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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

CAMPINAS FINAL DOS ANOS 70"O Sonho acabou"(SPECTRO-ROCK DA MORTALHA-TIO MELLIUS)

 CAMPINAS FINAL DOS ANOS 70"O Sonho acabou"














Creio que cada 10 anos há mudanças drásticas sociais.Entre 1970 e 1980 foi uma ao menos para minha visão ,e de muitos.Minha banda Spectro, os festivais desta década, a cabeça, a metafísica e o grupo de umas 50 pessoas que viviam juntas nos shows, bares(City Bar e Paulistinha no Cambuí)desapareceram por completo no final de 1979.
Eu morava na Rua Moaraes Salles num ap.(bem próximo a Raposa Vermelha/Loja Underground de LPS) e do Teatro C.C.C. onde eu estudava orquestração com a prof.Maria Lúcia (Unicamp).
EM 1979, eu vaguei por ali,com cabelo comprido, e as pessoas já estranhavam.
Ficava parado olhando ali o City Bar, mas não encontrava mais ninguém do passado.Uma geração de pessoas bem diferente habitava ali agora.
Meu grupo Spectro fez tentativas de retornar sem êxito.Não havia mais platéia, público, o sonho, a metafísica.
Todos debandaram, sumiram.Aquela cena onírica anos 70 já estava substituida pela Discoteca de John Travolta, que era o auge.
Os cabeludos beatniks já eram.Em campinas anos 70 , além das bandas de baile, haviam as 3 bandas mais conceituadas autorais que eram a minha SPECTRO, TIO MELLIUS( que ficava hospedado em cima da Livraria Teixeira) e o ROCK DA MORTALHA ( Lótus ou Lola era o vínculo/performer do grupo que vivia entre Campinas e São Paulo).
PS: Spectro e Rock Da Mortalha tocaram juntos 3 vêzes ,Teatro Castro Mendes, Teatro Cultura Artística e Concha Acústica de Campinas.








Tentamos tocar em algumas cidades e não havia público.Tudo sumiu no ar!Foi doloroso.Uma esperiência de perda de horizontes.
Em 1981 casei, e estava na Unicamp estudando Música.Em 1983, peguei dois teclados e o antigo percussionista do Spectro9Dupermmel) e fomos tocar na loucura na Concha Acústica com uma bateria velha e sem P.A.
Um grupo de pessoas estava ali e curtiu.Entre eles o futuro baterista do ALPHA III , Mauricio Lambiasi, que pirou no som.
Em 1983 formei o ALPHA III com o Lambiasi, e na Unicamp, gravamos o primeiro LP "Mar De Cristal" lançado na Polygram em 1984
Este evento criou uma nóva era em São Paulo, com a criação da Faunus(selo de Rock Progressivo) e uma década de nóvas atividades, contatos no exterior e muitos shows/LPS e produções.
Mas o passado, anos 70, nunca mais voltou.Incluindo amigos que faleceram e uma grande parte de parentes...Para falar sobre a cena de Campinas anos 70 daria um livro!

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

ALPHA III PROJECT ( Internacional Enciclopédia de Música Eletronica ProgArchives)

 Amyr Von Bathel Cantusio conhecido pelo seu projeto progressivo/eletrônico Alpha III, é uma das figuras mais vanguardistas e prolíficas da música eletrônica experimental e do rock progressivo no Brasil. 




Com uma carreira que atravessa décadas, sua marca registrada é a fusão de atmosferas cósmicas, texturas sombrias e uma exploração tátil de sintetizadores analógicos, digitais e dispositivos portáteis como o Korg Monotribe.Abaixo, apresentamos um esboço estruturado de seu trabalho e estética com foco em sintetizadores e experimentos eletrônicos.

1-A Filosofia Sonora: O "Espaço-Tempo" EletrônicoVanguarda Cósmica: O trabalho de Amyr transita entre a Berlin School (na linha de Tangerine Dream e Klaus Schulze), o Rock Progressivo Sinfônico e a Música Industrial/Ambiental.Minimalismo e Caos: Suas experimentações utilizam o minimalismo de sequenciadores para construir crescendos hipnóticos, muitas vezes culminando em explosões de ruído controlado e psicodelia eletrônica.Misticismo Técnico: Seus timbres não buscam o "comercial", mas sim evocar trilhas sonoras de ficção científica retrofuturista, terror cósmico e rituais eletrônicos.

2.- O Uso do Korg Monotribe e Sintetizadores AnalógicosAmyr Cantusio Jr. é um mestre em extrair complexidade de máquinas teoricamente simples. O uso do Korg Monotribe em seu arsenal ilustra perfeitamente essa abordagem:Saturação Analógica: Ele explora o circuito de filtro analógico clássico do Monotribe (derivado do lendário Korg MS-20) para criar texturas agressivas, ressonantes e ricas em harmônicos.Sequenciamento Concreto: Utilizando o sequenciador de passos nativo do Monotribe combinado com fitas de loop e delays analógicos, ele cria a base rítmica pulsante (o "motorik") sobre a qual constrói seus solos cósmicos.

Modulações em Tempo Real: Suas performances e gravações com o Monotribe priorizam o improviso físico — alterando o LFO, o corte de frequência (cutoff) e o pico do filtro manualmente para que a música "respire" de forma imprevisível.

3. Equipamentos Parceiros ("E Afins")Para expandir o universo do Monotribe, o ecossistema sonoro do Alpha III frequentemente inclui

:Korg MS-20 / Volca Series: Onde os pequenos módulos Volca (Keys, Bass, Sample) e sintetizadores semi-modulares expandem as possibilidades rítmicas e polifônicas.Sintetizadores Clássicos e Teclados: Moog, Roland, e órgãos eclesiásticos virtuais ou analógicos que trazem o peso sinfônico característico do Alpha III.Unidades de Delay e Reverb de Fita: O uso intensivo de efeitos de eco analógico transforma bips minimalistas em imensas catedrais de som espacial.4. 





Estrutura Típica das Composições Experimentais

As faixas experimentais de Amyr geralmente seguem uma jornada de três estágios:A Introdução Abstrata (Drone): Sons de drones de baixa frequência, ruídos brancos e oscilações aleatórias preparam o ouvinte para a imersão.

O Despertar do Sequenciador: Entra a pulsação hipnótica (frequentemente gerada pelo Monotribe ou sintetizadores modulares), ditando o ritmo da viagem espacial.

A Camada Cósmica: Solos expressionistas de sintetizador com forte uso de portamento e modulação de pitch sobem ao topo, evocando um sentimento de isolamento e grandiosidade espacial.

5. Legado no Underground Brasileiro-Independência 

Estética: Amyr manteve-se fiel à estética do sintetizador como ferramenta de arte pura, longe dos clichês da dance music ou do synthpop comercial.

Discografia Monumental: 

Sob o nome Alpha III e em seus trabalhos solo de vanguarda eletrônica, ele documentou a evolução da síntese de som no Brasil, provando que a criatividade artística supera as limitações de orçamento ou de tamanho do equipamento.Com mais de 90 trabalhos gravados em 50 anos (LPS, CDS e Digitais)




domingo, 6 de setembro de 2026

PENUMBRA *( ALPHA III) Música Eletronica Aleatória

 PENUMBRA( Teaser)

MÚSICA ELETRONICA ALEATÓRIA
Neste concerto com sintetizador, gravado à "meia-luz" em Home studio, a criação toda parte de experimentos aleatórios.Criei o ritmo e a base aleatória e mantive ela como referência.Acima dela, usei aleatóriamente harmonias, solos e osciladores de ondas para criar a atmosfera.Este tipo de música não pode ser "repetido".Só se pode ouvir novamente a "gravação".Ao vivo é impossível repetir duas vêzes exatamente igual.Mesmo que as ondas estejam pré-estabelecidas, toda uma gama de fatores atmosféricos, psíquicos, eletro-magnéticos, etc...vão intervir."A água do rio nunca é a mesma"(Zen)


Na música aleatória eletrônica não controlamos o resultado final.Somente estou usando(notem que olho para frente e não necessito tocar constantemente)  um computador que não aparece no Vídeo, que tem as faixas de áudio pré gravadas que vou soltando e misturando com osciladores em tempo real aleatoriamente.Nada planejado em harmonia, escala, etc...Tudo está simplesmente acontecendo.E o Caos se transforma em Música.




E tenho ainda, milhares de horas gravadas em diferentes Sintetizadores  aleatóriamente assim, digitalmente.Os resultados são incríveis depois na hora da audição!!São verdadeiras trilhas sonoras que alteram a psique pois vão e acionam áreas não usadas  normalmente no dia a dia ou em músicas comuns que tocam sempre banais e repetitivas.
 Na percepção sensorial, medimos o tempo.mas o tempo na realidade é estático.O que passa somos nós e as estruturas através do espaço.O que causa a impressão que o tempo é curto, mensurável.Então criamos relógios, e medimos nossa existência de maneira genérica compatível com a nossa genética e sociedade.
Na música o tempo é relativo ao sensorial, tipo, quando a música é ruim, parece que não acaba mais.E quando é boa, passa rápido!(Einstein /Relatividade)

sábado, 5 de setembro de 2026

B.T.O.(Canadá anos 70) Hard Rock

 

Bachman-Turner Overdrive (B.T.O.)

Nos anos 70, foi uma das bandas que a gente ouvia direto, apesar de só rockers conhecerem.A banda é um Lado B do The Guess Who( Canadá) que teve seu maior sucesso com 2 faixas (American Woman e No Time)que foram clássicos da música todo os anos 70. O B.T.O. especializou-se em hard rock , fazendo  uma  música pesada !




Nada se compara ao vocal e ao peso deles na época.Até hoje, escutar B.T.O. é como escutar Led Zeppelin ou Black Sabbath.

Não se assemelha aos Creedence nem ao ZZTOP.Tem uma sonoridade mais agressiva e um peso estrondoso de guitarras, baixo e batera.Vocal é destruidor.

 Muitas músicas do BTO falavam sobre a rotina de uma banda de rock and roll, tocando suas músicas para um público diferente em uma cidade diferente a cada noite, uma característica que reforçava a imagem da banda trabalhadora por excelência do início dos anos 70: eles não tinham aspirações maiores do que tocar rock pesado e alto, tanto em estúdio quanto ao vivo. Apesar de ser liderado por Randy Bachman , um dos dois vocalistas principais da banda canadense de rock The Guess Who , o Bachman-Turner Overdrive levou um tempo para encontrar seu público. Eles só alcançaram o sucesso quando a contagiante "Takin' Care of Business" — que, notavelmente, tem um refrão sobre estar em uma banda de rock and roll — entrou no Top 20 americano em 1974, uma conquista superada pela vibrante "You Ain't Seen Nothing Yet", que chegou ao primeiro lugar semanas depois. Embora o BTO tenha emplacado outros sucessos posteriormente, como "Roll on Down the Highway" e "Hey You", esses dois hits não foram apenas um sucesso nos anos 70, mas também formaram um legado duradouro para a banda. Ao longo dos anos, "Takin' Care of Business" e "You Ain't Seen Nothing Yet" se tornaram clássicos do rock, tocando no rádio, na televisão e em eventos esportivos, e sua onipresença ajudou a manter o Bachman-Turner Overdrive na estrada em várias formações até o seu 50º aniversário em 2023.

Lançado em maio de 1973, o álbum de estreia homônimo do Bachman-Turner Overdrive apresentou uma banda que abandonou qualquer pretensão , em favor de um rock and roll alto e descomplicado. Embora o álbum não tenha gerado um sucesso nos Estados Unidos, o grupo fez turnês incansavelmente pelo país, preparando o terreno para o lançamento de Bachman-Turner Overdrive II em dezembro de 1973. Mais cativante que seu antecessor, sem perder a intensidade, Bachman-Turner Overdrive II chamou a atenção inicialmente com o single "Let It Ride", mas foi a vibrante "Takin' Care of Business" — cantada por Bachman , ao contrário de muitas outras músicas do BTO; Turner geralmente era o vocalista principal — que impulsionou o grupo. A canção alcançou o terceiro lugar no Canadá e o 12º lugar na parada da Billboard, preparando o terreno para o sucesso estrondoso de "You Ain't Seen Nothing Yet", que chegou ao topo das paradas em ambos os países em 1974.





"You Ain't Seen Nothing Yet" foi retirada de 
Not Fragile , o álbum de 1974 gravado após a saída de Tim Bachman . Blair Thornton assumiu o lugar do guitarrista, consolidando a formação que impulsionou o BTO durante seu auge. Nos dois anos seguintes, a banda fez turnês incansavelmente e lançou dois álbuns subsequentes no estilo do vibrante e pulsante Not Fragile : Four Wheel Drive, de 1975 , e Head On , de 1976. Cada disco continha sucessos radiofônicos — o primeiro tinha "Hey You", que chegou ao primeiro lugar no Canadá, enquanto o segundo tinha "Take It Like a Man" — mas, em 1977, seu sucesso comercial parecia estar diminuindo, uma suspeita confirmada pelo lançamento da coletânea Best of BTO (So Far), em 1976 .

Em 1977, com o álbum "Freeways" , Bachman queria levar o Bachman-Tuner Overdrive a novos territórios musicais , experimentando metais e se afastando do hard rock tradicional, mas enfrentou resistência de uma banda desgastada. "Freeways" não agradou nem a banda nem seus fãs, situação que levou à saída de Bachman após o lançamento. Contratando Jim Clench, do April Wine , como baixista, a banda continuou, embora com uma grande mudança: agora eram oficialmente conhecidos como BTO. Querendo manter os direitos sobre o nome Bachman para sua carreira solo, Randy Bachman chegou a um acordo com os membros restantes da banda para que pudessem se apresentar como BTO; eles também mantiveram os direitos sobre o logotipo do grupo.


O BTO lançou dois álbuns, 
Street Action e Rock n' Roll Nights , no final da década de 70, antes de se separar em 1980. A separação não durou muito. Randy Bachman e Turner se reuniram no Union , banda que Bachman formou após o fim do Ironhorse , seu primeiro projeto pós-BTO. Essa foi a semente do retorno do Bachman-Turner Overdrive em 1983, uma formação que contava com Randy e Tim Bachman e CF Turner , mas nenhum outro membro anterior; Garry Peterson, do Guess Who, foi contratado para tocar bateria. Essa formação lançou o álbum Bachman-Turner Overdrive em 1984, que foi promovido com uma turnê registrada no álbum Live! Live! Live! de 1986. Sammy Hagar, um velho amigo de Randy Bachman, pediu que o Bachman-Turner Overdrive abrisse os shows do Van Halen na primeira turnê do cantor com o grupo em 1986, então Randy , Tim e Peterson tocaram como um trio devido à indisponibilidade de Turner .


A próxima onda de atividades do BTO ocorreu em 1988, quando a 
formação da era 
Not Fragile , com Robbie Bachman e Blair Thornton, se reuniu para uma turnê e uma tentativa de gravar um novo álbum, que resultou apenas em um cover de "Wooly Bully", do Sam the Sham & the Pharoahs , para a trilha sonora do filme American Boyfriends, de 1989. Em 1991, Randy Bachman deixou a banda, levando Robbie Bachman , Turner e Thornton a continuarem com Randy Murray — que havia tocado anteriormente em uma versão concorrente do BTO liderada por Tim Bachman no final dos anos 80 — como seu substituto. A versão do BTO com Murray se manteve forte de 1991 a 2004, fazendo turnês regularmente e gravando cinco novas músicas para complementar as regravações que compuseram Trial by Fire: Greatest & Latest, de 1996 .


O BTO se separou em 2005, devido ao desejo de 
Robbie Bachman de se aposentar. Randy Bachman e CF Turner se reuniram em 2010 para uma turnê e um álbum como Bachman & Turner , resultando em um álbum homônimo naquele ano e no show Live at the Roseland Ballroom, NYC, em 2011. Bachman & Turner permaneceram na estrada até 2018, período em que a formação da era Not Fragile do Bachman-Turner Overdrive foi incluída no Hall da Fama da Música Canadense em 2014.

Turner se aposentou dos palcos em 2018, enquanto Robbie Bachman e Tim Bachman faleceram com poucos meses de diferença no início de 2023. 



sexta-feira, 4 de setembro de 2026

PARADISE LOST( Rock Gótico)

 Paradise Lost  (Banda/Inglaterra anos 80)

 (Baseada no clássico da literatura de John Milton, O Paraíso Perdido)




Tal qual To Die For, Liv Kristine, Moonspell, Tiamat, Samael, Crematory e outras grandes bandas mais atuais,a sonoridade me agrada muito.

Peso, densidade, rudimentos de teclados e sintetizadores eletronicos, atmosferas, letras e performance.A obra é grande, são 18 álbuns de Estudio.

É uma banda inglesa formada em 1988, amplamente considerada uma das criadoras do gênero gothic metal, cuja sonoridade única a transformou em um dos maiores ícones da cena metal mundial. Embora os críticos de música encontrem dificuldades para categorizar seu estilo exato, alternando as definições entre o doom e o gothic metal, a banda construiu uma trajetória sólida e passou por várias nuances musicais ao longo das décadas, alternando entre álbuns aclamados e outros experimentais, sem nunca perder sua posição de destaque. 

A discografia começou com a densidade e os vocais guturais com forte influência death metal de Lost Paradise (1990), mas foi com o divisor de águas Gothic (1991) que o grupo estabeleceu o verdadeiro prenúncio do gothic metal, mesclando ambientações únicas, passagens orquestrais, vocais femininos e riffs obscuros.

 A evolução criativa seguiu firme com os lançamentos de Shades of God (1992), o EP As I Die (1992) e Icon (1993), até culminar no estrondoso sucesso de Draconian Times (1995), tido por muitos fãs e pela crítica como a obra definitiva e o melhor álbum do grupo por conta de suas melodias marcantes, vocais impecáveis e refrões inesquecíveis.

 Após esse ápice, a banda decidiu explorar novos horizontes sonoros e abraçar elementos eletrônicos e vocais mais suaves na sequência formada por One Second (1997) — cuja faixa-título se tornou um verdadeiro hino absoluto —, a coletânea Reflection (1998), o controverso Host (1999) — frequentemente rejeitado pelos fãs mais tradicionais, embora tenha seus méritos — e Believe in Nothing (2001). 

Essa fase mais comercial e computadorizada refletiu uma busca declarada dos próprios músicos por novas inspirações em águas profundas e diferentes, pavimentando o caminho para o lançamento de Symbol of Life (2002), que iniciou o retorno gradual do grupo às suas raízes mais pesadas.

                                            FORMAÇÂO ATUAL

                                                  Membros antigos


domingo, 30 de agosto de 2026

HEAVY METAL ANOS 80 e 90(bandas Underground e seus LPS)

 Neste período surgiram e desapareceram centenas de bandas de Metal (inclusive Black Metal que abordarei noutra postagem) incríveis, com capas lindas, som pesado e trabalhado, diferentes, muitas não sobrevivendo ao sistema midiático.

Aí voce pergunta porque só falam de Iron Maiden??Na minha opinião o Iron é bom mas não é único nem pioneiro, nem o melhor.É mais um sub produto da mídia que impõe até hoje sempre os mesmos clichês, independente de serem bons ou não.Como Judas Priest, Deep Purple, Black Sabbath, etc...

Chegando no terreno UNDERGROUND das produções lado "B" independentes, limitadas e sem patrocinio da mídia voce vai encontrar e ouvir coisas excelentes como a PARADOX ( Heresy 1989 -Alemanha) ou o CIRITH UNGOL ( 2 LPS são obras primas)  ...uma cacetada.

Angel Dust e Angel Witch, etc...E algo como BATHORY trafegando num Black Metal como BURZUN mas de uma forma bem original e diferente na época.Bandas malditas e cult.

Seguem aqui algumas capas de LPS raros indicados para o pesquisador e amante mais afoito ao gênero buscar, adquirir LPS raros ou CDS que são mais em conta!