o golpe final na credibilidade das investigações de Sir William Crookes no campo do espiritualismo. O fato de uma médium que ele chancelou publicamente como "autêntica" ter sido pega em flagrante usando um truque tão rudimentar gerou duas grandes linhas de críticas históricas que perduram até hoje:
1. A Hipótese do Romantismo e Envolvimento Pessoal
Muitos críticos da época (e historiadores modernos) sugeriram que Crookes perdeu totalmente a objetividade científica devido a um forte envolvimento emocional (ou mesmo um caso amoroso) com a jovem Florence Cook.Ela era descrita como uma jovem extremamente atraente e carismática.
Durante as sessões dos anos 1870, Crookes frequentemente caminhava de braços dados com o "espírito" de Katie King no escuro e até tirou mais de 40 fotografias com ela.
O ceticismo da comunidade científica apontava que o físico foi intencionalmente "cego" às fraudes óbvias porque estava encantado pela médium.
2. A Incompetência do Cientista Diante de Ilusionistas
Outra crítica severa foi a de que cientistas não estão preparados para detectar truques de mágica. Crookes utilizava métodos de laboratório da física (como correntes elétricas e galvanômetros para medir se a médium se movia da cadeira), mas Florence Cook usava técnicas de prestidigitação e manipulação psicológica. O escândalo de 1880 provou que os "controles rigorosos" que Crookes alegava ter em sua própria casa eram falhos e facilmente burlados por uma artista do engano.
Mesmo após o desmascaramento feito por George Sitwell, William Crookes nunca retratou publicamente o seu apoio a Florence Cook ou aos fenômenos espíritas, o que manchou permanentemente a sua reputação fora dos círculos da física (onde ele continuou sendo um gigante por suas descobertas como o elemento Tálio e os tubos de raios catódicos).
1. O Acordo de Ilusão vs. A Fraude Espiritual
Na Era Vitoriana: O contrato era de crença literal. Florence Cook não afirmava ser uma artista talentosa; ela jurava que forças sobrenaturais e espíritos de pessoas mortas agiam através dela. Ela usava as mesmas técnicas de controle de atenção (misdirection) e efeitos físicos que os mágicos usam hoje, mas com o propósito de explorar o luto, a fé e a busca por respostas existenciais de homens como William Crookes.
2. A Evolução da "Cena"
As sessões espíritas do século XIX precisavam de um ambiente controlado para a fraude funcionar: salas na penumbra, "gabinete do médium" (uma cabine com cortinas onde ela se escondia) e regras rígidas proibindo o toque (sob o pretexto de que o choque poderia matar a médium em transe).
A análise técnica do mistério revela três pontos principais:
1. Ela tinha cúmplices?
Historiadores da ciência, como Sherrie Lynne Lyons, apontam que Florence Cook muito provavelmente usava cúmplices em sessões fora da casa de Crookes.
A rede de apoio: A própria mãe de Florence e outros espiritualistas influentes ajudavam a criar o ambiente. Em muitas sessões, o "gabinete" (a cabine fechada) ficava encostado em paredes falsas ou portas trancadas. Cúmplices podiam entrar discretamente com roupas brancas para interpretar o espírito enquanto Florence ficava na cadeira.
O fator "Gênio": Mesmo sem cúmplices em algumas sessões na casa de Crookes, ela tinha uma enorme genialidade para a manipulação psicológica. Ela sabia ler o comportamento humano. O próprio desejo desesperado dos participantes de acreditar nos espíritos atuava como o maior aliado dela.
2. O truque do "Derretimento como Cera"
O uso de substâncias químicas: No início de sua carreira, a própria Florence admitiu em cartas o uso de óleo fosforescente dentro de garrafas para criar uma iluminação fantasmagórica e flutuante no escuro.
O truque óptico do derretimento: Para simular o "derretimento" da forma espiritual, a pessoa que interpretava Katie King (fosse Florence ou uma cúmplice) utilizava técnicas de figurino. Ela usava uma armação de arame ou um bastão sob o longo manto branco texturizado. Conforme a pessoa ia se agachando lentamente ou soltando o tecido debaixo do pano, o manto ia desabando no chão devagar. Na penumbra da sala, dava a exata ilusão óptica de que o corpo estava derretendo no chão. Depois, bastava puxar o tecido para dentro do gabinete escuro.
3. O que Sir William Crookes (não) observou
Como químico brilhante (descobridor do elemento Tálio), Crookes teoricamente deveria notar truques químicos ou tecidos fosfóricos. No entanto, ele falhou por causa do isolamento visual imposto pela sessão.
As regras das sessões ditavam que a luz forte destruiria o "ectoplasma" e feriria a médium. Crookes operava quase totalmente no escuro ou sob uma fraca luz vermelha. Cientistas são treinados para observar fatos reproduzíveis em laboratórios abertos; eles não são treinados para suspeitar que o objeto de estudo está deliberadamente mentindo e escondendo panos e substâncias sob as anáguas.
-Harry Houdini recriava esses mesmos truques de "materialização" em seus shows para provar ao público que tudo não passava de física e ilusão.
- Florence Cook, que à época tinha apenas 15 anos de idade, sozinha na casa de Crookes e com a família e amigos dele como testemunha...
ECTOPLASMA:
No espiritismo e no espiritualismo do final do século XIX e início do século XX, o ectoplasma era considerado uma substância física semimaterial expelida pelo corpo de médiuns durante transe, usada para cobrir e materializar espíritos.
Reality (Realidade): A ciência não reconhece a existência física do ectoplasma, e inúmeras investigações demonstraram que os fenômenos e as fotografias associados a ele tratavam-se de fraudes deliberadas.
Principais Evidências de Fraude
• Materiais Cotidianos: Cientistas e investigadores que examinaram as sessões descobriram que os médiuns utilizavam truques de deglutição e regurgitação. O "ectoplasma" era frequentemente feito de gaze, musselina, papel mastigado, retalhos de tecido engomados com fécula de batata ou recortes de rostos impressos em jornais e revistas da época.
• Casos Famosos Desmascarados:
• A médium francesa Eva Carrière (conhecida como Eva C) utilizava recortes de papel e revistas para simular rostos materializados e ectoplasmas, tendo suas fraudes expostas repetidamente por investigadores céticos.
• Fotografias famosas de ectoplasma atribuídas a Kathleen Goligher, analisadas por especialistas como W. J. D'Albe, provaram ser apenas pedaços comuns de tecido (musselina).
• Replicação em laboratório: Pesquisadores conseguiram duplicar com facilidade os efeitos visuais e fotográficos do suposto ectoplasma utilizando materiais comuns e não sobrenaturais.
PESQUISA PARCIAL DO TEXTO NO DOC. DE:
Alexandre de Carvalho Borges
(Video Consulta Kate King)
Físico pela Universidade de Franca.
Analista de Tecnologia da Informação pela Universidade Católica do Salvador.
Pós-graduado em Perícia Forense de Áudio e Imagem pelo Centro Universitário Uninorte.
Pós-graduado em Ensino de Física pela Universidade Cruzeiro do Sul.
Pós-graduado em Inteligência Artificial em Serviços de Saúde pela Faculdade Unyleya.
Pós-graduado em Ensino de Astronomia pela Universidade Cruzeiro do Sul.
Pós-graduado em Tradução e Interpretação de Textos em Língua Inglesa pela Universidade de Uberaba.
A sonda Voyager 1 está atualmente no espaço interestelar, a aproximadamente 25,7 bilhões de quilômetros da Terra. Lançada em 1977, ela é o objeto feito pelo homem mais distante do nosso planeta e está prestes a atingir a marca histórica de um dia-luz de distância .
Está atualmente no espaço interestelar, na direção da constelação de Ophiuchus (Serpentário). Ela se afasta do Sol a uma velocidade impressionante de cerca de 17 km/s (mais de 61.000 km/h).
CONTATOS-Não permanentemente, mas a distância torna a comunicação um desafio extremo. O sinal de rádio enviado pela sonda viaja na velocidade da luz, mas devido à imensa distância, demora quase 24 horas para chegar à Terra, e mais 24 horas para que qualquer comando nosso seja recebido por ela. Isso cria um ciclo de resposta de quase 48 horas.
Um chip de memória falhou e a sonda começou a enviar dados ilegíveis ("lixo eletrônico"). Os engenheiros da NASA reprogramaram o computador de bordo a bilhões de quilômetros de distância e recuperaram o sinal.
(*) Voyager Golden Record (Disco de Ouro), uma espécie de cápsula do tempo fonográfica banhada a ouro, projetada para durar bilhões de anos caso seja encontrada por alguma civilização extraterrestre. O conteúdo do disco inclui:
Saudações: Mensagens faladas em 55 idiomas diferentes (incluindo o português).
Imagens: 115 fotografias e diagramas codificados em formato analógico. Essas imagens mostram nossa anatomia, a estrutura do DNA, o Sistema Solar, paisagens terrestres, animais e seres humanos em atividades cotidianas
Músicas: Uma seleção musical diversa com 90 minutos de duração, incluindo obras clássicas de Bach, Beethoven e Mozart, além de canções folclóricas de vários países, o jazz de Louis Armstrong e o rock de Chuck Berry
(*)PERIGO DA INFORMAÇÃO :
A capa do disco traz diagramas científicos que explicam, usando a linguagem universal da física e da química (como a transição do átomo de hidrogênio), como tocar o disco e como localizar a Terra em relação a pulsares cósmicos conhecidos.A preocupação de que enviar nossa localização detalhada ao espaço poderia atrair predadores cósmicos não é apenas ficção científica.
Trata-se de um debate acadêmico real na comunidade da astrobiologia (ligado ao projeto METI - Messaging Extraterrestrial Intelligence).
O PERIGO ABSOLUTO DESCONHECIDO
-"Na minha opinião (observações de campo e participações nos Perojetos Blue Book e Jackes Valèe como colaborador( anos 70) o Universo material deve possuir civilizações avançadas, camufladas, hostis, predadoras e que consomem muita água/alimentos materiais, além de formas totalmente desconhecidas da nossa ciência.Formas que não obedecem as nossas Leis Físicas( que não são Universais) nem nossa constituição ética/morfológica/biológicva/mental e psiquica.
Portanto seríamos como gado .No atual estágio da raça humana , a maioria está com Q.I. um pouco acima de um cão ou gato,mesmo com toda tecnologia que foi gerada por uma "fração" de humanos com Q.I. e Inteligencia acima do normal.Esta não representa atotalidade da massa humana."
(Amyr Von Bathel Cantusio)
"O renomado físico Stephen Hawking foi um dos críticos mais vocais de iniciativas como o Disco da Voyager. Hawking argumentava que, se alienígenas nos visitassem, o resultado poderia ser semelhante à chegada de Cristóvão Colombo à América, o que não terminou bem para os nativos americanos. "
Ele defendia que a humanidade deveria fazer silêncio absoluto no cosmos em vez de tentar chamar a atenção.Na literatura e sociologia espacial, esse medo é resumido pela Teoria da Floresta Negra: o universo seria como uma floresta escura cheia de predadores silenciosos.
Se um sobrevivente encontra uma clareira e acende uma fogueira (ou envia um mapa da própria localização), ele corre o risco de ser destruído imediatamente por outras civilizações que preferem eliminar possíveis ameaças futuras.
Na capa do disco, há um diagrama gravado que mostra a localização exata da Terra em relação a 14 pulsares (estrelas de nêutrons que funcionam como faróis cósmicos).
Com esse mapa e a análise de uma amostra de Urânio-238 também anexada (para datar o ano de lançamento), qualquer civilização avançada saberia exatamente de onde a sonda veio e quando partiu.